domingo, 24 de julho de 2011

Liderar ou liderar: Eis a questão!

Compartilhando com nobres amigos e irmãos a preocupação latente sobre o papel do líder, seja politico, religioso ou de apenas um bairro não importa.

Em toda organização, seja na mais simples agremiação ou mesmo na presidência de um país, o líder sempre representa um modelo para a sua comunidade.

Muito mais do que se imagina, esses dirigentes têm exercido forte influência nos contornos da história e na modelagem do caráter das pessoas.

Hoje, o que mais conta não são as palavras que dizem, mas as atitudes que tomam, as quais representam a mais eloquente forma de comunicação.

O poder se transformou num jogo no qual prevalece astúcia e dissimulação.

Os atos são encobertos com cortinas de fumaça e a busca do momento certo para atacar é constante.

Não se fazem embates claros e objetivos de ideias, optando-se, muitas vezes, por exibir publicamente as mazelas dos oponentes para excluí-los.

Atualmente observa-se que uma parcela considerável da população está se afastando dos padrões mais austeros de retidão do caráter, passando a aceitar, como normais, desvios de conduta e, dessa forma, fazem parte do jogo de interesses que lhes é dado perceberem.

Manter-se na posição de Líder é o que importa, sejam quais forem os meios empregados.

Muitos líderes utilizam-se de atitudes de astúcia e fingimento, se fazendo de bonzinhos para conquistar a confiança das pessoas e alcançar o poder.

E ao chegarem ao topo, rapidamente desarticulam e desorganizam toda a estrutura para atingir seus objetivos de dominação, provocando estragos de monta nem sempre perceptíveis no curto prazo.

Apenas com o passar do tempo é que se constatará o nível de perdas provocadas pelo veneno da deterioração moral, e pelo desânimo e falta de esperança provocada.

Na luta pelo poder, os líderes não percebem que passam a demonstrar fraquezas e, com isso, perdem autoridade.

Suas ordens tumultuam o ambiente de forma a que os subordinados deixam de respeitá-los e tudo se encaminha para o caos.

Muitas decisões que deveriam ser tomadas rapidamente ficam se arrastando, até perderem a sua eficácia.

O general chinês Sun Tzu recomendava aos comandantes que não perdessem o controle emocional e não se deixassem levar pela cólera, pois assim seriam ludibriados pelo inimigo através de provocações e cairiam em emboscadas sem perceber.

Pois, exatamente esse elementar princípio não tem sido observado por muitos dirigentes da atualidade, os quais estão tomando decisões impulsivas, que nada solucionam, mas causam sofrimento e dores que poderiam ser evitados.

Como membros da sociedade humana, ansiamos em participar de algo maior que seja compartilhado e não fique restrito a uma minoria.

O senso de comunidade que já tivemos acabou se perdendo ao longo do tempo com a redução do comportamento ético e moral de muitos líderes que puseram de lado o bem comum e a solidariedade, visando e priorizando objetivos pessoais.

Não será de estranhar se esses líderes não conseguirem visualizar soluções duradouras para as questões humanas, permitindo a gestação de conflitos que poderão crescer e atingir proporções globais.

O lado positivo é que a turbulência dos acontecimentos fará com que tudo seja mostrado claramente sob a luz da verdade, derrubando as maquinações astutas.

No intrincado jogo do poder, os conflitos e as perdas tendem a se agravar, não sobrando energia para cuidar da melhora geral.

Com o agravamento das turbulências, toda pessoa, em cargo de liderança, deverá manter a serenidade, buscando o aprimoramento próprio, mas também contribuindo para o benefício dos que estão ao seu redor, e consequentemente, da agremiação que dirige, propondo soluções que conduzam para uma estabilidade duradoura, porque de imediatismos o inferno está cheio.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Por falar em NeoPentecostais....

ESCRITOS

Segue abaixo carta aberta do Rabino Judah Ben Haim em protesto contra o uso de mezuzot pela IURD (Igreja Universal do Reino de D-us).

Além de apoiar esse protesto, manifestamos nosso repúdio a toda e qualquer forma de uso indiscriminado e irresponsável de nossos símbolos e tradições por não-judeus. Os símbolos judaicos são para judeus, não para ajudar pastores evangélicos a aumentar a arrecadação de suas igrejas, agindo como se a pura e simples pregação do Evangelho não fosse suficiente para atrair as pessoas.

Em Yeshua,
chessed v’shalom,
Rabi Yehudah Ben Yaakov
SHEAR YAAKOV
... e toda a terra saberá que há D-us em Israel.

AOS FIÉIS E PASTORES – IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE D-US

Apresentamos aqui o nosso mais enérgico protesto pelo fato de que a Igreja Universal do Reino de Deus estar distribuindo “mezuzot” como se fossem amuletos, em contra da Palavra do Senhor.

A “mezuzá” sem o conteúdo – os versículos correspondentes, escritos num pergaminho apropriado e à mão, por um escriba – não passa de um envoltório vazio e sem nenhum valor espiritual. Ela foi destinada a representar, num lar judeu ou que segue as Leis de Moisés, o cumprimento da Torah, o Pentateuco. Distribuir essas “mezuzot” vazias como se fosse uma benção – é um sacrilégio contra a Palavra do Senhor e uma ofensa ao povo judeu. Todo distribuição de amuletos é contra a Palavra Bíblica.

Pastores da Universal também estão usando de forma indiscriminada o “talit” – o manto de orações judeu. Existem certas regras de quem pode e quando pode usar esse manto de orações. Elas são tradições valiosas para o povo judeu – que pagou muitas vezes com o seu sangue para defender essas tradições. Também o uso do “talit”, sem estar consagrado para isso e de forma inadequada – é uma ofensa contra o povo judeu, do qual o mesmo Jesus fazia parte.

Aqueles que ofendem ao Deus de Israel e ao Povo de Israel trazem sobre eles e os que os seguem o Castigo Divino, como está escrito na Torah!

Rabino Judá ben Haim
Sinagoga Sha`arei Tikvah – Ribeirão Preto

http://www.shearyaakov.org/iurd_p0804.html
Fonte:

terça-feira, 19 de julho de 2011

ERA UMA VEZ UMA CIGARRA GOSPEL…

Derval Dasilio

Uma fábula fabulosa, como diria Millôr Fernandes, pode ser contada aqui, roubando a ideia de La Fontaine: “Era uma vez uma cigarra que aderiu à cultura ‘gospel’, reuniu-se a um grupo de jovens cigarras crentes, muito interessadas em dar um pouco mais de cor, de ritmo, de sonoridade nos cultos que frequentavam.

Onde se exibiam, tiravam tudo do altar para que seus instrumentos ficassem em evidência, inclusive caixas de som de alta sonoridade.

E reunidas, descobriram que era muito mais fácil importar um estilo bastante apreciado pelas cigarras do hemisfério norte, mais precisamente no país das maiores fantasias consumistas que já houve sobre o planeta.

Lá se vende de tudo, e até as pessoas, digo: cigarras são vendidas bem baratinho, em troca de bênçãos dos pastores e pastores das igrejas daquele lugar.

Só aos domingos, claro, porque ninguém é de ferro.

Inclusive os crentes.

E, então, compraram projetores de luz, máquina de fumaça de gelo, microfones de todos os tipos, instrumentos de percussão, baterias, guitarras, teclados.

Recursos variados… e descobriram que, na igreja onde animavam o louvorsão, o povo andava pensativo, cabeça baixa, nem podia orar tanto era o barulho das cigarras gospel.

Não se lia a Bíblia, porque os louvoristas tinham versículos chaves para todos os momentos do culto.

E, além do mais, as cigarras louvoristas faziam tudo, oravam, mandavam o povo baixar a cabeça para acompanhar sua prece ensaiada, e até diziam amém pelas cigarras assistentes.

Enquanto isso, na mesma floresta, uma formiga, também crente, trabalhava, todos os dias da semana, inclusive no domingo.

Liderava outras formigas da igreja, enquanto as estimulava a pensar no futuro da congregação: se não estava bom, agora, muito pior poderia acontecer ao povo local.

Então, a congregação se empenhava em serviços diaconais, provisionando a comunidade para futuros atendimentos.

E trabalhavam… trabalhavam… trabalhavam.

As dependências da igreja que frequentavam foram transformadas em armazéns de alimentos, ambulatórios médicos, rouparias, dormitórios.

Enfim, planejavam como um líder bíblico fizera no passado, José do Egito, distante, e o que fez foi uma bênção, tanto para a comunidade a quem servia, quanto para os seus irmãos que vieram lhe pedir socorro.

As formigas ouviam as histórias da Bíblia e meditavam.

Oravam agradecendo pelas bênçãos da saúde, da capacidade de trabalhar e sustentarem-se, de terem uma vida de forte comunhão com as demais, preocupadas com a salvação dos outros insetos e bichos da floresta.

Ouviam as pregações, entoavam hinos de louvor, intercediam pelas outras formigas e outros bichos, e saiam do culto para trabalhar.

Não se cansavam, porque sabiam das escatologias realizadas em outros tempos…

Um dia o céu se cobriu de nuvens negras, e ventos fortes dobravam as árvores da floresta.

Veio uma tempestade avassaladora, um dilúvio do tipo que o povo de Noé enfrentou em tempos primordiais.

As formigas, previamente treinadas para enfrentar situações adversas, correram rapidamente, o mais que podiam, para abrigar-se, juntamente com sua comunidade, no lugar que construíram devidamente providos dos recursos necessários para acolher e prover todos os que necessitassem.

As formigas vieram todas para a igreja/abrigo.

Logo, outros bichos, que ouviram sobre a comunidade laboriosa, foram pedir abrigo e ajuda.

E todos foram atendidos.

As cigarras, porém, sem previsão alguma sobre as dificuldades futuras, foram pegos de surpresa, seus instrumentos submergiram juntamente com o palco, com o altar gospel.

A enchente tomou tudo, e o templo foi inundado, raios e trovões substituíam a cantoria alta, e a comunidade, coitada, não tinha mais a quem recorrer.

Nem lugar para se abrigar, nem comida, nem leitos para repousar…

Bem, vamos terminando essa história, como se faz em todas as fábulas.

A moral da história, porém, fica com o leitor.

Era uma vez …

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Simpósio, Escola Biblica na AD-Apucarana - Pr


http://familiaeducadora.blogspot.com/2011/07/interacao-familia-escola-integra.html

Interação família-escola é discutida em Seminário da CGADB


O Papel das Instituições Religiosas no Incentivo à Interação família-escola-comunidade é tema de destaque entre as exposições do 3º Simpósio de Teologia do Conselho de Educação e Cultura (CEC) da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB).

O Simpósio teve início nesta segunda-feira (11) e segue até o próximo domingo, 17 de julho, na cidade de Apucarana, no Paraná.

A abordagem sobre a importância da Interação família-escola-comunidade está programada para o sábado (16) e será feita pelo representante da Mobilização Social pela Educação do Ministério da Educação (MEC), Paulo Ronaldo dos Santos, que deverá explicar os fundamentos da Mobilização, além de ressaltar a importância da atuação das lideranças religiosas no estímulo à participação das famílias na vida escolar dos filhos.

Paulo Ronaldo também vai explicar como o acompanhamento, por parte de pais e mães, na trajetória de estudos dos filhos pode colaborar com a melhoria do aproveitamento do ensino, além de contribuir na elevação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

As palestras do Simpósio referentes aos temas da CGADB serão conduzidas pelos pastores Douglas Roberto de Almeida Baptista (Brasília-DF) e Jeziel Padilha (Santos-SP), respectivamente presidente e membro da CEC; e pelos pastores João Antônio Filho (Porto Alegre-RS) e Jamiel de Oliveira Lopes (Campinas-SP), que são teólogos e escritores.

A agenda do Simpósio envolve, ainda, as atividades da 6ª Escola Bíblica de Obreiros de Apucarana (EBOA).

Serviço:
3º Simpósio de Teologia do Conselho de Educação e Cultura (CEC) da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB)
Data: 11 a 17 de julho de 2011
Local: Igreja Evangélica Assembléia de Deus
Endereço: Rua Clóvis da Fonseca, 445, Centro, Apucarana-PR

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Pastores e Inversão de valores!!

Meus caros irmãos em Cristo!

Confesso publicamente que estou pasmo com os rumos que muitos que se dizem pastores, lideres; presidentes de ministérios, convenções e afins, estão tomando!!

Principalmente no que respeita a ordenação de novos ministros para a seara do Senhor!

Fui ordenado ao Pastorado há exatos 30 anos em 12 de Julho de 1981!

Jovem ainda... 30 anos!

Como o tempo passa e parece-me que foi ontem!

Naquela época ser pastor era algo difícil de alcançar, os tempos eram outros!

Não se ordenava ninguém para aumento de cacife eleitoral, demonstração de grandeza ministerial!

Ordenava-se pelo chamado, vocação e desprendimento em relação ao ministério.

Ser pastor não era olhar a Igreja como cabide de emprego!

Ser pastor era sinônimo de servo!

Hoje quando se fala em ordenação ministerial logo se pensa: Será que a Igreja está crescendo na mesma proporção do “ministério” são centenas de consagrandos e não importa se está com processos nas costas, se estão devendo para a lei Maria da Penha, se há divórcios vergonhosos e descabidos; há os que apenas mudam de cidade e não de vida e logo, logo estão no centro das atenções, não importa que famílias ficassem magoadas, desviadas, amarguradas, no prejuízo financeiro, moral, espiritual.

Acho interessante quando um destes “pastores” arrumam confusões e periféricos, mudam de campo e com a conivência de “amigos” que sempre acham um meio de “ajudar” e seguem mudando daqui para acolá, erram e não se humilham, acham que Igreja é propriedade particular.

Dão autonomia a congregações e colocam ali em detrimento dos que suaram a camisa no campo, dez, quinze, vinte ou mais anos ficam chupando o dedo, e o filhinho do papai, genro, cunhado, assumem e não estão nem aí para o que possa acontecer!

Diga-se de passagem, que não sou contra que um filho de pastor assuma igrejas ou campos, ministérios, desde que reconhecidamente tenha vocação para tal mister!

Mas?

Empurrado de garganta abaixo?

Em surdina?

Lembramos: A Igreja não é nossa propriedade particular, senhores pastores!

Meus caros!

Oremos ao Senhor, e que se levantem profetas do naipe dos antigos profetas, cujo compromisso era com a Palavra de Deus!

A Inversão de valores de hoje fazem corar os mais simples conhecedor da Bíblia Sagrada!

O Testemunho pessoal foi para o fundo do poço e jogado aos que têm prazer em zombar dos pequeninos do Senhor!

Ai daquele que por ele vir o escândalo, aliais Jesus tratou disso e aconselhou a por uma corda nos pescoço e amarrar a uma pedra e se lançar...

Mau testemunho é pior que suicídio!

Mas como resolver isso?

Dependerá dos líderes, oradores, conselheiros, escritores e agentes de posições similares, propagar os bons conceitos e incutir o repúdio à má conduta, bem como reconhecer com apreço os bons costumes.

A inversão de valores compromete o convívio social e deve ser combatida com rigor através de pessoas comprometidas com o desenvolvimento humano e o progresso social

A inversão de valores é uma consequência do relativismo existente em nossos dias.

Podemos entender o relativismo como sendo a ideia de que todos os pontos de vista são tão validos e certos quantos outros, e que o individuo é a medida do que verdade para si.

Não existe uma verdade absoluta, cada um pode ter uma verdade para si.

De acordo com a sua conveniência, e fazer o que lhe apraz, de acordo com essa designação de verdade.

Neste tipo de posicionamento, todas as coisas são relativas, inclusive Deus (cada um tem o seu e acredita no que quiser), a Bíblia (é valida apenas para os cristãos, não para todas as pessoas), o Senhor Jesus Cristo (que deixa de ser filho de Deus para ser uma figura histórica importante) a fé e a salvação (cada um tem o direito de buscar para si uma forma de aproximar-se de Deus, sem que Jesus seja considerado a única forma dessa aproximação).

Se tudo é verdadeiramente relativo, Deus pode existir ou não, e o que ele diz sobre a verdade pode ser limitado àqueles que consideram a bíblia como sendo a palavra de Deus.

Com base nessa premissa, um Hitler pode matar milhões de pessoas por considerar que são pessoas fracas, incapazes ou indispensáveis, pois a verdade para ele está centrada na superioridade de sua raça em relação às outras, que devem ser dominadas e dizimadas.

A verdade, no relativismo, varia de acordo com o lugar, com a época e com as pessoas.

Curiosamente falando, não se questiona a relatividade de leis naturais consagradas.

Sobre aqueles que invertem os valores estabelecidos por Deus disse Isaias:
- Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem, chamam mal!

Que fazem da escuridão luz, e da luz escuridão, e fazem do amargo doce, e do doce, amargo!

Ai dos que são sábios aos seus próprios olhos e prudentes diante de si mesmos...

Dos que justificam o ímpio por presentes e negam a justiça!”, Is. 5.20-23,
Deus não se encarregara de trazer a juízo essas inversões de valores e seus proclamadores.

Estamos falando de uma diferença crucial existente entre os padrões espirituais de conduta e a prática do mundo moderno.

Definitivamente não há comunhão entre a luz e as trevas, e a Igreja precisa se precaver contra as astutas ciladas do diabo.

Vale aqui a recomendação de Paulo:

Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos; pois que sociedade tem a justiça com a injustiça?

Ou que comunhão tem a luz com as trevas?

Que harmonia há entre Cristo e Belial?

Ou que parte tem o crente com o incrédulo?

E que consenso tem o santuário de Deus com os ídolos?

Pois nós somos santuário do Deus vivo, como Deus disse: Neles habitarei e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus, eles serão o meu povo.

Pelo que, saí vós do meio deles, e separai-vos diz o Senhor; e não toqueis coisa imunda, e eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor todo poderoso II Cor. 6:14-18.

Desde os primeiros momentos da humanidade, percebemos esta artimanha satânica para enganar o homem.

A primeira família caiu, porque desobedeceu a Deus, enganada pela serpente, iludida por suas promessas e fantasias. Gen. 3:1-7.

A função de satanás é mentir, enganar, perverter, falsificar, ludibriar, mudar a aparência, tornar o bom em ruim e o ruim em bom.

Muitas Igrejas e famílias têm se deixado levar pelas falsas aparências de santidade; espiritualidade de certas práticas religiosas; boas intenções de certos apelos; qualidade de algum produto; honestidade de alguns programas; etc.

A vista engana, por isso devemos olhar com os olhos de Deus “Pois o Senhor não vê como vê o homem. O homem olha para o que está diante de seus olhos, mas o Senhor olha para o coração” I Sam. 16:7.

Veja bem o que estou dizendo: festas, programas, colégios e cursos, amizades, envolvimentos, conversações, brincadeiras e vários outros tipos de comprometimentos que parecem em principio, ser tão ingênuos e sem complicações são, muitas vezes, agentes de satanás para perverter, desencaminhar, obscurecer, afastar, minar a fé e fazer com que gente criada na Igreja, hoje, esteja de paquera com o mundo, se não completamente comprometidos com o mundo, com o pecado e as coisas desta vida.

Muitos pais são completamente ingênuos em conduzir seus filhos.

Estão sendo por eles ludibriados, estão sendo passados para trás.

Vale aqui a recomendação de Tiago “Se alguém de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus” 1:5

Há grupos ditos evangélicos envolvidos com bebida alcoólica, e agora também com drogas e tráfico de drogas dentro das Igrejas.

Pastores envolvidos com álcool; motel, fraudes contábeis, relatórios fantasiosos, nepotismo descarado, vivem de forma nababesca, negociatas e acertos esdrúxulos, falta de transparência administrativa, não prestam contas de seus atos, ditadores: (Quem manda aqui sou eu), infiéis nos tratos, tratam e não cumprem o que foi combinado com a diretoria, presbitério, ministério e igreja, verdadeiros perdulários! e etc...

Precisamos ter cuidado com as armadilhas de satanás!

A inversão de valores na igreja.

Deve se observar que a inversão de padrões anteriormente estabelecidos precisa ser respeitada.

Os costumes até podem variar com o tempo, mas os princípios não.

Deus estabeleceu princípios imutáveis e absolutos em Sua palavra, pois Ele mesmo é imutável e absoluto, e devemos andar de acordo com Seus princípios.

A igreja, como representante de Deus, deve apontar as distorções no mundo, mostrar a verdade e principalmente, estar atenta para que essas mudanças não atinjam nossos arraiais.

Um exemplo disso é o divorcio e novo casamento, que tem sido aceito em determinados grupos cristãos e continua sendo condenado pela bíblia.

Para que a igreja tenha essa imparcialidade, é preciso que a palavra de Deus seja continuamente ensinada e praticada, e que os crentes sejam motivados a viver dentro dos padrões absolutos de Deus.

Preocupo-me com essa inversão de valores, mas continuo acreditando que o crente em Jesus pode a cada dia se conscientizar e procurar seguir os padrões estabelecidos por Deus em Sua santa Palavra.

Isto posto, peço humildemente a Deus ajudar-me a refletir sobre este assunto e não compactuar com certas atitudes nada cristãs!

Deus tenha piedade de nós!

Ação e reação, Eis a questão! Divulguem....

Pr. Silas Malafaia responde.....

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Pastor Silas Malafaia, oremos........

Meus caros amigos a que ponto está chegando?
A Mordaça proposta por estes cidadãos sem dúvida é apenas a ponta do iceberg do que virá mais tarde!
Sodoma e Gomorra não chegaram perto de tanta licenciosidade!

“Lideranças gays entram com pedido de cassação de registro do Pastor Silas Malafaia”

Líderes do movimento gay apresentaram ao CRP (Conselho Regional de Psicologia) do Rio de Janeiro pedido de cassação do registro profissional do pastor Silas Malafaia (foto), 52, sob a acusação de práticas homofóbicas.

O pastor se formou em psicologia clínica e não exerce a profissão, mas faz com frequência menção a sua formação nas pregações aos fiéis.

O CFP (Conselho Federal de Psicologia), ao qual o CRP está atrelado, baixou em janeiro de 1999 resolução proibindo os psicólogos de se referirem à homossexualidade como distúrbio e também de fazer declarações em público discriminatórias contra os gays.

Malafaia é pastor da Assembleia de Deus, da subdenominação Vitória em Cristo.

Ele tem se destacado por sua pregação contra o movimento reivindicatório por igualdade dos gays.

No começo do ano, ele distribuiu no Rio outdoors com a mensagem “Deus fez o macho e a fêmea”.

Depois, em maio, em uma audiência pública na Câmara dos Deputados sobre a reforma do Estatuto das Famílias, disse que a legalização do relacionamento homo afetivo — que acabou ocorrendo — seria o primeiro passo para se aprovar “tudo o que se imaginar”, inclusive relação sexual com cachorro e cadáver.

O MP (Ministério Público) abriu inquérito para apurar se a intenção do pastor, com essas declarações, foi pregar a homofobia.

O CRP-Rio já tinha recebido no ano passado uma reclamação contra Malafaia, mas não deu em nada.”

Fonte: Paulopes

domingo, 3 de julho de 2011

Pastores e a solidão!

A Solidão do Pastor

Pastores costumam ser pessoas solitárias, por vocação.

Conheço muitos pastores que têm amigos de verdade, e, no entanto, têm forte tendência à solidão!

A maior parte deles vive se remoendo, enquanto lutam com seus problemas interiores, sem poder encontrar um amigo de confiança com o qual desabafar.

Não podem conversar sobre seus problemas e conflitos com os membros da igreja; e sequer com os demais obreiros.

Desabafam com Deus, enquanto derramam o coração em lágrimas em seus momentos de solidão.

Pastores sofrem com a solidão.

Ainda que acompanhados de tanta gente e cercados de colegas ministeriais vivem sós.

Geralmente os obreiros que os cercam não o fazem como amigos ou companheiros de jugo, vivem de encômios – aplaudem e elogiam em busca de cargos ou privilégios.

Raramente encontra-se um amigo que viva o compromisso de ajudar o líder, a ponto de admoestá-lo com amor.

Por outro lado, o líder em evidência se põe perante os demais colegas ministeriais como gente de esfera superior, que não precisa da ajuda de ninguém, como super-homem, intocável, impecável – isto mesmo, no sentido de que nunca peca – inviolável e que sabe superar seus problemas.

Perante seus amigos e colegas tem uma imagem colorida de sucesso e poder – mas tais pastores são pessoas ímbeles, débeis, fracas, e esquecem que o poder de viver integralmente a vida cristã reside na dependência de Deus e na força de seus amigos.

Pastores são como águias que voam sós e vivem nos céus distantes – acima dos problemas – mas cheios destes.

Deveriam agir como águias quando a sós com Deus, e quais ovelhas de um rebanho a viver ao lado dos demais.

Eis a razão porque os pastores aprendem a sofrer calados.

Choram aos pés do Senhor confessando suas faltas.

E gostariam de ter um amigo por perto.

Mas, desabafar a quem?

Arredios e acostumados a serem traídos, inteligentemente se calam.

E sofrem.

Gostariam de ter um amigo para conversar sobre sexo, dificuldades com a esposa, tentações, finanças, problemas pessoais, mas sofrem, ignotos, temendo o colega infido - infiel.

Imaginam que podem ser traídos e prejudicados.

Que diferença a confissão de pecados que os noviços e monges faziam ao seu superior nos mosteiros!

Nada do que era confessado podia ser usado contra eles em juízo.

Depois que se confessava, seu superior se calava sem jamais poder usar da confissão de seu subalterno como prova de condenação em juízo.

Um superior quando sabia que o noviço pecara contra a igreja não aceitava confissão, do contrário a pessoa não poderia ser questionada por ele no tribunal.

Na falta de confessores, os pastores digladiam-se internamente com seus traumas e pecados.

Esquecem que a confissão traz alivio à tensão, desabafa sentimentos, cura e traz paz interior.

A confissão e as lágrimas ajudam o pastor a sentir que é humano, ao mesmo tempo em que é espiritual.

A confissão afasta a caligem e impede que o obreiro se torne biltre e mendaz.

O verdadeiro líder encontra noutro líder, apoio, pois ambos reconhecem a fragilidade e a tendência ao pecado do ser humano.

O verdadeiro líder entende que as pessoas vivem na fraqueza, e ele também sabe que vive as mesmas fraquezas.

As Escrituras não escondem as fraquezas e as tentações dos homens de Deus, até dos mais íntimos de Jeová.

Noé, Abraão, Moisés, Davi, Elias e demais homens de Deus tiveram seus momentos de fraqueza, e alguns deles são vistos em momentos de depressão, e quando o escritor aos hebreus deles se utiliza para falar da fé, não menciona, em momento algum suas fraquezas, mas a fé e a perseverança que lhes levou a obter o galardão.

Todos tiveram temores. Sara, a esposa de Abraão não creu – e, no entanto aparece em Hebreus como mulher de fé!

Algumas daquelas fraquezas são imperdoáveis e inadmissíveis hoje pela liderança de certas denominações.

Que pastor não tem um exemplo de traição, de um obreiro que agiu de solércia – de ardileza a relatar?

Quem transmitiu ao rebanho a idéia de que nós, pastores vivemos do gáudio e do júbilo apenas?

Por que o rebanho imagina que o pastor e seu báculo com seu aspecto dominante são intocáveis?

Todos temos fraquezas.

Podemos recender ao perfume de Deus, ao brilho de sua glória, mas Deus sempre deixa um quê de imperfeição para manter-nos humildes diante dele.

Na vida familiar uma esposa que não acompanha o obreiro ministerialmente, um filho que se desvia; um negócio que emperra; uma calúnia que nos atordoa; um pecado do qual não conseguimos nos desvencilhar; qualquer coisa, para que nos envergonhemos de nossa imperfeição.

O pastor - quando olha para o espelho e vê refletido nele a glória de Deus tem a tendência de se exaltar, mas ao olhar para si mesmo, percebe que a glória de Deus que sobre ele está acentua sua imperfeição, e se põe a chorar!

Paulo tinha uma fraqueza; todos temos fraquezas. Os santos caminham com fraquezas.

Sempre que pensava em contar vantagens - gloriar-se - um mensageiro de Satanás esbofeteava a Paulo.

Creio que esse espinho na carne não era uma doença física, mas alguma coisa no mundo espiritual.

Já que visões, sonhos e revelações estão bem acima do natural, esse espinho, bem como o demônio que o atormentava situavam-se numa esfera espiritual.

Deixe-me dizer isto: certas marcas de pecado jazem em nossa mente a fim de lembrar-nos de que somos salvos e vivemos por causa da graça de Deus.

Paulo orou três vezes - mas Deus não afastou a imagem que o oprimia. Deus conhece a fraqueza de Paulo e indica-lhe que terá de conviver com ela toda a vida.

A resposta de Deus?

"A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo..." (2 Co 12.9).

"Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós" (2 Co 4.7).

Meu colega pastor deixe-me dizer uma coisa: A glória de Deus somente opera em vasos imperfeitos.

E nossa imperfeição está ali, apontando para nós, dizendo-nos que precisamos de Deus, sempre!

Deus deixa certas falhas nos seus filhos para que aprendam a depender exclusivamente dele.

A glória e a graça de Deus vêm sobre nós escondendo nossas fraquezas.

Assim como os pés dos querubins eram pés de bezerro, na descrição de Ezequiel - feios – mas brilham com a glória de Deus, nosso caminhar é santificado por sua glória.

Somos como o Mefibosete da Bíblia.

Este neto de Saul, aleijado de ambos os pés; este filho de Jônatas é agora trazido para a casa de Davi e com ele come à mesa.

Mas era aleijado!

No entanto, suas pernas não eram vistas, ficavam encobertas sob as toalhas da mesma do rei! (2 Sm 9).

Somos imperfeitos no nosso caminhar - temos pés que não condizem com a natureza de glória, estes, no entanto, têm suas imperfeições cobertas com o brilho da glória de Deus!

No meio das tribulações - sejam elas devido a erros cometidos, a falhas humanas ou vindas diretamente de Satanás, o peso de glória é eterno, acima de toda comparação (2 Co 4.18).

Porque a glória que sobre nós brilha vem de Deus.

Apenas refletimos a glória de Deus!

Por isso, ao descrever este relato, faço-o na certeza de que não estou traindo alguém que me confiou seus temores.

A pessoa em questão pode ser você mesmo que me lê.

A que me refiro está velha demais para se importar com o fato.

Viajo e ministro com pastores de todas as igrejas e de todas as denominações.

Alguns homens de Deus abrem sua vida comigo à busca de soluções para seus problemas pessoais.

E não posso trair a confiança em mim depositada.

O velho pastor abriu seu coração comigo.

Ele tinha perguntas e inquietações não respondidas.

Homem de ministério ilibado, reconhecido pela igreja, contou-me que lutou a vida toda contra as tendências homossexuais que o perturbavam periodicamente.

Aceitava-se como heterossexual, constituíra família, mas não conseguia entender o por quê das tentações.

Tivera uma experiência ou outra quando moço, mas depois que se convertera – afirmou – jamais voltara a práticas homossexuais por considerá-las pecado. As tentações o assombravam continuamente.

Jamais se livrou delas ao longo da vida.

Sofrer tentações sem pecar é o segredo da vitória.

Um hino da Harpa Cristã de linda melodia, diz:

Tentado não cedas; ceder é pecar;

Melhor e mais nobre, será triunfar;

Coragem ó crente! Domina teu mal

Deus pode livrar-te, de queda fatal!

É uma alusão ao texto de hebreus 4.15: "Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado (...) e é capaz de condoer-se dos ignorantes e dos que erram, pois também ele mesmo está rodeado de fraquezas".

É nesta confiança, amado pastor, que confessamos ao Senhor nossas faltas, porque ele nos entende.

À semelhança do sumo sacerdote que vivia cercado de fraquezas e que precisava, ele mesmo fazer a purificação de seus pecados antes de expiar os pecados do povo, também nós precisamos entender que os colegas que nos cercam vivem rodeados de fraquezas, que erram, e, como nós, são perdoados.

O nosso Senhor Jesus assumiu a forma humana, "para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote, nas coisas referentes a Deus e para fazer propiciação pelos pecados do povo. Pois, naquilo que ele mesmo sofreu, tendo sido tentado, é poderoso para socorrer os que são tentados" (Hb 2.17-18).

Tenha um amigo.

Abra seu coração
Autor - João A. de Souza filho

Soli Deo Gloria

sábado, 2 de julho de 2011

Carta aberta ao Dr. Drauzio Varella

Carta aberta ao Dr. Drauzio Varella

Prezado doutor Drauzio Varella, respeito muitíssimo o senhor como médico. Suas instruções, em programas de TV e na Internet, são excelentes e ajudam as pessoas a terem uma vida mais sadia.

Acabei de ler o seu artigo “Violência contra homossexuais”, em seu site. Gostei de boa parte das suas argumentações e considerei que, de forma geral, a sua abordagem como médico sobre esse assunto cercado de tanta polêmica foi bastante equilibrada.

O senhor está correto ao considerar abusiva a conduta de pastores que querem forçar os homossexuais a serem heterossexuais. E devo lhe dizer, inclusive, que os pastores que se prezam jamais interferem desse modo na vida das pessoas. Eles tão-somente pregam em tese, e não de modo direcionado, ofensivo e ridicularizante, a respeito do que é certo ou errado à luz da Bíblia.

Entretanto, com todo o respeito, gostaria de contestar uma parte do seu artigo. Ei-la: “A sexualidade não admite opções, simplesmente é. Podemos controlar nosso comportamento; o desejo, jamais. O desejo brota da alma humana, indomável como a água que despenca da cachoeira”.

De fato, a sexualidade não admite opções. O ser humano não escolhe se será homem ou mulher. Ele nasce menino ou menina. Quanto à homossexualidade, penso que não deve ser equiparada à masculinidade ou à feminilidade. Digo isso, não por preconceito, e sim por causa da própria fisiologia. Afinal, a mulher grávida, quando vai fazer a ultrassonografia, ela quer saber se o seu filho é macho ou fêmea, não é mesmo?

Pelo que tenho pesquisado, há vários fatores que podem contribuir para a manifestação do comportamento homossexual, ao longo da vida. Mas nenhum cientista conseguiu comprovar que a homossexualidade está ligada à genética. Não existe gene gay.

Reconheço, por outro lado, que existe a possibilidade de alteração de gene, decorrente de maus tratos na infância, por exemplo, conforme tem noticiado a revista Nature Neurosciense. E entendo que isso pode fazer com que o infante ou o adolescente venham a adotar um comportamento que não corresponda à sua fisiologia. Mas isso não significa que alguém já nasça homossexual.

O senhor também disse, de modo poético, que podemos controlar o nosso comportamento, mas não o nosso desejo: “O desejo brota da alma humana, indomável como a água que despenca da cachoeira”. Com toda a sinceridade, considero muito perigoso esse raciocínio e explico por quê.

Muitos psicopatas têm o desejo de matar, não é mesmo? E o estuprador? Também tem o desejo de violentar mulheres. Da mesma forma, os pedófilos e efebófilos têm desejo de abusar de crianças e adolescentes. E assim por diante.

Por conseguinte, se considerarmos — com base na tese de que o desejo é indomável como a água que despenca da cachoeira — que o ser humano, por causa disso, tem liberdade para agir conforme o seu desejo, por que temos ojeriza dos psicopatas, estupradores, pedófilos e efebófilos, e queremos que eles sejam condenados por seus atos?! Afinal, o desejo é indomável como a água que despenca da cachoeira. Como controlá-lo?

Vou exagerar um pouco agora. Digamos que pedófilos e efebófilos, aproveitando-se do precedente aberto pelo STF, ao liberar a passeata pela legalização das drogas, se reúnam em uma grande passeata na Avenida Paulista, em São Paulo, com cartazes, serviço de som, e comecem a gritar: “Estamos cansados de ser discriminados neste país! Pedimos cadeia aos fundamentalistas religiosos que pregam o preconceito pedofilófobo e efebofilófogo. Nós não escolhemos ser pedófilos e efebófilos, pois o nosso desejo é indomável como a água que despenca da cachoeira”. Estarão eles certos em sua reivindicação?

Caro doutor, parece um grande exagero o que estou falando, mas não estou comparando “isto” com “aquilo”. Apenas quero lhe dizer que, para mim, é evidente que a sua tese é frágil e facilmente refutável. Reconheço que o senhor recebeu do Criador uma inteligência acima da média e não quero, de modo algum, ofendê-lo. Por isso, com todo o respeito — reitero —, peço-lhe que reveja a sua posição, a fim de que não incorra em simplismo e preconceito contra os evangélicos e católicos.

Cordialmente,

Ciro Sanches Zibordi

http://cirozibordi.blogspot.com/2011/06/carta-aberta-ao-doutor-drauzio-varella.html

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Moção de Repúdio....APROVADA!!!!

Publicado em 29 de Junho de 2011, às 16h27min

Moção de repúdio ao STF é aprovada por unanimdade

Vereadores fizeram duras criticas à decisão dos ministros de liberar a Marcha pela Maconha

Vereador Marcos Martins, autor da moção: “Defender a maconha é fazer a defesa pública de uma ação criminosa”


Por unanimidade, a Câmara de Apucarana votou, na noite desta terça-feira (28), voto de repúdio à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de liberar a Marcha da Maconha.

O voto foi proposto por Marcos Martins (PTC).

Mais do que votar a favor da proposição, os 11 vereadores fizeram questão de justificar o voto com críticas pesadas ao STF.

“Em nome da liberdade de expressão, os ministros do STF decidiram que as pessoas podem sair à rua defendendo publicamente o uso da maconha.

Será que em nome da mesma liberdade de expressão nós vamos ter, em breve, a marcha da cocaína e a marcha do crack?”, questiona Marquinhos.

O autor da moção de repúdio frisa que o voto não é contra o STF.

“O STF tem acertado em muita coisa, mas no que diz respeito à maconha, os ministros erraram feio.

Foi vergonhoso demais, pois quem vende a maconha e outras drogas é traficante.

Defender a maconha é fazer a defesa pública de uma ação criminosa e que vem arruinando a vida de milhares de jovens”, afirmou o vereador, pedindo que as demais câmaras municipais da região se manifestem publicamente sobre o assunto.

O presidente da Câmara, Alcides Ramos Júnior (DEM), disse que a moção é uma medida corajosa e que mostra ao STF que a sociedade está vigilante.

“As leis existem, sobretudo, para defender o bem comum e nosso entendimento é de que essa defesa foi prejudicada com a decisão do STF”, assinala.

Desde que a matéria foi colocada em pauta, a Câmara passou a receber manifestações de apoio de várias entidades, principalmente de padres, pastores e outras lideranças religiosas.

O vereador Júnior da Femac (PDT) mostrou-se preocupado com outros temas que passam pela pauta do STF, como o aborto.

“O STF é o último guardião da aplicação das leis que são criadas pelo Congresso.

Pois este guardião decide agora que sair defendendo publicamente a maconha é legal.

Como o policial que vem enfrentando os traficantes nas ruas se sente diante disso? Como os pais que temem ver seus filhos no mundo das drogas estão se sentindo?”, questiona Júnior.

Lucimar Scarpelini (PP) classificou a decisão do STF como “uma decepção”.

“No STF está a elite dos juristas e o que esta elite vê como liberdade de expressão a maioria da sociedade vê como apologia do crime. Infelizmente, o STF está na contramão do que a sociedade pensa”, diz Lucimar, que também é advogada.

O vereador José Airton Araújo, o “Deco” (PR), foi mais duro nas palavras.

“Se esses doutores do STF tivessem o convívio com mães que chegam a acorrentar seus filhos dentro de casa para que não saiam às ruas atrás de drogas, certamente pensariam de outra forma.

Isso que o STF fez é matar os filhos do Brasil”, disparou.

Telma Reis (PMDB) se disse “indignada” com a decisão do STF. Aldivino Marques, o “Val” (PSC), lembrou que mesmo em Brasília, “no quintal do STF”, as drogas estão ceifando vidas.

Carmelo Ribeiro (PR) classificou a decisão do STF como “falta de amor ao próximo”.

Luiz Brentan (PSDB) acha que Apucarana dá uma resposta à altura do que o STF e outros órgãos oficiais, impassíveis diante do avanço das drogas, precisam ouvir.

Já Mauro Bertoli (PTB) acredita que, ao liberar a Marcha da Maconha, o STF avança sobre atribuições que não são suas.

“Isso dependeria de uma nova legislação sobre as drogas, coisa a ser decidida pelo Congresso e não pelo STF”, defende.

E Valdir Frias (PTB) vê na decisão do STF uma “inversão total de valores”, com benefício para os que atuam no comércio das drogas.

http://www.tnonline.com.br/noticias/politica/4,98686,30,06,vereadores-aprovam-mocao-de-repudio-ao-stf-.shtml

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Moção de Repúdio.......

É com satisfação que posto aqui a iniciativa da Camara de Vereadores de nossa cidade Apucarana - Paraná!

E Conclamo aos cristãos...não se calem!


Câmara de Apucarana votará repúdio ao STF

Vereadores não concordam com decisão dos ministros liberando a Marcha da Maconha

A moção de repúdio à decisão do STF está sendo proposta por Marcos Martins (PTC), com apoio de outros vereadores

Na sessão ordinária desta segunda-feira (27), os vereadores de Apucarana vão votar uma moção de repúdio à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de liberar a Marcha da Maconha.

A moção foi proposta pelo vereador Marcos Martins (PTC), com apoio de vários outros parlamentares. “A decisão do STF é lamentável sob todos os aspectos, pois permite que se faça a defesa pública do crime.

A alegação é de que foi defendida a liberdade de expressão, mas o fato é que a maconha é vendida pelas mãos de traficantes e defender publicamente a maconha é defender o tráfico e tudo de ruim que ele representa”, justifica o vereador.


Marquinhos lembra que o movimento pela descriminalização da maconha alega que ela é uma droga leve, mas frisa que muitos que começaram usando a maconha passaram depois para o crack e outras drogas pesadas.

“No dia em que o STF anunciou a liberação da Marcha da Maconha os jornais aqui da região também divulgaram o drama de uma mãe em Arapongas que mantém o filho trancado em casa por causa do crack.

Ela responderá por cárcere privado, mas na verdade seu ato é de amor e desespero pelo filho perdido na droga.

Em Apucarana, estamos vendo muitos jovens sendo executados por conta da dívida com traficantes. Em que a decisão do STF ajuda no drama das famílias que são vítimas dessa violência?”, questiona o vereador.

“Falo com a experiência de quem já viu pessoas próximas sofrendo com o drama das drogas. Precisamos nos unir para combater esse mal e não para permitir que ele se espalhe ainda mais. Também faço um apelo para que outras câmaras municipais da região manifestem seu desagrado por esta decisão do STF”, acrescenta Marquinhos.

Segundo ele, na semana passada uma mãe esteve em seu gabinete, em prantos, por causa do filho que é viciado em drogas.

Entre os vereadores que apoiaram a proposta está Telma Reis (PMDB). “O governo não dá o menor apoio aos usuários. O país não está preparado para isso.

Acho uma boa iniciativa votarmos uma moção de repúdio.

Se é liberdade de expressão, então vamos nos manifestar contrariamente a isso”, argumentou Telma Reis. O presidente da Câmara de Apucarana, Alcides Ramos Júnior (DEM), também se mostrou contrário à decisão dos ministros do STF.

“A revista ‘Veja’ mostrou que vários países onde a droga foi descriminalizada já estão voltando atrás.

É preciso investir em orientação aos jovens e em combate ao narcotráfico. Como isso pode ser feito se o STF dá uma decisão favorável à apologia das drogas?”, questiona o presidente.

Alcides diz ter estranhado o fato de a sociedade, no geral, ter recebido com certa apatia a decisão do STF. “No final de abril, o comando do 10º. Batalhão da Polícia Militar esteve na Câmara, fazendo um relato de seus trabalhos aos vereadores. De janeiro até aquela data, a Polícia Militar de Apucarana já havia apreendido 3,3 quilos de crack, 228,9 quilos de maconha e 1,5 quilo de cocaína, além de fazer a prisão de 47 pessoas envolvidas com drogas e a apreensão de outras 18 pessoas. Com números assim, como apoiar a postura do SFT?”, questiona o presidente.

http://tnonline.com.br/noticias/politica/4,98370,24,06,camara-de-apucarana-votara-repudio-ao-stf.shtml

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Qual o seu ponto de vista?

Você é sincero ou grosso?

Um alemão decidiu passar 40 dias falando apenas a verdade.

Sua experiência levou ao questionamento: a verdade é sempre essencial?

Verônica Mambrini, iG São Paulo | 22/06/2011 07:37

Para a maioria das pessoas, ser totalmente sincero durante o dia a dia é uma experiência quase impossível: é comum mentir cerca de 200 vezes por dia, de acordo com o livro “Sincero” (editora Verus), do jornalista alemão Jürgen Schimieder.

Nele, o autor relata sua experiência de ficar 40 dias sem mentir: colegas se afastaram, ele discutiu com a mulher, perdeu dinheiro e teve as costelas quebradas pelo melhor amigo. “Foi muito doloroso e me ensinou a não fazer isso de novo nunca mais: amigos são mais importantes do que ser sincero”.

As costelas quebradas se devem ao fato de Jürgen ter contato à namorada do melhor amigo que ela estava sendo traída – o amigo perdeu a namorada e respondeu com um soco quando soube que foi por causa da sinceridade de Jürgen.

No trabalho, muitas pessoas se ofenderam com a experiência do jornalista.

“Alguns colegas ainda não falam comigo porque eu disse que eles são maus funcionários e deveriam ser mandados embora”, conta Jürgen.

O banho de honestidade não tem só de maus momentos: numa partida de pôquer com os amigos, ele contou quais cartas estavam na sua mão e ninguém acreditou. “Foi muito divertido – e ganhei um monte de dinheiro.

Recomendo ser sincero por uma noite com seus amigos, você vai se divertir muito”.

Mas ele confessa que, no geral, se sentiu um idiota quase todos os dias do projeto.

“Tive que dizer coisas que normalmente ninguém ousaria dizer.

Fiquei constrangido o tempo todo.”

Precisa ser grosso?

Descontados os exageros, ele aprovou a experiência.

“Descobri o quanto a mentira realmente magoa as pessoas.

Se todos fossem um pouquinho mais sinceros, o mundo seria melhor”, diz Jürgen.

“Acredito que podemos parar de mentir pelo menos metade do tempo.”

O experimento passou por várias fases: sinceridade grosseira, sinceridade dita de forma gentil, fria, e até como uma crítica construtiva.

Envolveu desde dizer que não gostou da comida num jantar a não omitir nenhum tipo de informação na declaração de imposto de renda, ainda que isso significasse ter uma restituição menor.

Uma das lições aprendidas por Jürgen é que há vários jeitos de ser sincero.

“Se um colega não é muito bom no seu trabalho, você não precisa insultá-lo, mas pode dizer a verdade de forma respeitosa.”

Para Maria Luiza Bustamante Pereira de Sá, professora da Faculdade de Psicologia da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, o problema não está na verdade, mas na maneira como ela é dita.

“Verdade é sempre benéfica e faz bem.

Mesmo que a pessoa não goste de ouvir, é preciso para que ela tenha um espelho do que faz”, acredita.

Verdade como agressão

Muito do que é chamado de falta de sinceridade são apenas filtros sociais que tornam a convivência possível, para Antonio Carlos Amador Pereira, professor do curso de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica.

“Somos educados para tê-los, para evitar situações constrangedoras, como não afetar o astral ou autoestima do outro. E quem é extremamente sincero e se gaba disso geralmente não tem essa sensibilidade.”

Em outras palavras, vai além de dizer a verdade: muitas vezes, a informação crua está permeada de impressões pessoais.

Um vestido pode ser bonito, mas ficar péssimo no corpo da pessoa que está pedindo opinião.

Aí é preciso ter tato; mas mentir ou omitir uma opinião sincera não ajuda em nada.

“Sinceridade e verdade são diferentes, mas existem pessoas que usam a verdade como arma para agredir o outro, e não para informá-lo”, diz Maria Liza.

“Tanto quem usa a verdade como quem usa a mentira para causar sofrimento é perverso”.

Benefícios

Segundo Jürgen, um dos maiores benefícios da experiência foi ter conquistado a confiança de sua família e amigos.

“As pessoas confiam em mim agora porque sabem: se pedirem minha opinião, vão ter uma opinião sincera.

Entre meus amigos, eu sou a pessoa em quem eles confiam.

E confiarem em você é uma das coisas mais fantásticas da vida”, afirma.

Ele afirma que também ficou mais aberto à sinceridade dos outros.

“As pessoas querem ouvir a verdade desde que ela seja positiva.

Eu descobri que mentia muito sobre mim, dizendo a mim mesmo que era atraente, bem-sucedido e bacana.

Mas percebi que talvez as pessoas não achem”, diz.

Apesar de destacar seus piores momentos no livro – “achei que seriam mais engraçados de ler”, diz Jürgen – ele afirma que a relação com as pessoas ao redor melhorou, principalmente com a esposa.

“Não sei se me tornei uma pessoa melhor, mas certamente uma pessoa diferente de quem eu era.

Ainda sou um babaca às vezes, e às vezes um cara legal”, diz.

Para Maria Luiza, da UERJ, vale a pena insistir na sinceridade.

“A humanidade acaba colocando panos quentes na mentira, por meio do cinismo perverso.

Aos poucos, isso mina seus relacionamentos afetivos.

As pessoas param de confiar umas nas outras, você não sabe nunca qual a intenção da pessoa, e as relações sociais ficam muito ruins”, afirma.

Ou seja, é um investimento de longo prazo.

“Aprendi que, ao ser sincero, num primeiro momento as pessoas ficam loucas, mas acabam gostando, porque passam a confiar em você mais do que antes”, acredita Jürgen.

Fonte: http://delas.ig.com.br/comportamento/voce+e+sincero+ou+grosso/n1597040613080.html

terça-feira, 21 de junho de 2011

Uma Igreja Surtada?

Uma Igreja surtada

Ednilson Correia de Abreu

Outro dia conversando com uma jovem de nossa igreja, ao perguntar-lhe sobre o seu namorado que não é membro de nossa igreja, ela me disse : "pastor acho que ele vai pedir carta para a nossa igreja pois a igreja dele surtou ".

Depois da conversa fiquei pensando nessa expressão "uma igreja surtada".

Quem diria que um dia iríamos ouvir este diagnóstico sobre uma igreja local ou igrejas locais.

Fiz uma pesquisa sobre o significado da palavra surtado no dicionário, não encontrei, então pesquisei a palavra na internet e aqui encontrei uma interessante conceituação do termo, eis o conceito de uma pessoa surtada:

"Os pacientes que estão em um estado psicótico, em geral, agem de modo estranho (por exemplo: maneirismos, postura), vestem-se bizarramente, respondem a alucinações, têm crenças falsas e delirantes e, consistentemente, confundem a realidade dos eventos.

Eles são, frequentemente, impulsivos e em perigo constante de agir, baseados em percepções distorcidas ou idéias delirantes, resultando em lesão ou morte não-intencionais.

A consciência de si mesmo e do ambiente é, consistentemente, velada.

O paciente é incapaz de discriminar os estímulos que percebe.

O pensamento é desorganizado e incoerente, o que se evidencia na fala do paciente.

A memória é prejudicada no registro, retenção e recuperação das lembranças.

A orientação, especialmente quanto ao tempo, pode estar prejudicada.

O comportamento psicomotor pode ser hipo ou hiperativo em relação aos movimentos e à fala.

As emoções podem variar de apatia e depressão a medo e raiva."

(Acessado em http://www.psiquiatriageral.com.br/

Pode uma igreja local surtar?

Infelizmente sim.

A Bíblia e a história da igreja antiga e contemporânea mostram que sim e isso tem se tornado mais comum do que nunca.

Baseado no ensino Bíblico, na história da igreja e na observação de alguns grupos atuais eis algumas marcas de uma igreja surtada:

Uma igreja surtada é uma igreja doente, é uma comunidade local de crentes onde doenças se estabeleceram ao longo do tempo ferindo-a mortalmente.

Isso é básico mas às vezes acabamos esquecendo que surtar significa estar adoecido.

Uma igreja surtada é uma igreja delirante em relação a normalidade e ao conteúdo da fé.

Sem dúvida a fé cristã genuína é extraordinária, sobrenatural e incomum em relação aos valores e as expectativas do mundo, mas mesmo assim, na fé cristã existe um conteúdo equilibrado e consistente que precisa ser mantido e vivido com coerência e sensatez..

Exemplo: quando alguém deixa de tomar um remédio por ordem de um pastor curador isso evidencia este tipo de desequilíbrio a que me refiro aqui. Igrejas surtadas perdem este equilíbrio e coerência.

Uma igreja surtada é uma igreja megalomaníaca, tem anseios extremos e se acha muito maior do que realmente é, promete o que não pode e exige o que não deve.

Tem sede pelo poder errado, se acha a mais perseguida, a mais poderosa, a mais santa, a mais abençoadora, a mais ungida, etc.

Só não se vê como a mais doente.

Uma igreja surtada é uma igreja sem discernimento, ela perdeu de vista o sentido do que é verdade de fato, do que é seguir a Jesus, do que é cristianismo e misticismo, do que é alegria e histerismo, do que é tradição e tradicionalismo.

Ela perde a capacidade de discernir a verdade do erro tanto teórico quanto prático.

Uma igreja surtada tem líderes surtados, pois ela sempre é liderada por gente que adoeceu ou encontrou na igreja o ambiente propício para manifestar suas doenças antes incubadas e que no ambiente comunitário conseguem ampliar este surto, transformando-o em um surto coletivo.

No uso do carisma e autoridade pessoal e pelo poder da função conseguem influenciar outras vidas criando assim uma comunidade surtada que produz outros líderes surtados.

Uma igreja surtada é uma igreja estranha, sim pois os membros antigos já não se vêem ou enquadram bem nela, não se encontram mais, não se entendem e assim a igreja acaba sofrendo uma ruptura interior entre a sua história, seus credos e sua prática marcada pela busca do novo por ser novo e não pelo entendimento da graça para cada tempo.

Com isso ela desenvolve rituais esquisitos, costumes e temas esdrúxulos, ela passa uma imagem no mínimo confusa e difusa à comunidade ao redor.

Uma igreja surtada é uma igreja geradora de doenças morais, físicas, emocionais e espirituais, assim como quem lida com um doente surtado por muito tempo pode adoecer, quem vive no contexto de uma comunidade surtada também pode acabar adoecido e ferido profundamente em várias áreas de seu ser, pois doença gera doença, como o pecado gera pecado.

Uma igreja surtada é uma igreja sem memória, geralmente quando a igreja surta uma das primeiras vítimas é a história da igreja que passa a ser vista como algo ruim e negativo, como uma barreira para o avanço da mesma,quando na verdade acabam se esquecendo de que o que existe hoje só foi possível porque lá atrás uma história foi vivida e escrita antes, mas a memória de uma igreja surtada fica adoecida pelo surto estabelecido e assim coisas fundamentais são deixadas para traz.

Uma igreja surtada é uma igreja desorientada, ainda que existam ordens, determinações e regulamentos, não há a direção que vem da palavra de Deus, pois esta passou a ser interpretada à luz da ideologia, criatividade e interesses dos líderes surtados e quem se levanta e questiona é estigmatizado como carnal e até endemoniado.

Nesse contexto os membros ficam indo de um lado para o outro, de uma "verdade" para outra, de um experiência para outra, de um ensino para outro "orientadamente" desorientados.

Uma igreja surtada é um campo fértil para satanás, pois satanás como pai da mentira e destruidor por excelência busca semear e ampliar os campos da insanidade e deturpação bíblica e espiritual e quando um grupo de pessoas coopera abrindo espaço para as distorções demoníacas, ele vê ai um campo pronto para seu trabalho devastador e assim ele perpetra seus maus desígnios nesta comunidade surtada.

Uma igreja surtada pode não ser uma igreja de fato.

Ela pode estar doente momentaneamente, ser curada e voltar à sua normalidade, isso é possível.

Mas ela pode na verdade estar evidenciando algo daquilo que ela realmente é - uma não igreja.

Ela pode não ser uma igreja de fato, e sim apenas um ajuntamento de religiosos aferrados a um doentio tradicionalismo ou a um inovacionismo vazio.

Tanto um extremo como o outro podem evidenciar uma não igreja surtada.

Sem dúvida que muito mais poderia ser escrito sobre estas tristes constatações, pois fatos não faltam.

Realidades ou sintomas como os descritos na sintomatização de um ser humano surtado tem sido a marca de muitas comunidades eclesiásticas.

Infelizmente a descrição médica para um ser surtado se aplica teologicamente, historicamente e pragmaticamente a muitas igrejas hoje.

O remédio para isso?

O texto de Apocalipse 2.5a "Lembre-se de onde caiu! Arrependa-se e pratique as obras que praticava no princípio... " nos inspira à cura.

Uma volta quebrantada ao puro e simples evangelho de Jesus, uma busca simples em arrependimento e quebrantamento das prioridades de Jesus, uma autoavaliação constante, verdadeira e uma comprometida vontade de rever a vida e viver uma fé coerente e singela baseada na Palavra e imergida na graça como fundamentos de um relacionamento saudável consigo mesmo, com o próximo e fundamentalmente com o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site http://www.institutojetro.com/ e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com

sábado, 18 de junho de 2011

José Wellington e Pr. Samuel Câmara juntos no Centenário das Assembleias de Deus em Belem - Pa.

Pr. José Wellington e Pr. Samuel Câmara comemorando juntos o
Centenário das Assembleias de Deus

Cerca de 60 mil pessoas lotaram o Estádio Olímpico do Mangueirão na noite de ontem (16), durante a abertura da programação oficial do Centenário da Assembleia de Deus, que se estende até o próximo sábado (18).

A multidão acompanhou pregações e louvores de conferencistas e cantores nacionais e internacionais.

A preletora da noite foi a missionária Helena Raquel.

O evento teve ainda a participação do pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), que deu uma palavra ao público que lotava o Estádio do Mangueirão, enfatizando a importância de "a igreja não deixar de lado os ensinamentos deixados pelos missionários", destacou o líder.




O ápice do evento foi a apresentação do grupo paraense Celebrai, que interpretou um dos hinos do Centenário, "Avante Vai!".

Houve ainda queima de fogos e apresentação de uma coreografia que simulou a chegada dos pioneiros, Daniel Berg e Gunnar Vingren, em Belém, no ano de 1910.

Dona Hulda Vasconcellos, que é filha de um dos pastores pioneiros da Igreja em Belém, Alcebiades Pereira Vasconcelos, estava emocionada com a festa: “Foi tudo muito lindo. O momento do louvor com a coreografia e os fogos foi de arrepiar. Estou muito feliz em participar desse momento histórico para a Igreja e para Belém”.

Os familiares de Gunnar Vingren e Daniel Berg e caravanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza e do interior do Pará marcaram presença no local, além de autoridades como o prefeito de Ananindeua, Helder Barbalho e o deputado estadual Raimundo Santos.

O presidente da Assembleia de Deus em Belém, pastor Samuel Câmara, disse que o momento reflete a força do povo e a gratidão a Deus por um século de vida da Igreja, que começou com dois homens em Belém e se expandiu por mais 176 países, alcançando milhões de pessoas em todo o mundo.

Centenário é destaque no Jornal Nacional
A festividade foi destaque na noite desta quinta-feira no Jornal Nacional, da Rede Globo de Televisão. A reportagem mostrou as milhares de pessoas que estão na capital paraense para a comemoração do Centenário da AD.

No sábado (18), a Igreja Assembleia de Deus completará 100 anos de existência e foi em Belém que ela surgiu.

A reportagem mostrou ainda um pouco da história da maior denominação evangélica do país, que hoje tem mais de 110 mil templos e trabalhos de evangelização e de ação social em todo o Brasil e também em diversos países do mundo


CPAD/ADBELEM

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Cem anos de vida – e agora o que vamos fazer em seguida?

Cem anos de vida – e agora o que vamos fazer em seguida?

É conveniente ler e fazer uma reflexão sobre o texto que recebi via e-mail e achei oportuno aqui postar.

Sou de um tempo em que o caráter de um crente era sobremaneira ilibado.

Lembro-me de um episodio que me marcou: Tinha eu, uns 10 ou 11 anos apenas, e amigo do filho de nosso pastor lá pelos idos anos de 1961 ou 1962, num determinado dia fui com ele e o pai fazer compras em um armazém, a pé e com sacolas de lonas e ao voltar para casa, em dado momento aquele pastor parou no meio da rua e disse: temos que retornar ao armazém, pois, o moço errou no troco!

Assim fizemos e ao chegar naquele estabelecimento comercial, meu pastor disse ao moço do erro cometido no troco do pagamento e entregou a diferença; e o comerciante ficou surpreso com a honestidade do homem de Deus!

Quando hoje vejo certas coisas ocorrerem nos arraiais ditos evangélicos, choramos de tristeza com a falta de temor com aquilo que Deus coloca nas mãos de certos “obreiros”!

Achaques financeiros, campanhas que não se prestam relatórios, quantos falam de obra missionária e arrecardam somas imensas e a pobre da secretaria de missões não vê a cor daquele dinheiro e isto não tem outro nome: mentira!

Enriquecimento ilícito, vidas nababescas, cachês altíssimos, exigências absurdas, mentiras ditas sem o menor sentimento de vergonha, desrespeito aos ouvintes, adúlteros e velhacos, caloteiros e afins!

Que Deus se apiede de nós e nos ajude a saber discernir os espíritos e nào dar apoio a estes lobos travestidos de ovelhas!

Acorde cristão!

Óbviamente não podemos generalizar, pois há um povo que teme ao Senhor Deus e sua Palavra e a estes digo: Ficai firmes pois logo o Senhor dará sua recompensa!

Pr. Daniel

Leia e tire suas conclusões.

SER CHIQUE SEMPRE

Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.

A verdade é que ninguém é chique por decreto.

E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda.

Elegância é uma delas.

Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famoso e importadas.

Muito mais que um belo carro Italiano.

O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.

Chique mesmo é quem fala baixo.

Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.

Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.

Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.

É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.

Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio, às pessoas que estão no elevador e as demais à sua volta.

É lembrar-se do aniversário dos amigos.

Chique mesmo é não se exceder jamais!

Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.

Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.

É "desligar o radar", “o telefone”, quando estiver sentado à mesa do restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia.

Chique mesmo é honrar a sua palavra,

Ser grato a quem o ajuda,

Correto com quem você se relaciona e

Honesto nos seus negócios.

Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!

Chique do chique é não se iludir com "trocentas" plásticas do físico...

Quando se pretende corrigir o caráter: Não há plástica que salve grosseria,
Incompetência,

Mentira,

Fraude,

Agressão,

Intolerância,

Ateísmo...

Falsidade.

Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, lembrar de sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste mundo.

Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correta.

Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!
Porque, no final das contas, chique mesmo é Crer em Deus!

Investir em conhecimento pode nos tornar sábios...

Mas,

Amor e Fé nos tornam humanos!

GLÓRIA KALLIL.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Bancada Evangélica na berlinda?

Pela segunda vez Dilma dá um bom tombo nos evangélicos.

Quando candidata, Dilma cedeu aos evangélicos sobre a questão da legalização do aborto.

Ela disse que não iria pautar tal assunto e, assim, quebrou a resistência dos pastores que, com isso, acabaram deixando José Serra na mão.

Ora, Dilma prometeu aquilo que ela já faria mesmo, pois a questão da legalização do aborto não precisa ser mandada ao Congresso pelo Executivo, pode ser pautada por qualquer partido ou grupo, inclusive o PT.

Certamente é o que vai ocorrer num futuro próximo.

Agora, algo semelhante se repete.

Trata-se do golpe de Dilma na bancada evangélica a respeito do material do MEC contra a homofobia.

Dilma cedeu dizendo que o governo não vai influenciar a vida privada de ninguém e, assim, não distribuirá o material do MEC nas escolas médias do Brasil.

Fez a vontade da bancada evangélica.

No entanto, o governo já havia comprado o material e, soltando-o na NET (“vazou, ué?”), fez todo jovem querer assisti-lo ao dizer que se trata de algo “proibido”.

Mandado às escolas, os vídeos – bons, mas chatinhos – não iriam ser vistos com a curiosidade que estão sendo acessados agora.

Não há jovem que não o tenha procurado no Youtube. É sucesso total.

Parece que Dilma já percebeu o óbvio: a oposição está despedaçada e, para governar, basta controlar a inflação sem deixar despencar a nossa capacidade de consumo.

Uma vez tocando o país assim, as questões ético-morais ou, como a impressa gosta de dizer, “ideológicas”, podem sempre ser tratadas desse modo.

Ou seja, Dilma pode satisfazer as ongs, que querem dinheiro para produzir materiais afinados com o que seria característico do PT, pode também agradar os intelectuais sinceros que querem ver o governo colaborando com causas “progressistas”, e, ao mesmo tempo, não precisa criar oposições momentâneas que a tirariam da meta que ela se colocou como presidente: eliminar a miséria no país.

Dilma veio de uma esquerda que acreditava quase que religiosamente em “missão histórica” e é segundo essa aura que ela age cotidianamente. Para ela, o trabalho duro, no dia-a-dia, em favor de uma meta de desenvolvimento parcial, é mais importante que qualquer outra coisa.

Alguns dirão que Dilma cedeu aos evangélicos de medo de uma retaliação destes no “caso Palocci”. Sim, Dilma está com essa batata quente nas mãos.

Mas ela já jogou o problema para Lula que, enfim, já que se salvou de coisa pior, que foi a crise do “mensalão”, então que vá a público defender Palocci, coisa que ela mesma, Dilma, não fez e vai tentar não fazer.

Agora, o caso certo mesmo é que Dilma não cedeu aos evangélicos por causa disso. Os evangélicos tem telhado de vidro não menor que o de Palocci, e Dilma saberia dar uma cacetada neles.

Dilma cedeu porque ela cederia, existindo ou não Palocci.

Dilma aprendeu com Brizola e com Lula que a governabilidade se faz com política, e a política nunca esteve tão fácil de ser feita como agora, com uma oposição desse tipo.

Dilma viu perfeitamente que o problema dela não é o PSDB.

O problema que ela enfrenta, agora, é até mais fácil que derrubar o PSDB que, enfim, está todo esfacelado.

O que ela precisa fazer é não descontentar os técnicos e militantes que estão com ela, e que adoram colocar em prática materiais novos na praça, por razões ideológicas e, é claro, financeira.

Ela sabe que esse pessoal, uma vez tendo sido pagos, não vão reclamar, vão ficar contente com a solução do “vazamento na net”.

De resto, sobra enganar os evangélicos, que já se mostraram não ter nenhuma inteligência diante da presidente.

Isso é visível: até os intelectuais que funcionam segundo as ordens dos conservadores, aplaudiram Dilma e não viram que caíram num armadilha.

Por exemplo, o professor Pondé, sempre pronto para aplaudir teses conservadoras, caiu como um patinho na trama de Dilma.

Saiu aplaudindo a presidente igual e até de modo mais ingênuo que os deputados evangélicos. Caso Dilma tenha assistido esse tipo de professor na TV, creio que riu muito.

Também a Rede Globo tomou um tombo de Dilma.

Comemorou a decisão da presidente e repassou os vídeos contra a homofobia nos seus programas jornalísticos, fazendo de graça uma propaganda para o MEC que, enfim, seria paga a peso de ouro caso o governo tivesse de comprar o horário.

Dilma não fez isso maquiavelicamente desde o início.

Mas, a partir de um determinado momento, ela passou a agir, sim, de caso pensado.

E funcionou de modo igual ao que havia feito em campanha.

A presidente tem porte de gaúcho bravo, mas ela nasceu em Minas Gerais.

Nem Tancredo comeria a esquerda e a direita pelas beiradinhas com tanto estilo, eficácia e … gosto.

Sim, gosto.

Dilma pegou gosto em brincar com esse pessoal, e faz deles gato e sapato.

© Paulo Ghiraldelli Jr. , filósoso, escritor e professor da UFRRJ

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Teoria e prática, quem se habilita?

A Alguns anos atrás esta foi a condição "imposta" a mim pelo Espirito Santo, quando buscava a solução de um grande problema que me assolava em todas as áreas de minha vida!

Você quer uma nova chance?

Sim Senhor! eu quero!

Te darei o que o você me pede, com uma condição; mas qual Senhor?

Perdoe os que te devem!

No momento não aceitei bem, mas pedi...SENHOR! ME AJUDE A PERDOAR!

Viajei pouco mais de mil kilometros, sózinho dentro daquele automovel e a luta foi enorme, e á medida que o Espirito Santo lembrava o nome do "desafeto" o perdão vinha e a vitória alcançada é para mim a maior experiência nesta área.

Concordo pois com as palavras abaixo.

"Suponhamos que você tenha uma pessoa que, por alguma razão, não gosta de você, vira-lhe o rosto, faz comentários desairosos a seu respeito, trata-lhe como inimigo, persegue você.

Você a encontra e no seu coração ecoa um grito silencioso por justiça ou até mesmo um desejo contido por vingança.

Tais coisas, sem que, em algumas circunstâncias, se saiba por que, acontecem.

Ainda perturbado, experimente orar por essa pessoa.

Este é o tipo de oração que parece feita no vazio.

Continue orando assim mesmo.

Ore porque quer obedecer a palavra de Jesus Cristo: “Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem” (Mateus 5.43).

Continue obedecendo, mesmo que a contragosto.

Se você ficar firme, verá o que acontecerá.

Quando encontrar essa pessoa de novo, a disposição do seu coração não será a mesma.

Ela ainda é inimiga, mas você se importa menos com sua inimizade.

Não se consegue odiar uma pessoa pela qual se ora.

Se persistir orando, você ainda a amará.

Experimente.

Experimente a sabedoria de Jesus."

Israel Belo de Azevedo

Tem coisas que só Jesus faz por você!

A História do Pato
Havia um pequeno menino que visita seus avós em sua fazenda.
Foi lhe dado um estilingue para brincar no mato.
Ele praticou na floresta, mas nunca conseguiu acertar o alvo.
Ficando um pouco desanimado, ele voltou para o jantar.
Como ele estava andando para trás, viu o pato de estimação da vovó...
Em um impulso, ele acertou o pato na cabeça e matou-o.
Ele ficou chocado e triste!
Em pânico, ele escondeu o pato morto na pilha de madeira!
Sally (sua irmã) tinha visto tudo, mas ela não disse nada.
Após o almoço no dia seguinte, a avó disse: "Sally, vamos lavar a louça"
Mas Sally disse: " Vovó, Johnny me disse que queria ajudar na cozinha "
Em seguida, ela sussurrou-lhe: "Lembra-te do pato? '
Assim, Johnny lavou os pratos.
Mais tarde naquele dia, vovô perguntou se as crianças queriam ir pescar e vovó disse:
"Me desculpe, mas eu preciso de Sally para ajudar a fazer o jantar."
Sally apenas sorriu e disse, "está tudo certo, porque Johnny me disse que queria ajudar"
Ela sussurrou novamente, "Lembra-te do pato?"
Então Sally foi pescar e Johnny ficou para ajudar.
Após vários dias de Johnny fazendo o trabalho de Sally, ele finalmente não aguentava mais.
Ele veio com a avó e confessou que tinha matado o pato.
A avó ajoelhou, deu-lhe um abraço e disse:
"Querido, eu sei... eu estava na janela e vi a coisa toda, mas porque eu te amo, eu te perdoei.
Eu só estava me perguntando quanto tempo você iria deixar Sally fazer de você um escravo."
Pensamento do dia e todos os dias depois:
Qualquer que seja o seu passado, o que você tem feito...
O diabo fica jogando-o no seu rosto (mentir, enganar, a dívida, medo, maus hábitos, ódio, raiva, amargura, etc )....
Seja o que for...
Você precisa saber que:
Deus estava de pé na janela e viu a coisa toda.
Ele viu toda a sua vida ...
Ele quer que você saiba que Ele te ama e que você está perdoado.
Ele está apenas querendo saber quanto tempo você vai deixar o diabo fazer um escravo de você.
A grande coisa acerca de Deus é que quando você pedir perdão, Ele não só perdoa, mas Ele se esquece.
É pela graça e misericórdia de Deus que somos salvos.
Vá em frente e faça a diferença na vida de alguém hoje.
Compartilhe esta mensagem com um amigo e lembre-se sempre:
Deus está à janela!

FACCIOSO E INSENSATO

FACCIOSO E INSENSATO        Textos: I Coríntios 1.1-31 INTRODUÇÃO:  A igreja em Corinto era, de todas as igrejas do Novo Testamento...