terça-feira, 27 de julho de 2010

CULTO DA UMADA - DOMINGO 25/07/2010

Neste último domingo tivemos um maravulhoso trabalho com os jovens e aproveitando para o trabalho de encerramneto da EBOA.

A igreja estava repleta e fomos abençoados pelos louvores entoados pela Orquestra Kairós, pelo Grupo Gideões, pelo coral Harmonia Celeste e pelos hinos avulsos, mas principalmente pela palavra entregue pelo Pb. Jânio.

Pb. Roberto, Taís, Ofélia, Paula (esposa Dr. Jânio) e Gabi
Reconhecimento ao presbitério
Vereadora Noêmia Rocha e esposa (Curitiba)
Quarteto masculino da UMADA
Coral Harmonia Celeste

5ª EBOA - ESCOLA BÍBLICA DE OBREIROS DE APUCARANA

Após quatro dias de aulas com o pastor Ciro, seu assunto sobre os modismos e misticísmos do louvor da igreja atual foi encerrado; e podemos dizer que foi extremamente edificante e que aprendemos muito sobre o verdadeiro louvor da igraja de Cristo.

Teve então início o segundo ciclo de aulas, agora com o Dr. Jânio Marques (Curitiba/Pr), que veio falar sobre a Teologia na prática e quais as doenças que estão atingindo o mundo e principalmente muitos crentes nesta, chamada, era da pós-modernidade.

Deus nos abençou muito, e tanto quanto ao Pr. Ciro, o Dr. Jânio foi usado por Deus para nos trazer durante suas 3 aulas e no culto de domingo a noite, mensagens de edificação e comprometimento com a vida com Deus.

- Sexta (23/04):

Pr. Glaucio - inicio da aula

Pr. Orneles - Devocional

Dr. Janio Marques - Primeira aula


- Sabado (24/07):

Orquestra Kairos

Pr. Glaucio - abertura

Dr. Janio Marques

Pr. Orneles - Coord. da EBOA

Pr. Daniel Acioli - encerramento

Domingo (25/07 - manhã):

Ev. Daniel José - Devocional
Grupo Gideões - Louvor
Orquestra Kairós - louvor
Dr. Jânio - Encerramento das aulas
Pr. Daniel Acioli - encerramento da EBOA
Pr. Daniel realizando reconhecimento de Presbíteros e Diáconos
Almoço de encerramento

sexta-feira, 23 de julho de 2010

5ª EBOA - ESCOLA BÍBLICA DE OBREIROS DE APUCARANA

Continuação das aulas com o Pr. Ciro Zibordi

- Quarta (21/07): 

Igreja















Pb. Daniel - Devocional




















Dc. Fabio Lucas - Devocional


                             Pr. Daniel Acioli

                               Pr. Ciro Zibordi

- Quinta (22/07):

    Igreja

    Ev. Gerson - Devocional

    Pr. Ciro Zibordi - Encerramneto de suas aulas

    Pr. Daniel Acioli - agradecimentos

    Pr. Ciro e esposa Luciana, Pr. Daniel e esposa Evandina

quarta-feira, 21 de julho de 2010

5ª EBOA - ESCOLA BÍBLICA DE OBREIROS DE APUCARANA

Entre os dias 19 e 25 deste mês de julho, está acontecendo no templo sede da IEAD em Apucarana, a quinta edição de nossa EBO (Escola Bíblica de Obreiros).

Nos quatro primeiros dias as aulas estão sendo ministradas pelo pastor e escritor Ciro Zibordi do Rio de Janeiro, falando sobre o tema: Refutando os modismos e misticismos - a profanação do louvor e da adoração na igreja.

Já aconteceram duas aulas e a igreja esteve sempre repleta dos obreiros, suas famílias e os demais membros da igreja que estão aproveitando para aprender mais sobre a genuína adoração a Deus.

Confira algumas fotos (conforme forem passando os dias, iremos acrescentando as fotos)

- Segunda (19/05) Noite de abertura

    Pr. Daniel S. Acioli - Presidente IEAD Apucarana

    Pr. Iloido Carloto - Vice Presidente IEAD Apucarana

    Visão geral do templo

    Pr. Orneles (Diretor da EBOA), Pr. Iloido (Diretor da SEMEADA)
                                    
    Quarteto Adoração (Minas Gerais), cantando na abertura


    Pr. Ciro S. Zibordi - Dando início à aula inaugural

    Pr. Ciro S. Zibordi - Dando início à aula inaugural

- Terça (20/07):

    Pr. Marcos Antunes - abertura

    Visão geral do templo

    Pr. Daniel Acioli, Pr. Ciro Zibordi e esposa

    Vocal Aliança - Devocional

    Pr. Ciro Zibordi


terça-feira, 13 de julho de 2010

Fábulas que ensinam

Fábulas que ensinam..............



A visita dos animais à uma igreja evangélica

Cícero Bezerra

“O lobo e cordeiro pastarão juntos, e o leão comerá palha como o boi... “(Isaias 65.25)


“Um dia,não se sabe como, nem por que, os animais resolveram falar e também, se organizaram para fazer uma visita à uma igreja evangélica.

O cachorro," o mais velho do grupo".

Um carneiro," ainda jovem e sem muita experiência".

Uma vaca,” já avançada em crias".

Um Leão." que poderíamos considerar “jovem”,sem muita experiência de vida".

Com muita particularidade, cada um dos animais teve sua impressão a respeito do que se passava na igreja.

Cabe mencionar que a visita foi realizada, num dia de culto e sendo que ali, já estavam resolveram ficar para assistir ao evento.

O cachorro já experiente ficava observando, o comportamento das pessoas.

Este por seus instintos naturais; percebia quantas pessoas estavam com medo.

Medo de que e de quem?

—Era a pergunta que fazia para si mesmo.

Foi chegando a algumas conclusões a partir de suas observações.

--Será que estão com medo dos irmãos?

--Por acaso alguém já prejudicou um ao outro, para gerar um sentimento tão apreensivo?

--Certo que não!

Impossível estas pessoas tão bonitas, bem arrumadas, felizes e satisfeitas; prejudicarem ao seu próximo.

--Acho que é um medo sem procedência.

Pensou o cachorro.

Ainda em suas elucubrações considerou.

Será que estão com medo de Deus?

Quantos estão aqui reunidos para agradar a Deus?

Ou apenas por causa do medo de serem destinados ao inferno eterno?

--Concluiu!

- Deus é um bom Deus.

Não condenará nenhum destes ao fogo eterno, sem as devidas implicações.

Apesar de alguns estarem vivendo uma vida dupla, ”apenas aparência cristã”, entre os irmãos se comporta de uma maneira, longe, outro comportamento, totalmente oposto.

Sempre (enquanto vida tivermos)existirá a possibilidade do arrependimento e da restauração.

Jesus é a salvação

--De repente!

O cachorro”velho” com seu instinto totalmente aguçado;percebe em determinadas pessoas; um sentimento de obediência, prazer, alegria por estar em comunhão com o verdadeiro Deus.

O sentimento é tão impactante que comenta com o carneiro.

Veja aquele ali, que exemplo de sentimento, transmite paz, alegria e muito contentamento por estar na presença deste Deus tão poderoso.

O carneiro ficou para participar do evento com relutância.

Só permaneceu no recinto devido à insistência dos amigos e acho que com muito receio da opinião do Leão.

Sua resistência era devido ao fato de que as pessoas que assistiam ao grande culto,eram também chamados de “ovelhas”.

O carneiro não era uma ovelha em todos aspectos da palavra, mas era da mesma espécie.

Sentia-se ultrajado ao ser comparado com aquelas pessoas.

"Que de ovelha não tinham nada".

Muito orgulho, jactância e exibicionismo, para serem comparados com uma ovelha, que tanto prezam pela discrição.

--Percebeu e comentava consigo mesmo.

Como podem ser ovelhas, com tanta rebeldia.

Ele que tinha aprendido ainda na infância, que uma das principais virtudes da vida é a obediência.

--Não se conformava com uma instituição que dava a seus membros o título: ”ovelha”, e ao mesmo tempo, não os capacitava as para agirem como tal.

Não foi nada fácil para o carneiro continuar naquele ambiente.

A Vaca observava curiosa.

Sendo que sua principal característica é ajudar, dar leite, carne, ossos, pele, sua observação estava voltada para traços que evidenciassem suas qualidades.

Percebeu entre o grupos aqueles que tinham traço para servir.

Interessados pelos problemas alheios, preocupação como ajudar aqueles que estavam desempregados, cuidado com as crianças, para que estas prestassem atenção à mensagem bíblica, notou com muito carinho, aqueles que se preocupavam em arrecadar alimentos para os necessitados, os que se preocupavam com os missionários que estão no campo e ao mesmo tempo consideravam os que viviam nas redondezas e tinham grandes necessidades.
Por fim as impressões do Leão.

Acostumado a governar destinou seus interesses e observações para aqueles que governavam o grupo.

Os líderes.

Percebeu traços interessantes, aqueles que lideravam como uma oportunidade para ajudar seus irmãos, outros lideravam para se projetar pessoalmente, procurando uma oportunidade de destaque para se tornarem conhecidos.

Algo que chocou ao Leão e foi bem percebido, foram aqueles que lideravam pela força.

Tudo deveria ser feito da sua maneira , caso contrário, viria uma perseguição ferrenha.

O Leão entendia disso muito bem, sabia que a força às vezes conquista o poder, mas os resultados são avassaladores, o medo assusta e ao mesmo tempo afasta as pessoas e impede de contribuírem para que a liderança seja legitima.

Percebeu também aqueles que com carinho, aglutinavam pessoas em torno de seu trabalho, com paciência e interesse estavam dispostos a servir e fazer o melhor para o grupo.

Terminando a visita, saíram os quatro animais e comentavam entre si, será que os irmãos humanos estão conscientes de sua humanidade?”

sábado, 10 de julho de 2010

DEPOIS NÃO RECLAME DA COLHEITA....SEMEOU...COLHEU!

Maledicência


Existem pecados que atingem, ferem e fazem mal não só ao que o comete, mas também a outros próximos.

Um destes pecados é o escândalo, que Jesus advertiu dizendo: “Ai do que fizer tropeçar um destes pequeninos,”(Mt 18:6).

Outro é a fofoca, que é pior do que o escândalo pelo fato de não ser um pecado apenas, mas um conjunto de vários pecados, como falso testemunho, maledicência, difamação, injúria, mentira, calúnia, malícia e intriga.

Uma única fofoca pode ter todos estes ingredientes nocivos, atingindo quem ouve, fala e quem espalha a fofoca.

Veja o que um único e pequeno boato pode conter:

Mentira: afirmação contrária à verdade, engano propositado.

Falso testemunho: fazer afirmação falsa, negar ou calar a verdade.

Maledicência: ato de falar mal das pessoas, murmuração.

Difamação: Ofensa à reputação, à moral, provocando o descrédito.

Injúria: atribuir a alguém uma qualidade negativa, que ofenda sua honra.

Calúnia: acusação falsa, atribuir falsamente a autoria de um crime.

Malícia: inclinação ou vocação para ver ou praticar o mal; suspeitar o mal.

Intriga: maquinação para obter qualquer vantagem ou prejudicar alguém.

A fofoca pode ser entendida como uma história geralmente danosa e prejudicial por ser inverídica.

E é um mal antigo.

Muitos reis, autoridades e até religiosos se utilizaram dela para causar estragos na vida de seus inimigos, espalhando boatos de que alguém estava conspirando contra o governo, alguém ou algum grupo pusera fogo na cidade, alguém disse que destruiria o templo, etc.

No meio empresarial os boatos também causaram e causam prejuízo a alguns e lucro pra outros, valorização de algumas empresas e queda ou alta das ações da bolsa de valores, entre outros.

O ser humano parece ser inclinado à fofoca.

A indústria da fofoca é uma das mais rentáveis em nossos dias, enchendo as bancas de jornais com revistas especializadas em falar ou cogitar da vida alheia, além de inúmeros sites na internet especulando sobre a intimidade de pessoas famosas.

O sucesso e a alta audiência dos programas tipo “Big Brother”, mostram o desejo, a compulsão, o fascínio pela bisbilhotice, a inclinação por observar a intimidade de outros indivíduos.

Mas o que a bíblia diz sobre o tema?

Lembre-se que entre os dez mandamentos está o ”não dirás falso testemunho contra o teu próximo.”(Ex 20:16), indicando que este pecado está no mesmo nível do roubar, adulterar, cobiçar, etc.

Se você descumpre um mandamento, é como se não observasse nenhum deles.

Muitos cristãos se preocupam com outros pecados sem atentarem para o que sai de sua boca. “Se alguém supõe ser religioso, deixando de refrear a sua língua...a sua religião é vã.”(Tiago 1:26).

Deus também adverte: “Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo.”(Lev 19:16).

A maledicência é tão grave e nociva que, como disse, fere o caluniado, contamina quem ouve e quem fala.

Algumas palavras ferem mais que uma facada ou um tiro de revólver.

As feridas causadas pelas palavras podem durar a vida inteira, sem serem cicatrizadas.

Afeta o emocional, fere a dignidade e o caráter da pessoa.

Cria uma imagem irreal e mentirosa daquele que é o alvo da intriga.

É como um tribunal corrupto onde o réu é acusado e condenado mesmo estando ausente, sem direito a defesa, sem contestação, sem misericórdia.

É claro que se este mal é repulsivo até pela sociedade, quanto mais para Deus. “O que ás ocultas calunia o próximo, a este destruirei...”(Salmos 101:5).

“Senhor, quem habitará no Teu santuário?

Quem há de morar no Teu santo monte?...o que não difama com sua língua, não faz mal ao próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho.”(Sl 15:1,3).

“O caluniador não permanecerá na terra...”(Sl 140:11).

Psicólogos e estudiosos admitem que o que vemos ou identificamos com facilidade nos outros é o que existe em abundância em nós.

O mal que vemos em outrem é algo do mal que mora em nosso coração.

Por isso, as pessoas virtuosas, de sentimentos nobres, são incapazes de enxergar maldade no próximo.

“A lâmpada do corpo são os olhos. Se teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz. Se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão tais trevas!.”(Mt 6:22,23).

O fato é que não existe meia-verdade.

A verdade é absoluta.

Aquilo que não pode ser provado em absoluto continua sendo uma mentira até que todos os fatos sejam apurados, atestados, confirmados.

Nem tudo o que se ouve ou se vê pode ser atestado como verdade.

Daí a necessidade de cautela com qualquer afirmação do tipo:”eu acho” ou “eu ouvi dizer”.

“De toda palavra ociosa que os homens proferirem, hão de dar conta no dia do Juízo”(Mt12:36).

Até algo que vemos deve ser avalizado antes de tudo. Jesus ensinou:

“Se teu irmão pecar, vai repreendê-lo entre tu e ele só. Se ele te ouvir, salvaste a teu irmão.”(Mt 18:15).

Jesus assim mostra que devemos conversar com a pessoa em suspeita, e não com outros, com o fim de ajudá-la, salvá-la.

Espalhar a notícia lançará a pessoa ainda mais na cova sem antes apurar o ocorrido com ela mesma, buscando a verdade.

“Irmãos, se algum homem chegar a ser surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi-o com espírito de mansidão; olhando por ti mesmo, para que não sejas também tentado.”(Gl 6:1).

“O homem perverso espalha contendas, e o difamador separa os maiores amigos.”(Pv 16;28).

“Sem lenha o fogo se apaga, e não havendo maldizente, cessa a contenda.”(Pv 26:20).

“Seis coisas o Senhor aborrece, e a sétima a Sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que trama projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal, testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos.”(Pv 6:16-19).

“...a boca perversa, Eu a aborreço.”(Pv 8:13).

“não te metas com quem muito abre seus lábios.”(Pv 20:19).

No Novo Testamento há um exemplo prático de alguém que preferiu encobrir um fato que afetou sua vida e de seu mais próximo, sua esposa.

José ao ver Maria com todos os sintomas de gravidez não ousou agredi-la nem condená-la, muito menos repudiá-la, mas ocultou o fato pra não difamar Maria.

“mas seu esposo, José, sendo justo e não a querendo infamar, deixou-a secretamente.”(Mateus 1:19).

Repare no verbo “INFAMAR”, que significa desonrar, difamar, desacreditar.

Ele sabia que se publicasse o ocorrido não iria resolver a questão, pelo contrário, pois o justo pensa em salvar e não em condenar alguém.

Só depois que o anjo lhe comunicou a verdade é que José retornou para sua esposa.

Outros textos no Novo Testamento:

“Não difamem a ninguém...”(Tito 3:2).

“Evita igualmente os falatórios inúteis e profanos, pois os que deles se utilizam passarão a impiedade ainda maior.”(IITm 2:16).

“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim a que for boa para edificação...”(Ef 4:29).

“Mas agora, despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca.
Não mintais uns aos outros, pois que já vos despistes do velho homem com os seus feitos...”(Cl 3:8).

“Mas evita os falatórios profanos, porque produzirão maior impiedade. E a palavra desses roerá como gangrena.”(IITm 2:16,17).

Não podemos deixar de citar o Apóstolo Tiago que atribuiu grande importância ao assunto ao escrever em sua carta, no capítulo 3, sobre os perigos da língua.

“Assim também a língua é um pequeno membro, e se gaba de grandes coisas. Vede quão grande bosque um pequeno fogo incendeia. A língua também é um fogo; como mundo de iniqüidade, a língua está posta entre os nossos membros, e contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, e é inflamada pelo inferno.”(Tg 3:5,6).

“Com a língua bendizemos a Deus e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus. De uma mesma boca procede bênção e maldição.

Meus irmãos, não convém que isto se faça assim. Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa?”(Tg 3:9-11).

Concluímos então que a fofoca é um mal que tem passado despercebido pelos grupos sociais, principalmente igrejas.

Mesmo a Bíblia sendo tão rica em textos que se referem ao assunto, cristãos ignoram a gravidade e o perigo das conversas que “para nada aproveitam”.

O cristão maldizente, ou não lê a Bíblia, ou não é cristão, ou é viciado na maledicência e não consegue dominar esta compulsão carnal, pelo contrário, sente prazer em cogitar a respeito da vida alheia e em suspeitar o mal nos outros.

É preciso mudar, porque: “Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; perdoai, e perdoar-vos-ão.”(Lc 6:37).

“Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado.”(Mt 12:37)

“Nem ainda no teu pensamento amaldiçoes ao rei, nem tampouco no mais interior do teu quarto amaldiçoes ao rico; porque as aves dos céus levariam tua voz, e os que têm asas dariam notícia das tuas palavras.” (Ecl 10:20).

E. Santana (Autor)

FACCIOSO E INSENSATO

FACCIOSO E INSENSATO        Textos: I Coríntios 1.1-31 INTRODUÇÃO:  A igreja em Corinto era, de todas as igrejas do Novo Testamento...