quinta-feira, 22 de junho de 2017

O Ministério de Jesus e o nosso!
A Diferença que vivemos é notória e com um pouco de bom senso podemos refletir, Porque Jesus ordenava não anunciar seus feitos!
E Hoje há uma compulsão que raia a beira da insanidade para anunciar o que realizam em seus campos ministeriais!
Ao ler o artigo abaixo, chego á conclusão que alguma coisa está errada e precisa ser consertada!
"O que salva o homem é o poder de Deus, o testemunho que Deus deu acerca do seu Filho! O testemunho dos homens não é perfeito porque conhecem em parte ( 1 Co 13:12 ), e isto verificamos em João Batista "E João, chamando dois dos seus discípulos, enviou-os a Jesus, dizendo: És tu aquele que havia de vir, ou esperamos outro?" ( Lc 7:19 ).
Após curar muitos doentes, Jesus expulsos muitos demônios e não permitiu que os demônios dissessem quem Ele era: “E ele curou muitos doentes de toda sorte de enfermidades; também expeliu muitos demônios, não lhes permitindo que falassem, porque sabiam quem ele era” ( Mc 1:34 ).
Quando curou um leproso, Jesus também advertiu para que não relatasse o ocorrido a ninguém: “E, advertindo-o severamente, logo o despediu.
E disse-lhe: Olha, não digas nada a ninguém...” ( Mc 1:43 -44 ).
O homem surdo e gago de Decápolis foi proibido de divulgar que fora curado “E ordenou-lhes que a ninguém o dissessem; mas, quanto mais lhos proibia, tanto mais o divulgavam” ( Mc 7:36 ).
O mesmo ocorreu com o cego de Betsaida: “E mandou-o para sua casa, dizendo: Nem entres na aldeia, nem o digas a ninguém na aldeia” ( Mc 8:26 ).
Após a transfiguração no monte santo, Jesus proibiu os seus discípulos de relatar aquele evento "E, descendo eles do monte,
Jesus lhes ordenou, dizendo: A ninguém conteis a visão, até que o Filho do homem seja ressuscitado dentre os mortos" ( Mt 17:9 ).
Por que Jesus proibia que as pessoas falassem dos eventos miraculosos operados por Ele?
Esta era uma questão que intrigava até mesmo os irmãos de Jesus, pois não era sempre que Jesus realizava milagres à vista de todos “Disseram-lhe, pois, seus irmãos: Sai daqui, e vai para a Judeia, para que também os teus discípulos vejam as obras que fazes.
Porque não há ninguém que procure ser conhecido que faça coisa alguma em oculto.
Se fazes estas coisas, manifesta-te ao mundo.
Porque nem mesmo seus irmãos criam nele” ( Jo 7:3 -5).
Jairo, um dos principais da sinagoga, certa feita procurou Jesus porque a sua filha estava moribunda ( Mc 5:23 ).
Enquanto seguia com Jairo até onde estava a menina, chegou a noticia de que ela havia morrido ( Mc 5:35 ).
Jesus não permitiu que alguém daquela multidão o seguisse, exceto seus discípulos “E não permitiu que alguém o seguisse, a não ser Pedro, Tiago, e João, irmão de Tiago” ( Mc 5:37 ).
Na casa de Jairo, diante do alvoroço e do pranto daquelas pessoas que ali estavam, Jesus disse: - “Por que vos alvoroçais e chorais? A menina não está morta, mas dorme” ( Mc 5:39 ).
Diante da assertiva de Cristo, os que ali estavam zombaram d’Ele. Jesus concitou os zombadores a se retirarem da casa de Jairo e, adentrou juntamente com os pais da menina no recinto onde ela estava posta.
Após ressuscitar a menina, Jesus proibiu os pais de anunciarem o ocorrido: “E mandou-lhes expressamente que ninguém o soubesse; e disse que lhe dessem de comer” ( Mc 5:43 ).
É de se questionar por que Jesus não queria que as pessoas relatassem que foram curadas, principalmente porque se entende que as pessoas, ao relatarem os milagres, estariam expandindo o evangelho.
A divulgação dos milagres não era uma forma de expansão do reino?
O objetivo de Jesus não era a expansão do evangelho?
Certamente: "Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade" ( 1Tm 2:4 ); “O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânime para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se” ( 2Pe 3:9 ).
Alguém pode concluir, com base na passagem do leproso, que o fato daquele homem relatar o milagre atrapalhou os planos de Jesus permanecer naquela cidade devido à multidão que O procurava.
Entretanto, este não é o motivo de Jesus ter proibir que o ‘ex’-leproso contasse o seu milagre “Mas, tendo ele saído, entrou a propalar muitas coisas e a divulgar a notícia, a ponto de não mais poder Jesus entrar publicamente em qualquer cidade, mas permanecia fora, em lugares ermos; e de toda parte vinham ter com ele” ( Mc 1:45 ).
Calem-se os demônios
“E curou muitos que se achavam enfermos de diversas enfermidades, e expulsou muitos demônios, porém não deixava falar os demônios, porque o conheciam” ( Mc 1:34 ).
Nesta mesma linha, Jesus proibia que os demônios falassem quem Ele era.
Certa feita, na cidade de Gadara, um endemoninhado correu e adorou Jesus. Jesus ordenou que o espírito imundo saísse, ao que foi replicado em alta voz: - “Que tenho eu contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? conjuro-te por Deus que não me atormentes” ( Mc 5:7 ; Mt 8:29 ).
Quando Jesus expulsos muitos demônios na cidade de Simão Pedro, não permitiu que eles dissessem quem Ele era: “Também expeliu muitos demônios, não lhes permitindo que falassem, porque sabiam quem ele era” ( Mc 1:34 ).
Por que a proibição?
Jesus proibiu que os demônios dissessem quem Ele para que o seu ministério não se apoie no testemunho de demônios.
Se Jesus nem mesmo aceitava testemunho de homens, como poderia aceitar testemunho de demônios? "Eu, porém, não recebo testemunho de homem; mas digo isto, para que vos salveis" ( Jo 5:34 ).
Que contradição seria Cristo, a verdade, apoiar o seu ministério no testemunho de quem é mentiroso desde o princípio e nunca se firmou na verdade! "Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai.
Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele.
Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira" ( Jo 8:44 ).
O evangelista Marcos demonstra que os espíritos imundos, ao verem Jesus, se prostravam diante dele e O adoravam, e diziam: - “Tu és o Filho de Deus”.
Diante da incredulidade do povo e dos religiosos, Jesus poderia lançar mão da fala destes espíritos para convencer os seus ouvintes acerca da sua filiação?
Não!
"E os espíritos imundos vendo-o, prostravam-se diante dele, e clamavam, dizendo: Tu és o Filho de Deus. E ele os ameaçava muito, para que não o manifestassem" ( Mc 3:11 -12).
Jesus jamais poderia aceitar o testemunho de demônios, pois, ao Pai Celestial competia revelar seu Filho aos homens. Quando o apóstolo Pedro confessou que Cristo era o Filho do Deus vivo ( Mt 16:16 ),
Jesus disse: - "Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus" ( Mt 16:17 ).
Se carne e sangue não revela que Jesus era o Filho do Deus vivo, que se dirá os demônios!
Crer no testemunho dos demônios não é bem-aventurança, é maldição!
Seria leviano da parte de Cristo Jesus aceitar o testemunho dos demônios e em seguida dizer: - “Não há verdade nele.
Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira” ( Jo 8:44 );
"Porque, se torno a edificar aquilo que destruí, constituo-me a mim mesmo transgressor" ( Gl 2:18 ).
É competência do Pai revelar o Filho, por isso Jesus proibiu que os demônios dissessem aos homens quem Ele era "Ele é a Rocha, cuja obra é perfeita, porque todos os seus caminhos justos são; Deus é a verdade, e não há nele injustiça; justo e reto é" ( Dt 32:4 );
"Nas tuas mãos encomendo o meu espírito; tu me redimiste, SENHOR Deus da verdade" ( Sl 31:5 ).
Este foi o posicionamento do apóstolo Paulo quando uma advinha passou a divulgar que os apóstolos estavam anunciando o evangelho: "Esta, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do Deus Altíssimo.
E isto fez ela por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em nome de Jesus Cristo, te mando que saias dela. E na mesma hora saiu" ( At 16:17 -18).
Quando inteirado desta verdade, o crente deve observar bem quem são os apóstolos, missionários, pregadores, sacerdotes, bispos, pastores, mestres, etc., que louvam a si mesmos e os seus ministérios tendo por base declarações que os demônios apresentam em suas reuniões ao serem ‘entrevistados’ "Porque não ousamos classificar-nos, ou comparar-nos com alguns, que se louvam a si mesmos; mas estes que se medem a si mesmos, e se comparam consigo mesmos, estão sem entendimento" ( 2Co 10:12 ).
Após os demônios serem expulsos, as pessoas ficaram admiradas, e se questionavam: - “Que é isso?”
Em primeiro lugar não compreendiam o que viram; - “Que nova doutrina é esta?”
Em segundo lugar não compreenderam e nem se focaram na mensagem de Jesus, antes se focaram em indagar acerca dos demônios se sujeitarem a Cristo “E todos se admiraram, a ponto de perguntarem entre si, dizendo: Que é isto?
Que nova doutrina é esta?
Pois com autoridade ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem!” ( Mc 1:27 )."
O que você acha?

domingo, 21 de maio de 2017

QUEM DIZEM OS HOMENS SER O FILHO DO HOMEM ?


Certo velho que fizera nome pelo êxito na fabricação de pregos teve a seguinte conversa com o filho.

“Filho, quando falam de você, qual o nome que lhe dão?”
“Ora, João!”
“Mas, só João? 
Nada mais que o descreva melhor?”
“Não, só João”.
“Bem, e quando falam de mim?”
“Ah! Aí é sempre João dos Pregos”
“Pois aí você vê a diferença! 

Tenho orgulho em saber que me dão apelido. 

Dão-me o nome de João dos Pregos, pois tenho feito algum bem com pregos; tenho fabricado pregos de qualidade superior, o que me custou muito tempo e esforço. 

E você, é João como centenas de outros. 

Não acha que é tempo agora de adquirir a sua própria alcunha, que indique a avaliação que seus conhecidos possam dar a você?”

A Bíblia nos conta de diversas pessoas que adquiriram alcunhas ou nomes descritivos.

Abraão, o amigo de Deus. (Tg. 2.23)
Apeles, aprovado em Cristo. (Rm. 16.10)
Boanerges, o filho do trovão. (Mc. 3.17)
Barnabé, homem de bem. (At. 11.24)
Davi, o suave salmista. (II Sm. 23.1)
Débora, mãe de Israel. (Jz. 5.7)
Daniel, servo do Deus vivo. (Dn. 6.20)
Eva, a mãe de todos os viventes. (Gn. 3.20)
Jubal, pai dos músicos. (Gn. 4.21)
João, o discípulo amado. (Jo. 19.26)
João Batista, uma candeia ardente e resplandecente. (Jo. 5.36)
Lucas, o médico amado. (Cl. 4.14)
Maria, a mãe de Jesus. (Jo. 2.1)
Moisés, homem de Deus. (Dt. 33.1)
Febe, protetora de muitos. (Rm. 16.2)
Priscila e Aquila, cooperadores de Cristo. (Rm. 16.3)

Qual é a nossa alcunha? 
Qual é a palavra que resume a função que estamos desempenhando na vida? 
Que dirão de nós os outros, depois de nossa partida deste mundo?








sábado, 29 de abril de 2017


ADULTÉRIO.......

Não adulterar a Palavra de Deus
Podemos incidir neste erro toda vez que não levarmos a sério o que foi dito a nós através da Bíblia Sagrada!.
Há um clamor chegado ao extremo, onde está aquele povo que teme a Palavra de Deus?
Que a pratica?
Os Púlpitos estão emanando a Palavra de Deus por homens de Deus comprometidos com a mesma?
Sobre isso Paulo assim se manifesta: “Por isso, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos; antes, rejeitamos as coisas que por vergonha se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a palavra de Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo o homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade” (2Co. 4.1-2).
Ainda aos coríntios ele ensina: "Não ultrapasseis o que está escrito, a fim de que ninguém se ensoberbeça a favor de um em detrimento de outro" (1Co. 4.6b).
A Timóteo ele adverte: "Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina" (1Tm. 4.16a).
Na sua segunda carta, Pedro chama a atenção para pessoas ignorantes e instáveis que deturpavam tanto as cartas paulinas quanto as demais Escrituras: "Por isso, amados, aguardando estas coisas, procurai que dele sejais achados imaculados e irrepreensíveis em paz.
E tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor; como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada, falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição.
Vós, portanto, amados, sabendo isto de antemão, guardai-vos de que, pelo engano dos homens abomináveis, sejais juntamente arrebatados, e descaiais da vossa firmeza” (2Pe. 3.14-17).
No primeiro texto, o apóstolo afirma sua conduta sem astúcia e sem adulterar a palavra de Deus.
No segundo, ele chama a atenção para o cuidado que devemos ter no sentido de não ultrapassar o que está escrito, e que, portanto, não pode ser confirmado, para que não nos envaideçamos, achando-nos melhores que os outros crentes, que só conhecem o que está registrado.
Numa época em que as novidades e os modismos se sucedem, não podemos deixar de agir como os judeus de Bereia ao nos depararmos com coisas que, segundo os nossos interlocutores, "funcionam", embora não estejam registradas no texto bíblico.
Isto sem considerar que, em alguns casos, chegam a contrariar princípios escriturísticos.
Outro problema de nossa geração é o desleixo da liderança e o desinteresse dos crentes com respeito ao ensino doutrinário.
O fruto disso é uma geração insegura, sem lastro bíblico, produzindo nas igrejas uma fatia significativa de alta rotatividade.
São cristãos que hoje estão aqui, amanhã ali.
O texto de Pedro faz referência a ignorantes e instáveis, deixando claro que a deturpação das Escrituras pode ter como origem a falta de conhecimento.
Obreiros fieis não podem se dar ao luxo de permitir que coisas dessa natureza aconteçam.

domingo, 16 de abril de 2017

FACCIOSO E INSENSATO

      Textos: I Coríntios 1.1-31

INTRODUÇÃO: A igreja em Corinto era, de todas as igrejas do Novo Testamento, uma das que se encontrava com enormes problemas ao tratar de cumprir a vontade de Deus, Paulo escreve as duas epístolas aos Coríntios esforçando-se para combater alguns dos problemas que acusavam aquela igreja.

I. A POSIÇÃO DA IGREJA (vv. 1-9)

a. Sua situação. (vv. 1-3)
        
- Uma “igreja de Deus”
         
- Composta de santos.
         
- Constituídas por aqueles que estavam “chamados a ser santos”.

b. Sua adoção (vv. 4-9)
         
- A graça de Deus. (v.4)
         
- O enriquecimento Espiritual. (v.5)
         
- O testemunho confirmado. (v.6)
         
- Não inferiores a nada em muitas coisas. (v.7a)
         
- Expectativa da volta do Senhor. (v.7b)
         
- Salvo o dia do juízo. (v.8)
         
- Em comunhão com um Deus fiel. (v.9)

II. O PROBLEMA DA IGREJA (vv. 10-31)

O problema fundamental de que adoeciam era que não estavam vivendo conforme a posição que tinham.

a. Descrição de uma divisão
         
- A chave de divisões entre vós. (v.10)
         
- Paulo havia informado disto (v.11)
         
- É inevitável que onde há divisão haja contendas.

b. A situação
         
- Quatro partidos presentes.

c. Exame e denúncia da divisão. (vv.13-17)
         
Três perguntas para examinar (v.13)
                   
Acaso Cristo está dividido?
                   
Foi acaso Paulo crucificado por nós?
                
  Fostes batizados em nome de Paulo?
         
O argumento denunciado. (vv. 14-17)

c. Soluções sugeridas. (vv. 18-31)
         
Dois problemas verdadeiros envolvidos.
                   
A adesão à sabedoria humana.
                   
Orgulho pessoal.
         
Dois problemas verdadeiros atacados.
                   
Se mostra a inutilidade da sabedoria human
Se faz estourar a bolha do orgulho.


CONCLUSÃO: 

Esta é uma carta designada para todas as igrejas, declara que uma igreja é o resultado de uma carnalidade que se faz patente a um desejo de sabedoria humana e do orgulho da posição pessoal. 

A solução das divisões causadas por carnalidade reside no reconhecimento da superioridade da sabedoria de Deus e o reconhecimento da insignificância do eu.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Desabafo cristão

Se você é uma pessoa cristã, esse texto é para você!

Não se intimide com o tamanho do texto! 

Resolvi usar o blog para gritar a todos que puderem ouvir, toda a minha indignação!

O que eu chamar de “igreja”, não se refere à nenhuma denominação ou grupo específico, mas aos cristãos que meus olhos conseguem enxergar! 

Quando menciono a palavra “líderes” eu me refiro aos padres, pastores, bispos, apóstolos, missionários e qualquer tipo de liderança eclesiástica!

Vamos ao desabafo:

“A igreja brasileira está em crise! 

Em uma mesma congregação temos gente que anda com Deus, gente apática e gente que já chutou o balde há muito tempo. 

Numa mesma congregação tem gente que vive e morre pela verdade e também aqueles que a negociam e a trocam por vantagens imediatas.

Estamos vivendo uma crise de integridade na igreja. 

Há um abismo entre o que pregamos e o que vivemos; entre o que falamos e o que praticamos. 

A igreja tem discurso, mas não tem vida; tem carisma, mas não tem caráter; tem influência política, mas falta-lhe poder espiritual. 

Há uma esquizofrenia instalada em nosso meio. 

Tornamo-nos uma igreja ambígua e contraditória, em que o discurso mascara a vida, e a vida reprova o discurso.

Uma igreja que se encanta com seu próprio crescimento numérico ao mesmo tempo em que se apequena na vida espiritual. 

Uma igreja que cresce em números, mas se atrofia em espírito. 

Uma igreja que tem 5.000 quilômetros de extensão e 5 centímetros de profundidade. 

Uma igreja que se vangloria de produzir dezenas de bíblias de estudo, mas produz uma geração analfabeta em Bíblia.

Gente rifando a verdade por dinheiro, que joga a ética para debaixo do tapete e, mesmo assim, vocifera palavras de ordem chamando as pessoas ao arrependimento. 

No passado, a igreja tinha autoridade para chamar o mundo ao arrependimento. 

Hoje, é o mundo que ordena que a igreja se arrependa.

Uma igreja que constrói novos templos como se abre franquias, não com o propósito de pregar o Evangelho, mas de granjear riquezas. 

Templos viraram praças de negócios. 

Púlpitos viraram balcões de comércio. 

Igrejas viraram lucrativas empresas.

Somos uma igreja sincrética, mística e que prega um outro Evangelho muito diferente das Escrituras. 

Uma igreja que prega o que o povo quer ouvir e não o que o povo precisa ouvir. 

Uma igreja que prega prosperidade, mas não prega salvação; prega milagres, mas não prega a cruz. 

Uma igreja centrada no homem, e não em Deus.

Uma igreja amante dos holofotes, embriagada pelo sucesso, sedenta de aplausos, em que seus pregadores e cantores são tratados como astros de cinema. 

Estamos trocando nosso “direito de primogenitura por um prato de lentilhas” das glórias humanas.

Os líderes das igrejas se tornaram a classe mais desacreditada na nação. 

Há líderes que ainda não se tornaram cristãos. 

Há uma legião de líderes não vocacionados no ministério. 

Há muitos que entram no ministério por causa do seu bônus, mas não aceitam seu ônus; querem os louvores do ministério, mas não querem suas cicatrizes. 

Existem aqueles que fazem do ministério um refúgio para esconder sua preguiça e seu comodismo. 

Líderes que deveriam cuidar de si mesmos antes de cuidar do rebanho de Deus. 

Líderes confusos doutrinariamente no ministério, indivíduos que não sabem para onde caminham, por isso, são influenciados por todo vento de doutrina, deixando seu rebanho à mercê dos lobos travestidos de ovelhas. 

Líderes que não vão às Escrituras para ganhar com Deus e partilhar com o povo, mas que repetem o que leem e ouvem de outros líderes.  

Há líderes que estão em pecado no ministério e perderam a sensibilidade espiritual, pois condenam nos outros os mesmos pecados que praticam em secreto.

Estamos em crise! 

Abandonamos a simplicidade do Evangelho.

 Substituímos a sã doutrina pelas novidades do mercado da fé. 

Trocamos a verdade pelo sucesso. 

Colocamos no lugar da oração, em que nos quebrantávamos e chorávamos pelos nossos pecados, os grandes ajuntamentos, em que saltitamos ao som estrondoso e ensurdecedor dos nossos instrumentos eletrônicos. 

Igrejas que reúnem mais de um milhão de pessoas em torno de uma banda com músicas gospel e afirmam com isso, estarem ganhando o Brasil para Cristo!

É tempo de rasgar as nossas vestes! 

É tempo de demonstrar toda a nossa indignação com o que estão fazendo com o Evangelho!

Precisamos de uma igreja fiel, que prefira a morte à apostasia. 

Uma igreja santa, que prefira o martírio ao pecado. 

Uma igreja que ame mais a Palavra de Deus do que o lucro. 

Uma igreja que chore pelos seus pecados e pelas almas daqueles que perecem, ao invés de olhar para o próprio umbigo. 

Uma igreja que se preocupe em falar de Cristo, ao invés de se preocupar tanto com o Diabo. 

Uma igreja que se dedique a buscar Deus, e não os milagres!

Precisamos desesperadamente voltar ao primeiro amor!”

Se eu creio que ainda há esperança?

“Assim, pois, também agora, no tempo de hoje, sobrevive um remanescente segundo a eleição da graça.” (Rm.11:5)

Graças à Deus, ainda há exceções no meio de tudo isso!


Um grande abraço!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

O TEMA CENTRAL DAS ESCRITURAS 

Jesus é o tema central das Escrituras Sagradas.

Ele mesmo assim declarou: "A seguir Jesus lhes disse: São estas as palavras que eu vos falei, estando ainda convosco, que importava que se cumprisse tudo o que de mim está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos"(Lucas 24.44).

"Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas que testificam de mim"(João 5.39).

Se olharmos com cuidado, veremos que em tipos, figuras, símbolos e profecias,

Jesus ocupa o lugar central das Escrituras, isto além da sua manifestação, como está registrado em todo o Novo Testamento.

Cristo, de Gênesis a Apocalipse

Em Gênesis, Ele é o descendente da mulher.

Em Êxodo, Ele é o nosso Cordeiro Pascal.

Em Levítico, é o nosso Sacrifício pelo pecado.

Em Números, é aquele que foi levantado para a nossa cura e redenção.

Em Deuteronômio, é o Verdadeiro Profeta.

Em Josué, é o Capitão da nossa salvação.

Em Juízes, é nosso Juiz e Libertador.

Em Rute, é o nosso Parente Resgatador.

Em Samuel, Reis e Crônicas, é o nosso Rei.

Em Esdras e Neemias, é o nosso Restaurador.

Em Ester, é o nosso Advogado.

Em Jó, é o nosso Redentor que vive.

Em Salmos, é o nosso Socorro e Alegria.

Em Provérbios, é a Sabedoria de Deus.

Em Eclesiastes, é o Alvo Verdadeiro.

Em Cantares de Salomão, é o Amado da nossa alma.

Em Isaías, é o Messias que há de vir.

Em Jeremias e Lamentações, é o Renovo da Justiça.

Em Ezequiel, é o Filho do homem.

Em Daniel, é a Pedra que esmiuça.

Em Oséias, é Aquele que orienta o desviado.

Em Joel, é o Restaurador.

Em Amós, é o Divino Lavrador.

Em Obadias, é o nosso Salvador.

Em Jonas, é a nossa Ressurreição e Vida.

Em Miqueias,é a Testemunha contra as nações rebeldes.

Em Naum, é a Fortaleza no dia da angústia.

Em Habacuque, é o Deus da nossa salvação.

Em Sofonias,é o Senhor Zeloso.

Em Ageu, é o Desejado de todas as nações.

Em Zacarias, é o Renovo da Justiça.

Em Malaquias, é o Sol da Justiça.

Em Mateus, é o Messias Prometido.

Em Marcos, é o Servo de Deus.

Em Lucas, é o Filho do Homem.

Em João, é o Filho de Deus.

Em Atos, é o Senhor Redivivo.

Em Romanos, é a Nossa Justiça.

Em 1Coríntios, é o Senhor Nosso.

Em 2Coríntios, é a nossa Suficiência.

Em Gálatas, é o nosso Libertador do jugo da Lei.

Em Efésios, é o nosso Tudo em todos.

Em Filipenses, é a nossa Alegria.

Em Colossenses, é a nossa Vida.

Em 1Tessalonicenses, é Aquele que há de vir.

Em 2Tessalonicenses, é o Senhor que vai voltar.

Em 1Timóteo, é o nosso Mestre.

Em 2Timóteo, é o nosso Exemplo.

Em Tito, é o nosso Modelo.

Em Filemom, é o nosso Senhor e Mestre.

Em Hebreus, é o nosso Intercessor junto ao trono de Deus.

Em Tiago, é o nosso Modelo singular

Em 1Pedro, é a Preciosa Pedra Angular da nossa fé.

Em 2Pedro, é a nossa Força.

Em1João, é a nossa Vida.

Em 2João, é a nossa Verdade.

Em 3João é o nosso Caminho .

Em Judas, é o nosso Protetor.

Em Apocalipse, é o nosso Rei Triunfante

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Uma igreja governada por crianças e mulheres

A igreja brasileira está em crise.

Excetuando-se aqui e ali um grupo denominacional ou outro a igreja se parece com a narrativa de Isaías 3: “Os opressores do meu povo são crianças, e mulheres estão à testa de seu governo. Oh! Povo meu! Os que te guiam te enganam e destroem o caminho por onde deves seguir” (Is 3.12).
Estaria Isaias afirmando que crianças estavam governando Israel e que mulheres lideravam a vida espiritual da nação?
É certo que não.
Não se trata, necessariamente de crianças, literalmente, mas de líderes que agem como crianças e, de homens com espírito feminista (nada a ver com efeminados) que estão à frente da igreja.
O texto fala “dos que te guiam” e, sabe-se que quem guia a igreja são seus pastores – hoje agindo sob diversos títulos, Irmão, Presbítero, Líder, Pastor, Bispo, Apóstolo, Profeta, Patriarca etc.
Se alguém pudesse voar como o vento percorrendo todos os recônditos das igrejas-mil em todos os lugares se aperceberia dessa verdade.
Pastores que agem como crianças.
O povo carece de líderes fortes e não de crianças na liderança.
No Antigo Testamento, inda que um menino fosse coroado rei com oito anos de idade quem governava era o profeta ou o sacerdote que eram seus mentores.
A infantilidade tomou conta de muitas igrejas.
Obreiros são separados para a liderança sem experiência ministerial alguma, enquanto os que têm vasta experiência ministerial com anos de caminhada na vida cristã na igreja local são alijados a segundo planos tidos como “velhos”, “atrasados”, “desatualizados” ou incapacitados para a formar uma equipe pastoral dinâmica.
Assemelham-se as novas lideranças ao filho de Salomão, Reoboão que não quis ouvir o bom conselho dos anciãos e deu ouvidos aos jovens que com ele cresceram: Resultado: Divisão do reino.
As crianças gostam de inovar e são como borboletas inquietas pulando de experiência em experiência que logo cansam da brincadeira e partem para novos divertimentos.
Não se trata aqui de mudanças culturais, dos ambientes de culto, da iluminação e da música; trata-se, sim, dos alvos e objetivos da existência da igreja que é esquecida pelas crianças que gostam de seguir seus novos caminhos.
Não se tem em mente aqui a cultura do vestir – para homens e mulheres – mas, em refletir que a nova maneira de se vestir reflete a falta de espiritualidade das pessoas, e a falta de santidade interior.
As crianças não têm um propósito definido e não sabem sequer o propósito de sua existência.
Isaías afirmou que “os opressores do meu povo são crianças”.
Ora, como uma criança pode ser opressora?
Simples!
Tome-se como exemplo a maneira como as crianças são criadas nos dias de hoje mandando e desmandando, exigindo e ordenando o que querem a seus pais.
Assim, são também os líderes, com espírito de crianças que oprimem – afinal estão na liderança e têm em seu poder o querer e o fazer.
E a igreja está entregue a crianças fanfarronas que utilizam os meios de comunicação para promover suas idiotices, arrecadar dinheiro, criar seu império denominacional cometendo toda espécie de asneira espiritual, tendo seguidores aos borbotões por todo o Brasil.
Estes se comportam como Xuxa e Eliana divertindo outrora as crianças.
Uma criança gosta de se vestir de super-homem?
Tem o que gosta de se vestir de Flintstone.
A criança gosta de construir brinquedos?
Tem um que constrói réplicas de templo.
Uma criança gosta de ser cowboy?
Tem o apóstolo cowboy.
Tem a criança que se veste de Sol e poderia enumerar dezenas de crianças brincando de igreja pelo Brasil, corrompendo o evangelho de Jesus Cristo enquanto se enriquecem e se exaltam como se os tais fossem.
Crianças-pastores que vendem óleo ungido, água ungida, sandálias ungidas, colher de pedreiro ungidas e, como crianças que gostam de brincar de casinha com seus amiguinhos, esses pastores crianças tornaram-se a vergonha da igreja e deixaram o dono da Igreja, Jesus, muito triste!
A propósito, criança gosta de aparecer!
Pastores que agem como mulheres.
“Os opressores de meu povo (…) são mulheres (que) estão à testa do seu governo” (Is 3.12).
Tomar este texto de forma literal seria debochar de muitas mulheres que fazem a obra de Deus com sinceridade.
Pode-se aplicar este versículo aos homens frouxos que não sustentam sua autoridade porque possuem um espírito feminista.
Não que sejam efeminados, nada disso, são homens e bem homens, mas reagem e lideram como se fossem mulheres.
Credita-se ao filósofo grego Diógenes a história de que andava sempre com uma lanterna ou um facho acesso mesmo durante o dia.
Perguntado por que, respondeu: “Ando à procura de um homem”. Moisés foi aconselhado por seu sogro a escolher para sua equipe “homens de verdade” (Ex 18.21), porque homem, não é homem só porque tem corpo, voz e gestos de homem; homens de verdade começam a se tornar raridade nesses dias.
Davi, antes de morrer disse a Salomão: “Sê homem! ” (1 Rs 2.2).
O que se quer afirmar aqui é a necessidade de termos homens com caráter masculino para fazer frente aos desafios ministeriais.
Steve Clark, psicólogo americano chama os homens fracos de “homem feminizado” – diferente de afeminado. Ele escreveu: “Um homem feminizado é alguém que aprendeu a se comportar ou a reagir de forma mais apropriada às mulheres.
O homem feminizado é normal em sua masculinidade, aceita-se bem como homem e não tem tendência alguma ao homossexualismo, e, no entanto, pode ser tão influenciado pelas mulheres, ou identifica-se plenamente num mundo em que as mulheres são dominadoras, que muitos de seus interesses e traços são mais femininos que masculinos… costuma, muitas vezes, ficar ao lado do que as mulheres dizem ou opinam, e reage favoravelmente ao que dizem os demais homens feminizados ou efeminados, e muitas vezes tem dificuldades de se relacionar num grupo totalmente masculino”
Pois, esses homens feminizados que aderiram ao empoderamento das mulheres (empoderamento, palavra criada pela esquerda política para dar poder às mulheres), estão à frente da igreja, como disse Isaias, guiando e destruindo o caminho por onde o povo deve seguir. “Destruindo o caminho”.
Deus traçou um caminho para a Igreja; essa gente destrói o caminho de Deus!
Na realidade, são pastores e líderes da igreja que se deixam guiar pelo sussurro leve, suave e adocicado de suas esposas quando estão ao lado delas conversando no leito conjugal sobre os assuntos da igreja.
A igreja vem sendo guiada e tendo o seu caminho destruído por esse tipo de liderança feminizada.
E, mesmo em denominações históricas como a dos Batistas, Presbiterianos e Assembleias de Deus muitos dos desvios doutrinários desses grupos se devem ao sopro sutil das esposas de líderes que, por trás dos bastidores fazem dos seus maridos pastores feminizados.
Não foi esta a experiência de Salomão?
Fiel a Deus, no fim da vida se deixou levar pelos conselhos de suas esposas e até altares e templos construiu para que adorassem seus deuses em Jerusalém.
Salomão era homem, mas no fim da vida tornou-se um homem feminizado, levado pelas mulheres!
Não se está afirmando aqui que esse escritor tem uma visão cósmica da igreja e que, de longe e cosmicamente vê até mesmo suas entranhas, seu governo, sua liderança e seus objetivos; mas, examinando o contexto da igreja consegue-se ver claramente que este texto de Isaías pode ser aplicado ao atual estado da igreja.
Que Deus levante homens de verdade!
Autor: Pr. João A. Souza