quarta-feira, 25 de maio de 2011

O VALOR DE UM PASTOR

O VALOR DE UM PASTOR





- Pr. Joaquim de Paula Rosa

O valor de um pastor não é medido por sua popularidade, poder de persuasão ou quantidade de pessoas que atrai, mas sim por seu caráter e fidelidade a Deus (Jo 6.66 e 67);

O valor de um pastor não é medido pela aprovação de homens, mas pela aprovação de Deus. O pastor é segundo o coração de Deus e não segundo o coração dos homens (Jr 3.15);

O valor de um pastor não é medido pelo tamanho de sua igreja, mas por suas qualidades éticas, morais e espirituais;

O valor de um pastor não é medido pelo volume das entradas financeiras de sua igreja, mas por sua capacidade de suprir seu rebanho com a Palavra de Deus. Há pastores que se preocupam com a lã. Há pastores que se preocupam com as ovelhas.

O valor de um pastor não é medido pelo salário que ganha, mas pelo serviço que presta;

O valor de um pastor não é medido por sua capacidade política e de articulação, pois muitas vezes ele deixa de ser “politicamente correto” para permanecer justo e reto diante de Deus;

O valor de um pastor não é medido pelos cargos que ele ocupa na denominação, mas pelo serviço que presta à Obra de Deus;

O valor de um pastor não é medido pela satisfação de seus ouvintes, mas por sua pregação coerente aos valores do evangelho bíblico capaz de transformar vidas. A sua mensagem, ao invés de massagear o ego humano, às vezes desagrada por confrontar o ouvinte com a verdade;

O valor de um pastor não é medido pelo seu poder ou status, mas por sua submissão e obediência a Deus;

O valor de um pastor não é medido por sua autossuficiência. O poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza de homens que às vezes julgamos fracos e incapacitados (2ª Co 12.9);

O valor de um pastor não é medido por sua condição física, mas por sua condição espiritual;

O valor de um pastor não é medido pela quantidade de amigos ou pessoas que o rodeiam, mas sim por seu amor às pessoas;

O valor de um pastor não é medido pelos seus discursos, mas pela autoridade de seu viver (Mt 7.9);

O valor de um pastor não é medido pelo crescimento quantitativo ou não da membresia de sua igreja, mas pelas transformações que suas mensagens geram em seus ouvintes. Há por aí templos cheios de pessoas perdidas, e igrejas pequenas onde pessoas experimentam a salvação em Cristo;

O valor de um pastor não é medido pelo seu poder de empolgar sua igreja ou plateia, pois seu chamado é para pastorear e não para “animar” auditório;

O valor de um pastor não é medido pelas crises que passa ou deixa de passar, mas pela maneira como se comporta em momentos difíceis;

O valor de um pastor é medido por critérios divinos e não humanos.
O pastor é dependente de Deus, e não de homens;

O pastor é homem frágil e pequeno, por meio do qual Deus realiza coisas grandes e extraordinárias;

O pastor sabe que seu chamado é para pastorear e não para gerir empresas; ele não se preocupa com números mas com a saúde de suas ovelhas;

O verdadeiro pastor não se “contextualiza” ao mundo, mas se esforça para tirar vidas do mundo;

O pastor de valor forma valores;

Se você tem um pastor, agradeça a Deus, ore por ele e ame-o!

Pr Joaquim de Paula Rosa


Fonte: Point Rhema/Davar Elohim

sábado, 14 de maio de 2011

Pastor Hernandes Dias Lopes fala sobre a Homofobia!!

A seguir, transcrevo texto do Pastor Hernandes Dias Lopes sobre a Homofobia.

Este pastor é um ícone nesta geração.

A palavra homofobia está na moda.

No mundo inteiro discute-se a questão do homossexualismo.

Em alguns países já se aprovou a lei do casamento gay.

Aqui no Brasil, tramita no congresso um projeto de lei (PL 122/2006), que visa a criminalização daqueles que se posicionarem contra a prática homossexual.

O assunto que estava adormecido, em virtude de firme posição evangélica contra o referido projeto de lei, mormente na efervescência da campanha política de 2010, ganhou novo fôlego com a nova proposta da senadora Marta Suplicy (PT-SP), que pleiteia a reclusão de cinco anos, em regime fechado, para quem se posicionar publicamente contra o homossexualismo.

Diante desse fato, quero propor algumas reflexões:

Em primeiro lugar, esse projeto de lei fere o mais sagrado dos direitos, que é a liberdade de consciência.

Que os homossexuais têm direito garantido por lei de adotarem para si o estilo de vida que quiserem e fazer suas escolhas sexuais, ninguém questiona.

O que não é cabível é nos obrigar, por força de lei, concordar com essa prática.

Se os homossexuais têm liberdade de fazer suas escolhas, os heterossexuais têm o sagrado direito de pensar diferente, de serem diferentes e de expressarem livremente o seu posicionamento.

Em segundo lugar, esse projeto de lei cria uma classe privilegiada distinta das demais.

O respeito ao foro íntimo e à liberdade de consciência é a base de uma sociedade justa enquanto a liberdade de expressão é a base da democracia.

Não podemos amordaçar um povo sem produzir um regime totalitário, truculento e opressor.

Não podemos impor um comportamento goela abaixo de uma nação nem ameaçar com os rigores da lei aqueles que pensam diferente.

Nesse país se fala mal dos políticos, dos empresários, dos trabalhadores, dos religiosos, dos homens e das mulheres e só se criminaliza aqueles que discordam da prática homossexual?

Onde está a igualdade de direitos?

Onde está o sagrado direito da liberdade de consciência?

Onde o preceito da justiça?

Em terceiro lugar, esse projeto de lei degrada os valores morais que devem reger a sociedade. O que estamos assistindo é uma inversão de valores.

A questão vigente não é a tolerância ao homossexualismo, mas uma promoção dessa prática.

Querem nos convencer de que a prática homossexual deve ser ensinada e adotada como uma opção sexual legítima e moralmente aceitável.

Os meios de comunicação, influenciados pelos formadores de opinião dessa vertente, induzem as crianças e adolescentes a se renderem a esse estilo de vida, que diga de passagem, está na contramão dos castiços valores morais, que sempre regeram a família e a sociedade.

O homossexualismo não é apenas uma prática condenada pelos preceitos de Deus, mas, também, é o fundo do poço da degradação moral de um povo (Rm 1.18-32).

Em quarto lugar, esse projeto de lei avilta os valores morais que devem reger a família.

Deus criou o homem e a mulher (Gn 1.27).

Ninguém nasce homossexual. Essa é uma prática aprendida que decorre de uma educação distorcida, de um abuso sofrido ou de uma escolha errada.

Assim como ninguém nasce adúltero, de igual forma, ninguém nasce homossexual.

Essa é uma escolha deliberada, que se transforma num hábito arraigado e num vício avassalador.

Deus instituiu o casamento como uma união legal, legítima e santa entre um homem e uma mulher (Gn 2.24).

A relação homossexual é vista na Palavra de Deus como abominação para o Senhor (Lv 18.22).

A união homossexual é vista como um erro, uma torpeza, uma paixão infame, algo contrário à natureza (Rm 1.24-28).

A Palavra de Deus diz que os homossexuais não herdarão o reino de Deus, a não ser que se arrependam dessa prática (1Co 6.9,10).

Porém, aqueles que se convertem a Cristo e são santificados pelo Espírito Santo recebem uma nova mente, uma nova vida e o completo perdão divino (1Co 6.11).
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Texto de: Hernandes Dias Lopes (pastor presbiteriano)

POSIÇÃO DA IELB SOBRE UNIÃO HOMOSSEXUAL

POSIÇÃO DA IELB SOBRE UNIÃO HOMOSSEXUAL


A Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB) está estabelecida num país onde há liberdade de viver, se expressar e agir conforme a decisão ou vontade de cada um.

Assim, a opção sexual faz parte dessa liberdade.

Por outro lado, a IELB também entende que a liberdade de discordar e não aceitar em seu meio uma união homossexual, por esta ferir os princípios da Bíblia Sagrada, faz parte da sua liberdade e não lhe pode ser cerceada, pois fere a Constituição Nacional.

A Constituição Brasileira, no seu Artigo V, incisos IV, VI, VIII e IX, diz:

IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;

VIII – ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;

IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

Assim, precisamos diferenciar homossexualismo de homofobia.
A Igreja Luterana não concorda com a conduta homossexual, mas não discrimina o ser humano homossexual.

Por isso declaramos:

1 – A IGREJA EVANGÉLICA LUTERANA DO BRASIL crê e confessa que a sexualidade é um dom de Deus, destinado por Deus para ser vivido entre um homem e uma mulher dentro do casamento.

2 - A IELB crê e confessa que o homossexual é amado por Deus como são amadas por Deus todas as suas criaturas.

3 - Em amando todas as pessoas e também o homossexual, Deus não anula o propósito da sua criação.

4 - Por esta razão, a igreja, em acordo com a Sagrada Escritura, denuncia na homossexualidade um desvio do propósito criador de Deus, fruto da corrupção humana que degrada a pessoa e transgride a vontade de Deus expressa na Bíblia. “Com homem não te deitarás, como se fosse mulher: é abominação. Nem te deitarás com animal, para te contaminares com ele, nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele: é confusão.

Portanto guardareis a obrigação que tendes para comigo, não praticando nenhum dos costumes abomináveis que praticaram antes de vós, e não vos contamineis com eles: Eu sou o Senhor vosso Deus” (Levítico 18.22,23,30); “Por isso Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seus próprios corações, para desonrarem os seus corpos entre si; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo em si mesmos a merecida punição do seu erro” Romanos 1.24,27); “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus” (1 Coríntios 6.9-10).

5 - Porque a homossexualidade transgride a vontade de Deus e porque Deus enviou a igreja a levar Cristo Para Todos, a igreja se compromete a encaminhar o homossexual dentro do que preceitua o amor cristão e na sua competência de igreja, visando a que as pessoas vivam vida feliz e agradável a Deus; Mateus 19.5: “... Por esta causa deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.”

6 - A IELB, repudiando qualquer forma de discriminação, deve estar ao lado também das pessoas de comportamento homossexual, para lhes dar o apoio necessário e possam vir a ter a força para viver vida agradável a Deus.

7 - Diante disto repudiamos a idéia de se conceder à união entre homossexuais o caráter de matrimônio legítimo porque contraria a vontade expressa de Deus e dificulta, se não impossibilita, a oportunidade de tais pessoas revisarem suas opções e comportamento.

8 - Repudiamos também, por conseqüência, a hipótese de ser dado a um casal homossexual a adoção e guarda de crianças como filhos porque entre outros prejuízos de formação, formará na criança uma visão distorcida da sua própria natureza.

Fiéis ao nosso lema CRISTO PARA TODOS ensinamos que a igreja renova também o seu compromisso de receber pessoas homossexuais no amor de Cristo visando que a fé em Jesus as transforme para a nova vida da qual Deus se agrada.

Em nome da Igreja Evangélica Luterana do Brasil


Rev. Egon Kopereck

Presidente IELB

*(A posição da IELB atende ao disposto em parecer da Comissão de Teologia e Relações Eclesiais, da 57ª Convenção Nacional)

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Evangélicos barram votação de projeto contra homofobia

Evangélicos barram votação de projeto contra homofobia


Senadora Marinor Brito (PSOL-PA) e deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) bateram boca
durante reunião que debateu a proposta que pune a discriminação a homossexuais

Bolsonaro divulga folheto 'anti-gay' e troca insultos no Senado

A pressão da bancada evangélica impediu a votação do projeto de lei complementar 122/06 que criminaliza os atos de homofobia.

Ele seria votado nesta manhã na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado.

Em uma sessão que ao final contou com troca de xingamentos e ofensas entre o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e a senadora Marinor Brito (PSOL-PA), o projeto foi retirado de pauta sem previsão de retorno.

Representantes da Frente Parlamentar Evangélica presentes à sessão pediram o adiamento alegando que devem ser realizadas audiências públicas, porque ele não teria sido suficientemente discutido no Congresso.

"Precisamos debater à exaustão, sem privilegiar ninguém.

Há pelo menos 150 milhões de brasileiros que não foram ouvidos", disse o senador Magno Malta (PR-ES).

O projeto de autoria da ex-deputada Iara Bernardi (PT-SP) tramita há dez anos no Congresso e somente em 2006 foi aprovado no plenário da Câmara.

Relatora do projeto na CDH, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) queria tentar aprovar o seu parecer até a próxima semana, a tempo das comemorações do Dia Nacional de Combate à Homofobia, no próximo dia 17, que vão movimentar a Esplanada em Brasília.

Veja desentendimento entre o deputado Jair Bolsanaro e a senadora Marinor Brito

Marta chamou a atenção para esse momento "de maior compreensão e humanidade" que se estabeleceu no País, a partir do recente julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que estendeu às uniões entre pessoas do mesmo sexo os mesmos direitos e deveres dos casais heterossexuais.

"O Judiciário se pronunciou sobre um assunto que há 16 anos o Congresso não consegue se pronunciar", completou a petista.

"Esse projeto tem a ver com tolerância, respeito e cidadania, vai ajudar a diminuir a violência contra homossexuais", concluiu.

A proposta modifica a Lei de Racismo para criminalizar também os atos de homofobia, estendendo a eles as mesmas punições impostas aos crimes de preconceito racial.

O projeto pune com reclusão de um a três anos condutas discriminatórias, como recusar o atendimento a gays em bares e restaurantes e reprimir trocas de afeto em locais públicos, como beijos ou abraços.

O item mais polêmico pune com prisão, de um a três anos, e multa aqueles que induzirem ou incitarem a discriminação ou preconceito contra os homossexuais.

A avaliação é de que padres e pastores serão proibidos de pregar contra a homossexualidade nas igrejas e templos religiosos.

Na sessão desta manhã, integrantes da bancada evangélica pregaram adesivos na boca em protesto, alegando que o projeto reprime a liberdade de expressão deles.

Para atender às reivindicações da bancada evangélica, Marta incluiu uma emenda permitindo que todas religiões e credos exerçam sua fé, dentro de seus dogmas, desde que não incitem a violência.

"O que temos na fé é o amor e o respeito ao cidadão.

Me colocaram que o problema não era intolerância nem preconceito, mas liberdade de expressão dentro de templos e igrejas.

O que impede agora a votação? O que, além da intolerância, do preconceito, vai impedir a compreensão dessa lei?", questionou Marta.

Na saída da sessão, durante uma entrevista coletiva de Marta aos jornalistas, o deputado Jair Bolsonaro e a senadora Marinor Brito trocaram xingamentos e ofensas mútuas.

Bolsonaro exibia uma cartilha do Ministério da Educação (MEC), expondo o Plano Nacional de Promoção à Cidadania LGBT, que ele considera moralmente ofensivo à sociedade.

Exaltada, Marinor deu um tapa no livreto e chamou o deputado de "criminoso".

Bolsonaro retrucou chamando-a de "heterofóbica" e ambos partiram para a discussão.


Fonte: UOL


Blogueiros mostrem a que vieram...uní-vos e divulguem!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Centenário e a fé que incomoda!

A FÉ É PARA INCOMODAR

Um empresário brasileiro da área do turismo vai várias vezes ao ano aos países onde a Bíblia ganha cores.

Numa destas viagens, em certa cidade ecoou a chamada para o momento de oração dos muçulmanos.

Um membro do grupo que guiava lhe perguntou do que se tratava.

Ele imitou os sons árabes para explicar.

Ouvindo-o, um muçulmano imenso se sentiu ultrajado com a imitação e manifestou sua indignação por meio de raivosos impropérios e palavrões.

O brasileiro pediu desculpas, mas não adiantou.

Meses depois, liderando outro grupo, alguns quiseram comprar uns tapetes."

Alguém indicou uma loja.

O brasileiro percebeu que o seu dono era exatamente o homem com quem se desentendera.

E então levou o grupo para outra loja.

Estavam empatados, mas o brasileiro ficou incomodado.

Não agira corretamente.

Voltou ao Brasil entristecido.

Como parte do seu trabalho, uma nova viagem incluía a cidade do comerciante de tapetes.

O brasileiro procurou o turco.

-- Lembra-se de mim?

O homem ficou vermelho e se preparou para o ataque.

-- Calma!

Já lhe disse que não quis ofender sua religião naquele dia perto do minarete mas já lhe pedi desculpas.

Estou aqui para lhe pedir perdão por outra coisa.

Há dois meses, impedi que meu grupo comprasse na sua loja, por causa de nossas desavenças.

Estou com outro grupo e daqui a pouco todos estarão aqui.

Eu sou um cristão e não posso agir por vingança.

Espero que você me perdoe.

Eu estava errado.

O homem simplesmente desmoronou em lágrimas.

-- Nunca ninguém agiu assim comigo.

A fé cristã, quando nos incomoda, purifica o nosso caráter.


Fonte: Israel Belo de Azevedo.

"Bastidores, bastidores...é melhor ficar em silêncio por enquanto!

domingo, 1 de maio de 2011

Defeito, Eu? - Imagina!

O Sem defeitos

Mateus 7:1-5
1 Não julgueis, para que não sejais julgados.
2 Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós.
3 E por que vês o argueiro no olho do teu irmão, e não reparas na trave que está no teu olho?
4 Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu?
5 Hipócrita! tira primeiro a trave do teu olho; e então verás bem para tirar o argueiro do olho do teu irmão.

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Os anciãos da igreja em “algum lugar ” estavam reunidos.

Depois duma oração do irmão Benjamim e uma leitura do irmão Zebulom passaram a conversar acerca de uma decisão que precisavam tomar - quem seria o pregador convidado para a conferencia anual a ser realizada em seis meses.

O primeiro nome a ser sugerido foi o de Pedro que na opinião do velho e calejado irmão Elimeleque seria uma ótima escolha devido a sua habilidade comprovada na pregação da Palavra.

Já o irmão Benjamim não concordou:

- Sei que prega bem, irmãos, mas devemos lembrar que não faz muito tempo que ele ficou meio frouxo naquela polemica que deu em Antioquia acerca de guardar a lei - Paulo teve de resisti-lo na cara.

O irmão Elimeleque respondeu;

- Pois bem, Pastor Benjamim, se Pedro não servir, que tal convidar Paulo?

Esta sugestão já provocou um comentário por parte do preocupado irmão Zacarias:

-Tudo bem, irmãos, mas o que vai acontecer se ele vier com aquele ministério acerca da posição da mulher na igreja?

Entendem, não é que não concordo, afinal é a palavra de um apostolo, mas vocês sabem que tem uma porção de gente que ficaria ofendido.

Mudando de assunto, Irmão Zebulom perguntou o que os irmãos achariam de convidarem o Apóstolo João.

Irmão Zacarias não gostou desta ideia também:

- Não dá, vocês sabem que se convidarmos o João, o Diotrefes vai virar uma onça e é capaz de nunca mais voltar aqui para pregar.

Alguns irmãos presentes acharam que até faria bem para a igreja se Diotrefes não voltasse, mas nada falaram!

Para acalmar os ânimos o irmão Zebulom falou de Aquila, um irmão sério e trabalhador.

Mas o velho irmão Elimeleque vetou:

- A mulher dele dá palpite demais!

Marcos foi proposto, mas rejeitado devido ao fato que fracassou no ministério enquanto viajava com Paulo e Barnabé.

Timóteo parecia uma boa possibilidade, até que alguém se lembrou do boato que era meio dado a beber vinho.

Além disso, alguns o consideraram muito jovem para esta tarefa.

Apolo pregava melhor do que quase qualquer outro, mas também foi rejeitado.

Comentaram que era recém-convertido e tinha muito a aprender.

O fato que vários anos se passaram desde a sua conversão escapou a atenção de todos.

Não desejaram convidar Silas, pois tinha passado um tempo na cadeia.

Trofimo também foi descartado - poderia ficar doente e cancelar na última hora.

- E Judas?

Ele sabe doutrinar o povo de Deus; não é como muitos destes palhaços que hoje se vê nas plataformas.

Porém, esta ideia de Elimeleque foi rejeitada por Zebulom:

- Chumbo grosso puro!

O que nós queremos na conferência é uma palavra de conforto e animo.

Dizem que as últimas vezes que Judas ministrou em Cesárea, muitas pessoas se levantaram e saíram.

Barnabé, apesar de ser filho da consolação, não agradou.

A discussão que teve com Paulo ainda era lembrada.

Assim a conversa prosseguiu, muitas vezes, dando voltas inúteis até lá pelas onze horas da noite, quando todos estavam cansados e desejosos de irem para casa.

Foi então que apareceu o nome de consenso - Matias.

Era ideal.

Seu nome constava na lista de obreiros, mas ninguém sabia nada a respeito de sua pessoa nem do seu ministério!

Qual a moral do texto?

Que lições podemos aprender?

AS MARCAS DO DISCIPULADO

AS MARCAS DO DISCIPULADO        Textos: Mateus 16.24 INTRODUÇÃO:  Paulo trazia no corpo as marcas de Cristo Jesus (Gl. 6.17).    ...