segunda-feira, 28 de março de 2011

Pastor Wagner Gaby

Pastor Wagner Gaby eleito líder da AD Curitiba
Eleição ocorreu  hoje, no templo-central da igreja; novo líder foi eleito com 3.805 votos

Pastor Wagner Gaby eleito líder da AD Curitiba

O pastor Wagner Tadeu dos Santos Gaby foi eleito presidente do Ministério da Assembleia de Deus em Curitiba (PR).

A eleição se deu na tarde e noite de hoje, no templo-central da referida igreja.

O pastor Gaby substitui o pastor José Pimentel de Carvalho, falecido em 24 de fevereiro, aos 95 anos, depois de estar já há alguns anos ao lado do pastor Pimentel como vice-presidente da igreja e dirigente do templo-central.

Cerca de 9 mil dos 33 mil membros ativos da Assembleia de Deus curitibana votaram.

Pastor Gaby foi eleito com 3.805 votos, exatos 788 votos a mais que o segundo colocado, o pastor Mirislan Douglas Scheffel, líder da congregação no bairro Hauer, em Curitiba.

Os demais candidatos foram o pastor Gessé Luiz Rosa, superintende de Evangelismo da igreja curitibana, e pastor Hidekazu Takayama, evangelista conhecido nacionalmente e deputado federal.

Pastor Wagner Gaby é major capelão do Exército Brasileiro, tendo sido o primeiro capelão pentecostal das Forças Armadas; comentarista de Lições Bíblicas de Escola Dominical da CPAD, escritor, membro da Casa de Letras Emílio Conde e da Academia Evangélica de Letras, e célebre palestrante em Escolas Bíblicas de Obreiros pelo Brasil.

Mais informações na edição de maio do jornal Mensageiro da Paz.

Fonte CPADnews!

domingo, 27 de março de 2011

Eis que tudo se fêz novo.....

Vida nova!!!

Marcos 2.18-22
Jesus estava na casa de Mateus, seu mais novo discípulo, escolhido enquanto trabalhava na coletoria de impostos.
 
Junto a Jesus estavam outros discípulos, além de uma série de publicanos e pecadores.
 
Os Fariseus, vendo aquela cena, censuram duramente Jesus por compartilhar a mesa com pecadores. Jesus, ouvindo-os, responde que veio para chamar pecadores e não justos.
 
Em seguida, esses mesmos fariseus, juntamente com os discípulos de João, indagaram a Jesus por que seus discípulos não jejuavam, como eles.
 
Jesus sabia claramente que a Lei de Moisés, padrão moral dos judeus, somente requeria, como lei, um jejum anual, feito do dia da Expiação (Lv. 16.29-34).
 
Sabia também que era costume dos judeus fariseus jejuarem duas vezes por semana.
 
Com tudo isso em mente, Jesus afirma categoricamente que aquela não era hora de Jejum, pois os discípulos estavam perante o noivo, em celebração; quando o noivo se retirar, ai sim era tempo de jejum.
 
A presença de Cristo era sinal de festa e não de lamento e contrição.
 
Por fim, após essas duas arguições, Jesus faz uma desconcertante afirmação via parábola.
 
Jesus fala categoricamente que os fariseus estavam tentando impor panos e vinho novo em roupas e odres velhos.
 
Jesus está falando que os judeus daquele tempo ainda não tinham enxergado que, em Jesus, um novo tempo se instaurava: um novo momento de vida, novidade pra vida, que não podia ser acomodada em sistema ritualístico e costumeiramente antigo.
 
Por não saberem “ler” o seu tempo, os fariseus não conseguiam entender Jesus e seu movimento.
Esse ensinamento de Cristo é valioso para esses dias.
 
Vivemos num mundo em constante transformação.
 
Todo dia, em todas as áreas de nossa vida, “novidades” se põem diante de nós.
 
Como lidar com o “novo” que está diante de nós.
 
Jesus nos ensina preceitos a respeito.
1) Não devemos ser resistente àquilo que é novo
• Temos, principalmente os cristãos, certa resistência a novidades.
• A bíblia nos afirma categoricamente que nossa vida em Cristo é uma nova vida.
• Resistência ao novo gera atraso, estagnação.
 
2) Não de pode desfrutar do novo se nossa estrutura é velha
• Um pano novo, numa roupa velha, gera mais estragos na roupa, pois conforme o retalho novo encolhe mais rasga a roupa.
 
• Vinho novo em odre velho se perde, pois, conforme o vinho se fermenta, expande gases.
 
Como o odre velho não possui mais capacidade de dilatação se arrebenta e todo vinho se perde.
 
• Estruturas velhas não comportam novidades.
 
Em muitas áreas de nossa vida, perdemos a grande oportunidade de crescermos, desenvolvermos, desfrutarmos novas coisas na vida, pois queremos continuar como somos, não aceitamos as mudanças.
 
• Jesus fala claramente: É IMPOSSIVEL DSFRUTAR DO NOVO SEM ABANDONAR VELHAS ESTRUTURAS.
 
Essas estruturas podem ser:
-Jeito antigo de ver a vida;
-Doutrinas humanas;
-Costumes
-Forma de trabalhar,
 
• Para desfrutar das novidades, precisamos criar novas estruturas na vida.
 
Mas como?
 
- Rm. 6.4: De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.
 
- Rm. 7.6: Mas agora estamos livres da lei, pois morremos para aquilo em que estávamos retidos; para que sirvamos em novidade de espírito e não na velhice da letra.
 
- 2 Co. 5.17: E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.
 
- A própria vida cristã é considerada, nas Escrituras, como nova vida.
 
- Por que então não continuamos a nos renovar?
 
Tradicionalismo;
Acomodação.
• Jesus está pronto para nos renovar, dando oportunidade de desfrutarmos das novidades que Deus tem para cada um.
 
- Permitamos que Ele faça isso hoje, em nossas vidas!

sábado, 26 de março de 2011

Eleições Eclesiásticas......

Curiosidades sobre eleições eclesiásticas!

(Saber não ocupa espaço, assim procedem os católicos)!

Até o século IV os papas eram eleitos por voto dos diáconos e padres de Roma.

Assim como os fiéis das dioceses votavam na escolha de seus bispos.

Evitava-se envolver os demais bispos nas questões internas da sé romana.

Como se sabe que um bispo está ou não em comunhão com a Igreja Católica?


Outrora, pesquisava-se a lista de seus antecessores, para se ter certeza de que ele descendia de um dos doze apóstolos de Jesus.

Devido a incêndios, saques e outros imprevistos, que faziam desaparecer as listas, decidiu-se que estão em comunhão com a Igreja todos os bispos que se afinam com a doutrina do bispo de Roma.

A eleição de papas por cardeais teve início em 1059. Cardeal vem de "cardo", dobradiça de porta, e é título de honra que o papa tem o direito de conceder a qualquer católico, como fez João Paulo II ao estender o chapéu cardinalício a dois teólogos europeus: o dominicano francês Yves Congar e o suiço Hans Urs von Balthazar.


Há também um cardeal in pectore, ou seja, conhecido apenas pelo coração do papa e por quem foi nomeado.

Desde que o imperador Constantino aliou-se à Igreja, no início do século IV, para não perder o Império Romano, os bispos passaram a ser tratados como príncipes e, os papas, como reis.


Durante sete séculos os sucessores de Pedro eram quase sempre escolhidos segundo conveniências políticas de famílias nobres.

Isso se reverteu no Natal de 800, quando Leão III coroou o imperador Carlos Magno.

O poder espiritual sobrepujou o temporal.

Todo homem batizado na Igreja Católica é virtualmente candidato a papa.


Se eleito, deve abandonar a família, abraçar o celibato, ser ordenado padre e bispo.

Gregório Magno, eleito em 590, era prefeito de Roma.

O último papa não cardeal foi Gregório XI, eleito em 1370.

Não há limite de tempo para eleger o papa.


A regra atual é que nos primeiros 15 dias seja eleito aquele que obtiver 2/3 mais 1 dos votos.

Em seguida, basta maioria simples, metade mais 1.

Há um escrutínio no primeiro dia do conclave, no qual os cardeais costumam prestar uma homenagem aos mais idosos, concentrando neles seus votos.

Do segundo ao quarto dia há quatro votações a cada 24 horas.

Descansa-se no quinto dia.

No sexto, há três escrutínios e, no sétimo, quatro.

Novo descanso no oitavo dia, mais três votações no nono dia e quatro no décimo.

Descansa-se no 11º dia.

No dia seguinte, são feitos três escrutínios e mais quatro no 13º dia.

Após o descanso do 14º dia, passa-se ao critério da maioria simples.

Entre uma votação e outra, os cardeais conversam entre si, em geral divididos em grupos lingüísticos, que pesam no resultado.


Os dois maiores grupos são o europeu, com 58 cardeais, e o hispânico que, incluídos brasileiros e portugueses, conta com 38 cardeais.

Estes são mais unidos do que aqueles.

Italianos e franceses são rivais históricos.
Tudo indica que, nos primeiros escrutínios, os italianos tudo farão para recuperar o monopólio do papado.


Desde 1522 houve uma sucessão de 44 papas italianos, quebrada em 1978 pela eleição do polonês Wojtyla.

Se outro papa não italiano for eleito, dificilmente a Itália volta a ser candidata preferencial.

O fato de 52% dos católicos do mundo se encontrarem, hoje, na América Latina, pode favorecer a escolha de um latino-americano.

E a prioridade que a Igreja dá à evangelização da África e da Ásia talvez se traduza na eleição de um cardeal negro ou de olhos puxados…

Durou um ano o conclave que elegeu Inocêncio IV, em 1243.


Quando a demora para eleger Gregório X, em 1271, já tardava dois anos e meio, o povo de Viterbo, sede da eleição, primeiro forçou a decisão mantendo os cardeais a pão e água.

Como o impasse perdurou, destelhou-se a sala do conclave em pleno inverno.

A eleição foi decidida.

No fim do século XIII, outra demora levou o monge eremita, Pedro Morrone, a escrever aos cardeais, acusando-os de abusar da paciência do Espírito Santo.


Tocados pela carta, os cardeais o elegeram. C

oroado com o nome de Celestino V, em 1294, não suportou a politicagem eclesiástica e renunciou quatro meses depois.

Na bula, alegou fazê-lo para "salvar a minha saúde física e espiritual".

Retornou às montanhas e, mais tarde, foi canonizado.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Coerência e bom senso ao presidir a Assembleia.......

Assembléia na Carpintaria

Contam que numa carpintaria houve uma vez uma estranha assembléia.

Foi uma reunião de ferramentas para acertar suas diferenças.

Um martelo exerceu a presidência, mas os participantes lhe notificaram que teria que renunciar.

A causa ?

Fazia demasiado barulho; e além do mais, passava todo o tempo golpeando.

O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo.

Diante do ataque, o parafuso concordou, mas por sua vez, pediu a expulsão da lixa.

Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.

A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fora o único perfeito.

Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho.

Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso.

Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel.

Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembléia reativou a discussão.

Foi então que o serrote tomou a palavra e disse : -- Senhores ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com nossas qualidades, com nossos pontos valiosos.

Assim, não pensemos em nossos pontos fracos e concentremo-nos em nossos pontos fortes.

A assembléia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e afinar asperezas, e o metro era preciso e exato.

Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade.

Sentiram alegria pela oportunidade de trabalharem juntos.

Ocorre o mesmo com os seres humanos.

Basta observar e comprovar.

Quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação torna-se tensa e negativa; ao contrário, quando se busca com sinceridade os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas.

É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo.

Mas encontrar qualidades... isto é para os sábios !

( Sou da opinião que o Carpinteiro  precisa voltar a carpintaria e dar um trato nas suas ferramentas!)

Oremos pois!

quarta-feira, 23 de março de 2011

Navegando e assumindo..............


É no minímo o que se espera de homens sérios e que sabem o que é respeito.

Agindo de forma aberta e sem aproveitar do anonimato, pseudônimos para extravasarem os mais profundos instintos primitivos desnorteados, esquecendo que a nós compete: Sim, Sim e Não Não.....

Diante disto é bom pensar e pensar que internet é livre mas será que isso quer dizer que sua explosão depende do anonimato?

A liberdade é refém do anonimato?

O anonimato é precisamente o recurso que se usa para driblar possíveis coerções.

Ladrões assaltam bancos com máscaras para não serem reconhecidos, terroristas idem e também vitimas de criminosos usam o anonimato para protegerem-se.

O anonimato não seria, ao contrário, uma espécie de covardia, assim como a falsidade ideológica?

Desvios sérios de caráter?

Na vida e na Internet também?

A liberdade, ao contrário é o corolário da coragem.

Ser livre é não ter medo de pensar e agir.

É não ter medo de assinar embaixo.

É assumir opiniões e autorias.

Na vida e na Internet também.

Pode postar seu comentário, mas......assuma o que fala!

Criticas e criticados, eis a questão!

Revendo meus conceitos sobre o direito pastoral, se é que existe isto!

Pode se emitir um manifesto, opinião, parecer, ponto de vista ou não no meio chamado: Convenção?

Está na hora de imitar a Igreja Primitiva e por os assuntos na mesa (plenario) e acertar os ponteiros!

"Congregaram-se, pois, os apóstolos e os anciãos para considerar este assunto.

E, havendo grande contenda, levantou-se Pedro e disse-lhes: Homens irmãos, bem sabeis que já há muito tempo Deus me elegeu dentre nós, para que os gentios ouvissem da minha boca a palavra do evangelho, e cressem.

E Deus, que conhece os corações, lhes deu testemunho, dando-lhes o Espírito Santo, assim como também a nós; E não fez diferença alguma entre eles e nós, purificando os seus corações pela fé."

Vejo que um dos pilares para a manutenção da democracia, nos dias atuais, é a liberdade de expressão, que garante ao cidadão o direito de se pronunciar sobre tudo o que acontece ao seu redor, e neste contexto é de suma importância a atuação da imprensa e dos meios de comunicação, livres e de forma honesta, para não haver a dominação de muitos por poucos.

Em todos os momentos da história da humanidade o poder da palavra escrita e falada sempre foi levado em consideração.
Um exemplo grandioso é a Bíblia que a mais de quatro mil anos orienta a humanidade com seus códigos morais e de conduta nas relações humanas, nas questões de fé e adoração à divindade, e até hoje as palavras nela escrita são levadas em consideração.

A palavra é tão poderosa que a própria Bíblia relata que boa parte da criação divina veio existência pela força da palavra de Deus ( e disse Deus... ), pois na sua majestosa onipotência Deus poderia simplesmente mentalizar a criação, no entanto Ele verbalizou a sua vontade.

A palavra falada é tão poderosa que na antiguidade quando um rei dominava um território a primeira atitude para manter a conquista era destruir todo o acervo literário da nação e impor o idioma do dominador, e ao mesmo tempo proibir que os sábios e anciãos detentores do conhecimento, se reunissem para se reportar ao povo, forçando o povo perder sua identidade cultural.

Diante disto devemos lembra que a Constituição de 1988, em seu preâmbulo, refere à harmonia social como fundamento do Estado brasileiro.

Do mesmo modo, em seu artigo 5º, caput, a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.
E no mesmo artigo 5º, inciso III, veda a tortura bem como qualquer tratamento desumano ou degradante.
Assim, o direito de crítica pública não pode ser exercido de modo a incitar a violência, em contradição à Constituição.

A violência, aí referida, é a dos particulares, não a sugestão de atuação do poder de coerção do Estado.
Assim, ultrapassa os limites do exercício do direito de crítica quem defende publicamente um linchamento; não o que preconiza maior rigor na atuação do órgão policial, no desempenho de suas atribuições regulares.

A integridade moral da pessoa.
Trata-se, aqui, da limitação do exercício do direito de crítica pública em favor da integridade moral da pessoa, preservada através dos direitos à honra e à intimidade e vida privada.

Não se traduz, porém, em ofensa pessoal um juízo crítico em relação a comportamentos individuais que se projetem na esfera pública.

E isto pela simples razão de que a atuação pública, por si, submete o indivíduo à crítica pública.
Os limites relativos pontuam critérios a serem observados no exercício do direito de crítica, de modo a garantir, de um lado, a dignidade da pessoa humana do sujeito que dela é alvo e, de outro, o direito à informação verdadeira.

São dois os limites relativos: a veracidade fática e a relação de pertinência fática.
Se a crítica se refere a um ato x, é preciso que esse ato x tenha existência.

Em tal não ocorrendo, é irregular o exercício do direito.
Mas não é qualquer erro quanto aos fatos que ultrapassa o limite do direito de crítica, mas apenas o erro caracterizado como falsidade deliberada.

Se a crítica envolve ato criminoso, a ocorrência do crime e a determinação da responsabilidade devem estar comprovadas, sob pena de violação do direito à presunção de inocência (Constituição, art. 5º, LVII).

Portanto, sua existência somente se pode afirmar como hipótese.
Quanto à relação de pertinência, exige-se que o conteúdo da crítica não supere o seu objeto concreto, avançando, por exemplo, para ofensas pessoais ou fatos que não tenham relação com o objeto imediato do juízo formulado.

Na conclusão, observa o Autor que a regularidade do exercício do direito de crítica pública deve ser aferida a partir dos elementos acima caracterizados como limites absolutos ou relativos, jamais em relação à concordância ou divergência da crítica formulada.
No modelo liberal, um socialista pode se expressar contra o liberalismo.

Já no socialismo, o liberal provavelmente acabará em um Gulag.
O patrulhamento do “politicamente correto” tem colocado a liberdade em risco.

Numa sociedade aberta, ser impopular é seguro, ao contrário do que ocorre em sociedades fechadas.
É fácil pregar a liberdade quando isto se aplica somente àqueles com quem concordamos.

O teste é quando precisamos tolerar o discurso contrário ao nosso, não quando garantimos a liberdade de todos repetirem, como vitrolas arranhadas, o consenso.
Mesmo um néscio deve ser livre para defender suas estultices.

O filósofo John Stuart Mill escreveu: “Se todos os homens menos um partilhassem a mesma opinião, e apenas uma única pessoa fosse de opinião contrária, a humanidade não teria mais legitimidade em silenciar esta única pessoa do que ela se poder tivesse, em silenciar a humanidade”.
E acrescentou: “Se a opinião é correta, privam-nos da oportunidade de trocar o erro pela verdade; se errada, perdem, o que importa em benefício quase tão grande, a percepção mais clara da verdade, produzida por sua colisão com o erro”.

 Todo silêncio que se impõe à discussão equivale à presunção de infalibilidade.
O cerceamento da liberdade de expressão coloca em risco o progresso.

Basta pensar como estaria o mundo se as ideias controversas do passado tivessem sido silenciadas pelo consenso da época. Galileu, Newton, Einstein, Freud e vários outros não teriam tido a oportunidade de expor suas teorias, que contrariavam a opinião dominante da época.
Quem ataca a liberdade de expressão está contra o progresso da civilização.

Repito mais uma vez....

Coerência, prudência e caldo de galinha não faz mal a ninguem!

segunda-feira, 21 de março de 2011

SÓ PENSANDO!

Uma conversa só é boa para nós, quando vai a favor daquilo que presumimos concordar.
Não gostamos de ser contrariados, por sermos demasiados ignorantes, crendo sempre sermos os senhores da verdade.

sexta-feira, 18 de março de 2011

AD-Curitiba e a Sucessão Pastoral! (Manifesto)

Eleições na Assembleia de Deus em Curitiba -PR

Saudações Cristãs!

“Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que com simplicidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo, e de modo particular convosco.” - II Cor. 1.12
A Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Curitiba, pessoa jurídica, autônoma e regida por seus estatutos e regimento interno está sob os olhares de milhares de crentes desta denominação no que se refere à sucessão pastoral.  Isto, pois aprouve a Deus recolher ás mansões celestiais o seu Presidente Pastor Jose Pimentel de Carvalho, homem de Deus e que deixou um legado de conciliador, líder por vocação divina, moral ilibada e que sempre tratou o seu rebanho com uma postura digna de ser imitada!
Venho em nome da Assembleia de Deus de Apucarana-PR e seu ministério, na função de seu Pastor Presidente, manifestar o nosso descontentamento com o procedimento adotado pela mesa diretora de nossa Cieadep. (Convenção das Igrejas Evangélica das Assembleias de Deus no Estado do Paraná).

Entendemos que a manifestação de apoio, desta mesa diretora, a um único membro da mesma, seria cabível se este fosse o candidato “único”. Tal não procede nos termos dos Editais publicados pela IEADC em seus murais e site.
A Mesa Diretora poderia pronunciar-se, a nosso ver, se convidada por quem de direito. E só então emitir seu parecer sob o que está ocorrendo na AD- Curitibana. Isto não ocorreu!

A Mesa Diretora poderia emitir parecer (se convidada) e ainda desde que respeitasse decisão daquele ministério que escolheu e indicou, aceitando a candidatura de quatro de seus pastores. Estes escolhidos são membros da CIEADEP, e nesta, portadores de iguais direitos. Até este momento o site de nossa Cieadep apesar de ser órgão oficial da Convenção de Igrejas Assembleias de Deus no Paraná, declara apoio a um só pastor?

Minha preocupação, Senhores, repousa sobre: - onde está a isenção neste momento em que deveríamos estar clamando e buscando a Deus para que seja eleito aquele que esteja na sua vontade?
Quando declaro apoio a este ou aquele, é óbvio que estou interferindo ou tentando interferir na decisão dos “eleitores”.

O Partidarismo é um mal. Temo pelo futuro a que certas ações, tomadas no fervor de sentimentos vários e estranhos à lide ministerial, pode conduzir.

Diante do exposto, manifestamos o nosso descontentamento com a falta de coerência entre a teoria e a pratica pastoral demonstrada pela mesa diretora de nossa Magna Convenção
Lembramos que no pleito eleitoral secular, nos foram postadas fotos e perfis de pessoas que nem membros eram de nossas Igrejas, quanto mais da Convenção!

O que impede a Mesa Diretora proceder com isenção neste momento?

São quatro os Pastores da Assembleia de Deus em Curitiba que postulam o cargo de Pastor Presidente, todos são MEMBROS da Cieadep e em plena comunhão com a mesma.
Portanto, coerência! Sejamos lideres de verdade e busquemos o que interessa ao Reino de Deus, respeitando nossos companheiros (todos) de longa data.

Pelos laços do Calvário.
Pr. Daniel Sales Acioli

Presidente do Ministério das Assembleias de Deus em Apucarana PR

Á Guisa de uma sucessão pastoral!

A escolha de um pastor é sempre algo complexo.

Foge à capacidade humana.

É preciso uma intervenção divina para não cometermos erros.

"Num texto ficcional", alguém relatou que uma igreja local constituiu uma Comissão de Sucessão Pastoral para sugerir nomes para avaliação pela congregação.

Eis o relatório:
Adão: É um bom homem, mas não tem controle sobre sua mulher.

Há rumores que ambos gostam de caminhar nus nos bosques.

Quando o confrontamos com esse pecado, jogou a culpa na mulher.
Noé: No pastorado anterior, que durou 120 anos, não conseguiu ganhar nenhuma alma. Susceptível a projetos de construção irrealistas. Após receber um grande livramento de Deus, esse homem demonstrou ser um fraco e passou a embriagar-se.
Abraão: Praticava a troca de casais. No entanto, quando investigamos, constatamos que na verdade ele nunca dormiu com a mulher de ninguém, embora realmente tenha oferecido sua mulher para outros homens, apesar de nada se concretizar de fato.

Quase matou seu filho, sendo detido no último segundo. Teve a oportunidade de viver em uma região muito bonita e próspera, mas passou a chance para seu sobrinho. Pode vir a cair na pobreza e tornar-se um peso para a igreja na velhice.
José: Um estrategista de grande visão, mas orgulha-se de suas capacidades. Acredita em interpretação de sonhos e já esteve preso por quase dez anos.
Parece que viveu grande parte de sua vida em escravidão, o que nos faz pensar se está preparado para lidar com homens de negócios bem-sucedidos e líderes da comunidade. Acusou um homem de furto e fez com que ele fosse preso injustamente.

Moisés: Um homem manso e modesto, mas não se expressa bem, chegando a gaguejar. Isso nos faz duvidar de seu passado como membro da família real do Egito. Se tivesse essa origem, seria um orador seguro. Levanta ameaçadoramente seu cajado e tem acessos de raiva. Abandonou uma igreja anterior após ser acusado de assassinato. Além disso, achamos que seu casamento inter-racial com uma mulher etíope possa vir a causar tensão na nossa igreja.
Davi: Era o líder mais promissor de todos, até que descobrimos que se envolveu em um relacionamento extraconjugal com a mulher de um militar. Além disso, parece gostar de matar seus inimigos, em vez de procurar formar associações ecumênicas.

Salomão: É um ótimo pregador e tem uma coleção enorme de provérbios que ele mesmo criou. No entanto, a casa pastoral não é grande o suficiente para abrigar todas as suas mulheres.

Elias: Tende a cair em depressão. Desestrutura-se completamente quando é colocado sob intensa pressão. Não sabe se comportar em reuniões ecumênicas, pois zomba enquanto os outros ministros adoram e em certa ocasião até os incentivou a se cortarem com lâminas. Foi visto correndo, tentando alcançar um carro, o que nos faz suspeitar de sua sanidade.

Eliseu: Tivemos informações que morou na casa de uma mulher viúva enquanto estava em uma igreja anterior, o que pode gerar rumores e suspeitas.

Oséias: Pastor amoroso e gentil, mas não podemos tolerar a ocupação da esposa.

Jeremias: É instável emocionalmente, alarmista, negativista, sempre está lamentando por alguma coisa. Soubemos que fez uma longa viagem apenas para enterrar uma peça de roupa nas margens de um rio na Síria. Um rei que leu seus escritos lançou o manuscrito no fogo imediatamente, por causa da linguagem ofensiva, mas Jeremias, teimosamente, escreveu tudo de novo.
Isaías: Parece ser fronteiriço. Afirma ter visto anjos na igreja. Tem problemas com sua linguagem. Admite abertamente que seus lábios são impuros.
Ezequiel: Este está completamente louco. Alimentou-se de uma ração mínima, cozida sobre o esterco de vacas. Quando sua jovem mulher morreu, não esboçou a menor reação. Afirma ter visto sacerdotes e líderes políticos praticando abominações no Templo, o que é acusação absurda. Achamos que precisa de internação urgente.

Jonas: Recusou o chamado de Deus para pregar no exterior, mas teve que obedecer após ser engolido por um grande peixe em uma tempestade no mar. Nem o peixe o quis e o vomitou numa praia. Além disso, parece que prega, mas sem desejar que as pessoas realmente se convertam. Recomendamos não arriscar com esse candidato.

Amós: Devido a sua formação de homem do campo, tem a mentalidade estreita e é grosseiro ao lidar com pessoas de nível social elevado. Sua maior experiência é em tanger o gado e em colher figos. Talvez possa melhorar após estudar em um dos nossos seminários, mas parece ter um bloqueio natural contra os ricos. Achamos que seja um pastor adequado para uma igreja situada em um bairro mais pobre.
João: Diz que é o batista, mas não se veste como tal. Passa vários meses dormindo ao relento, ou em cavernas, tem uma dieta totalmente estranha e provoca os líderes de outras denominações. Tem pouco tato ao lidar com os políticos de alto escalão, fazendo-lhes acusações severas. É totalmente intransigente e não sabe contemporizar.

Pedro: Um homem rude. Dizem que retorna à antiga ocupação de pescador nos momentos mais impróprios. Tem um péssimo temperamento e pragueja quando fica nervoso. Teve um entrevero com Paulo, em Antioquia. É agressivo, mas na verdade é um frouxo e chora às escondidas.

Paulo: Líder nato e um pregador fascinante. No entanto, parece ter pouco tato, é impaciente com os pastores jovens, é severo e dizem que gosta de pregar até as altas horas da noite. Além disso, sofre de um problema de visão que o incapacita até para escrever. Provocou uma agitação civil e depois fugiu da cidade, escondido em um grande cesto. Morou durante vários meses na casa de Públio, um notório pagão, na ilha de Malta, no Mediterrâneo. Fundou uma igreja e iniciou um ministério de manipulação de serpentes. Falam que não é apóstolo. E é solteiro.

Tiago & João: São dois irmãos que gostam de trabalhar juntos. A princípio, o pacote de pregador & assistente parece bom, mas descobrimos que têm um problema de ego com relação aos demais pregadores e que gostam de ocupar posições de destaque nas festas. Certa vez, ameaçaram fazer descer fogo do céu e destruir uma cidade, só por terem sido insultados. Tivemos informações que tentam desencorajar aqueles que não seguem exatamente suas orientações. Diótrefes, que foi líder em uma igreja informa que foi sumariamente desligado após João escrever uma carta instruindo a igreja a tomar essa atitude.

Timóteo: É jovem e inexperiente demais. Não conseguiria se impor diante dos outros jovens e dos homens mais velhos. É mestiço, e sabemos o que isso significa. Além disso, um diácono que o visitou, viu uma garrafa de vinho na estante da sua sala.

Matusalém: É velho demais, sem a menor condição de assumir um pastorado.

Jesus: Teve seus momentos de popularidade, mas depois que sua igreja atingiu 5000 membros, conseguiu ofender, escandalizar e afugentar a quase todos com sermões muito duros. Raramente fica muito tempo em um só lugar. Não tem nenhuma propriedade, bens ou patrimônio pessoal e seria um homem muito necessitado se o chamássemos, pois praticamente pede tudo emprestado e seus amigos precisam sustentá-lo e abrigá-lo em suas casas. Foi visto várias vezes saindo de tavernas e em conversações com prostitutas e com notórios pecadores na região da boca do lixo. Dizem que gosta de tomar bons vinhos e que não recusa convites para festas e banquetes. Parece estar muito preocupado com os demônios, e, por toda a parte, os expulsas das pessoas. Elogia aqueles que contribuem com pouco para a obra de Deus e critica aqueles que contribuem com muito. Já recebeu várias ameaças de morte, devido a sua intransigência e a rejeição aberta aos grandes líderes ecumênicos. Adentrou na maior igreja da cidade, onde havia um bazar para levantamento de fundos, e, transtornado, derrubou todas as barracas e expulsou o povo utilizando um azorrague que ele mesmo improvisou. Estar próximo de Jesus parece ser muito perigoso. Ele adverte seus seguidores que terão aflições e que serão perseguidos por serem seus discípulos. Além disso, tem a desvantagem de ser solteiro, com o agravante de não demonstrar interesse em desenvolver um relacionamento afetivo com nenhuma mulher. Grande parte de seus ensinos parece suicida, falando de sua própria morte. Seria um ministério muito negativista para a nossa igreja, lembrando que desejamos um pastor que fale sobre o poder do pensamento positivo.
Judas: As referências aqui são boas. É eficiente, discreto e tem perfil conservador. Gosta de organizar campanhas de arrecadação de fundos para ajudar as obras assistenciais. Tem boas ligações com políticos de alto escalão e com líderes eclesiásticos. Foi tesoureiro durante o tempo em que acompanhou Jesus, e sempre teve a confiança do grupo. Recentemente, diante de uma multidão, abraçou e beijou Jesus, em uma demonstração singular de confiança e de amizade. Pregará aqui no próximo domingo. Vemos possibilidades. Há um rumor que ele se suicidou ontem, mas deve ser um boato sem fundamento, tendo em vista seu tremendo potencial.

Balaão: Exerce um ministério de unção profética. Freqüentemente, é chamado para aconselhar reis e presidentes, que o remuneram bem por seus serviços. É famoso por sua capacidade de conversar com os animais. Além disso, é especializado em escolhas éticas e em soluções pragmáticas. Deve se dar muito bem em aconselhamento conjugal. Se Judas não puder assumir, deve ser escolhido.

Eleições Assembleia de Deus Curitiba - PR.

Publico o manifesto do Pr. Percy Fontoura.



A

IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS CAMPO DE CURITIBA PR

 PREZADOSPASTORES,

 Pela presente, a Coordenação da nona região - CIEADEP, na pessoa do Pastor Perci Fontoura,

MD Presidente do Campo de Umuarama (PR),   

Pastor Antonio Ferreira, MD Presidente do Campo de Cruzeiro do Oeste (PR), com referência a sucessão ao cargo de Pastor Presidente do Campo de Curitiba (PR), mais especificamente ao apoio noticiado no site da CIEADEP, vem manifestar-se nos seguintes termos:

• Esta Coordenação não anuiu com esta decisão de apoio a esta atitude, pois viola frontalmente a ética e o respeito à instituição que pertencemos;

• Entendemos que o relacionamento fraternal com as Igrejas deve se colocar à disposição para atender em tudo que a diretoria da Igreja necessitar e direcionar todas as intenções ao Pastor

Presidente em exercício, no caso, a pessoa do Vice Presidente, o Reverendíssimo Pastor Wagner Gaby.

• Um campo da envergadura de Curitiba, que carrega consegue o marco da Igreja no Estado do

Paraná, pastoreada com denodo e destaque por tantos anos por um ícone como o saudoso

Pastor José Pimentel de Carvalho deve receber de todos nós convencionais toda â atenção e respeito, respeitando todos os limites da boa convivência e da ética que tanto pregamos.

• Ficamos surpresos com a publicação deste apoio parcial direcionado a um Pastor, pois compreendemos que não cabe a nós nenhum tipo de intervenção, pelo menos neste momento, quando não temos nenhum pedido formal ainda, formulado pela Diretoria do Campo de Curitiba, sob pena de estarmos ultrapassando nossas atribuições e possivelmente, violando normas estatutárias e regimentais do Campo de Curitiba (PR).

• Assim que o Presidente em exercício convocar ou aceitar nossa participação, estamos juntos, da maneira que a Diretoria da Igreja decidir, sempre obedecendo a vontade da Assembleia Geral, soberana neste tipo de decisão.

Atenciosamente,

Na Paz do Senhor Jesus!

COORDENAÇÃO - NONA REGIÃO CIEADEP

Cieadep e Convencionais......

Prezados Amigos,

Recebi este manifesto e corroboro com o seu conteúdo, entendo  que a Mesa Diretora de nossa Convenção  foi eleita para exercer sua função com isenção e transparência buscando a harmonia entre os seus membros.






Cianorte, 18 de março de 2011.


          Pastor Roque Lourenço, Pastor Presidente em Cianorte (PR), e Corpo de Ministros daquele campo ministerial, representados pelo mesmo e pelo Vice Presidente Pr. Ariovaldo Rodrigues, vêm em apoio à Coordenação da 9ª região eclesiástica manifestar-se no tocante ao assunto: - Sucessão do Pastor Presidente do campo ministerial de Curitiba. O que faz nos seguintes termos:
- Entendemos que o campo ministerial de Curitiba (como os demais) é jurídica e administrativamente autônomo, portanto legitimamente capaz de administrar o assunto sucessão sem necessidade de qualquer interferência não solicitada;

- Entendemos que a presidência em exercício deve ser respeitada em todas suas atribuições e prerrogativas como o próprio Pr. Pimentel o foi, pois que escolhida por ele e por ele confiada;

- Entendemos que a CIEADEP é entidade de ministros à qual as igrejas encontram-se tão somente integradas fraternalmente sem qualquer subordinação jurídico-administrativa;

- Entendemos que a CIEADEP deve tratar igualitariamente todos os seus membros, jamais podendo adotar postura de defesa de qualquer de seus membros em detrimento de outros em quaisquer circunstâncias, e em especial em assuntos para os quais a CIEADEP não tem competência;

- Entendemos que contrariar o entendimento supra mencionado é agir com discriminação, com abuso de poder, com extrapolação de competência, portanto juridicamente repudiável, além de ética e moralmente reprovável em qualquer instância;

- Entendemos que a mesa diretora da CIEADEP possui uma competência restrita ao Art. 27 do Estatuto da entidade, lá não incluindo manifestação de apoio a qualquer convencional em qualquer assunto particularmente em prejuízo de qualquer outro convencional;

- Entendemos que ao extrapolar as competências estatutárias a Mesa Diretora está expondo todos seus membros e a própria pessoa jurídica da Convenção às ações legais e éticas, sentido exatamente oposto ao que deveria ser tomado;

- Entendemos que a Mesa Diretora e seu Presidente, no exercício das funções para as quais foram eleitos, devem ater-se à prática da verdade, premissa mínima a uma entidade que congrega pastores e evangelistas das Assembléias de Deus;

- Entendemos que a CIEADEP deve zelar pelo bem estar de todos seus ministros, pelo bom nome das Assembléias de Deus e pela própria integridade, sendo a Mesa Diretora e seu Presidente responsável por cumprir e fazer cumprir tais missões;

- Entendemos que a Mesa Diretora da CIEADEP e seu Presidente devem retirar-se deste assunto, retirando de seus sites e impedindo veiculação de vídeos, textos ou quaisquer manifestações sobre o mesmo em seu nome, sob pena de estar agindo para a desintegração da própria entidade, sentido diametralmente oposto ao que deveria trilhar, bem como por estar agindo sem autorização dos membros da Convenção que jamais foram consultados.

Sendo o que tínhamos a nos manifestar reiteramos nossos votos de estima e consideração pelo campo eclesiástico de Curitiba e afirmamos continuar orando com esta Igreja para que a vontade de Deus seja manifesta em vós.




PR. ROQUE LOURENÇO                Pastor Presidente                            

PR.ARIOVALDO RODRIGUES       Pr. Vice-Presidente

segunda-feira, 14 de março de 2011

A Biblia e a Ética Cristã

As bases bíblicas da ética cristã


A palavra “ética” vem do grego ethos e se refere aos costumes ou práticas que são aprovados por uma cultura.

A ética é a ciência da moral ou dos valores e tem a ver com as normas sob as quais o indivíduo e a sociedade vivem.

Essas normas podem variar grandemente de uma cultura para outra e dependem da fonte de autoridade que lhes serve de fundamento.

A ética cristã tem elementos distintivos em relação a outros sistemas.
O teólogo Emil Brunner declarou que a ética cristã é a ciência da conduta humana que se determina pela conduta divina.

Os fundamentos da ética cristã encontram-se nas Escrituras do Antigo e do Novo Testamento, entendidas como a revelação especial de Deus aos seres humanos.

A ética é importante para a vida diária do cristão.

A cada momento precisamos tomar decisões que afetam a outros e a nós mesmos.

A ética cristã ajuda as pessoas a encarar seus valores e deveres de uma perspectiva correta, a perspectiva de Deus.

Ela mostra ao ser humano o quanto está distante dos alvos de Deus para a sua vida, mas o ajuda a progredir em direção esse ideal.


Se fosse possível declarar em uma só sentença a totalidade do dever social e moral do ser humano, poderíamos fazê-lo com as palavras de Jesus: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento... e amarás o teu próximo como a ti mesmo”. (Mt 22, 37 e 39)

1. A ÉTICA DO ANTIGO TESTAMENTO

1.1 O caráter ético de Deus

A religião dos judeus tem sido descrita como “monoteísmo ético”.

O Velho Testamento fala da existência de um único DEUS, o criador e Senhor de todas as coisas.

Esse Deus é pessoal e tem um caráter positivo, não negativo ou neutro.

Esse caráter se revela em seus atributos morais.

Deus é Santo (Lv 11, 45; Sl 99, 9), justo (Sl 11, 7; 145, 17), verdadeiro (Sl 119, 160; Is 45, 19), misericordioso (Sl 103, 8; Is 55, 7), fiel (Dt 7, 9; Sl 33, 4).
1.2 A natureza moral do homem

A Escritura afirma que Deus criou o ser humano à sua semelhança (Gn 1, 26-27).

Isso significa que o homem partilha, ainda que de modo limitado, do caráter moral de seu Criador.

Embora o pecado haja distorcido essa imagem divina no ser humano, não a destruiu totalmente.

Deus requer uma conduta ética das suas criaturas: “Sede santos porque eu sou santo” (Lv 19, 2; 20, 26)

1.3 A Lei de Deus

A lei expressa o desejo que Deus tem de que as suas criaturas vivam vidas de integridade.

Há três tipos de leis no Antigo Testamento: cerimoniais, civis e morais.

Todas visavam disciplinar o relacionamento das pessoas com Deus e com o seu próximo.

A lei inculca valores como a solidariedade, o altruísmo, a humildade, a veracidade, sempre visando o bem-estar do indivíduo, da família e da coletividade.


1.4 Os Dez Mandamentos

A grande síntese da moralidade bíblica está expressa nos Dez Mandamentos (Ex 20, 1-17; Dt 5, 6-21).

As chamadas “duas tábuas da lei” mostram os deveres das pessoas para com Deus e para com o seu próximo.

O Reformador João Calvino falava nos três usos da Lei: judicial, civil e santificador.

Todas as confissões de fé reformadas dão grande destaque à exposição dos Dez Mandamentos.

1.5 A contribuição dos profetas

Alguns dos preceitos éticos mais nobres do Antigo Testamento são encontrados nos livros dos Profetas, especialmente Isaías, Oséias, Amós e Miquéias.

Sua ênfase está não só na ética individual, mas social.

Eles mostram a incoerência de cultuar a Deus e oferecer-lhe sacrifícios, sem todavia ter um relacionamento de integridade com o semelhante.

Ver Isaías 1, 10-17; 5, 7 e 20; 10 1-2; 33, 15; Oséias 4, 1-2; 6, 6; 10, 12; Amós 5, 12-15, 21-24; Miquéias 6, 6-8.


2. A ÉTICA DO NOVO TESTAMENTO


1. A ética do Novo Testamento não contrasta com a do Antigo, mas nele se fundamenta.

Jesus e os Apóstolos desenvolvem e aprofundam princípios e temas que já estavam presentes nas Escrituras Hebraicas, dando também algumas ênfases novas.

2. A ética de Jesus: a ética de Jesus está contida nos seus ensinos e é ilustrada pela sua vida.

O tema central da mensagem de Jesus é o conceito do “reino de Deus”.

Esse reino expressa uma nova realidade em que a vontade de Deus é reconhecida e aceita em todas as áreas.

Jesus não apenas ensinou os valores do reino, mas os exemplificou com a vida e o seu exemplo.

3. O Sermão da Montanha: uma das melhores sínteses da ética de Jesus está contida no Sermão da Montanha (Mateus Caps. 5 a 7).

Os seus discípulos (os Filhos do Reino) devem caracterizar-se pela humildade, mansidão, misericórdia, integridade, busca da justiça e da paz, pelo perdão, pela veracidade, pela generosidade e acima de tudo pelo amor.

A moralidade deve ser tanto externa como interna (sentimentos, intenções): Mt 5, 28.

A fonte do mal está no coração: Mc 7, 21-23.

4. A vontade de Deus: Jesus acentua que a vontade ou o propósito de Deus é o valor supremo.

Vemos isso, por exemplo, em Mt 19, 3-6.

O maior pecado do ser humano é o amor próprio, o egocentrismo (Lc 12, 13-21; 17, 33).

Daí a ênfase nos dois grandes mandamentos que sintetizam toda a lei: Mt 22, 37-40.

Outro princípio importante é a famosa “regra de ouro”: Mt 7, 12.

5. A ética de Paulo: Paulo baseia toda a sua ética na realidade da redenção em Cristo.

Sua expressão característica é “em Cristo” (II Co 5, 17; Gl 2, 20; 3, 28; Fp 4, 1).

Somente por estar em Cristo e viver em Cristo, profundamente unido a Ele pela fé, o cristão pode agora viver uma nova vida, dinamizado pelo Espírito de Cristo.

Todavia, o cristão não alcançou ainda a plenitude, que virá com a consumação de todas as coisas.

Ele vive entre dois tempos: o “já” e o “ainda não”.

6. Tipicamente em suas cartas, depois de expor a obra redentora de Deus por meio de Cristo, Paulo apresenta uma série de implicações dessa redenção para a vida diária do crente em todos os aspectos (Rm 12, 1-2; Ef 4, 1)

7. Entre os motivos que devem impulsionar as pessoas em sua conduta está a imitação de Cristo (Rm 15, 5; Gl 2, 20; Ef 5, 1-2; Fp 2, 5).

Outro motivo fundamental é o amor (Rm 12, 9-10; I Co 13, 1-13; 16, 14; Gl 5, 6).

O viver ético é sempre o fruto do Espírito (Gl 5, 22-23).

8. Na sua argumentação ética, Paulo dá ênfase ao bem-estar da comunidade, o corpo de Cristo (Rm 12, 5; I Co 10, 17; 12, 13 e 27; Ef 4, 25; Gl 3, 28).

Ao mesmo tempo, ele valoriza o indivíduo, o irmão por quem Cristo morreu (Rm 14, 15; I Co 8, 11; I Ts 4, 6; Fm 16)


9. Acima de tudo, o crente deve viver para Deus, de modo digno dele, para o seu inteiro agrado: Rm 14, 8; II Co 5, 15; Fp 1, 27; Cl 1, 10; I Ts 2, 12; Tt 2, 12.

Por:Alderi Souza de Matos

RECOMPENSAS E LAMENTAÇÕES

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