O VALOR DE UM PASTOR
- Pr. Joaquim de Paula Rosa
O valor de um pastor não é medido por sua popularidade, poder de persuasão ou quantidade de pessoas que atrai, mas sim por seu caráter e fidelidade a Deus (Jo 6.66 e 67);
O valor de um pastor não é medido pela aprovação de homens, mas pela aprovação de Deus. O pastor é segundo o coração de Deus e não segundo o coração dos homens (Jr 3.15);
O valor de um pastor não é medido pelo tamanho de sua igreja, mas por suas qualidades éticas, morais e espirituais;
O valor de um pastor não é medido pelo volume das entradas financeiras de sua igreja, mas por sua capacidade de suprir seu rebanho com a Palavra de Deus. Há pastores que se preocupam com a lã. Há pastores que se preocupam com as ovelhas.
O valor de um pastor não é medido pelo salário que ganha, mas pelo serviço que presta;
O valor de um pastor não é medido por sua capacidade política e de articulação, pois muitas vezes ele deixa de ser “politicamente correto” para permanecer justo e reto diante de Deus;
O valor de um pastor não é medido pelos cargos que ele ocupa na denominação, mas pelo serviço que presta à Obra de Deus;
O valor de um pastor não é medido pela satisfação de seus ouvintes, mas por sua pregação coerente aos valores do evangelho bíblico capaz de transformar vidas. A sua mensagem, ao invés de massagear o ego humano, às vezes desagrada por confrontar o ouvinte com a verdade;
O valor de um pastor não é medido pelo seu poder ou status, mas por sua submissão e obediência a Deus;
O valor de um pastor não é medido por sua autossuficiência. O poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza de homens que às vezes julgamos fracos e incapacitados (2ª Co 12.9);
O valor de um pastor não é medido por sua condição física, mas por sua condição espiritual;
O valor de um pastor não é medido pela quantidade de amigos ou pessoas que o rodeiam, mas sim por seu amor às pessoas;
O valor de um pastor não é medido pelos seus discursos, mas pela autoridade de seu viver (Mt 7.9);
O valor de um pastor não é medido pelo crescimento quantitativo ou não da membresia de sua igreja, mas pelas transformações que suas mensagens geram em seus ouvintes. Há por aí templos cheios de pessoas perdidas, e igrejas pequenas onde pessoas experimentam a salvação em Cristo;
O valor de um pastor não é medido pelo seu poder de empolgar sua igreja ou plateia, pois seu chamado é para pastorear e não para “animar” auditório;
O valor de um pastor não é medido pelas crises que passa ou deixa de passar, mas pela maneira como se comporta em momentos difíceis;
O valor de um pastor é medido por critérios divinos e não humanos.
O pastor é dependente de Deus, e não de homens;
O pastor é homem frágil e pequeno, por meio do qual Deus realiza coisas grandes e extraordinárias;
O pastor sabe que seu chamado é para pastorear e não para gerir empresas; ele não se preocupa com números mas com a saúde de suas ovelhas;
O verdadeiro pastor não se “contextualiza” ao mundo, mas se esforça para tirar vidas do mundo;
O pastor de valor forma valores;
Se você tem um pastor, agradeça a Deus, ore por ele e ame-o!
Pr Joaquim de Paula Rosa
Fonte: Point Rhema/Davar Elohim
Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que com simplicidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo, e de modo particular convosco.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
Pastor Hernandes Dias Lopes fala sobre a Homofobia!!
A seguir, transcrevo texto do Pastor Hernandes Dias Lopes sobre a Homofobia.
Este pastor é um ícone nesta geração.
A palavra homofobia está na moda.
No mundo inteiro discute-se a questão do homossexualismo.
Em alguns países já se aprovou a lei do casamento gay.
Aqui no Brasil, tramita no congresso um projeto de lei (PL 122/2006), que visa a criminalização daqueles que se posicionarem contra a prática homossexual.
O assunto que estava adormecido, em virtude de firme posição evangélica contra o referido projeto de lei, mormente na efervescência da campanha política de 2010, ganhou novo fôlego com a nova proposta da senadora Marta Suplicy (PT-SP), que pleiteia a reclusão de cinco anos, em regime fechado, para quem se posicionar publicamente contra o homossexualismo.
Diante desse fato, quero propor algumas reflexões:
Em primeiro lugar, esse projeto de lei fere o mais sagrado dos direitos, que é a liberdade de consciência.
Que os homossexuais têm direito garantido por lei de adotarem para si o estilo de vida que quiserem e fazer suas escolhas sexuais, ninguém questiona.
O que não é cabível é nos obrigar, por força de lei, concordar com essa prática.
Se os homossexuais têm liberdade de fazer suas escolhas, os heterossexuais têm o sagrado direito de pensar diferente, de serem diferentes e de expressarem livremente o seu posicionamento.
Em segundo lugar, esse projeto de lei cria uma classe privilegiada distinta das demais.
O respeito ao foro íntimo e à liberdade de consciência é a base de uma sociedade justa enquanto a liberdade de expressão é a base da democracia.
Não podemos amordaçar um povo sem produzir um regime totalitário, truculento e opressor.
Não podemos impor um comportamento goela abaixo de uma nação nem ameaçar com os rigores da lei aqueles que pensam diferente.
Nesse país se fala mal dos políticos, dos empresários, dos trabalhadores, dos religiosos, dos homens e das mulheres e só se criminaliza aqueles que discordam da prática homossexual?
Onde está a igualdade de direitos?
Onde está o sagrado direito da liberdade de consciência?
Onde o preceito da justiça?
Em terceiro lugar, esse projeto de lei degrada os valores morais que devem reger a sociedade. O que estamos assistindo é uma inversão de valores.
A questão vigente não é a tolerância ao homossexualismo, mas uma promoção dessa prática.
Querem nos convencer de que a prática homossexual deve ser ensinada e adotada como uma opção sexual legítima e moralmente aceitável.
Os meios de comunicação, influenciados pelos formadores de opinião dessa vertente, induzem as crianças e adolescentes a se renderem a esse estilo de vida, que diga de passagem, está na contramão dos castiços valores morais, que sempre regeram a família e a sociedade.
O homossexualismo não é apenas uma prática condenada pelos preceitos de Deus, mas, também, é o fundo do poço da degradação moral de um povo (Rm 1.18-32).
Em quarto lugar, esse projeto de lei avilta os valores morais que devem reger a família.
Deus criou o homem e a mulher (Gn 1.27).
Ninguém nasce homossexual. Essa é uma prática aprendida que decorre de uma educação distorcida, de um abuso sofrido ou de uma escolha errada.
Assim como ninguém nasce adúltero, de igual forma, ninguém nasce homossexual.
Essa é uma escolha deliberada, que se transforma num hábito arraigado e num vício avassalador.
Deus instituiu o casamento como uma união legal, legítima e santa entre um homem e uma mulher (Gn 2.24).
A relação homossexual é vista na Palavra de Deus como abominação para o Senhor (Lv 18.22).
A união homossexual é vista como um erro, uma torpeza, uma paixão infame, algo contrário à natureza (Rm 1.24-28).
A Palavra de Deus diz que os homossexuais não herdarão o reino de Deus, a não ser que se arrependam dessa prática (1Co 6.9,10).
Porém, aqueles que se convertem a Cristo e são santificados pelo Espírito Santo recebem uma nova mente, uma nova vida e o completo perdão divino (1Co 6.11).
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Texto de: Hernandes Dias Lopes (pastor presbiteriano)
Este pastor é um ícone nesta geração.
A palavra homofobia está na moda.
No mundo inteiro discute-se a questão do homossexualismo.
Em alguns países já se aprovou a lei do casamento gay.
Aqui no Brasil, tramita no congresso um projeto de lei (PL 122/2006), que visa a criminalização daqueles que se posicionarem contra a prática homossexual.
O assunto que estava adormecido, em virtude de firme posição evangélica contra o referido projeto de lei, mormente na efervescência da campanha política de 2010, ganhou novo fôlego com a nova proposta da senadora Marta Suplicy (PT-SP), que pleiteia a reclusão de cinco anos, em regime fechado, para quem se posicionar publicamente contra o homossexualismo.
Diante desse fato, quero propor algumas reflexões:
Em primeiro lugar, esse projeto de lei fere o mais sagrado dos direitos, que é a liberdade de consciência.
Que os homossexuais têm direito garantido por lei de adotarem para si o estilo de vida que quiserem e fazer suas escolhas sexuais, ninguém questiona.
O que não é cabível é nos obrigar, por força de lei, concordar com essa prática.
Se os homossexuais têm liberdade de fazer suas escolhas, os heterossexuais têm o sagrado direito de pensar diferente, de serem diferentes e de expressarem livremente o seu posicionamento.
Em segundo lugar, esse projeto de lei cria uma classe privilegiada distinta das demais.
O respeito ao foro íntimo e à liberdade de consciência é a base de uma sociedade justa enquanto a liberdade de expressão é a base da democracia.
Não podemos amordaçar um povo sem produzir um regime totalitário, truculento e opressor.
Não podemos impor um comportamento goela abaixo de uma nação nem ameaçar com os rigores da lei aqueles que pensam diferente.
Nesse país se fala mal dos políticos, dos empresários, dos trabalhadores, dos religiosos, dos homens e das mulheres e só se criminaliza aqueles que discordam da prática homossexual?
Onde está a igualdade de direitos?
Onde está o sagrado direito da liberdade de consciência?
Onde o preceito da justiça?
Em terceiro lugar, esse projeto de lei degrada os valores morais que devem reger a sociedade. O que estamos assistindo é uma inversão de valores.
A questão vigente não é a tolerância ao homossexualismo, mas uma promoção dessa prática.
Querem nos convencer de que a prática homossexual deve ser ensinada e adotada como uma opção sexual legítima e moralmente aceitável.
Os meios de comunicação, influenciados pelos formadores de opinião dessa vertente, induzem as crianças e adolescentes a se renderem a esse estilo de vida, que diga de passagem, está na contramão dos castiços valores morais, que sempre regeram a família e a sociedade.
O homossexualismo não é apenas uma prática condenada pelos preceitos de Deus, mas, também, é o fundo do poço da degradação moral de um povo (Rm 1.18-32).
Em quarto lugar, esse projeto de lei avilta os valores morais que devem reger a família.
Deus criou o homem e a mulher (Gn 1.27).
Ninguém nasce homossexual. Essa é uma prática aprendida que decorre de uma educação distorcida, de um abuso sofrido ou de uma escolha errada.
Assim como ninguém nasce adúltero, de igual forma, ninguém nasce homossexual.
Essa é uma escolha deliberada, que se transforma num hábito arraigado e num vício avassalador.
Deus instituiu o casamento como uma união legal, legítima e santa entre um homem e uma mulher (Gn 2.24).
A relação homossexual é vista na Palavra de Deus como abominação para o Senhor (Lv 18.22).
A união homossexual é vista como um erro, uma torpeza, uma paixão infame, algo contrário à natureza (Rm 1.24-28).
A Palavra de Deus diz que os homossexuais não herdarão o reino de Deus, a não ser que se arrependam dessa prática (1Co 6.9,10).
Porém, aqueles que se convertem a Cristo e são santificados pelo Espírito Santo recebem uma nova mente, uma nova vida e o completo perdão divino (1Co 6.11).
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Texto de: Hernandes Dias Lopes (pastor presbiteriano)
POSIÇÃO DA IELB SOBRE UNIÃO HOMOSSEXUAL
POSIÇÃO DA IELB SOBRE UNIÃO HOMOSSEXUAL
A Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB) está estabelecida num país onde há liberdade de viver, se expressar e agir conforme a decisão ou vontade de cada um.
Assim, a opção sexual faz parte dessa liberdade.
Por outro lado, a IELB também entende que a liberdade de discordar e não aceitar em seu meio uma união homossexual, por esta ferir os princípios da Bíblia Sagrada, faz parte da sua liberdade e não lhe pode ser cerceada, pois fere a Constituição Nacional.
A Constituição Brasileira, no seu Artigo V, incisos IV, VI, VIII e IX, diz:
IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;
VIII – ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;
IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;
Assim, precisamos diferenciar homossexualismo de homofobia.
A Igreja Luterana não concorda com a conduta homossexual, mas não discrimina o ser humano homossexual.
Por isso declaramos:
1 – A IGREJA EVANGÉLICA LUTERANA DO BRASIL crê e confessa que a sexualidade é um dom de Deus, destinado por Deus para ser vivido entre um homem e uma mulher dentro do casamento.
2 - A IELB crê e confessa que o homossexual é amado por Deus como são amadas por Deus todas as suas criaturas.
3 - Em amando todas as pessoas e também o homossexual, Deus não anula o propósito da sua criação.
4 - Por esta razão, a igreja, em acordo com a Sagrada Escritura, denuncia na homossexualidade um desvio do propósito criador de Deus, fruto da corrupção humana que degrada a pessoa e transgride a vontade de Deus expressa na Bíblia. “Com homem não te deitarás, como se fosse mulher: é abominação. Nem te deitarás com animal, para te contaminares com ele, nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele: é confusão.
Portanto guardareis a obrigação que tendes para comigo, não praticando nenhum dos costumes abomináveis que praticaram antes de vós, e não vos contamineis com eles: Eu sou o Senhor vosso Deus” (Levítico 18.22,23,30); “Por isso Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seus próprios corações, para desonrarem os seus corpos entre si; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo em si mesmos a merecida punição do seu erro” Romanos 1.24,27); “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus” (1 Coríntios 6.9-10).
5 - Porque a homossexualidade transgride a vontade de Deus e porque Deus enviou a igreja a levar Cristo Para Todos, a igreja se compromete a encaminhar o homossexual dentro do que preceitua o amor cristão e na sua competência de igreja, visando a que as pessoas vivam vida feliz e agradável a Deus; Mateus 19.5: “... Por esta causa deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.”
6 - A IELB, repudiando qualquer forma de discriminação, deve estar ao lado também das pessoas de comportamento homossexual, para lhes dar o apoio necessário e possam vir a ter a força para viver vida agradável a Deus.
7 - Diante disto repudiamos a idéia de se conceder à união entre homossexuais o caráter de matrimônio legítimo porque contraria a vontade expressa de Deus e dificulta, se não impossibilita, a oportunidade de tais pessoas revisarem suas opções e comportamento.
8 - Repudiamos também, por conseqüência, a hipótese de ser dado a um casal homossexual a adoção e guarda de crianças como filhos porque entre outros prejuízos de formação, formará na criança uma visão distorcida da sua própria natureza.
Fiéis ao nosso lema CRISTO PARA TODOS ensinamos que a igreja renova também o seu compromisso de receber pessoas homossexuais no amor de Cristo visando que a fé em Jesus as transforme para a nova vida da qual Deus se agrada.
Em nome da Igreja Evangélica Luterana do Brasil
Rev. Egon Kopereck
Presidente IELB
*(A posição da IELB atende ao disposto em parecer da Comissão de Teologia e Relações Eclesiais, da 57ª Convenção Nacional)
A Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB) está estabelecida num país onde há liberdade de viver, se expressar e agir conforme a decisão ou vontade de cada um.
Assim, a opção sexual faz parte dessa liberdade.
Por outro lado, a IELB também entende que a liberdade de discordar e não aceitar em seu meio uma união homossexual, por esta ferir os princípios da Bíblia Sagrada, faz parte da sua liberdade e não lhe pode ser cerceada, pois fere a Constituição Nacional.
A Constituição Brasileira, no seu Artigo V, incisos IV, VI, VIII e IX, diz:
IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;
VIII – ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;
IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;
Assim, precisamos diferenciar homossexualismo de homofobia.
A Igreja Luterana não concorda com a conduta homossexual, mas não discrimina o ser humano homossexual.
Por isso declaramos:
1 – A IGREJA EVANGÉLICA LUTERANA DO BRASIL crê e confessa que a sexualidade é um dom de Deus, destinado por Deus para ser vivido entre um homem e uma mulher dentro do casamento.
2 - A IELB crê e confessa que o homossexual é amado por Deus como são amadas por Deus todas as suas criaturas.
3 - Em amando todas as pessoas e também o homossexual, Deus não anula o propósito da sua criação.
4 - Por esta razão, a igreja, em acordo com a Sagrada Escritura, denuncia na homossexualidade um desvio do propósito criador de Deus, fruto da corrupção humana que degrada a pessoa e transgride a vontade de Deus expressa na Bíblia. “Com homem não te deitarás, como se fosse mulher: é abominação. Nem te deitarás com animal, para te contaminares com ele, nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele: é confusão.
Portanto guardareis a obrigação que tendes para comigo, não praticando nenhum dos costumes abomináveis que praticaram antes de vós, e não vos contamineis com eles: Eu sou o Senhor vosso Deus” (Levítico 18.22,23,30); “Por isso Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seus próprios corações, para desonrarem os seus corpos entre si; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo em si mesmos a merecida punição do seu erro” Romanos 1.24,27); “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus” (1 Coríntios 6.9-10).
5 - Porque a homossexualidade transgride a vontade de Deus e porque Deus enviou a igreja a levar Cristo Para Todos, a igreja se compromete a encaminhar o homossexual dentro do que preceitua o amor cristão e na sua competência de igreja, visando a que as pessoas vivam vida feliz e agradável a Deus; Mateus 19.5: “... Por esta causa deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.”
6 - A IELB, repudiando qualquer forma de discriminação, deve estar ao lado também das pessoas de comportamento homossexual, para lhes dar o apoio necessário e possam vir a ter a força para viver vida agradável a Deus.
7 - Diante disto repudiamos a idéia de se conceder à união entre homossexuais o caráter de matrimônio legítimo porque contraria a vontade expressa de Deus e dificulta, se não impossibilita, a oportunidade de tais pessoas revisarem suas opções e comportamento.
8 - Repudiamos também, por conseqüência, a hipótese de ser dado a um casal homossexual a adoção e guarda de crianças como filhos porque entre outros prejuízos de formação, formará na criança uma visão distorcida da sua própria natureza.
Fiéis ao nosso lema CRISTO PARA TODOS ensinamos que a igreja renova também o seu compromisso de receber pessoas homossexuais no amor de Cristo visando que a fé em Jesus as transforme para a nova vida da qual Deus se agrada.
Em nome da Igreja Evangélica Luterana do Brasil
Rev. Egon Kopereck
Presidente IELB
*(A posição da IELB atende ao disposto em parecer da Comissão de Teologia e Relações Eclesiais, da 57ª Convenção Nacional)
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Evangélicos barram votação de projeto contra homofobia
Evangélicos barram votação de projeto contra homofobia
Senadora Marinor Brito (PSOL-PA) e deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) bateram boca
durante reunião que debateu a proposta que pune a discriminação a homossexuais
Bolsonaro divulga folheto 'anti-gay' e troca insultos no Senado
A pressão da bancada evangélica impediu a votação do projeto de lei complementar 122/06 que criminaliza os atos de homofobia.
Ele seria votado nesta manhã na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado.
Em uma sessão que ao final contou com troca de xingamentos e ofensas entre o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e a senadora Marinor Brito (PSOL-PA), o projeto foi retirado de pauta sem previsão de retorno.
Representantes da Frente Parlamentar Evangélica presentes à sessão pediram o adiamento alegando que devem ser realizadas audiências públicas, porque ele não teria sido suficientemente discutido no Congresso.
"Precisamos debater à exaustão, sem privilegiar ninguém.
Há pelo menos 150 milhões de brasileiros que não foram ouvidos", disse o senador Magno Malta (PR-ES).
O projeto de autoria da ex-deputada Iara Bernardi (PT-SP) tramita há dez anos no Congresso e somente em 2006 foi aprovado no plenário da Câmara.
Relatora do projeto na CDH, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) queria tentar aprovar o seu parecer até a próxima semana, a tempo das comemorações do Dia Nacional de Combate à Homofobia, no próximo dia 17, que vão movimentar a Esplanada em Brasília.
Veja desentendimento entre o deputado Jair Bolsanaro e a senadora Marinor Brito
Marta chamou a atenção para esse momento "de maior compreensão e humanidade" que se estabeleceu no País, a partir do recente julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que estendeu às uniões entre pessoas do mesmo sexo os mesmos direitos e deveres dos casais heterossexuais.
"O Judiciário se pronunciou sobre um assunto que há 16 anos o Congresso não consegue se pronunciar", completou a petista.
"Esse projeto tem a ver com tolerância, respeito e cidadania, vai ajudar a diminuir a violência contra homossexuais", concluiu.
A proposta modifica a Lei de Racismo para criminalizar também os atos de homofobia, estendendo a eles as mesmas punições impostas aos crimes de preconceito racial.
O projeto pune com reclusão de um a três anos condutas discriminatórias, como recusar o atendimento a gays em bares e restaurantes e reprimir trocas de afeto em locais públicos, como beijos ou abraços.
O item mais polêmico pune com prisão, de um a três anos, e multa aqueles que induzirem ou incitarem a discriminação ou preconceito contra os homossexuais.
A avaliação é de que padres e pastores serão proibidos de pregar contra a homossexualidade nas igrejas e templos religiosos.
Na sessão desta manhã, integrantes da bancada evangélica pregaram adesivos na boca em protesto, alegando que o projeto reprime a liberdade de expressão deles.
Para atender às reivindicações da bancada evangélica, Marta incluiu uma emenda permitindo que todas religiões e credos exerçam sua fé, dentro de seus dogmas, desde que não incitem a violência.
"O que temos na fé é o amor e o respeito ao cidadão.
Me colocaram que o problema não era intolerância nem preconceito, mas liberdade de expressão dentro de templos e igrejas.
O que impede agora a votação? O que, além da intolerância, do preconceito, vai impedir a compreensão dessa lei?", questionou Marta.
Na saída da sessão, durante uma entrevista coletiva de Marta aos jornalistas, o deputado Jair Bolsonaro e a senadora Marinor Brito trocaram xingamentos e ofensas mútuas.
Bolsonaro exibia uma cartilha do Ministério da Educação (MEC), expondo o Plano Nacional de Promoção à Cidadania LGBT, que ele considera moralmente ofensivo à sociedade.
Exaltada, Marinor deu um tapa no livreto e chamou o deputado de "criminoso".
Bolsonaro retrucou chamando-a de "heterofóbica" e ambos partiram para a discussão.
Fonte: UOL
Blogueiros mostrem a que vieram...uní-vos e divulguem!
Senadora Marinor Brito (PSOL-PA) e deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) bateram boca
durante reunião que debateu a proposta que pune a discriminação a homossexuais
Bolsonaro divulga folheto 'anti-gay' e troca insultos no Senado
A pressão da bancada evangélica impediu a votação do projeto de lei complementar 122/06 que criminaliza os atos de homofobia.
Ele seria votado nesta manhã na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado.
Em uma sessão que ao final contou com troca de xingamentos e ofensas entre o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e a senadora Marinor Brito (PSOL-PA), o projeto foi retirado de pauta sem previsão de retorno.
Representantes da Frente Parlamentar Evangélica presentes à sessão pediram o adiamento alegando que devem ser realizadas audiências públicas, porque ele não teria sido suficientemente discutido no Congresso.
"Precisamos debater à exaustão, sem privilegiar ninguém.
Há pelo menos 150 milhões de brasileiros que não foram ouvidos", disse o senador Magno Malta (PR-ES).
O projeto de autoria da ex-deputada Iara Bernardi (PT-SP) tramita há dez anos no Congresso e somente em 2006 foi aprovado no plenário da Câmara.
Relatora do projeto na CDH, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) queria tentar aprovar o seu parecer até a próxima semana, a tempo das comemorações do Dia Nacional de Combate à Homofobia, no próximo dia 17, que vão movimentar a Esplanada em Brasília.
Veja desentendimento entre o deputado Jair Bolsanaro e a senadora Marinor Brito
Marta chamou a atenção para esse momento "de maior compreensão e humanidade" que se estabeleceu no País, a partir do recente julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que estendeu às uniões entre pessoas do mesmo sexo os mesmos direitos e deveres dos casais heterossexuais.
"O Judiciário se pronunciou sobre um assunto que há 16 anos o Congresso não consegue se pronunciar", completou a petista.
"Esse projeto tem a ver com tolerância, respeito e cidadania, vai ajudar a diminuir a violência contra homossexuais", concluiu.
A proposta modifica a Lei de Racismo para criminalizar também os atos de homofobia, estendendo a eles as mesmas punições impostas aos crimes de preconceito racial.
O projeto pune com reclusão de um a três anos condutas discriminatórias, como recusar o atendimento a gays em bares e restaurantes e reprimir trocas de afeto em locais públicos, como beijos ou abraços.
O item mais polêmico pune com prisão, de um a três anos, e multa aqueles que induzirem ou incitarem a discriminação ou preconceito contra os homossexuais.
A avaliação é de que padres e pastores serão proibidos de pregar contra a homossexualidade nas igrejas e templos religiosos.
Na sessão desta manhã, integrantes da bancada evangélica pregaram adesivos na boca em protesto, alegando que o projeto reprime a liberdade de expressão deles.
Para atender às reivindicações da bancada evangélica, Marta incluiu uma emenda permitindo que todas religiões e credos exerçam sua fé, dentro de seus dogmas, desde que não incitem a violência.
"O que temos na fé é o amor e o respeito ao cidadão.
Me colocaram que o problema não era intolerância nem preconceito, mas liberdade de expressão dentro de templos e igrejas.
O que impede agora a votação? O que, além da intolerância, do preconceito, vai impedir a compreensão dessa lei?", questionou Marta.
Na saída da sessão, durante uma entrevista coletiva de Marta aos jornalistas, o deputado Jair Bolsonaro e a senadora Marinor Brito trocaram xingamentos e ofensas mútuas.
Bolsonaro exibia uma cartilha do Ministério da Educação (MEC), expondo o Plano Nacional de Promoção à Cidadania LGBT, que ele considera moralmente ofensivo à sociedade.
Exaltada, Marinor deu um tapa no livreto e chamou o deputado de "criminoso".
Bolsonaro retrucou chamando-a de "heterofóbica" e ambos partiram para a discussão.
Fonte: UOL
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segunda-feira, 9 de maio de 2011
Centenário e a fé que incomoda!
A FÉ É PARA INCOMODAR
Um empresário brasileiro da área do turismo vai várias vezes ao ano aos países onde a Bíblia ganha cores.
Numa destas viagens, em certa cidade ecoou a chamada para o momento de oração dos muçulmanos.
Um membro do grupo que guiava lhe perguntou do que se tratava.
Ele imitou os sons árabes para explicar.
Ouvindo-o, um muçulmano imenso se sentiu ultrajado com a imitação e manifestou sua indignação por meio de raivosos impropérios e palavrões.
O brasileiro pediu desculpas, mas não adiantou.
Meses depois, liderando outro grupo, alguns quiseram comprar uns tapetes."
Alguém indicou uma loja.
O brasileiro percebeu que o seu dono era exatamente o homem com quem se desentendera.
E então levou o grupo para outra loja.
Estavam empatados, mas o brasileiro ficou incomodado.
Não agira corretamente.
Voltou ao Brasil entristecido.
Como parte do seu trabalho, uma nova viagem incluía a cidade do comerciante de tapetes.
O brasileiro procurou o turco.
-- Lembra-se de mim?
O homem ficou vermelho e se preparou para o ataque.
-- Calma!
Já lhe disse que não quis ofender sua religião naquele dia perto do minarete mas já lhe pedi desculpas.
Estou aqui para lhe pedir perdão por outra coisa.
Há dois meses, impedi que meu grupo comprasse na sua loja, por causa de nossas desavenças.
Estou com outro grupo e daqui a pouco todos estarão aqui.
Eu sou um cristão e não posso agir por vingança.
Espero que você me perdoe.
Eu estava errado.
O homem simplesmente desmoronou em lágrimas.
-- Nunca ninguém agiu assim comigo.
A fé cristã, quando nos incomoda, purifica o nosso caráter.
Fonte: Israel Belo de Azevedo.
"Bastidores, bastidores...é melhor ficar em silêncio por enquanto!
Um empresário brasileiro da área do turismo vai várias vezes ao ano aos países onde a Bíblia ganha cores.
Numa destas viagens, em certa cidade ecoou a chamada para o momento de oração dos muçulmanos.
Um membro do grupo que guiava lhe perguntou do que se tratava.
Ele imitou os sons árabes para explicar.
Ouvindo-o, um muçulmano imenso se sentiu ultrajado com a imitação e manifestou sua indignação por meio de raivosos impropérios e palavrões.
O brasileiro pediu desculpas, mas não adiantou.
Meses depois, liderando outro grupo, alguns quiseram comprar uns tapetes."
Alguém indicou uma loja.
O brasileiro percebeu que o seu dono era exatamente o homem com quem se desentendera.
E então levou o grupo para outra loja.
Estavam empatados, mas o brasileiro ficou incomodado.
Não agira corretamente.
Voltou ao Brasil entristecido.
Como parte do seu trabalho, uma nova viagem incluía a cidade do comerciante de tapetes.
O brasileiro procurou o turco.
-- Lembra-se de mim?
O homem ficou vermelho e se preparou para o ataque.
-- Calma!
Já lhe disse que não quis ofender sua religião naquele dia perto do minarete mas já lhe pedi desculpas.
Estou aqui para lhe pedir perdão por outra coisa.
Há dois meses, impedi que meu grupo comprasse na sua loja, por causa de nossas desavenças.
Estou com outro grupo e daqui a pouco todos estarão aqui.
Eu sou um cristão e não posso agir por vingança.
Espero que você me perdoe.
Eu estava errado.
O homem simplesmente desmoronou em lágrimas.
-- Nunca ninguém agiu assim comigo.
A fé cristã, quando nos incomoda, purifica o nosso caráter.
Fonte: Israel Belo de Azevedo.
"Bastidores, bastidores...é melhor ficar em silêncio por enquanto!
domingo, 1 de maio de 2011
Defeito, Eu? - Imagina!
O Sem defeitos
Mateus 7:1-5
1 Não julgueis, para que não sejais julgados.
2 Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós.
3 E por que vês o argueiro no olho do teu irmão, e não reparas na trave que está no teu olho?
4 Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu?
5 Hipócrita! tira primeiro a trave do teu olho; e então verás bem para tirar o argueiro do olho do teu irmão.
***********************************************
Os anciãos da igreja em “algum lugar ” estavam reunidos.
Depois duma oração do irmão Benjamim e uma leitura do irmão Zebulom passaram a conversar acerca de uma decisão que precisavam tomar - quem seria o pregador convidado para a conferencia anual a ser realizada em seis meses.
O primeiro nome a ser sugerido foi o de Pedro que na opinião do velho e calejado irmão Elimeleque seria uma ótima escolha devido a sua habilidade comprovada na pregação da Palavra.
Já o irmão Benjamim não concordou:
- Sei que prega bem, irmãos, mas devemos lembrar que não faz muito tempo que ele ficou meio frouxo naquela polemica que deu em Antioquia acerca de guardar a lei - Paulo teve de resisti-lo na cara.
O irmão Elimeleque respondeu;
- Pois bem, Pastor Benjamim, se Pedro não servir, que tal convidar Paulo?
Esta sugestão já provocou um comentário por parte do preocupado irmão Zacarias:
-Tudo bem, irmãos, mas o que vai acontecer se ele vier com aquele ministério acerca da posição da mulher na igreja?
Entendem, não é que não concordo, afinal é a palavra de um apostolo, mas vocês sabem que tem uma porção de gente que ficaria ofendido.
Mudando de assunto, Irmão Zebulom perguntou o que os irmãos achariam de convidarem o Apóstolo João.
Irmão Zacarias não gostou desta ideia também:
- Não dá, vocês sabem que se convidarmos o João, o Diotrefes vai virar uma onça e é capaz de nunca mais voltar aqui para pregar.
Alguns irmãos presentes acharam que até faria bem para a igreja se Diotrefes não voltasse, mas nada falaram!
Para acalmar os ânimos o irmão Zebulom falou de Aquila, um irmão sério e trabalhador.
Mas o velho irmão Elimeleque vetou:
- A mulher dele dá palpite demais!
Marcos foi proposto, mas rejeitado devido ao fato que fracassou no ministério enquanto viajava com Paulo e Barnabé.
Timóteo parecia uma boa possibilidade, até que alguém se lembrou do boato que era meio dado a beber vinho.
Além disso, alguns o consideraram muito jovem para esta tarefa.
Apolo pregava melhor do que quase qualquer outro, mas também foi rejeitado.
Comentaram que era recém-convertido e tinha muito a aprender.
O fato que vários anos se passaram desde a sua conversão escapou a atenção de todos.
Não desejaram convidar Silas, pois tinha passado um tempo na cadeia.
Trofimo também foi descartado - poderia ficar doente e cancelar na última hora.
- E Judas?
Ele sabe doutrinar o povo de Deus; não é como muitos destes palhaços que hoje se vê nas plataformas.
Porém, esta ideia de Elimeleque foi rejeitada por Zebulom:
- Chumbo grosso puro!
O que nós queremos na conferência é uma palavra de conforto e animo.
Dizem que as últimas vezes que Judas ministrou em Cesárea, muitas pessoas se levantaram e saíram.
Barnabé, apesar de ser filho da consolação, não agradou.
A discussão que teve com Paulo ainda era lembrada.
Assim a conversa prosseguiu, muitas vezes, dando voltas inúteis até lá pelas onze horas da noite, quando todos estavam cansados e desejosos de irem para casa.
Foi então que apareceu o nome de consenso - Matias.
Era ideal.
Seu nome constava na lista de obreiros, mas ninguém sabia nada a respeito de sua pessoa nem do seu ministério!
Qual a moral do texto?
Que lições podemos aprender?
Mateus 7:1-5
1 Não julgueis, para que não sejais julgados.
2 Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós.
3 E por que vês o argueiro no olho do teu irmão, e não reparas na trave que está no teu olho?
4 Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu?
5 Hipócrita! tira primeiro a trave do teu olho; e então verás bem para tirar o argueiro do olho do teu irmão.
***********************************************
Os anciãos da igreja em “algum lugar ” estavam reunidos.
Depois duma oração do irmão Benjamim e uma leitura do irmão Zebulom passaram a conversar acerca de uma decisão que precisavam tomar - quem seria o pregador convidado para a conferencia anual a ser realizada em seis meses.
O primeiro nome a ser sugerido foi o de Pedro que na opinião do velho e calejado irmão Elimeleque seria uma ótima escolha devido a sua habilidade comprovada na pregação da Palavra.
Já o irmão Benjamim não concordou:
- Sei que prega bem, irmãos, mas devemos lembrar que não faz muito tempo que ele ficou meio frouxo naquela polemica que deu em Antioquia acerca de guardar a lei - Paulo teve de resisti-lo na cara.
O irmão Elimeleque respondeu;
- Pois bem, Pastor Benjamim, se Pedro não servir, que tal convidar Paulo?
Esta sugestão já provocou um comentário por parte do preocupado irmão Zacarias:
-Tudo bem, irmãos, mas o que vai acontecer se ele vier com aquele ministério acerca da posição da mulher na igreja?
Entendem, não é que não concordo, afinal é a palavra de um apostolo, mas vocês sabem que tem uma porção de gente que ficaria ofendido.
Mudando de assunto, Irmão Zebulom perguntou o que os irmãos achariam de convidarem o Apóstolo João.
Irmão Zacarias não gostou desta ideia também:
- Não dá, vocês sabem que se convidarmos o João, o Diotrefes vai virar uma onça e é capaz de nunca mais voltar aqui para pregar.
Alguns irmãos presentes acharam que até faria bem para a igreja se Diotrefes não voltasse, mas nada falaram!
Para acalmar os ânimos o irmão Zebulom falou de Aquila, um irmão sério e trabalhador.
Mas o velho irmão Elimeleque vetou:
- A mulher dele dá palpite demais!
Marcos foi proposto, mas rejeitado devido ao fato que fracassou no ministério enquanto viajava com Paulo e Barnabé.
Timóteo parecia uma boa possibilidade, até que alguém se lembrou do boato que era meio dado a beber vinho.
Além disso, alguns o consideraram muito jovem para esta tarefa.
Apolo pregava melhor do que quase qualquer outro, mas também foi rejeitado.
Comentaram que era recém-convertido e tinha muito a aprender.
O fato que vários anos se passaram desde a sua conversão escapou a atenção de todos.
Não desejaram convidar Silas, pois tinha passado um tempo na cadeia.
Trofimo também foi descartado - poderia ficar doente e cancelar na última hora.
- E Judas?
Ele sabe doutrinar o povo de Deus; não é como muitos destes palhaços que hoje se vê nas plataformas.
Porém, esta ideia de Elimeleque foi rejeitada por Zebulom:
- Chumbo grosso puro!
O que nós queremos na conferência é uma palavra de conforto e animo.
Dizem que as últimas vezes que Judas ministrou em Cesárea, muitas pessoas se levantaram e saíram.
Barnabé, apesar de ser filho da consolação, não agradou.
A discussão que teve com Paulo ainda era lembrada.
Assim a conversa prosseguiu, muitas vezes, dando voltas inúteis até lá pelas onze horas da noite, quando todos estavam cansados e desejosos de irem para casa.
Foi então que apareceu o nome de consenso - Matias.
Era ideal.
Seu nome constava na lista de obreiros, mas ninguém sabia nada a respeito de sua pessoa nem do seu ministério!
Qual a moral do texto?
Que lições podemos aprender?
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Reunião de Pastores Presidentes das Assembleias de Deus no Paraná
AGO do Conselho de Pastores Presidentes (CPP) em Apucarana
Escrito por Agência de Notícias CIEADEP - DECOM
Dom, 24 de Abril de 2011 22:41
Nos dias 18 a 20 de abril foi realizada a reunião anual do Conselho de Pastores Presidentes da CIEADEP, AGO essa de caráter obrigatório aos pastores presidente, na AD em Apucarana, presidida pelo pastor Daniel Sales Acioli.
O dia (18/04) foi marcado pelo culto de abertura com ministração da palavra de Deus pelo Presidente da CIEADEP, pastor Ival Teodoro da Silva.
Já o dia (19/04) iniciou as plenárias, com assuntos de interesse comum, bem como prestação de relatórios das diversas entidades e departamentos da CIEADEP.
O Deputado Federal da CIEADEP pastor Hidekazu Takayama, prestou relatório das atividades realizadas em Brasília, em especial, os que vêm sendo desenvolvidos junto à comissão parlamentar evangélica.
Também foi um dia muito marcante, pois neste dia pastor Takayama estava comemorando mais um aniversário natalício – os pastores o homenagearam cantando parabéns ao nobre deputado.
A Deputada Estadual Cantora Mara Lima, também marcou presença no trabalho das irmãs, nos cultos à noite e apresentou ao plenário relatório de sua atuação, que vem sendo marcada por lutas em prol da família paranaense, e pediu as orações de todos.
Uma das AGO do CPP mais marcantes, pelo pacifismo e objetivo de propósitos. Quase todos os presidentes estiveram presentes.
A UEMADEPAR – União das Esposas de Ministros das AD’s no Paraná, sob a liderança da Prof.ª Aparecida Alves da Silva, se reuniram nas manhãs e a tarde, com muito louvor e estudos bíblicos e dia (20/04) o grande culto com as irmãs e participação especial do grande coral das irmãs da AD em Apucarana.
O CT – Conselho de Transferência, sob a Presidência do pastor Manoel Caetano da Costa, também se reuniu para apreciação de possíveis mudanças e emancipação de novos campos e mais 3 serão emancipados.
Foram muitos elogios ao pastor Daniel Sales Acioli, obreiros e equipe de cozinha liderada pela irmã Vanda Acioli, que todos os dias serviram um cardápio diferente e o que já tem sido marcante na AD em Apucarana, o doce de tomate.
A Mesa Diretora da CIEADEP, o CPP e todos os ministros, agradecem ao pastor Daniel Acioli, a irmã Vanda e todos na AD em Apucarana, pelo grande trabalho em prol da convenção – Deus os recompense!
domingo, 24 de abril de 2011
Desagravo ao Pastor Carlos Roberto e seu Blog Point Rhema!
"Pois quem é verdadeiro, não precisa ser anônimo”.
O valor de um homem está no seu caráter.
Falo, e mostro a cara!
Os sites são redutos da covardia de pessoas que “denunciam” e comentam a respeito de tudo, inclusive de outras pessoas e se escondem atrás de pseudônimo tipo “Osvaldinho”, “Zezinho”, etc.
Publicamente repudio este tipo de atitude e parabenizo ao companheiro e amigo em Cristo, pelo pronto atendimento que prestou a parte prejudicada.
Quem tem coragem de olhar olho no olho e tem luz própria não precisa do anonimato.
Somente as larvas pusilânimes mais primitivas e fracas podem valer-se do anonimato para atacar os outros, porque não tem caráter e coragem para assumir aquilo que são.O valor de um homem está no seu caráter.
Toda pessoa que se esconde no anonimato É ANTES DE TUDO, UM MAU CARÁTER !
Ninguém que possui bom caráter precisa se esconder de nada nem defende o anonimato! Morre-se até para defender um ideal!
Um anônimo prova que não é digno nem de morrer. É abaixo do que se pode considerar um homem.
A tática de atacar nas sombras é uma tática que foi adotada por arruaceiros em décadas anteriores para jogar pedras e paus quebrando vitrines das pessoas e depredando o patrimônio público em nome de falsos ideais, de pessoas cujo único compromisso na verdade, era e é com seu próprio EGO e o cult à própria personalidade, com falácias, seduzindo o povo para uma luta, mas na hora de lutar, se escondendo atrás, nas últimas fileiras, por medo das balas. É esse tipo de gente que por ter a personalidade de um covarde, faz alianças nas sombras, para conseguir galgar aquilo que pretende.
São bobos-da-corte, disfarçando-se de filósofos, para conduzir multidões inteiras ao precipício sob pretexto de progresso.São enfim, gente que definitivamente, não merecem a nossa confiança, traiçoeiras, víboras que podem nos atacar à primeira oportunidade disponível.
Todo aquele que se utiliza do anonimato para atacar alguém é necessariamente um frouxo, um covarde, assim como é cúmplice da covardia, e do Mau-Caratismo aqueles que a defendem.Falo, e mostro a cara!
As pessoas julgarão quem tem caráter.
Não sou anônimo. Não preciso me esconder.
Alguns é que precisam.Falo, mas ASSINO EMBAIXO,
Não devo, não temo, não sou anônimo!"Por um lado, com a liberdade total de expressão, tudo ficou mais fácil para aqueles que falam o que querem e o que pensam, porém muitos poucos têm coragem de exercer a liberdade de expressão e colocar seu nome como o autor do texto.
Vemos isso todo momento, em todos os lugares, principalmente em sites hospedados na Internet. Os sites são redutos da covardia de pessoas que “denunciam” e comentam a respeito de tudo, inclusive de outras pessoas e se escondem atrás de pseudônimo tipo “Osvaldinho”, “Zezinho”, etc.
Uma coisa é dar um nome a um personagem; outra é dar um nome à covardia de pessoas que se dizem justiceiras e valentes, e que se utilizam de nomes e endereços eletrônicos inexistentes para levar mensagens a outras pessoas que estão expostas ao público utilizando o direito da “Liberdade de expressão”, porém assinando seus textos, levando a verdade doa quem doer, sendo honesto e ético.
De fato a verdade magoa, mexe, arrasa, mas ela está ai e alguém dotado de coragem pode expô-la ao público, mas é preciso que essa coragem seja acompanhada com a assinatura de quem a tem, senão vira covardia.Reservo-me o direito de não publicar comentários que denigrem, ataquem, caluniem, vilipendiem, maltratem, contenham palavras de baixo calão, etc.... Etc...
Pelo o que fizeram com o mui digno e nobre Pastor Carlos Roberto em seu conceituado blog Point Rhema.Publicamente repudio este tipo de atitude e parabenizo ao companheiro e amigo em Cristo, pelo pronto atendimento que prestou a parte prejudicada.
Se o comentário corroborar com o assunto e trazer edificação tudo bem, mas o contrario disso, JAMAIS!
sábado, 23 de abril de 2011
Até breve Pastor João Carlos Padilha
Até breve pastor João Carlos!
Obreiros e assembeianos de todo o Brasil e do exterior foram a Presidente Prudente dar o último adeus ao pastor João Carlos Padilha de Siqueira, 44 anos, falecido neste dia 21 de abril, após uma luta contra o câncer.
O templo da AD da Rua Bela ficou muito pequena para as milhares de pessoas que estiveram na igreja, tanto no dia 21 como na sexta, 22.
No dia 21, quinta, foram realizados, desde a chegada do corpo, ás 9 e meia da manhã, três cultos, com a palavra de vários líderes.
Na sexta, ás 8 da manhã teve inicio o culto de despedida, todos eles dirigidos pelo patriarca pastor Carlos Padilha de Siqueira, 84.
O corpo saiu do templo por volta das 11 e meia, no carro do Corpo de Bombeiros, escoltado por seis policiais, e seguiu numa carreata seguida por centenas de carros e motos.
No local do sepultamento lágrimas e choros e a ao descer o caixão, irmã Márcia , esposa, muito comovida se despediu cantando um hino que comoveu a todos.
No local do sepultamento lágrimas e choros e a ao descer o caixão, irmã Márcia , esposa, muito comovida se despediu cantando um hino que comoveu a todos.
No culto a palavra de líderes que lembraram o trabalho e exemplo deixado pelo pastor João Carlos.
O pastor presidente da AD Curitiba, Wagner Tadeu Gabi disse que o “mundo está vazio de modelos para serem imitados, mas que o trabalho do pastor João Carlos, nós podemos , sim , imitar” afirmou o líder.
O missionário brasileiro, radicado na Colômbia, pastor José Satiro dos Santos fez um telefonema e o áudio foi colocado para toda a igreja , e ele também registrou sua tristeza pelo passamento do jovem pastor.
O pastor Padilha ao apresentar o deputado Paulo Freire, citou o versículo “em todo o tempo ama o amigo e na angústia nascerá um irmão”, e com a voz embargada e chorosa, declarou o apoio dado pelo pastor nestes momentos difíceis que eles enfrentaram.
Sempre que ia a região de Prudente, pastor Paulo Freire, realizava uma visita ao pastor João Carlos. Em suas palavras carregadas de emoção ele disse que ”o mundo ficava mais pobre, mas os céus ganhava”
Sempre que ia a região de Prudente, pastor Paulo Freire, realizava uma visita ao pastor João Carlos. Em suas palavras carregadas de emoção ele disse que ”o mundo ficava mais pobre, mas os céus ganhava”
Para o missionário Joel Freire a perda para a obra missionária foi irreparável, e afirmou que ele “amava a obra missionária e que o pastor João Carlos cumpriu a vontade de Deus para sua geração”.
O presidente do Conselho de Pastores da Cidade, o pastor presbiteriano Ismael Leandro, ressaltou que a cidade perdeu com sua morte.
O presidente da AD em Apucarana (PR) pastor Daniel Sales Acioli trouxe uma palavra de conforto a todos, "Hoje é sexta feira das lágrimas, mas o Domingo da Ressurreição virá".
O vice-presidente do Belenzinho, pastor José Wellington Jr também deixou sua mensagem comovido.
Para o presidente da Convenção Geral, pastor José Wellington Bezerra da Costa, ainda não dá para mensurar o tamanho da perda e ressaltou que “por onde ele passou deixou um rastro luminoso de um homem que amava o Senhor”.
Pastor João Carlos deixou a irmã Márcia, suas filhas Marcieli, Maressa e o filho João Carlos Jr e o genro Rodrigo Christen.
Ele presidia a Comissão de Contas da Convenção Geral e em seu lugar foi destacado o pastor presidente da convenção baiana Israel Alves.
Fica agora a expectativa para o anúncio da nova direção da igreja em Prudente.
Fonte: Diário da Fé
http://pastorjuarezlima.blogspot.com
Fica agora a expectativa para o anúncio da nova direção da igreja em Prudente.
Fonte: Diário da Fé
http://pastorjuarezlima.blogspot.com
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Nossos sentimentos mais profundos de pesar pelo falecimento deste companheiro, amigo e irmão em Cristo!
Que o Espirito Santo os console neste momento de lágrimas.
Deus os Abençoe!
Que o Espirito Santo os console neste momento de lágrimas.
Deus os Abençoe!
NOTA DE FALECIMENTO - Pr. João Carlos Padilha - 21.04.2011
![]() |
| Pr. João Carlos Padilha |
É com pesar, que informamos a promoção às mansões celestiais, do Pastor JOÃO CARLOS PADILHA, pastor presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus – Ministério do Belém Campo de Presidente Prudente – SP, campo eclesiástico responsável por cerca de 170 congregações, desde o ano de 2005, quando sucedeu seu pai Pr. Carlos Padilha, ainda hoje Presidente de honra do Ministério.
JOÃO CARLOS PADILHA tinha 45 anos, Bacharel em Direito e Teologia reconhecido pelo MEC, também segundo secretário da CONFRADESP – Convenção Fraternal e Interestadual das Assembléias de Deus no Estado de São Paulo (Belenzinho – SP) e Presidente do Conselho Fiscal da CGADB – Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil.
Antes de presidir o campo da AD em Presidente Prudente, João Carlos Padilha pastoreou Mirante do Paranapanema, onde construiu um grande templo e também o campo da AD no município de Piedade – SP.
Era casado com Márcia Padilha e deixa três filhos, a saber, Maressa, Marciele e João Carlos Padilha Filho.
O falecimento aconteceu por volta das 4,45h da madrugada de hoje. O corpo estará sendo velado no templo Sede Regional da Assembléia de Deus em Presidente Prudente, situado á Rua Bella, 161 - Vila Ocidental - Presidente Prudente/SP - CEP 19015-260 - (018) 3334-5620, e o sepultamento está programado para amanhã, 22.04.2011 – sexta-feira, às 10h.
Á família, igreja e ministério, tanto de Presidente Prudente como do Brasil, registramos nosso pesar e os votos de que o Espírito Santos possa consolar a todos.
"Bem aventurados aqueles que desde já dormem no Senhor"
Agradeço ao amigo, Pr. Jesiel Padilha, pelas informações prestadas à este blog, em nome da família.
Fonte: Point Rhema
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Retratação do Point Rhema
Ao meu amigo e companheiro Pr. Carlos Roberto, meu carinho, respeito pelo seu comportamento e responsabilidade na blogosfera cristã!
Leiam com atençào e copiem em seus blogs!
Retratação do Point Rhema para com o Pr. Aldino Coracino dos Santos - Foz do Iguaçu - Pr. por comentário falso postado em seu nome
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| Pr. Carlos Roberto Silva |
A internet é um espaço virtual aberto, onde corremos riscos causados por pessoas mal intencionadas, as quais se utilizam de perfis falsos e ou indisponíveis, e até mesmo indevidamente em nome de terceiros, como é o caso em tela, no afã de prejudicar alguém, causando dissabores e infortúnios. A blogosfera cristã tem se esmerado em informação através de artigos educativos, no sentido de eliminar a ação de tais elementos, pelo menos entre nós cristãos, porém, infelizmente ainda existem em nosso intramuro, pessoas disfarçadas com o título de cristãs, mas que na realidade não passam de impostores e falsificadores do evangelho, tentando denegrir a imagem de pessoas corretas e honestas.
Este blog acaba de ser vítima de um desses falsificadores, o qual postou aqui, comentário falso em nome do preclaro Pr. ALDINO CORACINI DOS SANTOS, Co-pastor da Assembleia de Deus em Foz do Iguaçú - Pr., pessoa sincera e correta, fazendo-se passar por ele. O referido pastor já postou aqui seu comentário de retratação e desagravo, já publicado e, agora o publico em destaque neste post exclusivo, assim como enviarei mensagem com este link, para os blogueiros que disponho de seus endereços, afim de multiplicar a informação ao maior número possível de leitores.
Já entrei em contato, via telefone, com o Pr. Aldino Coracini, apresentando minhas desculpas, retratação e solidariedade, entendendo que este blog também é vítima de tão inescrupulosa atitude. Faremos todos os esforços possíveis para, através dos instrumentos virtuais disponíveis, detectar o IP de quem pensa estar agindo sob o anonimato.
Pr Aldino Coracini dos Santos disse...
REPOSTA DO PR ALDINO COM RELAÇÃO AO COMENTÁRIO POSTADO NO http://www.blogger.com 19/04/2011: 12:31
É com grande indignação que venho manifestar-me com relação à mensagem postado no blog. Gostaria de registrar minha revolta com tal atitude, porque em nenhum momento fiz, escrevi ou manifestei qualquer comentário com relação ao assunto: “CGADB - Vídeo da Palavra do Pr. Samuel Câmara em Cuiabá, que ensejou manifesto do Pr. Daniel Acioli”. É lamentável que pessoas inescrupulosas, sem caráter, sem moral, sem vergonha e principalmente sem o temor de Deus, venham utilizar-se de forma tão covarde, do nome de outra pessoa, para manifestar-se um sentimento pessoal. Porque tal indivíduo que escreveu o comentário não se identificou? É muito fácil fazer comentário em nome de outra pessoa, expondo o outro ao ridículo sem qualquer avaliação dos danos que venha causar. Agora, pense comigo! Os danos que estou sofrendo, na condição de pastor de uma grande multidão com o meu nome envolvido numa situação constrangedora, onde centenas e centenas de pessoa estão ligando para mim, exigindo explicações de algo que não fiz. Assim, quero tranqüilizar meu presidente, Pr Isaias Cardoso; o Ministério de Foz do Iguaçu e os demais companheiros que me conhece, porque sou homem de Deus e que jamais teria tal atitude vexatória, pois não condiz com minha formação e caráter Cristão.
Exijo a imediata exclusão do comentário referenciado do dia 19/04/2011; que fique registrada minha indignação; que o blogger informe de imediato o nº do IP para providências cabíveis.
Justiça há de ser feita!
Pr Aldino Coracini dos Santos – RG 2.211.316 SSP PR
Co-pastor – Igreja Evangélica Assembléia de Deus
Meu telefone: 45 99710001 – 45 35232022E-mail: aldinocoracini@hotmail.com
É com grande indignação que venho manifestar-me com relação à mensagem postado no blog. Gostaria de registrar minha revolta com tal atitude, porque em nenhum momento fiz, escrevi ou manifestei qualquer comentário com relação ao assunto: “CGADB - Vídeo da Palavra do Pr. Samuel Câmara em Cuiabá, que ensejou manifesto do Pr. Daniel Acioli”. É lamentável que pessoas inescrupulosas, sem caráter, sem moral, sem vergonha e principalmente sem o temor de Deus, venham utilizar-se de forma tão covarde, do nome de outra pessoa, para manifestar-se um sentimento pessoal. Porque tal indivíduo que escreveu o comentário não se identificou? É muito fácil fazer comentário em nome de outra pessoa, expondo o outro ao ridículo sem qualquer avaliação dos danos que venha causar. Agora, pense comigo! Os danos que estou sofrendo, na condição de pastor de uma grande multidão com o meu nome envolvido numa situação constrangedora, onde centenas e centenas de pessoa estão ligando para mim, exigindo explicações de algo que não fiz. Assim, quero tranqüilizar meu presidente, Pr Isaias Cardoso; o Ministério de Foz do Iguaçu e os demais companheiros que me conhece, porque sou homem de Deus e que jamais teria tal atitude vexatória, pois não condiz com minha formação e caráter Cristão.
Exijo a imediata exclusão do comentário referenciado do dia 19/04/2011; que fique registrada minha indignação; que o blogger informe de imediato o nº do IP para providências cabíveis.
Justiça há de ser feita!
Pr Aldino Coracini dos Santos – RG 2.211.316 SSP PR
Co-pastor – Igreja Evangélica Assembléia de Deus
Meu telefone: 45 99710001 – 45 35232022E-mail: aldinocoracini@hotmail.com
sábado, 16 de abril de 2011
O anônimo e o anonimato!
Manter-se anônimo é uma forma de ser apenas mais um, como se fizesse parte da multidão, como se nunca fizesse muita diferença se posicionar, ou para nunca precisar opinar individualmente.
Para alguns é uma forma de nunca se exibir ou simplesmente não ser identificado, o que pode garantir certa vantagem pessoal, em nunca ser reconhecido, visto ou ser “alguém” para outros.
E ainda há a questão de nunca precisar responder pelo que pensa; pelo que faz; pelo que pronuncia; pois é uma espécie de salvo-conduto para manter-se à sombra do que acontece, privilegiado pelo segredo da própria identidade.
Ou ainda poder ser alguém que provoque os outros ou queira intimidar os outros ou até questione os outros, mas o fato de se manter no anonimato permite ser espectador do que acontece, interferindo ou não, para melhor ou pior, como uma espécie de jogo de marionetes onde a preservação é sempre unilateral...
Um questionamento muito importante, que denota ser mal interpretado é que as pessoas erroneamente confundem anonimato com discrição, justificando um pelo outro.
Apoio nunca é solicitado a quem não se importa.
Para alguns é uma forma de nunca se exibir ou simplesmente não ser identificado, o que pode garantir certa vantagem pessoal, em nunca ser reconhecido, visto ou ser “alguém” para outros.
E ainda há a questão de nunca precisar responder pelo que pensa; pelo que faz; pelo que pronuncia; pois é uma espécie de salvo-conduto para manter-se à sombra do que acontece, privilegiado pelo segredo da própria identidade.
Ou ainda poder ser alguém que provoque os outros ou queira intimidar os outros ou até questione os outros, mas o fato de se manter no anonimato permite ser espectador do que acontece, interferindo ou não, para melhor ou pior, como uma espécie de jogo de marionetes onde a preservação é sempre unilateral...
Sempre há caminhos que fazem o anonimato ser positivo ou nem tanto assim, onde os meios são escolhas que fazem diferença ou podem prejudicar, justamente pelo fim que se destinam.
Sempre uma escolha que requer valores pessoais claros e consistentes ou a total falta deles.Um questionamento muito importante, que denota ser mal interpretado é que as pessoas erroneamente confundem anonimato com discrição, justificando um pelo outro.
Ser discreto requer a habilidade em estar e fazer o quê quer que seja; com identidade e com personalidade; nunca anonimamente, e sim colocando a própria marca como uma pessoa que sabe refletir muito, que está presente e que é objetiva em suas questões, pois o mais importante nunca é ser o primeiro da fila, estar à frente no palco ou ser necessariamente o número um; é simplesmente estar e fazer parte, tendo claro quem é e como atua para todos, e nunca deixando de ser alguém para todos.
O anônimo não é e não atua para todos, mas para si próprio; pois não comunica e não troca, e quando interage, apenas o faz focalizado em si, pois precisa e muito, estar à sombra. Portas nunca se abrem para quem pensa que não precisa mostrar a sua história profissional ou para quem não se demonstra verdadeiramente a fim de construir uma.
Oportunidades nunca são disponibilizadas para quem não se faz reconhecer pelo merecimento, pelas capacidades, pelos resultados que alcança.
Responsabilidades nunca são delegadas a quem não faz questão em conhecer e fazer-se conhecer.Apoio nunca é solicitado a quem não se importa.
Portanto, o anonimato esconde uma vontade muito grande de você não ser você mesmo, e isto nunca lhe levará a lugar algum.
Saiba reconhecer em si mesmo alguém que é capaz e que preserva a sua individualidade, mas se importa com o que lhe cerca verdadeiramente e deixa a sua identidade a mostra.
Reconheça-se, pois os outros também lhe reconhecerão, se você permitir.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Aos Pastores Assembleianos no Brasil
MANIFESTO DE UM PASTOR DA CIEADEP!
Ao ser não bastar ser, é preciso resplandecer.
Ele, o silêncio, permite-nos escutar a PALAVRA Criadora e Vital, a Palavra de Deus.
Ouvir leva ao diálogo.
Para a civilização do barulho não há diálogo; surge à agressão, a violência, o combate, a traição.
Sem o silêncio não há oração e sem a oração o homem não vive do respiro que independe dele.
Orar não é bater boca, mas é buscar a Deus.
Portanto, para ver a luz, para ser iluminado, é necessário, também, o silêncio.
Hoje tudo se julga, julga-se a qualquer preço, como se “a nossa palavra” fosse à verdade.
A Palavra em si, o objeto em si, as pessoas em si necessitam da luz para ser, para se comunicar, para dialogar.
Silêncio e oração caminham juntos.
Calar passou a ser apenas um ato feio (de consentimento) quando, na realidade, o silêncio nos permite escutar primeiro para ver e entender o fato, de fato e como é em si.
Hoje, refletimos cada vez menos e agimos, consequentemente, ao léu.
Nossas ações são irrefletidas, pois primeiro não são contempladas.
Vivemos a civilização da imagem que, através das propagandas comerciais, vem exigindo de cada um de nós a capacidade de agradar e de ser reconhecido – nada está escondido ao olhar.
A roupa, o corpo, os cabelos, as cirurgias... Tem-se a ilusão de que basta olhar, ver, para se “apoderar” das coisas, do outro, de um feito, de um sentimento...
Mas é bom lembrar: não basta enxergar; ver é um ato inteligente enquanto enxergar é comum a todos os animais.
Acima de tudo, a visão é um ato de busca.
Buscamos o melhor, o vital, para sermos e ser integralmente.
“É tua face que busco Senhor” nos diz o salmista e, assim, buscamos nossa verdadeira face.
Quantas máscaras nos oferece a sociedade e quantas criamos.
Poluímos, ofuscamos a visão, a audição, os sentidos.
Em muitas culturas o peixe não é apenas um símbolo de fertilidade, mas, também, o símbolo do silêncio e da vigilância.
Seus olhos abertos parecem nunca se fechar e dormir.
Estar sempre vigilantes faz-nos observar bem a vida, para bem vivê-la, e o silêncio nos leva à discrição, a sermos o que somos, sem ilusão, sem nos perdermos num eterno blá, blá, blá da “Blá-bilônia”.
Deus é a suprema e eloquente Palavra Silenciosa que se revela na beleza do SER CRIADO, do “RES-PLANDE-SER”.
Fazer silêncio, ouvir, falar baixo, ser discreto nos gestos, nos decoros; reaprender a ver, a sentir, a comer; não querer exibir tudo ou saber tudo, são pequenas atitudes de sabedoria que nos levam ao Sagrado, num mundo que insiste em tudo comercializar, a profanar a vida e a morte.
A isso denominamos dessacralização, ou seja, assenhoramo-nos da vida quando ela não nos pertence.
Em nome da “conquista”, matamos a vida.
No apagar das luzes da AGO da nossa Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil um ilustre pastor do alto de sua fala, perdeu a grande chance de ficar calado ou ficar em silêncio.
Digo por que me senti ofendido, vilipendiado com a sua afirmação que a CIEADEP – Convenção das Assembleias de Deus no Paraná será a próxima a ser dividida, este pastor, repito jamais deveria ter dito essa palavra, pois os membros da Cieadep tem um histórico de hombridade, respeito, reverência com as coisas de Deus e no que tange ao santo ministério fomos ensinados por homens de vida ilibadas e comprometidas com a pregação do santo evangelho, vide a história da mesma junto a CGADB.
Podemos sim!
Podemos ter divergências no campo das ideias, gestão administrativa, ponto de vistas diverso sim pode ter!
Quem não as tem?
Contudo esta Convenção é respeitada pelo brilhantismo e respeito de honrar acordos feitos no passado pelas lideranças, cito como exemplo o acordo Paraná – Santa Catarina quanto à divisa eclesiástica!
Sou pastor presidente do ministério das Assembleias de Deus em Apucarana e em nome desta que me pronuncio com o devido respeito: Perdeste Pastor a oportunidade de ficar calado!
Mencionar o nome de nossa Convenção para defender seu pensamento é no mínimo de mau gosto e falta de decoro, quem o autorizou?
O que o senhor sabe sobre a Cieadep, da qual sou membro por mais de 30 anos e o fez no calor de uma discussão inócua de sua parte, eivadas de acusações levianas, que jamais deveria sair de seus lábios, já que tens ansiedade por ser presidente de nossa agremiação maior, por si só, demonstras o seu interesse ao querer tumultuar um ambiente que deveria ser de paz e harmonia!
Sejamos coerentes e promovamos a paz, o diálogo sadio, sem ameaças de processos via justiça e que vem somente denegrir a todos nós, precisamos acordar para a realidade e perceber que por traz destas ações pode estar operando o espirito do erro, nosso inimigo comum se chama diabo e satanás e não o meu irmão em Cristo!
Isto posto afirmo que há uma diretoria e mais de cem pastores presidentes no Estado do Paraná que tem princípios e sabem dialogar, resolver os seus próprios assuntos e estes pertencem a nós!
Estou contrariado por sua palavra que vem insuflar ânimos de pessoas desavisadas e podem afirmar que nós os pastores estamos dividindo a nossa querida Cieadep, saiba pastor, eu repreendo este espirito em nome de Jesus Cristo!
Este manifesto é o meu ponto de vista pessoal e abro o coração aos companheiros em Cristo, lembrando que divisão não está na agenda de nossos pastores paranaenses, é simples de entender!
Pastor Daniel Sales Acioli
Presidente do Ministério das Assembleias de Deus do campo de Apucarana – PR.
Ao ser não bastar ser, é preciso resplandecer.
Ele, o silêncio, permite-nos escutar a PALAVRA Criadora e Vital, a Palavra de Deus.
Ouvir leva ao diálogo.
Para a civilização do barulho não há diálogo; surge à agressão, a violência, o combate, a traição.
Sem o silêncio não há oração e sem a oração o homem não vive do respiro que independe dele.
Orar não é bater boca, mas é buscar a Deus.
Portanto, para ver a luz, para ser iluminado, é necessário, também, o silêncio.
Hoje tudo se julga, julga-se a qualquer preço, como se “a nossa palavra” fosse à verdade.
A Palavra em si, o objeto em si, as pessoas em si necessitam da luz para ser, para se comunicar, para dialogar.
Silêncio e oração caminham juntos.
Calar passou a ser apenas um ato feio (de consentimento) quando, na realidade, o silêncio nos permite escutar primeiro para ver e entender o fato, de fato e como é em si.
Hoje, refletimos cada vez menos e agimos, consequentemente, ao léu.
Nossas ações são irrefletidas, pois primeiro não são contempladas.
Vivemos a civilização da imagem que, através das propagandas comerciais, vem exigindo de cada um de nós a capacidade de agradar e de ser reconhecido – nada está escondido ao olhar.
A roupa, o corpo, os cabelos, as cirurgias... Tem-se a ilusão de que basta olhar, ver, para se “apoderar” das coisas, do outro, de um feito, de um sentimento...
Mas é bom lembrar: não basta enxergar; ver é um ato inteligente enquanto enxergar é comum a todos os animais.
Acima de tudo, a visão é um ato de busca.
Buscamos o melhor, o vital, para sermos e ser integralmente.
“É tua face que busco Senhor” nos diz o salmista e, assim, buscamos nossa verdadeira face.
Quantas máscaras nos oferece a sociedade e quantas criamos.
Poluímos, ofuscamos a visão, a audição, os sentidos.
Em muitas culturas o peixe não é apenas um símbolo de fertilidade, mas, também, o símbolo do silêncio e da vigilância.
Seus olhos abertos parecem nunca se fechar e dormir.
Estar sempre vigilantes faz-nos observar bem a vida, para bem vivê-la, e o silêncio nos leva à discrição, a sermos o que somos, sem ilusão, sem nos perdermos num eterno blá, blá, blá da “Blá-bilônia”.
Deus é a suprema e eloquente Palavra Silenciosa que se revela na beleza do SER CRIADO, do “RES-PLANDE-SER”.
Fazer silêncio, ouvir, falar baixo, ser discreto nos gestos, nos decoros; reaprender a ver, a sentir, a comer; não querer exibir tudo ou saber tudo, são pequenas atitudes de sabedoria que nos levam ao Sagrado, num mundo que insiste em tudo comercializar, a profanar a vida e a morte.
A isso denominamos dessacralização, ou seja, assenhoramo-nos da vida quando ela não nos pertence.
Em nome da “conquista”, matamos a vida.
No apagar das luzes da AGO da nossa Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil um ilustre pastor do alto de sua fala, perdeu a grande chance de ficar calado ou ficar em silêncio.
Digo por que me senti ofendido, vilipendiado com a sua afirmação que a CIEADEP – Convenção das Assembleias de Deus no Paraná será a próxima a ser dividida, este pastor, repito jamais deveria ter dito essa palavra, pois os membros da Cieadep tem um histórico de hombridade, respeito, reverência com as coisas de Deus e no que tange ao santo ministério fomos ensinados por homens de vida ilibadas e comprometidas com a pregação do santo evangelho, vide a história da mesma junto a CGADB.
Podemos sim!
Podemos ter divergências no campo das ideias, gestão administrativa, ponto de vistas diverso sim pode ter!
Quem não as tem?
Contudo esta Convenção é respeitada pelo brilhantismo e respeito de honrar acordos feitos no passado pelas lideranças, cito como exemplo o acordo Paraná – Santa Catarina quanto à divisa eclesiástica!
Sou pastor presidente do ministério das Assembleias de Deus em Apucarana e em nome desta que me pronuncio com o devido respeito: Perdeste Pastor a oportunidade de ficar calado!
Mencionar o nome de nossa Convenção para defender seu pensamento é no mínimo de mau gosto e falta de decoro, quem o autorizou?
O que o senhor sabe sobre a Cieadep, da qual sou membro por mais de 30 anos e o fez no calor de uma discussão inócua de sua parte, eivadas de acusações levianas, que jamais deveria sair de seus lábios, já que tens ansiedade por ser presidente de nossa agremiação maior, por si só, demonstras o seu interesse ao querer tumultuar um ambiente que deveria ser de paz e harmonia!
Sejamos coerentes e promovamos a paz, o diálogo sadio, sem ameaças de processos via justiça e que vem somente denegrir a todos nós, precisamos acordar para a realidade e perceber que por traz destas ações pode estar operando o espirito do erro, nosso inimigo comum se chama diabo e satanás e não o meu irmão em Cristo!
Isto posto afirmo que há uma diretoria e mais de cem pastores presidentes no Estado do Paraná que tem princípios e sabem dialogar, resolver os seus próprios assuntos e estes pertencem a nós!
Estou contrariado por sua palavra que vem insuflar ânimos de pessoas desavisadas e podem afirmar que nós os pastores estamos dividindo a nossa querida Cieadep, saiba pastor, eu repreendo este espirito em nome de Jesus Cristo!
Este manifesto é o meu ponto de vista pessoal e abro o coração aos companheiros em Cristo, lembrando que divisão não está na agenda de nossos pastores paranaenses, é simples de entender!
Pastor Daniel Sales Acioli
Presidente do Ministério das Assembleias de Deus do campo de Apucarana – PR.
terça-feira, 12 de abril de 2011
AD- Shekinah!
Visitando irmãos e amigos!
Tive o prazer de estar com Pastor Josias Aristch, família e amável igreja recentemente durante um final de semana, compartilhando das bênçãos de Deus com os nossos amados irmãos naquele rincão norte americano!
Pr. Josias acaba de obter uma grande vitória: Adquiriu o templo onde congrega!
Diga-se de passagem, muito lindo!
Detalhes, Decoração, funcionalidade, Beleza e o projeto é simplesmente animador; e a igreja está crescendo em números de membros e graça!
Notei que entre os irmãos uma disposição e alegria estampada nos rostos e a maneira simpática, cordial, amável como fomos recebidos entre eles!
Parabéns Pr. Aristch e todos os amados que estão vencendo os desafios propostos!
Obrigado pela hospitalidade e carinho a mim dispensado!
Espero retornar em breve, foram dias e cultos agraciados pelo Senhor Jesus Cristo!
Lembrando sempre: Prossigamos em servir ao Senhor!
Da esquerda para a direita Pastores: Josias Aristch, Jose Roberto, Daniel S. Acioli e Fernando Oliveira
Da esquerda para a direita Pastores: Josias Aristch, Jose Roberto, Daniel S. Acioli e Fernando Oliveira
Oremos pelo ministerio deste casal!
sexta-feira, 8 de abril de 2011
JUBILEU DE OURO NA AD-APUCARANA PR.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
AD- Curitiba em Festa!
Culto de Gratidão na AD em Curitiba
Igreja agradece a Deus pela eleição e posse do novo Pastor Presidente
Pastor José Wellington, líder da CGADB, foi o preletor
A IEADC, Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Curitiba, capital do Paraná está vivendo uma nova e importante fase em sua história, desde o falecimento do querido pastor José Pimentel de Carvalho, no mês de fevereiro, a igreja aguardava com ansiedade a eleição do novo líder, que desta vez seria escolhido pelo voto de todos os membros ativos da denominação na cidade.
A igreja orou, se organizou e por fim, escolheram o novo líder, o pastor Wagner Tadeu dos Santos Gaby, que foi eleito com maioria absoluta dos votos, no ultimo dia 27 de março. Pastor Gaby foi o vice-presidente do ministério por cerca de 3 anos e durante trinta dias foi o presidente em exercício.
No ultimo domingo, 03 de abril, com o templo-sede lotado, a igreja curitibana realizaou uma grande festa, o Culto em Ação de Graças pela eleição e posse do pastor Gaby, na ocasião o preletor foi o pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da AD em São Paulo, Ministério do Belém e da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, que esteve acompanhado de sua esposa, irmã Wanda Freire da Costa, líder da União das Esposas de Ministros das ADs. Pastor Wellington e irmã Wanda se confraternizaram com o pastor Gaby e sua esposa, irmã Maria pela grande vitória, reafirmando que "Deus é quem dá o pastor a sua igreja".
Ainda da AD no Belenzinho estiveram presentes o pastor Alcindo Ramos, 3º secretário e sua esposa, irmã Sonia Ramos. O pastor Roberto José dos Santos, presidente da AD e Convenção de Abreu e Lima, COMADALPE e 5º secretário da CGADB, pastor Antonio Gilberto, Consultor teológico da CPAD e sua esposa, irmã Iolanda.
Autoridades políticas também marcaram presença, o prefeito de Curitiba, Luciano Dicci e seus secretários de governo; deputada estadual e membro da igreja, Mara Lima; vereadora Noemia Rocha, também membro da igreja e outros.
O departamento musical da igreja apresentou uma bela cantata de páscoa e todo povo adorou ao Senhor por todas as suas bênçãos.
A igreja orou, se organizou e por fim, escolheram o novo líder, o pastor Wagner Tadeu dos Santos Gaby, que foi eleito com maioria absoluta dos votos, no ultimo dia 27 de março. Pastor Gaby foi o vice-presidente do ministério por cerca de 3 anos e durante trinta dias foi o presidente em exercício.
No ultimo domingo, 03 de abril, com o templo-sede lotado, a igreja curitibana realizaou uma grande festa, o Culto em Ação de Graças pela eleição e posse do pastor Gaby, na ocasião o preletor foi o pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da AD em São Paulo, Ministério do Belém e da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, que esteve acompanhado de sua esposa, irmã Wanda Freire da Costa, líder da União das Esposas de Ministros das ADs. Pastor Wellington e irmã Wanda se confraternizaram com o pastor Gaby e sua esposa, irmã Maria pela grande vitória, reafirmando que "Deus é quem dá o pastor a sua igreja".
Ainda da AD no Belenzinho estiveram presentes o pastor Alcindo Ramos, 3º secretário e sua esposa, irmã Sonia Ramos. O pastor Roberto José dos Santos, presidente da AD e Convenção de Abreu e Lima, COMADALPE e 5º secretário da CGADB, pastor Antonio Gilberto, Consultor teológico da CPAD e sua esposa, irmã Iolanda.
Autoridades políticas também marcaram presença, o prefeito de Curitiba, Luciano Dicci e seus secretários de governo; deputada estadual e membro da igreja, Mara Lima; vereadora Noemia Rocha, também membro da igreja e outros.
O departamento musical da igreja apresentou uma bela cantata de páscoa e todo povo adorou ao Senhor por todas as suas bênçãos.
Pr. José Wellington falando a igreja
Vereadora e prefeito homenageiam pastor Gaby e esposa
Pr. Wagner Tadeu dos Santos Gaby, presidente da IEADC
agradece carinho e apoio da igreja
agradece carinho e apoio da igreja
Família Gaby recebendo oração
PRESTAÇÃO DE CONTAS
Por Enoque Caló
Publicado em 05.04.2011
"Onde está seu irmão Abel?" Caim respondeu: "Não sei. Quem disse que sou a babá dele?".
Há um princípio muito importante para nossas vidas nesta história de assassinato gerada pela inveja do sacrifício do irmão.
Caim era o mais velho, portanto tinha uma responsabilidade sobre seu irmão mais novo.
A criação humana foi gerada por Deus para o relacionamento e prestação de contas.
Perceba que ao cair da tarde Deus visitava Adão e é permitido conceber que nesta visita, neste relacionamento havia uma prestação de contas do ocorrido durante o dia.
Por certo Deus perguntava a respeito da Criação, sobre os nomes que Adão havia dado a tudo e ao domínio que recebera nesta responsabilidade.
Quando estudamos este texto é interessante o quanto Caim queria se desvencilhar da sua responsabilidade como Protetor, como Mentor, como co-responsável por seu irmão Abel.
Esta mesma responsabilidade é percebida, quando o irmão mais velho de José tenta o proteger da ação invejosa dos outros irmãos ao desejarem enterrar os sonhos de José.
Aprendo que as visitas à Adão, ao cair da tarde e o questionamento de Deus à Caim sobre o paradeiro de Abel é a indicação de como devemos viver em prestação de contas.
Óbvio que esta prestação precisa ser simultânea e recíproca, pois existem líderes formatados pelo modelo grego de liderança que se acham somente na obrigação de receberem as informações, não estão predispostos a informar seus liderados, agem como tivessem uma vida livre, como se fossem acima dos outros e não precisassem prestar contas àqueles que estão sobre sua liderança.
No mundo onde somos ensinados desde cedo a ter nosso próximo como concorrente e quando digo isto não é apenas no campo profissional, mas percebemos isto na área profissional, acadêmica, ministerial e até mesmo familiar .
Muitos têm a mesma atitude de Caim onde assassinam seu próximo, eliminam aqueles que são considerados seus inimigos, matam suas histórias com atitudes egoístas e alguns ainda, são tão "corajosos e audaciosos" que são capazes de usar o nome de Deus para justificar sua ação.
Voltando ao questionamento de Deus sobre a prestação de contas de Caim sobre Abel, reforço que precisamos colocar em prática este princípio e não nos aborrecer quando formos questionados sobre o paradeiro de nossos irmãos, sobre a forma que administramos os recursos financeiros, principalmente quando estes pertencem a terceiros, e como exercermos nosso papel de liderança.
Baseado no princípio da semente, podemos afirmar que se semeamos falta de prestação de contas colheremos o fruto da desinformação e não poderemos reclamar.
Muito cuidado, toda predisposição para não prestar contas se resultará em uma vida de mendigo, uma vida de um andarilho, pois se você parar e analisar tais pessoas perceberá que elas querem ser donas do próprio nariz, não querem prestar contas a ninguém, viver de forma que não precisam de hora para levantar, hora para comer, hora para trabalhar, hora para estudar, hora para se relacionar.
Aprendo que quando em uma destas áreas estamos motivados a não prestar contas é um pequeno sinal que no futuro poderemos nos tornar mendigos em tal área.
Sendo assim quando lhe perguntarem sobre onde está Abel não se esquive e compreenda que ele está sobre sua tutoria.
Publicado em 05.04.2011
"Onde está seu irmão Abel?" Caim respondeu: "Não sei. Quem disse que sou a babá dele?".
Há um princípio muito importante para nossas vidas nesta história de assassinato gerada pela inveja do sacrifício do irmão.
Caim era o mais velho, portanto tinha uma responsabilidade sobre seu irmão mais novo.
A criação humana foi gerada por Deus para o relacionamento e prestação de contas.
Perceba que ao cair da tarde Deus visitava Adão e é permitido conceber que nesta visita, neste relacionamento havia uma prestação de contas do ocorrido durante o dia.
Por certo Deus perguntava a respeito da Criação, sobre os nomes que Adão havia dado a tudo e ao domínio que recebera nesta responsabilidade.
Quando estudamos este texto é interessante o quanto Caim queria se desvencilhar da sua responsabilidade como Protetor, como Mentor, como co-responsável por seu irmão Abel.
Esta mesma responsabilidade é percebida, quando o irmão mais velho de José tenta o proteger da ação invejosa dos outros irmãos ao desejarem enterrar os sonhos de José.
Aprendo que as visitas à Adão, ao cair da tarde e o questionamento de Deus à Caim sobre o paradeiro de Abel é a indicação de como devemos viver em prestação de contas.
Óbvio que esta prestação precisa ser simultânea e recíproca, pois existem líderes formatados pelo modelo grego de liderança que se acham somente na obrigação de receberem as informações, não estão predispostos a informar seus liderados, agem como tivessem uma vida livre, como se fossem acima dos outros e não precisassem prestar contas àqueles que estão sobre sua liderança.
No mundo onde somos ensinados desde cedo a ter nosso próximo como concorrente e quando digo isto não é apenas no campo profissional, mas percebemos isto na área profissional, acadêmica, ministerial e até mesmo familiar .
Muitos têm a mesma atitude de Caim onde assassinam seu próximo, eliminam aqueles que são considerados seus inimigos, matam suas histórias com atitudes egoístas e alguns ainda, são tão "corajosos e audaciosos" que são capazes de usar o nome de Deus para justificar sua ação.
Voltando ao questionamento de Deus sobre a prestação de contas de Caim sobre Abel, reforço que precisamos colocar em prática este princípio e não nos aborrecer quando formos questionados sobre o paradeiro de nossos irmãos, sobre a forma que administramos os recursos financeiros, principalmente quando estes pertencem a terceiros, e como exercermos nosso papel de liderança.
Baseado no princípio da semente, podemos afirmar que se semeamos falta de prestação de contas colheremos o fruto da desinformação e não poderemos reclamar.
Muito cuidado, toda predisposição para não prestar contas se resultará em uma vida de mendigo, uma vida de um andarilho, pois se você parar e analisar tais pessoas perceberá que elas querem ser donas do próprio nariz, não querem prestar contas a ninguém, viver de forma que não precisam de hora para levantar, hora para comer, hora para trabalhar, hora para estudar, hora para se relacionar.
Aprendo que quando em uma destas áreas estamos motivados a não prestar contas é um pequeno sinal que no futuro poderemos nos tornar mendigos em tal área.
Sendo assim quando lhe perguntarem sobre onde está Abel não se esquive e compreenda que ele está sobre sua tutoria.
Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site http://www.institutojetro.com/ e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com
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