sexta-feira, 18 de maio de 2012

Falar é Prata, Calar é Ouro!


O Poder da Língua






Quantas vezes você já falou algo e depois se arrependeu, mas já era tarde.

O apóstolo Tiago escreveu sobre os efeitos da palavra.

Uma frase na hora errada pode causar um estrago muito grande.

Depois que a palavra é emitida não tem como voltar atrás.


Uma pessoa que fala a um auditório pode ser aplaudida ou vaiada, de acordo com o que diz.

Quase tudo na nossa vida é resultado da comunicação.




Vamos ver algumas referências bíblicas sobre o poder da língua:

Cuidados com a língua: Prov. 10:19 - 11:12 - 12:18

Conter a língua: Prov. 17:28

Refreiar a língua: Tiago 1:26

Um pequeno órgão: Tiago 3:5-9

Guardar a língua: 1ª Pedro 3:10


São muitos versículos, mas podemos aprender com isso a necessidade de cuidar naquilo que falamos.

Você e eu já sofremos as consequências por falar a coisa errada, no lugar errado e na hora errada.

Também ja fomos elogiados por dizer a coisa certa, na hora e no lugar certos.

Tiago se preocupou com isso, de forma que dedicou uma parte dos seus escritos para nos alertar dos riscos do mau uso da língua.

Não podemos viver sem a língua, mas ela pode causar grandes problemas para a nossa vida.



Para conquistar uma pessoa usamos a língua, mas com ela podemos destruir uma amizade.

Para ganhar uma namorada dependemos a voz, mas podemos acabar com um casamento usando a fala.

Grandes estadistas perderam o trono por causa da língua, mas outros já sentaram na mesma cadeira com a palavra certa.

Uma declaração de um chefe de Estado pode provocar a queda das bolsas de valores, enquanto outra declaração pode fazer as bolsas subir.

Como estamos usando a nossa língua? Podemos abençoar ou amaldiçoar as pessoas com a nossa língua.

O futuro dos nossos filhos pode depender de como usamos a fala para declarar bençãos sobre a vida deles.

Também podemos derramar maldições neles com as nossas palavras.

Vamos pensar neste assunto tão sério.



quinta-feira, 19 de abril de 2012

O Verdadeiro e o genérico....Cuidado!!




Entre o público e o privado



O advogado Gilberto Garcia, especializado em direito civil e na legislação que rege as entidades religiosas, respondeu a algumas perguntas de CRISTIANISMO HOJE sobre o processo de abertura de igrejas:

CRISTIANISMO HOJE – O que é preciso para se abrir uma igreja no Brasil?

GILBERTO GARCIA – A organização religiosa é uma entidade associativa, uma pessoa jurídica de direito privado.
Para funcionar, ela precisa averbar seu Estatuto Associativo no Cartório do Registro Civil de Pessoas Jurídicas.

Em seguida, os responsáveis devem providenciar o registro na Receita Federal, obtendo assim o Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ).

É preciso, ainda, obter o certificado de vistoria do Corpo de Bombeiros para o templo, e em alguns casos, alvará, fornecido pela prefeitura local.

Existe algum tipo de controle ou exigência sobre quem será o titular da nova igreja?

Compete exclusivamente à igreja local, convenção, denominação ou grupo religioso estabelecer os critérios para que uma pessoa se torne um pastor – ou evangelista, presbítero, diácono, bispo, apóstolo...

Não há qualquer controle público sobre isso, em função da liberdade religiosa consagrada pela Constituição Federal.

Entretanto, se o dirigente vai assumir a presidência de uma organização religiosa – seja qual for sua confissão de fé – juntamente com a posição de líder religioso, ele precisa, de acordo com o Código Civil, ser civilmente capaz, e ainda, não ter qualquer pendência fiscal com a Receita.

Também precisa comprovar que não foi condenada em processo criminal, através de certidões oficiais.




As entidades denominacionais não podem exercer um controle efetivo sobre a abertura de novas igrejas, sobretudo aquelas que utilizarão indevidamente nomenclaturas já consagradas?

As denominações históricas não têm qualquer controle sobre a abertura de igrejas com seus nomes, pois nomenclaturas como Assembleia de Deus, Batista ou Presbiteriana são consideradas de domínio público, não havendo qualquer ilegalidade em sua utilização de modo genérico.

O que não se pode é utilizar o nome de uma igreja local que tenha sido registrada, por exemplo, como Assembleia de Deus em Goiás ou Igreja Batista em São Paulo.

No caso das igrejas locais, seus membros podem adotar medidas legais cabíveis para impedir, inclusive judicialmente, a utilização do nome especifico, sob as penas da lei.

Para todos os gostos

O que um visitante desavisado diria ao ser convidado para assistir a um culto na Igreja Bailarinas da Valsa Divina?

Ou que impacto pode ter sobre a vida de um crente carnal o ministério da Igreja Evangélica Pentecostal Jesus Vem, Se não Vigiar Você Fica Fora?
Igrejas com nomes curiosos ou bizarros são cada vez mais comuns no Brasil.

A jornalista Luciana Maz­zarelli, de São Paulo, está preparando um livro sobre o assunto.

Ela se diz surpresa com a criatividade dos pastores.

“Em alguns casos, eles conseguem unir no mesmo nome palavras antagônicas, como Igreja Evangélica Muçulmana Javé É Pai”, diverte-se.

No entanto, o objetivo de sua pesquisa – feita na maioria das vezes in loco, palmilhando ruas de periferias e bairros populares – não é ridicularizar ninguém, e sim, mostrar a diversidade de interpretações bíblicas e liturgias: “O fenômeno tem um lado positivo, pois assim o propósito de levar o Evangelho a todos os lugares está sendo cumprido”, explica Luciana.

“Hoje em dia ninguém deixa de ir à igreja por falta de opção.

Temos igrejas para cada tribo: surfistas, motociclistas, artistas... enfim, é igreja para todos os gostos”.

Conheça algumas dessas congregações cuja originalidade já começa pelo nome:
. Assembleia de Deus do Azeite Quente
. Igreja da Bênção Mundial Fogo de Poder
. Igreja Batista Templo de Milagres
. Igreja Chave do Éden
. Igreja do Amor Maior que Outra Força
. Cruzada Evangélica do Ministério de Jeová, Deus do Fogo
. Igreja Bailarinas da Valsa Divina
. Igreja das Sete Trombetas do Apocalipse
. Igreja de Deus da Profecia (no Brasil e América do Sul)
. Igreja Cenáculo de Oração Jesus Está Voltando

. Igreja Pentecostal Subimos com Jesus
. Igreja Evangélica Pentecostal Jesus Vem,
. Se Não Vigiar Você Fica Fora (IEPJVSNVVFF)
. Igreja Evangélica Arca de Noé
. Rancho dos Profetas
. Igreja Asas de Águia – Visão Além do Alcance
. Igreja Evangélica Pentecostal Quero Te Ver na Glória
. Igreja do Cavaleiro do Cavalo Branco do Apocalipse 6.2
. Igreja da Ressurreição dos Mortos

( Fonte:Por Sulamita Ricardo / Cristianismo Hoje )


Falsos pastores e sem chamada ministerial apresentam seus frutos usando literalmente nomes de Igrejas históricas e respeitaveis, como os mesmos dizem: Tem peso e serve par atrair as pessoas!

Lobos!

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Caminhos tortos ou mãos tortas!


O Verdadeiro e o genérico....Cuidado!

“Mão torta” - "Caminhos tortos"

– Ainda segundo Gilberto Garcia, o Judiciário não pode fazer muito para frear esse processo.

“No prisma legal, a denominação que uma igreja escolhe não traz qualquer embaraço, e o Cartório do Registro Civil das Pessoas Jurídicas não pode, a princípio, impedir o registro do Estatuto Associativo em função da nomenclatura”, explica.

A Justiça só pode intervir, e assim mesmo se for provocada, quando o nome ferir o bom senso, os bons costumes e a percepção da sua atuação como instituição espiritual. Ou seja, a questão está sujeita a uma avaliação para lá de subjetiva.

“As igrejas aparecem, se multiplicam e ficam cheias porque oferecem uma mensagem simbólica que atende às demandas das pessoas”, opina o pastor e teólogo Lourenço Stélio Rega, diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo.

Referência evangélica na área da ética cristã – é autor de Dando um jeito no jeitinho: Como ser ético sem deixar de ser brasileiro, lançado em 2000 pela Editora Mundo Cristão –, ele frisa que o crescimento de movimentos evangélicos não o incomoda.

“A Bíblia diz que a porta do Reino dos Céus é estreita.

A mensagem pura do Evangelho encontra-se na Palavra de Deus.”

Para Rega, a maneira certa de diminuir o apelo de igrejas de fachada é o Corpo de Cristo cumprir sua missão com mais seriedade e dar mais ênfase no testemunho pessoal do crente.

“Temos que pregar a mensagem pura e simples do Evangelho e ter, como Igreja do Senhor, influência positiva no ambiente em que estivermos implantados”, conclui o teólogo.

Na mesma linha vai o doutor em sociologia Ricardo Mariano.

Autor de Neopentecostais – Sociologia do neopentecostalismo, ele é um dos maiores especialistas brasileiros no fenômeno evangélico e acredita que as igrejas-clone são muito pequenas para prejudicar seriamente denominações de grande porte.

“Isso não vai atrapalhar um movimento religioso ascendente, que já envolve mais de 40 milhões de brasileiros”, acredita.

Pr. José Wellington aposta na semeadura do Evangelho: “Ainda que muitas vezes pregada por pessoas despreparadas, os brasileiros estão sendo apresentados à Palavra de Deus. O agente pode ter mão torta, mas se a semente cair, ela vai brotar. Na hora de passar a peneira, Deus passa.”


(Vai Continuar...)


terça-feira, 17 de abril de 2012

O Verdadeiro e o genérico....Cuidado!! (2)

Fragilização

Para José Carlos da Silva, presidente da Convenção Batista Nacional (CBN) e pastor da Primeira Igreja Batista de Brasília, o que está em jogo é a soberania das denominações.

“O uso indevido do nome ‘batista’ por igrejas desvinculadas das entidades que nos representam causa muitos problemas”, aponta.

Os crentes batistas brasileiros estão ligados a dois grandes grupos: a CBN, reunindo as igrejas de orientação pentecostal, que surgiu na década de 1960, e a centenária Convenção Batista Brasileira (CBB), de linha tradicional, cada uma delas com mais de um milhão de fiéis.

Há ainda entidades menores, como a Igreja Batista Regular e a Igreja Batista Independente. Em comum, explica Silva, todas essas organizações seguem estatutos denominacionais e administrativos, com representatividade através das assembleias gerais, que normatizam o processo de eleição dos líderes. “Ou seja, há prestação de contas.”

No entender do pastor, o processo de abertura indiscriminada de congregações reflete o processo de fragilização da Igreja Evangélica brasileira, “multifacetada e carente de orientação”.

Basta uma passeada pelas maiores cidades brasileiras, e até mesmo no interior, para constatar que o mercado da expansão evangélica está a todo vapor.

A cada dia, novas comunidades abrem suas portas – e os nomes, por vezes, são curiosos e até esdrúxulos, como Igreja Bailarinas da Valsa Divina ou Assembleia de Deus da Fonte Santa (ver abaixo).





Para José Carlos da Silva, tanta originalidade, digamos assim, é uma característica cultural do povo brasileiro.

“Normalmente, essas nomenclaturas são escolhidas a partir de experiências místicas, atribuídas a revelações ou sonhos.

Expressam tanto ignorância como mau gosto, mas o amor tudo suporta”, resigna-se o presidente da CBN.

Roberto Brasileiro, pastor-presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, também expressa preocupação com essa pulverização e pelo uso indevido do nome de sua denominação por grupos desconhecidos.

“Esse fenômeno causa prejuízos para o Evangelho em geral, e traz descrédito e críticas para as igrejas.

Mas nós não temos responsabilidade sobre isso”, comenta.

O problema é que nomes como os usados pelas grandes denominações já são de domínio público – ou seja, quem os utiliza não comete nenhuma irregularidade do ponto de vista legal.

É o que explica o advogado e mestre em direito Gilberto Garcia, especialista na legislação ligada ao funcionamento das instituições religiosas.

Ele lançou o livro O Novo Código Civil e as Igrejas em 2003, época em que a mudança na lei causou alvoroço entre os pastores.

Ele diz que um título como “metodista” pode ser utilizados por qualquer igreja, já que no Brasil é muito fácil abrir uma instituição religiosa.

“Nomes como Assembleia de Deus, Igreja Batista ou Igreja Presbiteriana são exemplos de ‘nomes genéricos’, chamados assim por não terem sido registrados em órgãos oficiais na época oportuna.”



Segundo Garcia, depois de devidamente regulamentadas, as igrejas têm direito de personalidade sobre o seu nome, uma novidade implantada pelo novo Código Civil.

“Tal direito antes só era reservado aos cidadãos”, acrescenta.

“Daí ser praticamente inviável a adoção de providência legal para impedir que alguém adote essas nomenclaturas”.

A proteção é assegurada, ressalva o advogado, apenas ao nome específico de uma igreja local, como Primeira Igreja Batista em São Paulo ou Igreja Presbiteriana Central de Brasília, por exemplo.

“Cada igreja legalizada tem propriedade sobre seu nome específico, que é protegido contra plágios.”

(VAI CONTINUAR)


O Verdadeiro e o genérico....cuidado!

O Verdadeiro e o Genérico!







Parece, mas não é Igrejas e congregações independentes adotam indevidamente nomes de grandes denominações com as quais não mantêm qualquer vínculo.




Um fenômeno decorrente do crescimento do segmento evangélico está chamando a atenção de algumas das mais tradicionais denominações do país.


É a clonagem de nomes de igrejas, utilização indevida de marcas tradicionais no meio protestante por instituições sem qualquer ligação com as grandes convenções, cujos nomes utilizam numa tentativa de atrair fiéis e de tirar uma casquinha na credibilidade alheia.


Em meio a um crescimento com ares desordenados – só em São Paulo, a cada ano são criadas cerca de 220 novas igrejas evangélicas, algumas das quais não passam de salinhas alugadas nas periferias –, parece cada vez mais difícil normatizar o setor.


E o pior é que, além de gente bem intencionada que quer apenas anunciar o Evangelho da salvação, aventureiros pegam carona na tradição de grandes organizações religiosas, prejudicando sua imagem perante o público.


No meio das mais de 300 mil igrejas evangélicas que funcionam no Brasil, muitas parecem uma coisa e são outra.


Denominações como a Batista, a Assembleia de Deus e a Presbiteriana são as maiores vítimas da clonagem eclesiástica.


Organizadas em convenções nacionais, essas três gigantes, que juntas reúnem milhões de fiéis, estão capilarizadas por todo o território nacional, com uma trajetória cuja origem remonta à segunda metade do século 19 e início dos anos 1900.


Mas a placa na entrada não é garantia de legitimidade.


Muitas comunidades autônomas, sem qualquer ligação administrativa ou doutrinária com as denominações cujos nomes utilizam, funcionam livremente.


Na zona norte do Rio de Janeiro, por exemplo, é possível encontrar a Assembleia de Deus Ministério Renovo e a Igreja Batista Templo de Milagres, que apesar dos nomes não são subordinadas às entidades cujas nomenclaturas adotam.


A clonagem eclesiástica preocupa líderes evangélicos.


“Nós estamos acompanhando isso com muita perplexidade, porque essas igrejas estão nos causando grande prejuízo”, diz o pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil (CGADB).


Reeleito no mês de abril(2009) para mais um mandato à frente da maior denominação evangélica nacional, Wellington diz que a Assembleia de Deus é uma das mais afetadas pelo problema, pois acaba tendo seu nome respingado por qualquer atitude errada de religiosos free-lancers.


“Muitas vezes, os pastores dessas igrejas não têm boa formação eclesiástica, espiritual, moral e até cultural para o exercício do ministério.


Por isso, causam desordem doutrinária em seus púlpitos”, observa.


Um dos principais prejuízos acontece na área financeira.


Segundo Wellington, eventuais desmandos ou calotes perpetrados por dirigentes de congregações clonadas sujam o nome da denominação.


“Quando precisamos fazer alguma transação ou giro bancário, temos de provar por A mais B que não somos esse tipo de gente”, reclama.


O presidente diz que está nos planos da denominação fortalecer seu Corpo Jurídico para acionar a Justiça em alguns casos.


“Claro que primeiro tentaremos a via diplomática, solicitando a troca do nome”, adianta.






(VAI CONTINUAR) .......

terça-feira, 3 de abril de 2012

Forçando a ordenação (4)


NEPOTISMO

Nepotismo (do latim nepos, neto ou descendente) é o termo utilizado para designar o favorecimento de parentes em detrimento de pessoas mais qualificadas, especialmente no que diz respeito à nomeação ou elevação de cargos.

Originalmente a palavra aplicava-se exclusivamente ao âmbito das relações do papa com seus parentes (particularmente com o cardeal-sobrinho - (em latim: cardinalis nepos; em italiano: cardinale nipote), mas atualmente é utilizado como sinônimo da concessão de privilégios ou cargos a parentes no funcionalismo público.)

Distingue-se do favoritismo simples, que não implica relações familiares com o favorecido.

Nepotismo ocorre quando, por exemplo, um funcionário é promovido por ter relações de parentesco com aquele que o promove, havendo pessoas mais qualificadas e mais merecedoras da promoção.

Alguns biólogos sustentam que o nepotismo pode ser instintivo, uma maneira de seleção familiar.

Parentes próximos possuem genes compartilhados e protegê-los seria uma forma de garantir que os genes do próprio indivíduo tenham uma oportunidade a mais de sobreviver.

Um grande nepotista foi Napoleão Bonaparte.

Em 1809, 3 de seus irmãos eram reis de países ocupados por seu exército.

Seria justificável o nepotismo no ministério pastoral?

O pai que tem certa autoridade ministerial, fazer do posto um trampolim para seu filho?

Ou o filho, ainda que tenha o chamado, fazer disso um atalho?

Mas quantos pastores existem hoje, que nunca tomaram conta de um rebanho, são sustentados pelo ministério como “pastor de ovelhas”, mas não desempenham nada em seu ministério pastoral.

Não sabem o que é ser incomodado pela madrugada para socorrer uma pessoa doente.

Andar quilômetros a pé para cuidar de uma família, que por motivo justo não pode participar dos trabalhos da igreja.

Não sabem o que é chorar com seu rebanho, não são respeitados pelo título que carregam.

Vivem na retaguarda de alguém que mantém seu ministério.

Não experimentaram as doces e amargas peregrinações de pastorear um povo.

Sabemos que não existe regra em relação ao nepotismo.

Certo que muitos filhos, irmãos, e outros com grau de parentesco de ministros de sucesso, também se tornaram homens honrados.

Os filhos de Eli (1Sm 2:22-23) tiveram tudo para serem grandes líderes espirituais de seu povo.

Mas talvez a falta de preparo, inexperiência, o atalho do nepotismo, fez com que esses jovens se tornassem o fracasso espiritual de um povo.

Creio que Deus levanta homens de geração em geração.

Não creio que Deus precise que o homem tome a decisão no seu tempo, não sabendo avaliar, e nem esperar o momento certo de Deus.

Como disse Pedro; “Mas, amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos, como um dia.

“O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para convosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se”. (2Pe 3:8-9).

Não devemos jamais esquecer, que o ministério de cada um de nós deve ser Teocrático, e nunca Monárquico.

Que o Senhor nos guarde dos atalhos e engodos da vida.

Em Cristo,

Luciano Vieira

Fonte: Escritura em foc

domingo, 1 de abril de 2012

Forçando a ordenação (3)




OPORTUNISMO

Quantos hoje desfrutam de uma posição profissional, política, ministerial e social, onde alguém teve que sofrer para ele estar nessa posição.

Davi guardava em seu coração, a promessa feita por Deus quando ele ainda era jovem (1Sm 16:1-13), no qual seria o rei em Israel.

Vejo Davi trabalhando para Saul como um “terapeuta”, e imaginando como seria uma vida de rei, como seria tomar conta de um povo, e se administrar o mesmo seria mais complicado que ovelhas.

Enfim.

Davi como um jovem cheio planos, certamente imaginava como seria ele na posição que se encontrava Saul.

Como bem sabemos.

A história entre Davi e Saul não é das mais felizes na bíblia sagrada.

Foram longos anos de sofrimento para Davi, vivendo no deserto, caverna, fingindo-se de louco, vivendo em território inimigo, e ter que carregar no coração a dor de ser perseguido, por apenas ter feito o certo.

Mas Davi sabia que as promessas de Deus têm o seu tempo determinado, e que não precisamos usar “atalhos” para alcançarmos.

Davi está na caverna escondido do enciumado Saul que o perseguia insistentemente.

Chegando ali, Saul entrou numa dessas cavernas para aliviar-se, sem saber que Davi se encontrava assentado no fundo com seus homens.

Estes logo perceberam a oportunidade que se oferecia e concluíram que o SENHOR havia entregado o rei Saul a Davi.

Davi foi furtivamente até onde Saul estava, mas apenas cortou a orla do manto de Saul (que ele provavelmente havia tirado e colocado à parte), e voltou para onde estavam os seus homens.

A consciência de Davi ficou perturbada, pois tocar as vestes de Saul equivalia a tocar a pessoa do rei, e Davi sabia ser errado erguer a mão contra o rei ungido pelo SENHOR.

Ele declarou isso aos seus homens, e com isso conteve aos seus homens, não permitindo que fizessem mal a Saul.

Embora Saul estive sendo rebelde a Deus, Davi ainda respeitava a posição que ele ocupava como o rei ungido por Deus.

Sabia que um dia iria tomar o seu lugar, mas também que não lhe competia eliminá-lo.

Deixando Saul se retirar da caverna e prosseguir no seu caminho, Davi também saiu e gritou para Saul: "ó rei, meu senhor".

É Deus quem dá poder e autoridade aos reis e governadores deste mundo (Rm 13:1-7).

Em atitude de completa submissão, Davi declarou ao rei como teve a sua vida em suas mãos dentro da caverna, mas que o havia poupado porque era o ungido de Deus.

Mostrou-lhe a orla que havia cortado da sua capa, como prova de que não o queria mal nem era rebelde.

Declarou que deixava a justiça nas mãos do SENHOR, mas que nunca levantaria a mão contra Saul.

Manifestou surpresa por ser perseguido por Saul, sendo que era absolutamente inofensivo ao rei.

Quantos já mataram os Sauls de suas vidas.

Quantos usaram pessoas rebeldes como Saul, mas também inofensivos para chegarem onde estão.

Davi tinha aproximadamente 600 homens o incitando a aproveitar a oportunidade para matar Saul, e tornar-se rei.

Uma calúnia, um motim, uma difamação; muitos meios para destruir a posição de alguém para substituí-la.

Quantos vices maquinando algo para ser o titular.

Quantos falsos obreiros agindo como traidores, buscando uma oportunidade para assumirem posições, que ainda não lhes competem.

Davi ainda por duas vezes teve a oportunidade de usurpar o trono, mas não o fez.

Pois não era sua hora (1Sm 26:8-11 / 2Sm 1).

sábado, 31 de março de 2012

Forçando a Ordenação (2)


Forçando a ordenação através da "barganha"!

Jesus já tinha dado duas respostas sábias a Satanás.

Mas o tentador acreditando que ainda poderia persuadir Jesus, ele faz uma proposta bem tentadora: “Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles. E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares” (MT 4:8-9).

Satanás acreditava que ele poderia fazer de Jesus o que na verdade já estava estabelecido (AP 15:11), acreditando que em troca de idolatria, poderia fazer de Jesus rei.

Esse engodo tem feito de muitos jovens ministros, vítimas e dependentes de obreiros fraudulentos, corruptos, gananciosos, avarentos, mesquinhos e autoritários.

Tanto que enfrentam hoje a vergonha e desprezo de alguns, por serem considerados derrotados em seus ministérios.

Tive a infelicidade de presenciar algo há nove anos.

Certo pastor que exercia uma função de destaque no ministério, que persuadiu alguns obreiros a apoiá-lo, com o intuito de derrubar um obreiro que possuía uma posição ministerial menor, porém financeiramente melhor.

Ele prometeu aos ministros que haviam sido persuadidos, algumas vantagens ministeriais.

Principalmente cargos dentro do ministério.

Infelizmente o plano deu certo.

O obreiro que era um dos principais na época, saiu do ministério indo para outra igreja, e o pastor cumpriu sua palavra, tornando seus cúmplices em pouco tempo, obreiros de destaque e de cargos privilegiados.

O que eu lamento hoje é ver esses obreiros distantes da posição que um dia alcançaram, através da conivência com o erro, optando pelo atalho da reciprocidade, estando hoje sem nenhuma função ministerial em sua igreja.

Não precisamos trocar um chamado, uma vocação, algo que Deus determinou para nossa vida, por um atalho ilusório e enganoso.

Os atalhos para chegarmos ao lugar que Deus planejou, sempre vão existir.
Convém a nós a escolha.

Chegar onde Deus quer quando ele quer, ou chegar onde Deus ainda não quer, mas nós queremos.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Forçando a Ordenação....



Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja.” (1Tm 3:1).

Que palavra de inspiração ministerial, escreveu Paulo a Timóteo!

Imagino como soou isso aos ouvidos daqueles que tinham convicção em seu chamado ministerial, ao receberem as palavras de Paulo (creio ser o grande pregador, e motivador dos jovens pregadores da época).

Afirmando que o desejo de ser ministro não era uma coisa qualquer, mais uma escolha de grande valor.

Certo dia conversava com um pastor sobre o desejo que ardia em meu coração, de anunciar o evangelho por onde passasse, sem me preocupar em que posição ministerial estaria, mas apenas anunciar a Jesus.

Fui advertido. Ele citou (1Tm 3:1), e falava que mesmo eu não desejando um ministério, isso era algo de muita importância e grandeza.

Infelizmente o que ocorre são os extremos.

Existem aqueles que têm uma chamada para desempenhar algo para Cristo, mas vivem no comodismo e não buscam fazer sua parte nos projetos de Deus.

Enquanto isso existe aqueles que querem chegar onde Deus projetou, mas não permitem que as coisas aconteçam no tempo de certo, e buscam ou escolhem alguns atalhos para isso acontecer.

Durante estes dez anos na caminhada ministerial, tive a infelicidade de aprender errando, e com os erros de alguns.

Principalmente no que diz respeito às oportunidades.

Muitos obreiros que pude acompanhar seus ministérios, hoje se encontram desviados, outros se tornaram políticos, alguns depois de um tempo integrado ao ministério, voltaram as suas antigas profissões.

Qual seria o motivo de muitos não terem sucesso em seu ministério?

Vou abordar um, dos muitos fatores, que pude presenciar na vida de alguns, e fez com que muitos se tornassem fracassados, em um ministério que mal começou.


(CONTINUA _ AGUARDE)

quarta-feira, 28 de março de 2012

Do Púlpito a Palavra de Deus!

ÉTICA DO PÚLPITO

Duas palavras assaz importantes: ÉTICA e PÚLPITO.

O termo ÉTICA deriva do grego ethos (caráter, modo de ser de uma pessoa).
São princípios e valores morais que norteiam uma sociedade ou alguma disciplina específica.

Já o termo PÚLPITO vem de "pulpeto".

Do lat. "pulpitum". Também: Tribuna, estrado.

Local elevado de onde fala um orador, geralmente dentro de um templo religioso.

O que seria ÉTICA DO PÚLPITO?

Seria um conjunto de regras que norteariam a administração e o funcionamento da pregação numa igreja cristã.

Infelizmente, nos dias atuais, vivemos um empobrecimento da prédica; os sermões têm deixado muito a desejar.

Os pregadores não têm se portado à altura do ofício divino da pregação bíblica.

Logo, por força dessa falta de valores as congregações têm perdido sua identidade cristã, tornando-se auditório comum e secular.

Gostaria de destacar 8 valores que certamente deveriam estar presentes nos púlpitos cristãos, princípios que fariam com que a pregação fosse muito mais relevante, eficaz e qualificada.

Há muitas outras razões, mas o espaço não nos permite desenvolvê-las.
Fiquemos apenas com estes, abaixo citados:

1) Pregadores devem usar a Bíblia - não é o jornal do domingo, nem a revista semanal.

Não é o multimídia com vídeos interessantes nem o livro mais vendido da semana.

Púlpitos cristãos devem ter BÍBLIAS como base, como texto, como fonte, como fundamento. "Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho." (Sl 119:105)

2) Sermões devem ser cristocêntricos - O tema de uma pregação não deve ser "matar um leão por dia", "vencendo o monstro da depressão", mas sim a pessoa de Deus e Sua imensa graça.

Para ouvir mensagens de autoajuda nós buscamos palestras ou compramos livros; púlpitos de igrejas devem falar de Deus, de Cristo, do Espírito Santo, da graça, da alma, da vida eterna, e não de efemeridades meramente psicológicas.

"Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus. "(1Co 1:24)

3) Pregadores devem ter postura - Está em voga o abandono da gravata e tudo o que lembre formalismo.

Então vemos nos púlpitos pregadores que busca não se parecer com pregadores.

Uns vão com camisas de times de futebol, outros com roupas de piquenique, outros ainda nem sequer se preparam.

Quem sofre é o púlpito, que vira algo irrelevante e desprezível.

Assim como se espera um governo digno e elegante, ou um médico e bombeiro bem fardados, também se espera que o pregador poste-se digna e solenemente no exercício da pregação da Palavra de Deus.

Elegância, simplicidade, humildade: quesitos que valorizam o púlpito.

4) As mensagens devem ter linguagem sadia - Que tristeza ver um pregador que não sabe falar português!

Que incômodo ouvirmos mensagens cheias de gírias e palavras deselegantes!
Um bom sermão deve ser simples, de linguagem clara e compreensível, sem ser inadequada, inconveniente, deselegante.

O pregador deve ser correto no uso da linguagem.

"Linguagem sã e irrepreensível, para que o adversário se envergonhe, não tendo nenhum mal que dizer de nós." (Tt 2:8)

5) Pregadores não devem obrigar o auditório a interagir
- Que deselegância e inconveniência a atitude de pregadores que, por falta do que dizer, interrompem o sermão e determinam: "vire pro seu irmão ao lado e diga...".

Isso é mediocridade e falta de argumento.

Cristo nunca usou desse artifício barato.

A resposta ao sermão deve vir da alma que se propõe a praticar o que aprende, não de um auditório adolescente que entra num jogo de falar e escutar.

Quem prega a Bíblia com conteúdo não precisa dessa banalidade.

"Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina." (2Tm 4:2)

6) Púlpito não é lugar para política - Há sermões que descem do Céu para tomarem as bandeiras das lutas sociais.

Transformam o auditório bíblico em palanque de lutas partidárias ou ideológicas.

Quando não, em época de eleições, cedem seus púlpitos para que políticos deem seus recados.

Isso é adultério espiritual.

Para os políticos existem as tribunas.

Para os pregadores os púlpitos.

Política cuida do Reino do Mundo; Igreja cuida do Reino de Deus.

"E Jesus, respondendo, disse-lhes: Dai, pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. E maravilharam-se dele." (Mc 12:17)

7) O púlpito deve ser o terminal de um processo, não o início - Pregadores que não se preparam, que não oram, que não organizam suas ideias antes da pregação geralmente oferecerão muito pouco e suas mensagens não seguirão por dez minutos depois de seu término.

Sermões eficazes começam de joelhos.

Boas pregações são pensadas por longo tempo.

São fruto de pesquisa, de estudo, de erudição, de preparo, mas, principalmente, da graça do Senhor sobre a vida de quem prega sob Sua direção.

"Persiste em ler, exortar e ensinar, " (1Tm 4:13)

8) O púlpito não deve ser tribuna de auto-promoção - Há mensagens que não passam de bajulação disfarçada ou de egolatria exacerbada.

Prega-se o homem, não a Cristo.

Prega-se o servo, não o Senhor.

Prega-se a obra de Deus, não o Deus da obra.

Sermões desse tipo poderiam ter como hino o que diz: "Sim, há de ser GLÓRIA PRA MIM, GLÓRIA PRA MIM, GLÓRIA PRA MIM".

Um sermão bíblico aponta para outro caminho: o caminho da glória divina e da incapacidade humana; aponta para a honra a Cristo e a submissão do pecador.

Qualquer coisa diferente disso é jactância mundana, não pregação bíblica: "É necessário que Cristo cresça e que eu diminua." (Jo 3:30)

Espero sinceramente que os nossos púlpitos melhorem em qualidade.

Um bom púlpito pode transformar uma igreja.

Um sermão qualificado em um pregador capaz pode ser a fagulha que acende um reavivamento na Obra do Senhor.

Que sejamos pregadores fiéis em nome de Jesus.

Amém.

Wagner Antônio de Araújo

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Psicóloga Cristã Marisa Lobo e sua fé!





A psicóloga cristã Marisa Lobo publicou uma imagem dela em frente ao Conselho Regional de Psicologia do Paraná lendo uma Bíblia, enquanto aguardava para ser ouvida pelas fiscais do CRP, e afirmou estar lendo seu manual de ética enquanto aguardava.

Marisa Lobo recebeu ultimato do Conselho para que retire de seus perfis em mídias sociais toda e qualquer menção à sua crença pessoal de fé, caso contrário, terá seu registro profissional de psicóloga cassado.

As denúncias contra ela teriam sido feitas por ativistas homossexuais, e outros, favoráveis por exemplo, à legalização das drogas.

Ela afirmou que durante uma conversa questionou as fiscais se elas teriam exemplos de casos de dependentes químicos que foram curados apenas pela psicologia: “Quando mandei que me dessem um exemplo de cura da dependência química só pela ajuda psicológica, ficaram em silêncio, eu disse que conheço centenas de casos, falei das estatísticas das comunidades e serviços que trabalham a fé, e dos meus 15 anos de trabalho na área vendo os milagres da transformação, apenas por dar essa oportunidade às mães e usuários de saberem que existe um Deus que pode tirá-los desse lixo que a psicologia não tem conseguido.

Claro que a situação ficou mais crítica”, afirmou em relato reproduzido no site do ativista Julio Severo.

O pastor e deputado federal Marco Feliciano prometeu ajudar a psicóloga, e afirmou que amanhã estará reunido com Marisa Lobo e outros parlamentares evangélicos, como o senador Magno Malta, o deputado João Campos, que é presidente da Frente Parlamentar Evangélica, e Roberto de Lucena, para traçar estratégias de defesa.

Segundo relato no blog Nação Pró-Família, o deputado pediu à psicóloga Marisa Lobo provas do processo de cassação que está sendo movido contra ela e afirmou que após a conversa pode “compreender a dimensão e gravidade da situação” que, em sua opinião, “trata-se de perseguição religiosa”.

Indignado, Feliciano prometeu reunir evangélicos e católicos na luta contra a iniciativa tomada pelo CRP: “Convoco toda a sociedade, líderes religiosos, parlamentares, para que se manifestem, pois se trata de uma afronta não apenas à profissional em questão, mas a todos os profissionais que se confessam cristãos, bem como ao Cristianismo em geral (católico, evangélico).

O preconceito foi demonstrado por uma fé que tem sido ferramenta social na prevenção, enfrentamento e controle de inúmeros problemas, inclusive de saúde e de violência em toda nação”.

Confira abaixo o relato da psicóloga Marisa Lobo:

“Sobre a mesa colocaram Xerox de recados de twitter, o que me deixou indignada, como poderia estar sendo chamada para discutir ética, por denúncias de ateus, militantes gays, canabistas sem base legal alguma e que claramente me perseguem pelas minhas posições de direito de professar minha fé. Me senti perseguida, ouvi coisas absurdas, uma pressão psicológica que se eu não tivesse sanidade mental, teria me acovardado e desistido de minha fé.”

“Tentaram o tempo todo me vincular a homofobia, deixei claro que processaria todos eles, pois não sou homofóbica, nunca agredi ninguém apenas tinho minhas opiniões, que foram claramente negadas a mim pelas fiscais, me senti tolhida em meu direito de liberdade de expressão.”

Frase que foram ditas pelas fiscais que me indignaram

“Você não tem o direito, não pode se dizer Cristã e psicóloga ao mesmo tempo é ferir o código de ética.”

“Você não pode dizer que Jesus cura, sendo psicóloga,”

“Você não pode se dizer psicóloga e cristã, guarde sua fé pra você, não tem direito de externar para mídia.”

“Você não pode dar declarações que induza pessoas a acreditar que seu Deus cura, como faz em seus sites e blogs.”

“você não tem direito de dizer em público que ama gay, mas quer ter um filho hetero.”

“Me questionaram que eu disse, em uma palestra que não acredito em cura da dependência química sem Deus.”

“Quando mandei que me dessem um exemplo de cura da dependência química só pela ajuda psicológica, ficaram em silêncio, eu disse que conheço centenas de casos, falei das estatísticas das comunidades e serviços que trabalham a fé, e dos meus 15 anos de trabalho na área vendo os milagres da transformação, apenas por dar essa oportunidade as mães e usuários de saberem que existe um Deus que pode tirá-los desse lixo que a psicologia não tem conseguido. Claro que a situação ficou mais crítica.”

“Entendi que, a pessoa pode morrer, na sua frente, mas você como psicólogo não pode em nenhum momento, falar de Deus para pessoa.”

“Contei o exemplo de uma mulher que entrou em meu consultório e me disse:”

“Dê-me uma razão para viver, ou vou sair daqui e vou desistir da minha vida!!!”

“Eu dei, Deus, ela está viva e bem até hoje.”

“E perguntei o que deveria ter feito, já que ela tratava com psicólogos psiquiatras, tinha luto patológico, era depressiva suicida e não tinha vontade de viver, deveria deixá-la morrer então? A dar a ela a chance de acreditar que existe Deus, eternidade. Não souberam responder, enrolaram, e mudaram de assunto.”

“Quando questionei que estavam me pedindo para negar Deus se quiser continuar exercendo minha profissão, elas se olhavam, e diziam: Não é isso, você pode ter sua fé mas não pode externar, guarde pra você, pois está induzindo pessoas a acreditarem em você pela sua influência.”

“Deixei claro que não uso a religião para tratar meus pacientes, não tenho nenhuma reclamação em 15 anos no conselho, eles sabem disso. Então não estava entendendo, porque tanto código de ética. Se com meus pacientes nunca cometi um erro.”

“Sou uma cidadã livre, a constituição me dá esse direito de professar minha fé, fora do meu consultório, elas sempre debatiam dizendo” “como psicóloga não.”

“Quando disse que então seria cassada, pois não negaria minha Fé, uma delas que disse:”

“Você não precisa ser cassada pode abandonar a psicologia”

“Disse que não abandonaria minha profissão, que não estou sozinha, que paguei caro pela minha formação, gastei anos da minha vida, e que não vou abandonar minha profissão, e que pago caro o conselho também elas me responderam:” “então deixe de falar de seu Deus de sua fé.”

“Eu enfrentei e disse vamos para o enfrentamento e cassação.”

“Conforme texto abaixo tenho 15 dias tirar das redes sociais tudo que me ligue a religião, VEJA A MINHA RESPOSTA ABAIXO.

NÃO NEGO MINHA FÉ. TENHO ORGULHO DE SER CRISTÃ.É MINHA IDENTIDADE” TENHO QUE SER RESPEITADA POR ISSO.LIBERDADE DE EXPRESSÃO.





Pr Marco Feliciano e opinião sobre Psicóloga Cristã Marisa Lobo



Fonte: Gospel + | Divulgação: Midia Gospel

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

ZIRIGUIDUM CELE$TIAL

Reverbero aqui este pensamento de um grande amigo meu, cearense de nascimento!

Expõe com clareza e contundência nada mais do que esta inversão de valores!



"Ziriguidum cele$tial...

Quarta-feira de cinzas, e o ano 2012 deve iniciar neste país - finalmente!

18 - 21 Fev. (5 dias) de fulia (sic), de esculhambação, de traição, de bebedices, de orgias, de crimes, de tudo o que você puder imaginar.

Tudo visto como a coisa mais natural do mundo...

Tudo filmado e transmitido ao vivo e em cores para uma audiência ávida por bumbuns verde-e-amarelo.

Oh yes, we love you, Brazil!

Aqui já escrevi artículo sobre o carnaval. Leia-o quem quiser; ignore-o a verdade , se puder!

Março-12, farei 50 anos, e não deveria mais me surpreender com nada!

Mas, é que existem certos coleguinhas pastores (?) que insistem em fazer exatamente o que Jesus Cristo não aprovaria - jamais:

1. Não apenas aprovam o carnaval;
2. Têm eles a cara-de-pau, de levar suas Igrejas à avenida para um "desfile"!;
3. Argumentam (falsamente) que estão "evangelizando";
4. Vociferam que são a "Igreja fora do templo";
5. Chamam os que desaprovam tal sem-vergonhice, de conservadores".

À luz da Bíblia, eis o que todos eles são:

1. Lobos em pele de cordeiro (João 10);
2. Ignorantes da verdadeira vontade de Deus (João 8);
3. Rebeldes, com discursos fúteis e pseudo-evangélicos (Efésios 5);
4. Gente sem-juízo (Efésios 5);
5. Incompetentes para realizar boas obras (Tito 1).

Casta de falsíssimos pastore$, bispo$ & bispa$, apóstolos-de-araque, que continuam encastelados em suas freguesias-burgos, manipulando consciências incapazes de uma análise crítica-bíblica de maior profundidade.


Casta de falsíssimos pastore$, bispo$ & bispa$, apóstolos-de-araque, que, falseando o Evangelho, se enriquecem às custas da miséria do povo de Deus, e ainda disseminam heresias destruidoras, como esta excrescência da teologia da prosperidade.

Casta de falsíssimos pastore$, bispo$ & bispa$, apóstolos-de-araque, que, antes combatidos por quem se dizia conhecedor-detentor do puro Evangelho, agora recebem os antigos adversários, transfigurados em aliados na causa de Cristo (puro intere$$e).

Ouço uma pergunta: pastor, se é assim, por que tanta gente segue essa gente?

Minha resposta caberia em um Tratado...

Direto: NÃO CONHECEM A JESUS! NUNCA O CONHECERAM! NUNCA LERAM A BÍBLIA!

ZIRIGUIDUM, irmãozinho...

Balance o esqueleto.....






Paulo César Sampaio - pastor

Skype: pcesarsampaio
Oovoo: pcesarsampaio
MSN: p-cesarsampaio@hotmail.com

www.bethfage.com agora, é a vez!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Só não vê quem não quer!




Os mais belos hinos e poesias foram escritos em tribulação!

Letras que adoram, letras que vendem!

Eis a questão.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Cristão Chuchu?

Cristão Chuchu?




O chuchu (escreve-se com “ch” duplo mesmo, para ficar mais esquisito – mas se fosse com dois “x” também ficaria esquisito) é uma planta cucurbitácea (que nome, né?).

Até aí, nada demais.

Fiquei sabendo disso porque procurei no dicionário.

Pensam que eu sei dessas coisas?

Tenho algo mais importante para fazer do que saber como se chama o chuchu.

O chuchu tem muita utilidade.

Por exemplo: o ex-ministro Simonsen, uma vez o culpou pela inflação brasileira (coitadinho do chuchu!).

Mas é mais útil para a dona de casa do que para os ministros.

Ele faz com que os pratos rendam, porque assimila o gosto daquilo com que foi misturado.

Assim, aumenta a quantidade da comida.

Um exemplo é quando se mistura o chuchu com o camarão.

Providência desnecessária cá no Amapá, onde o camarão é mais barato que no resto do Brasil, e o chuchu é mais caro que no resto do Brasil.

Mas cá pra nós: comer chuchu é falta de mordomia.

É mastigar água.

Aliás, alguém disse que o chuchu tem as vitaminas A, B e C: água, bagaço e casca.

Prefiro uma pupunhazinha quente…

Quem é do resto do Brasil e não conhece a pupunha não sabe o que está perdendo.

Há cristão como o chuchu.

Sem sabor próprio.

Toma o gosto do lugar onde está.

Se estiver na igreja, então é ardoroso.

Assimila o jeito dos irmãos.

Lá fora no mundo é incrédulo.

Assimila o sabor do ambiente.

Na igreja, canta e ora.

Balança o corpo, faz cara de dor quando canta, mostra espiritualidade.

Na escola, no trabalho e no lar, formatado pelo ambiente, seu comportamento muda.

O cristão chuchu é um problema sério para o reino de Deus.

Sua ausência de autoridade espiritual desacredita o evangelho.

Ninguém o leva a sério.

Nem ele mesmo.

Acaba sendo uma pessoa frustrada.

Sabe que não é autêntico.

Usa um disfarce.

Por não ter personalidade, vive espiritualmente derrotado.

O cristão chuchu precisa se quebrantar aos pés de Cristo.

Precisa levar-lhe sua fraqueza espiritual e instabilidade emocional.

Deve confessar-lhe seus pecados, pedir perdão e clamar por vigor espiritual.

Só assim perderá sua sensaboria espiritual e receberá o sal que o seguidor de Jesus deve ter.

O Salvador quem disse que somos o sal da terra, e não o chuchu da terra.

Devemos ser marcantes e não insossos.

Você é um cristão chuchu?

O Senhor tem interesse em você.

Pode firmá-lo na fé.

Chegue-se a Deus com confiança.

Lembre-se de Isaías 26.3: “Tu, Senhor, conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti, porque ele confia em ti”.

Ele pode ajudá-lo a se firmar na fé e manifestar uma presença marcante aonde andar.

Com um amplexo de quem não come chuchu nem com camarão.

Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

E O Orgulho deixa?




Errei, e agora?

Gálatas 1:17b-24

Há uma máxima que diz: “Errar é humano”, o que não deixa de ser uma grande verdade.

A Bíblia diz que todos nós erramos, cometemos pecados.

O salmista dez que a nossa natureza é pecaminosa.

Salmos 51:5 “Eis que em iniqüidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe”.

Paulo diz que todos pecamos.

Romanos 3:23 “Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus”.

Romanos 5:12 “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram”.

João afirma que não podemos negarmos a nossa natureza pecaminosa.

1 João 1:8 “Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós.”

O que é estarrecedor, é que muitos de nós, não temos tido coragem para repara os erros.

Mateus 27:3-5 “Então, Judas, o que o traiu, vendo que Jesus fora condenado, tocado de remorso, devolveu as trinta moedas de prata aos principais sacerdotes e aos anciãos, dizendo: Pequei, traindo sangue inocente.

Eles, porém, responderam: Que nos importa? Isso é contigo. Então, Judas, atirando para o santuário as moedas de prata, retirou-se e foi enforcar-se”
A Bíblia nos diz que o Apostolo Paulo, após sua conversão, foi para o deserto da Arábia.

Não sabemos ao certo o que Paulo foi fazer na Arábia!

a) Alguns dizem que foi a Arábia para testemunhar da sua fé.

b) Outros dizem que Paulo foi para a Arábia, falar com Deus antes de falar aos homens.

O importante não é o que Paulo foi fazer na Arábia,

O mais importante é o que Paulo fez depois que deixou a Arábia.

I- Após deixar a Arábia, Paulo foi para Damasco.

Vs. 17c “mas parti para as regiões da Arábia e voltei, outra vez, para Damasco”.

Onde havia levado a prisão mulheres e crianças.

Atos 9:1,2 ”E Saulo, respirando ainda ameaças e mortes contra os discípulos do Senhor, dirigiu-se ao sumo sacerdote e pediu-lhe cartas para Damasco, para as sinagogas, a fim de que, se encontrasse alguns daquela seita, quer homens, quer mulheres, os conduzisse presos a Jerusalém”.

Paulo teria que passar por Damasco, para reparar seus erros ali cometidos, e dar testemunho de sua fé.

Paulo não teve vergonha, voltou a Damasco para pedir perdão às suas vitimas.

II- De Damasco Paulo foi para Jerusalém.
Vs. 18 “Depois, passados três anos, fui a Jerusalém para ver a Pedro e fiquei com ele quinze dias”.

Ali Paulo encontrou alguns amigos, aos quais deveria falar de sua nova vida.

Vs. 23-24 “mas somente tinham ouvido dizer: Aquele que já nos perseguiu anuncia, agora, a fé que, antes, destruía.
E glorificavam a Deus a respeito de mim”.

Creio que em Jerusalém, Paulo foi a casa de Estevão, e vendo sua esposa, agora viúva, e seus filhos, pediu-lhes perdão, pelo que fizera a Estevão.

Atos 7:54-58 “E, ouvindo eles isto, enfureciam-se em seu coração e rangiam os dentes contra ele. Mas ele, estando cheio do Espírito Santo e fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus e Jesus, que estava à direita de Deus, e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, que está em pé à mão direita de Deus. Mas eles gritaram com grande voz, taparam os ouvidos e arremeteram unânimes contra ele. E, expulsando-o da cidade, o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas vestes aos pés de um jovem chamado Saulo”.

III- De Jerusalém, Paulo foi a Síria e a Cilícia, onde ficava sua cidade natal, Tarsis.

Vs. 21 “Depois, fui para as partes da Síria e da Cilícia”.

Ali estavam seus amigos de infância, todos judeus, ele cristão.

Paulo voltou a Tarsis, sua cidade natal, porque precisava acertar as contas com o passado.

Precisamos reconhecer, que existem contas com o passado que ainda não foram acertadas.

1 João 1:8 “Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós.”

Precisamos pedir a Deus, que nos conceda o mesmo entendimento concedido a Paulo, a coragem para repararmos os nossos erros.

1João 1:9 “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

ACONTECE QUE O POVÃO GOSTA E "PASTORES" TAMBEM!





Grandes 'pregadores', pequenos resultados


Este artigo foi publicado pela primeira vez em 2009.

Mas resolvi republicá-lo com alguns acréscimos, haja vista alguns acontecimentos recentes.

Há duas décadas, fui convidado pela primeira vez para participar de uma agência nacional de pregadores.

Um companheiro de púlpito me ofereceu um cartão e disse: “Seria um prazer tê-lo em nossa agência”.

Então, lhe perguntei: “Como funciona essa agência?”

E a sua resposta me deixou estarrecido: “As igrejas ligam para nós, especificam que tipo de pregador desejam ter em seu evento, e nós cuidamos de tudo. Negociamos um bom cachê”.

É impressionante como o pregador, de uns tempos para cá, se transformou em um produto.

Há alguns anos, depois de eu ter pregado em uma igreja (não me pergunte onde), certo pastor me disse: “Gostei da sua pregação, mas o irmão conhece algum pregador de vigília?”

Achei curiosa essa pergunta, pois eu gosto de oração, já preguei várias vezes em vigílias, porém, segundo aquele irmão, eu não serviria para pregar em uma vigília!


Em nossos dias — para tristeza do Espírito Santo — pertencer a uma agência de pregadores tornou-se comum e corriqueiro.

E os convites para ingressar nessas agências chegam principalmente pela Internet.

Nos sites de relacionamento encontramos comunidades pelas quais os internautas mencionam quem é o seu pregador preferido e por quê.

Certa jovem, num tópico denominado “O melhor pregador”, declarou: “Não existe ninguém melhor que ninguém; cada um tem a sua maneira de pregar, e cada pessoa avalia segundo o seu gosto”.

Ela tem razão.

Ser pregador, hoje em dia, não basta.

Você tem de atender às preferências do povo.

Já ouvi irmãos conversando e dizendo: “Fulano é um ótimo pregador, mas não é pregador de congresso” ou “Fulano tem muito conhecimento, mas não gosta do reteté”.


Conheçamos alguns tipos de pregador e seus públicos-alvo:
Pregador humorista.

Diverte muito o seu público-alvo.

Tem habilidade para contar fatos anedóticos (ou piadas mesmo) e fazer imitações.

Ele é como famosos humoristas do gênero stand-up comedy.

De vez em quando cita versículos.

Mas os seus admiradores não estão interessados em ouvir citações bíblicas. Isso, para eles, é secundário.


Pregador “de vigília”. Também é conhecido como pregador do reteté. Aparenta ter muita espiritualidade, mas em geral não gosta da Bíblia, principalmente por causa de 1 Coríntios 14, especialmente os versículos 37 e 40: “Se alguém cuida ser espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor... faça-se tudo decentemente e com ordem”.

Quando ele vê alguém manejando bem a Palavra da verdade (2 Tm 2.15), considera-o frio e sem unção.

Ignora que o expoente que agrada a Deus precisa crescer na graça e no conhecimento (2 Pe 3.18; Jo 1.14; Mt 22.29).

Seu público parece embriagado e é capaz de fazer tudo o que ele mandar.

Pregador “de congresso”.

Entre aspas porque existe o pregador de congresso que faz jus ao título.

Mas o pregador “de congresso” (note: entre aspas) anda de mãos dadas com o pregador “de vigília”, mas é mais famoso.

Segundo os admiradores dessa modalidade, trata-se do pregador que tem presença de palco e muita “unção”.

Também conhecido como pregador malabarista ou animador de auditórios, fica o tempo todo mandando o seu público repetir isso e aquilo, apertar a mão do irmão ao lado, beliscá-lo...

Se for preciso, gira o paletó sobre a cabeça, joga-o no chão, esgoela-se, sopra o microfone, emite sons de metralhadora, faz gestos que lembram golpes de artes marciais...

Exposição bíblica que é bom... quase nada!


Pregador “de congresso” agressivo.

É aquele que tem as mesmas características do pregador acima, mas com uma “qualidade” a mais.

Quando percebe que há no púlpito alguém que não repete os seus bordões, passa a atacá-lo indiretamente.

Suas principais provocações são: “Tem obreiro com cara de delegado”, “Hoje a sua máscara vai cair, fariseu”, “Você tem cara amarrada, mas você é minoria”.

Estas frases levam o seu fanático público ao delírio, e ele se satisfaz em humilhar as pessoas que não concordam com a sua postura espalhafatosa.

Pregador popstar.

Seu pregador-modelo é o show-man Benny Hinn, e não o Senhor Jesus.

É um tipo de pregador admirado por milhares de pessoas.

Já superou o pregador de congresso. É um verdadeiro artista.

Veste-se como um astro; sua roupa é reluzente.

Ele, em si, chama mais a atenção que a sua pregação.

É hábil em fazer o seu público a abrir a carteira.

Seus admiradores, verdadeiros fãs, são capazes de dar a vida pelo seu pregador-ídolo.

Eles não se importam com as heresias e modismos dele.

Trata-se de um público que supervaloriza o carisma, em detrimento do caráter.




Pregador “ungido”.

Para impressionar o seu público, derrama óleo sobre a própria cabeça ou pede para seus auxiliares fazerem isso.

Um desses pregadores pediu, recentemente, para sua equipe derramar doze litros de azeite em sua cabeça!

Pregador milagreiro.

Também tem como paradigma Benny Hinn, mas consegue superar o seu ídolo.

Sua exegese é sofrível. Baseia-se, por exemplo, em 1 Coríntios 1.25, para pregar sobre “a unção da loucura de Deus”.

Cativa e domina o seu público, que, aliás, não está interessado em ouvir uma exposição bíblica.

O que mais deseja é ver sinais, como pessoas lançadas ao chão supostamente pelo poder de Deus e fenômenos controversos.

Em geral, o pregador milagreiro, além de ilusionista e “poderoso” (Dt 13.1-4), é aético e sem educação.

Mesmo assim, ainda que xingue ou ameace os que se opõem às suas sandices e invencionices, o seu público é fiel e sempre diz “aleluia”.



Pregador mercantilista.

Todas as suas mensagens têm como meta induzir o seu público e dar dinheiro.

Esse tipo de pregador existe desde os tempos dos apóstolos (2 Co 2.17; 2 Pe 2.1-3) e, na atualidade, aparece bastante na televisão.

Qualquer passagem bíblica pode ser usada para atender aos seus propósitos mercantilistas.

Isaque é a “melhor oferta financeira”, jumentinho que Jesus montou é “BMW”.

E assim por diante.


Pregador contador de histórias.

Conta histórias como ninguém, mas não respeita as narrativas bíblicas, acrescentando-lhes pormenores que comprometem a sã doutrina.

Costuma contextualizar o texto sagrado ao extremo.

Ouvi certa vez um famoso pregador dizendo: “Absalão, com os seus longos cabelos, montou na sua motoca e vruuum...”

Seu público — diferentemente dos bereanos, que examinavam “cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim” (At 17.11) — recebe de bom grado histórias extrabíblicas e antibíblicas.


Pregador cantante.

Indeciso quanto à sua chamada.

Costuma cantar dois ou três hinos (hinos?) antes da pregação e outro no meio dela.

Ao final, canta mais um.

Seu público gosta dessa “versatilidade” e comemora: “Esse irmão é uma bênção! Prega e canta”.

Na verdade, ele não faz nenhuma das duas coisas bem.

Pregador “massagista”.

É hábil em dizer palavras que massageiam os egos e agradam os ouvidos (2 Tm 4.1-5).

Procura agradar a todos porque a sua principal motivação é o dinheiro.

Ele não tem outra mensagem, a não ser “vitória”, principalmente a financeira.

Talvez seja o tipo de pregador com maior público, ao lado dos pregadores humorista, popstar e milagreiro.

Pregador sem graça. É aquele que não tem a graça de Deus (At 4.33).

É um pregador bem suado, e não necessariamente abençoado. Sua pregação é como uma espada: comprida e chata (maçante, enfadonha).

Mas até esse tipo de pregador tem o seu público, formado pelos irmãos que gostam de dormir ou conversar durante a pregação.


Pregador chamado por Deus (1 Tm 2.7).

Prega a Palavra de Deus com verdade. Estuda a Bíblia diariamente.

Ora.

Jejua.

É verdadeiramente espiritual.

Tem compromisso com o Deus da Palavra e com a Palavra de Deus.

Seu paradigma é o Senhor Jesus Cristo, o maior pregador que já andou na terra.

Ele não prega para agradar ou agredir pessoas, e sim para cumprir o seu chamado.

Seu público — que não é a maioria, posto que são poucos os fiéis (Sl 12.1; 101.6) — sabe que ele é um profeta de Deus.

Sua mensagem é Cristo (1 Co 1.22,23; 2.1-5).

Esse tipo de pregador está em falta em nossos dias, mas não chama muito a atenção das agências de pregadores.

A bem da verdade, estas também sabem que nunca poderão contar com ele...

Qual é a sua modalidade preferida, prezado leitor?

Você pertence a qual público?

E você, pregador, qual dos perfis apresentados mais lhe agrada?

Qual é a sua motivação?

Você prega para agradar a Deus, verdadeiramente, ou tem outros interesses?


Autor: Ciro Sanches Zibordi |

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Ministério não é negócio, não é emprego!



Pois é!

Não é somente cantores que agem desta forma, pregadores, conferencistas internacionais (made in paraguai) parece-me que virou circo do quem dá mais1

E o crescimento na área do evangelismo, hum....bem isso é outra historia!

Leia este testemunho e tire suas conclusões:

'Na multiplicação do teu comércio, se encheu o teu interior de violência, e pecaste; pelo que te lançarei, profanado, fora do monte de Deus e te farei perecer, ó querubim da guarda, em meio ao brilho das pedras.' Ezequiel 28:16

By Pr. Marcos Góes

Eles estão por toda a parte e são fáceis de achar.

Para todos os gostos e estilos, são capazes de trazer entretenimento a todo o tipo de pessoa ou culto, quer tradicional ou pentecostal.

Contextualizados e treinados nos “chavões” e no “evangeliquês” convincente, eles contagiam de maneira eletrizante as multidões e são capazes de envolver a muitos numa atmosfera religiosa em nome de Deus.

Para contratar os seus serviços não é tão simples assim, requer o cumprimento de uma gama de exigências, procedimentos inimagináveis que contando é impossível de se acreditar.

Grandes somas em dinheiro, toalhas brancas, carros conversíveis ou limusines, hotéis do mais alto padrão e número exigido em cada culto, para que a audiência não seja medíocre, são algumas das exigências solicitadas (não generalizando) por grande parte deles.

Num resumo bem rápido, é este o perfil dos cantores “gospel” que perfazem nosso cenário musical evangélico do Brasil.



Conheci o meio da música cristã em tempos remotos, lá pelo final da década de 70 e início da de 80, através de um cara magro, camisa semiaberta mostrando o peito cabeludo, com uma única mochila nas costa e um violão: Janires era o nome dele.

Este veio a ser mais tarde um dos meus mentores e também meu padrinho da casamento.

Líder do Rebanhão, toda a semana eu viajava com ele para as maiores aventuras que já vivi na vida em termos de evangelização comprometida com o Reino de Deus.

Saíamos à noite em cima de um caminhão cheio de caixas de som rumo aos teatros do Rio de Janeiro para fazermos um culto.

O que eu fazia?

Eu era o carregador de caixas: põe no caminhão, desce do caminhão...

Eu fazia isso muito feliz. Janires e o Rebanhão, juntamente com Helena Brandão (ex-Darlene Glória), iam aos teatros falar do amor de Deus não só para o povo mais simples, mas, principalmente, para os artistas.

Na plateia vi muitas vezes artistas renomados chorando ao ouvir a música e também o forte testemunho daquela mulher.

Eu chorava também!

Num canto do auditório, às vezes na penumbra, ficava imaginando se algum dia teria a oportunidade de fazer aquilo através da musica, falando do amor de Deus, e constatar muitos se entregando ao Senhor Jesus através do meu testemunho e da manifestação do Senhor Jesus usando a minha vida.

Janires morreu!

O “pão com mortadela” (nossa janta muitas vezes), a boleia do caminhão, as caixas de som JBL pesadíssimas...

Tudo isso se passou, mas algo ficou gravado com fogo dentro de mim: o forte testemunho daquele homem de Deus somente com as suas atitudes.

Todas as vezes em que olhei para Janires, vi que ele não se preocupava com nada para si, as pessoas a sua volta vinham em primeiro lugar.

Ao conversar com ele, você sentia sua enorme gratidão pela salvação de sua vida dada pelo nosso Deus, e por isso ele não parava de pregar esta maravilhosa salvação e graça sem requerer nada em troca.

Sem casa para morar e muitas vezes dormindo lá em minha casa, sem sequer saber o que, e como, iria almoçar ou jantar no dia seguinte, ele foi para mim um grande exemplo de total dependência, compromisso e sinceridade no servir ao Senhor. Sem comprometimento com os homens, somente com Deus.

Percebeu o contraste?

Entendeu qual o sentimento que habitava no coração de alguns dos principais iniciantes da música evangélica em nosso país?

O amor era o combustível e a motivação.

Ministério não é negócio, não é emprego!

Não se negocia, não se vende, não se troca o Reino nem o dom que vem da parte de Deus!

Coloquei o versículo de Ezequiel acima para alertar sobre a “multidão do comercio” a que o profeta se refere.

A profecia contra o rei de Tiro do capitulo 28, e nada mais nada menos que direcionada ao próprio satanás, e porque ele negociou o que Deus lhe deu e caiu, pereceu.

Sempre entendi e tenho muito temor a isso.

Não critico aqueles que recebem ofertas ou vendem os seus CDs nos eventos, pois também faço isso para manter o ministério e também sustentar a minha família.

Mas transformar isso numa barganha, num mercado de venda do “quem dá mais”, na disputa do reconhecimento humano e da melhor performance, a fim de ganhar o mercado e assim obter maior lucro e status...

Acho extremamente perigoso!

Continuarei guardando, Senhor, a tua palavra em meu coração (Salmos 119:11) e também a imagem dos olhos, palavras e atitudes de Janires, e perseverarei(ainda que venha a ser o último) a viver sem me corromper, sendo um eterno devedor, e não vendedor, desta misericórdia maravilhosa que um dia também me alcançou.

Em Cristo,
Pr. Marcos Góes

Link: http://marcosgoes.mktnaweb.com/ver_mensagem.php?id=H|2120|70507|132677214249364100

domingo, 8 de janeiro de 2012

O Cliente Misterioso ou Mystery Shopper!


Meus caros irmãos!

Nestas idas e vindas á outra América para visitar o filho e familia, tive a oportunidade de fazer algumas viagens com ele no exercicio de sua função na empresa que trabalhava, o que me chamava a atenção era o horario destas saidas, sempre á noite e horários nada convencionais.

Ao convidar dizia: Vamos fazer "visitas/surpresas" aos estabelecimentos que sou responsavel.

Como é comum o uso do drive-thru e os pedidos eram feitos como se fossemos comuns consumidores, planilha nas mãos, fazia um tipo de desenho/código, verificava o atendimento, cortezia, tempo de espera,se oferecia as promoções e ofertas da semana, se o alimento estava fresco, limpeza do páteo e estacionamento, etc...

Quando estacionava o veículo para receber o que havia "pedido", grande era a surpresa: O senhor por aqui esta hora?

Isto me faz lembrar do que ensinou o Senhor Jesus em Mateus 24.45 -51

Quem é, pois, o servo fiel e prudente, que o seu senhor constituiu sobre a sua casa, para dar o sustento a seu tempo?

Bem-aventurado aquele servo que o seu senhor, quando vier, achar servindo assim.

Em verdade vos digo que o porá sobre todos os seus bens.

Mas se aquele mau servo disser no seu coração: O meu senhor tarde virá;

E começar a espancar os seus conservos, e a comer e a beber com os ébrios,

Virá o senhor daquele servo num dia em que o não espera, e à hora em que ele não sabe,

E separá-lo-á, e destinará a sua parte com os hipócritas; ali haverá pranto e ranger de dentes.

O que estamos presenciando em nossas igrejas hoje é um total descaso com o ensino da palavra de Deus e o "povão" assim quer!

Como está o nosso comportamento na ausência do patrão?

E se Jesus Cristo visitar a Igreja que sou pastor, como seria sua impressão com o modo de agir meu e de todos obreiros e membros da mesma?

Isso me preocupa e muito!

Li e copio aqui o seguinte pensamento:

"Com esboço ou sem esboço?

Havia um pastor episcopal que era muito preguiçoso e há muito tempo já havia desistido de preparar os seus esboços de sermões.

Sua congregação era de pessoas de pouco cultura, Ele tinha o dom da oratória, de modo que era muito fácil para ele pregar sem qualquer preparação.

Além de preguiçoso, ele também era muito piedoso, de modo que racionalizava sua preguiça como muitas vezes os piedosos fazem.

Ele fez um voto muito solene: jamais voltaria a preparar os seus sermões, falaria de improviso e confiaria que o Espírito Santo lhe daria o que falar.

Por alguns meses, tudo correu muito bem.

Certo dia, faltando 10 minutos para as 11 horas, na manhã de domingo, um pouco antes de o culto começar, quem entra pela porta da igreja?

O bispo.

Era uma visita de surpresa.

Ele sentou-se num dos bancos.

O pastor ficou imaginando o que deveria fazer.

Não havia preparado o seu sermão.

Pensou que podia enganar a congregação, mas sabia que não conseguiria enganar o visitante.

Ele foi até ao bispo, cumprimentou-o e lhe disse: “Acho que devo explicar-lhe uma coisa.

Alguns anos atrás eu fiz um voto de que nunca iria preparar os meus sermões, mas confiaria no Espírito Santo”.

“Está tudo bem”, disse o bispo, compreendendo muito bem a situação.

O culto começou, mas, no meio do sermão, o bispo levantou-se e saiu.

Quando o culto terminou, o pastor foi para o vestíbulo da igreja.

Encontrou sobre a mesa um bilhete com a letra do bispo e nele estava escrito o seguinte: “Eu te absolvo do teu voto”.

Existe por ai uma falsa ideia; para que a pregação da palavra de Deus seja cheia de unção é necessário que ela venha do improviso, lá na hora em cima do púlpito, os que pensam assim acreditam que não há necessidade de um preparo, um estudo mais aprofundado do tema; sabemos que toda palavra para que se produza efeito tem que vir de Deus, no entanto isto não que dizer que o pregador não deve preparar seus sermões.

Você prepara seus sermões?

Ou prega de improviso?"

Portanto, despertemos pois o dia vem chegando!

domingo, 25 de dezembro de 2011

Servidores de Veneno!




Pastores que envenenam o seu próprio rebanho

Em 17 de setembro de 1978, o mundo ficou estarrecido com a terrível tragédia: o fanático líder religioso "Jim Jones" havia dado fim a todo seu rebanho.

Através de uso indevido da "Palavra de Deus", Jim Jones convenceu todo o povo a participar de um ritual chamado "Noite Branca".

Na ocasião, quase 1000 religiosos beberam suco de uva misturado com cianureto e potássio; e todos morreram.

Hoje, ano de 2011, não quero ser nenhum pouco polêmico, oportunista ou até mesmo sensacionalista, em afirmar que os pastores estão voluntária ou involuntariamente, repetindo o ato de Jim Jones, mas desta vez com um terrível "envenenamento espiritual".

Sabemos que somos o que comemos!

Se comemos morte; nosso corpo será morte.

Os judeus ortodoxos não comem camarão.

Eles afirmam que camarões se alimentam de cadáveres do mar, e por isso ao comer tais crustáceos, estaríamos ingerindo morte para nosso corpo.

Tem sentido a palavra, mas não é disso que quero falar!

Disse Jesus em João 6:51: "Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne."

Ele se fez o modelo de alimento espiritual para que tenhamos a vida eterna.

Ele é o fruto da vida eterna.

No Éden existiam duas árvores cujo fruto poderia modificar o espírito humano.

A primeira ficava bem no meio do jardim, e se chamava árvore da vida (cujo fruto dava a vida eterna); esta representava Jesus.

Ele mesmo confirma esta revelação, em João 6.51.

A outra ficava próxima à primeira, e chamava-se Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal.

Esta foi colocada no Éden para disciplinar o homem (era como uma linha de fronteira, na qual o homem não deveria ultrapassar). Genesis 2.17.

Então vejamos, havia duas propostas de alimento para o povo de Deus:
a) Jesus - o alimento que dá vida eterna.

b) Conhecimento do bem e do mal - o alimento que traz morte.

Se você é pastor, a pergunta é pra você: Que tipo de alimento você tem dado a seu rebanho?

Atualmente estamos rodeados de todos os tipos de pregadores.

Eles entram e saem pelas nossas igrejas.

Sobem os altares e pregam suas verdades ou mentiras.

Sempre cheios de autoridade, carisma e testemunhos; cada vez fica mais difícil discernir se o alimento é realmente bom.

Eu posso dizer algo muito verdadeiro: Podemos identificar o caráter de um pastor de igreja, pelo tipo de pregador que ele costuma trazer a seu altar.
Sou do tempo em que os pastores se preocupavam mais com a Integridade da Palavra Pregada.

Enquanto o pregador falava, o pastor desfolhava a Bíblia a fim de saber se a pregação era baseada nas Escrituras.

Meu primeiro pastor, por exemplo.

Eu me lembro das vezes que ele tirou o microfone da mão de pregadores, argumentando com maestria versículos da Palavra de Deus.

Talvez você ache isso radical!

E talvez este seja o problema.

Os pregadores de hoje desenvolvem "fama ministerial" porque passaram pelos grandes palanques.

E dizem os pastores de igreja:

“Vou convidar o fulano, pois ele já pregou nas igrejas mais conceituadas. Certamente ele é bom!".

Sim!

Talvez o "fulano de tal" achou espaço em uma conceituada plataforma em um momento em que Deus realmente o usou.

Talvez ainda, tal fulano tenha conseguido oportunidade por obra do acaso, ou por uma indicação.

Não importa, ele esteve lá, e agora estará em muitos outros lugares.

Veja o tipo de pregador que tem subido nos púlpitos atualmente:

a) Pregadores de motivação:

b) Estes deixam a igreja em polvorosa.

c) São agitadores de alma; mas não tocam no espírito.

d) Especialistas em manipular emoções, conseguem extrair fortes aplausos, e a atenção da sociedade.

e) No dia seguinte está na boca do povo: "meu pastor trouxe um grande pregador".

f) Mas será que a Palavra pregada vai deixar frutos que permaneçam?

g) Lembre-se do que Jesus disse.


Pregadores de promessas financeiras: Deus é rico, e quer enriquecer seu povo.

Eu creio nisso.

Mas a geração de pregadores de promessas é identificada com facilidade, quando suas mensagens terminam frequentemente com uma chantagem emocional, exigindo entregas de bens, baseada na emoção e não na direção de Deus.

Existem pastores que não hesitam em saquear seu próprio rebanho.

Certa vez fui pregar na Bahia, e o pastor da igreja me disse: "Pastor, tire o máximo que puder de dinheiro de meu rebanho, e dividimos meio a meio".
Eu disse que não queria seu dinheiro.

No final do culto a igreja inteira caiu endemoniada, inclusive o pastor.

Foi um momento marcante de meu ministério!

c) Pregadores do ego: São aqueles que falam o que a igreja quer ouvir, e não o que ela precisa.

Se este tipo de pregador acertam na pregação, e atingem a gratidão do povo, terão portas abertas para sempre naquela igreja.

d) Pregadores de testemunho: A mensagem destes é baseada no seu passado.
Noventa porcento do tempo é contar história, e quase nunca dizem o que são agora.

Dizem "o diabo me usava assim e assado", mas dificilmente podem comprovar "mas agora Deus faz isso...".

Porque será que o povo não percebe?

e) Finalmente, pregadores de novas revelações: Estes vez por outra aparecem com uma "nova revelação da palavra".

Suas mensagens quase não tem bíblia; tem muito "achismo".

E como o povo gosta de novidade, parece que a Palavra Eterna já se tornou obsoleta.

Com todos estes tipos de pregadores, porque será que os pastores continuam a convidar gente assim?

Eu respondo: Eles não se preocupam com o tipo de alimento que seu povo está comendo.

Deixaram de oferecer Jesus (a árvore da vida), e passaram a dar a seu rebanho (o conhecimento do bem e do mal).

Mas eu quero dizer pastor.

O que define seu ministério não é o tamanho de seu rebanho, o que falam de sua igreja, ou o que sua igreja fala de você.

O que define seu ministério é: QUANTOS VÃO SE SALVAR GRAÇAS A SEU TRABALHO.

Não se engane no grande dia o Senhor vai querer prestação de contas.

Cuide-se.

Pr. Ricardo Ribeiro

FACCIOSO E INSENSATO

FACCIOSO E INSENSATO        Textos: I Coríntios 1.1-31 INTRODUÇÃO:  A igreja em Corinto era, de todas as igrejas do Novo Testamento...