terça-feira, 19 de junho de 2012

AGE - Maceió, Alagoas ....Vexame e falta de temor a Deus!

Meus caros leitores!

Postei o seguinte comentario no Point Rhema, (Link abaixo)


Meu Nobre amigo e irmão em Cristo!

Pr. Carlos Roberto!

Tive a oportunidade de ler o post acima na sua primeira exposição e hoje vejo que o seu raciocínio, visão, estava, está nítido e atualissimo!

Estivemos em Maceió - AL e mais uma vez fomos testemunhas de como se arrebenta com uma reunião dando prejuízo a centenas de obreiros, que gastaram dos dizimos e ofertas de fiéis, suas despesas de locomoção e afins!

Foi rídiculo ver a orquestração logo nas primeiras horas antes do inicio das sessões, pastores (?) diziam:

-- Não vai aprovar nada aqui!

- Não vamos deixar!

- Poder não se conquista, se toma!

- Quantas cadeiras tem no plenário? 5000 Mil?

- Sobra umas três mil para quebrar na cabeças deles!

(Quem eram essas pessoas? Seriam infiltrados para prejudicar a AGE?)

Deus sabe com certeza!

Quero crer e dar o beneficio da dúvida, pois não posso aceitar que homens de Deus tenha esse tipo de atitude!

Jamais!

Jamais!

Iniciada a sessão e no decorrer do dia as discussões até que fluiram, cheguei a comentar com um de nossos companheiros:Poxa se continuar assim, vai ser bom não ver episódios lamentaveis de outras ocasiões, lêdo engano de minha parte!

Ora!

O que me chama atenção nos comentários é que ninguem fala sobre o que foi proposto a inserir no estatuto?

"É Vedado aos pastores das Assembleias de Deus no Brasil realizarem casamento que contrariem os ensinos biblicos...."

(Não própriamente nestes termos de redação)

Quem estava lá sabe o teor da proposta e é contra isso que essa turba de bardeneiros se levantaram!

(Será que os irmãos do norte defendem a idéia do referido casamento, união estável...etc...etc..? - Creio mais uma vêz que não! - Mas, se não? Por que não acompanharam os demais pastores?)

Nos artigos propostos para serem incluídos no estatuto, nenhum deles beneficiaria a quem quer que seja, a não ser a própria denominação chamada de Assembleia de Deus, da qual sou membro!

Confesso que estou cansado de ver tumultos, palavras de ordens, de contra ordem, pela ordem, que culminam sempre em desordem!

Minha pergunta é: Se antes de começarem as sessões por que afirmavam que nada seria aprovado?

Isto só pode nos levar a uma dedução: Vamos mostrar quem somos nós!

Que Deus se apiede de sua igreja, por que não concebo a idéia de ser pastoreado por incitadores de bagunça, tumulto e agressões verbais!

Minha escola é outra!

Pois quando se perde o temor a Deus, o que falar de homens?

Um abraço.

Pastor Daniel Sales Acioli

Presidente do Ministério das Assembleias de Deus em Apucarana - Paraná

http://pointrhema.blogspot.com.br/2012/06/assembleia-de-deus-um-grito-pelo.html

sexta-feira, 8 de junho de 2012

OS ESPINHOS E O ESPINHEIRO!




Em botânica, um espinho é um órgão axial ou apendicular, duro e pontiagudo, tais como os encontrados nas laranjeiras, resultantes da modificação de um ramo, folha, estípula ou raiz, constituído por tecido lignificado e vascular, e que se arrancado destrói o tecido subjacente.

Geralmente espinhos são estruturas modificadas.

Nas cactáceas os espinhos, por exemplo, são catafilos (folhas modificadas, com menor grau de organização que folhas comuns) para evitar perda d'água.

Existem também estruturas semelhantes encontradas nos vegetais da família rósea, por exemplo, os quais não são espinhos, na verdade são denominados de acúleos os quais são uma espécie de pêlos enrijecidos compostos pela presença de lignina ou acumulo de substancias inorgânicas impregnadas junto à parede celular.

Quando se destaca o espinho, há danos no vegetal por o espinho ter ligação com o cilindro vascular, diferentemente do acúleo que não possui este vínculo e é facilmente destacado, ficando no seu lugar uma "cicatriz”.


Na Bíblia há uma parábola que fala sobre umas árvores que foram ungir um rei para si.

Acompanhe comigo este texto.

“Foram, certa vez, as árvores ungir para si um rei e disseram à oliveira: Reina sobre nós.

Porém a oliveira lhes respondeu: Deixaria eu o meu óleo, que Deus e os homens em mim prezam, e iria pairar sobre as árvores?

Então, disseram as árvores à figueira: Vem tu e reina sobre nós.

Porém a figueira lhes respondeu: Deixaria eu a minha doçura, o meu bom fruto e iria pairar sobre as árvores?

Então, disseram as árvores à videira: Vem tu e reina sobre nós.

Porém a videira lhes respondeu: Deixaria eu o meu vinho, que agrada a Deus e aos homens, e iria pairar sobre as árvores?

Então, todas as árvores disseram ao espinheiro: Vem tu e reina sobre nós.

Respondeu o espinheiro às árvores: Se, deveras, me ungir rei sobre vós, vinde e refugiai-vos debaixo da minha sombra; mas, se não, saia do espinheiro fogo que consuma os cedros do Líbano.”Jz 9.8-15

Diga-me quem você tem escolhido para reinar sobre você?

Será que esta escolha tem lhe trazido paz e vida abençoada?

A proposta inicial tem se mantido sobre sua vida ou não?

Observe o texto, onde o espinheiro falou às árvores: “Se na verdade, me ungir rei sobre vós, vinde e refugiai - vos debaixo da minha sombra.”

Sabemos que de um espinheiro não há sombras, frutos e sim espinhos.

Sabemos que o espinho cumpre sua missão: Ferir, machucar, ofender!

Por que querer que ele reine sobre você?

Este espinheiro pode ser a sua opção espiritual que no começo até ofereceu sombra, mas hoje...

Disse Jesus: “Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.” Jo 15. 5

“Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem.” Jo 10.9 

“O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.” Jo 10.10

Deixe Jesus reinar sobre a sua vida, troque o espinheiro pela videira, agora mesmo!

“Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.” Rm 10. 9

domingo, 3 de junho de 2012

Estão incomodados?

Dilma quer acabar com aluguel de horário na TV

Projeto fecha brechas da lei que fizeram surgir 'mercado paralelo' no setor
Governo sinaliza para o avanço da TV interativa e abre espaço para emissoras cobrarem pela conexão à internet
JULIO WIZIACK
DE SÃO PAULO

O governo federal prepara um pacote de medidas para fechar brechas da legislação de rádio e TV que permitiram o surgimento de um "mercado paralelo" ligado às concessões no país.

A Folha teve acesso à última versão da minuta do decreto, que foi batizado pelo setor de "novo marco regulatório da radiodifusão".

Uma das mudanças de maior impacto é a proibição expressa do aluguel de canais e de horários da programação de rádio e TV.

A lei atual não proíbe a prática de forma explícita, o que permitiu o aumento de programas religiosos e exclusivamente comerciais, principais clientes desses horários.

No fim de 2011, a Igreja Internacional da Graça de Deus, do missionário R.R. Soares, por exemplo, alugava duas horas e cinco minutos semanais na Bandeirantes.

Na Rede TV!, o apóstolo Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, comprava cerca de dez horas e meia semanais.

A rede de farmácias Ultrafarma ocupava quatro horas e meia com propagandas.

Na TV Gazeta, o Polishop detinha dez horas semanais para anunciar seus produtos.

Os dados são do mais recente levantamento do Intervozes, organização que monitora a programação no país.

Segundo a entidade, poucas são as emissoras que não entraram nesse negócio.

Globo e SBT estão entre elas.

A Record é um caso isolado porque seu fundador, Edir Macedo, também é o responsável pela Igreja Universal do Reino de Deus.

Segundo o Intervozes, a Record diz não ceder seu espaço a terceiros, mas não explica se paga pelos programas religiosos veiculados, uma forma de se enquadrar à legislação.

Na TV Gazeta, são 26 horas semanais destinadas aos cultos da igreja.

INVERSÃO
O Ministério das Comunicações não quis comentar as mudanças e informou que o "novo marco" ainda será colocado em consulta pública.

Caso o decreto seja sancionado como está, obrigará as emissoras a comprar os programas produzidos por terceiros -ao invés de receber pelo aluguel, como hoje.

Consultadas, as principais redes não se pronunciaram.

Apesar dos avanços, o governo não define os mecanismos que serão criados para fiscalizar a prática de eventuais irregularidades.

CONTRAPARTIDA

Ao acabar com o "mercado paralelo", o governo cortará uma importante fonte de receita, mas, em troca, permitirá que as emissoras prestem serviços de dados -atividade restrita às empresas de telecomunicações.

Hoje, as emissoras só podem fazer caixa com a venda de espaço publicitário -que pode ocupar, no máximo, 25% da programação.

Ao permitir a comercialização do serviço de dados, o governo sinaliza para a expansão da TV digital no país e do sistema de interatividade que conecta a TV à internet.

Esse serviço permitirá ao telespectador comprar produtos anunciados durante a programação clicando diretamente na TV.

É essa conexão que poderá ser cobrada.

(O que será que está ocorrendo nos bastidores? é de se pensar em canal só evangélico? Quem viver verá!)

domingo, 20 de maio de 2012

Burro, Burro, burro?

O burro de um camponês caiu num poço.




Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por conta própria.

Por isso o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer.

Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que o burro já estava muito velho e que o poço já estava mesmo seco, precisaria ser tapado de alguma forma.

Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o burro de dentro do poço.

Ao contrário, chamou seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o burro.

Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço.

O burro não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele, e chorou desesperadamente.

Porém, para surpresa de todos, o burro aquietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou.

O camponês olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu.

A cada pá de terra que caía sobre suas costas o burro a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra.

Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando.

A vida vai lhe jogar muita terra, todo o tipo de terra, principalmente se você já estiver dentro de um poço.

O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela.

Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima.

Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos.

Use a terra que te jogam para seguir adiante!

Recorde as 5 regras para ser feliz:

1. Liberte o seu coração do ódio.
2. Liberte a sua mente das preocupações.
3. Simplifique a sua vida.
4. Dê mais e espere menos.
5. Ame mais e...
Aceite a terra que lhe jogam, pois ela pode ser a solução, não o problema.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Falar é Prata, Calar é Ouro!


O Poder da Língua






Quantas vezes você já falou algo e depois se arrependeu, mas já era tarde.

O apóstolo Tiago escreveu sobre os efeitos da palavra.

Uma frase na hora errada pode causar um estrago muito grande.

Depois que a palavra é emitida não tem como voltar atrás.


Uma pessoa que fala a um auditório pode ser aplaudida ou vaiada, de acordo com o que diz.

Quase tudo na nossa vida é resultado da comunicação.




Vamos ver algumas referências bíblicas sobre o poder da língua:

Cuidados com a língua: Prov. 10:19 - 11:12 - 12:18

Conter a língua: Prov. 17:28

Refreiar a língua: Tiago 1:26

Um pequeno órgão: Tiago 3:5-9

Guardar a língua: 1ª Pedro 3:10


São muitos versículos, mas podemos aprender com isso a necessidade de cuidar naquilo que falamos.

Você e eu já sofremos as consequências por falar a coisa errada, no lugar errado e na hora errada.

Também ja fomos elogiados por dizer a coisa certa, na hora e no lugar certos.

Tiago se preocupou com isso, de forma que dedicou uma parte dos seus escritos para nos alertar dos riscos do mau uso da língua.

Não podemos viver sem a língua, mas ela pode causar grandes problemas para a nossa vida.



Para conquistar uma pessoa usamos a língua, mas com ela podemos destruir uma amizade.

Para ganhar uma namorada dependemos a voz, mas podemos acabar com um casamento usando a fala.

Grandes estadistas perderam o trono por causa da língua, mas outros já sentaram na mesma cadeira com a palavra certa.

Uma declaração de um chefe de Estado pode provocar a queda das bolsas de valores, enquanto outra declaração pode fazer as bolsas subir.

Como estamos usando a nossa língua? Podemos abençoar ou amaldiçoar as pessoas com a nossa língua.

O futuro dos nossos filhos pode depender de como usamos a fala para declarar bençãos sobre a vida deles.

Também podemos derramar maldições neles com as nossas palavras.

Vamos pensar neste assunto tão sério.



quinta-feira, 19 de abril de 2012

O Verdadeiro e o genérico....Cuidado!!




Entre o público e o privado



O advogado Gilberto Garcia, especializado em direito civil e na legislação que rege as entidades religiosas, respondeu a algumas perguntas de CRISTIANISMO HOJE sobre o processo de abertura de igrejas:

CRISTIANISMO HOJE – O que é preciso para se abrir uma igreja no Brasil?

GILBERTO GARCIA – A organização religiosa é uma entidade associativa, uma pessoa jurídica de direito privado.
Para funcionar, ela precisa averbar seu Estatuto Associativo no Cartório do Registro Civil de Pessoas Jurídicas.

Em seguida, os responsáveis devem providenciar o registro na Receita Federal, obtendo assim o Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ).

É preciso, ainda, obter o certificado de vistoria do Corpo de Bombeiros para o templo, e em alguns casos, alvará, fornecido pela prefeitura local.

Existe algum tipo de controle ou exigência sobre quem será o titular da nova igreja?

Compete exclusivamente à igreja local, convenção, denominação ou grupo religioso estabelecer os critérios para que uma pessoa se torne um pastor – ou evangelista, presbítero, diácono, bispo, apóstolo...

Não há qualquer controle público sobre isso, em função da liberdade religiosa consagrada pela Constituição Federal.

Entretanto, se o dirigente vai assumir a presidência de uma organização religiosa – seja qual for sua confissão de fé – juntamente com a posição de líder religioso, ele precisa, de acordo com o Código Civil, ser civilmente capaz, e ainda, não ter qualquer pendência fiscal com a Receita.

Também precisa comprovar que não foi condenada em processo criminal, através de certidões oficiais.




As entidades denominacionais não podem exercer um controle efetivo sobre a abertura de novas igrejas, sobretudo aquelas que utilizarão indevidamente nomenclaturas já consagradas?

As denominações históricas não têm qualquer controle sobre a abertura de igrejas com seus nomes, pois nomenclaturas como Assembleia de Deus, Batista ou Presbiteriana são consideradas de domínio público, não havendo qualquer ilegalidade em sua utilização de modo genérico.

O que não se pode é utilizar o nome de uma igreja local que tenha sido registrada, por exemplo, como Assembleia de Deus em Goiás ou Igreja Batista em São Paulo.

No caso das igrejas locais, seus membros podem adotar medidas legais cabíveis para impedir, inclusive judicialmente, a utilização do nome especifico, sob as penas da lei.

Para todos os gostos

O que um visitante desavisado diria ao ser convidado para assistir a um culto na Igreja Bailarinas da Valsa Divina?

Ou que impacto pode ter sobre a vida de um crente carnal o ministério da Igreja Evangélica Pentecostal Jesus Vem, Se não Vigiar Você Fica Fora?
Igrejas com nomes curiosos ou bizarros são cada vez mais comuns no Brasil.

A jornalista Luciana Maz­zarelli, de São Paulo, está preparando um livro sobre o assunto.

Ela se diz surpresa com a criatividade dos pastores.

“Em alguns casos, eles conseguem unir no mesmo nome palavras antagônicas, como Igreja Evangélica Muçulmana Javé É Pai”, diverte-se.

No entanto, o objetivo de sua pesquisa – feita na maioria das vezes in loco, palmilhando ruas de periferias e bairros populares – não é ridicularizar ninguém, e sim, mostrar a diversidade de interpretações bíblicas e liturgias: “O fenômeno tem um lado positivo, pois assim o propósito de levar o Evangelho a todos os lugares está sendo cumprido”, explica Luciana.

“Hoje em dia ninguém deixa de ir à igreja por falta de opção.

Temos igrejas para cada tribo: surfistas, motociclistas, artistas... enfim, é igreja para todos os gostos”.

Conheça algumas dessas congregações cuja originalidade já começa pelo nome:
. Assembleia de Deus do Azeite Quente
. Igreja da Bênção Mundial Fogo de Poder
. Igreja Batista Templo de Milagres
. Igreja Chave do Éden
. Igreja do Amor Maior que Outra Força
. Cruzada Evangélica do Ministério de Jeová, Deus do Fogo
. Igreja Bailarinas da Valsa Divina
. Igreja das Sete Trombetas do Apocalipse
. Igreja de Deus da Profecia (no Brasil e América do Sul)
. Igreja Cenáculo de Oração Jesus Está Voltando

. Igreja Pentecostal Subimos com Jesus
. Igreja Evangélica Pentecostal Jesus Vem,
. Se Não Vigiar Você Fica Fora (IEPJVSNVVFF)
. Igreja Evangélica Arca de Noé
. Rancho dos Profetas
. Igreja Asas de Águia – Visão Além do Alcance
. Igreja Evangélica Pentecostal Quero Te Ver na Glória
. Igreja do Cavaleiro do Cavalo Branco do Apocalipse 6.2
. Igreja da Ressurreição dos Mortos

( Fonte:Por Sulamita Ricardo / Cristianismo Hoje )


Falsos pastores e sem chamada ministerial apresentam seus frutos usando literalmente nomes de Igrejas históricas e respeitaveis, como os mesmos dizem: Tem peso e serve par atrair as pessoas!

Lobos!

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Caminhos tortos ou mãos tortas!


O Verdadeiro e o genérico....Cuidado!

“Mão torta” - "Caminhos tortos"

– Ainda segundo Gilberto Garcia, o Judiciário não pode fazer muito para frear esse processo.

“No prisma legal, a denominação que uma igreja escolhe não traz qualquer embaraço, e o Cartório do Registro Civil das Pessoas Jurídicas não pode, a princípio, impedir o registro do Estatuto Associativo em função da nomenclatura”, explica.

A Justiça só pode intervir, e assim mesmo se for provocada, quando o nome ferir o bom senso, os bons costumes e a percepção da sua atuação como instituição espiritual. Ou seja, a questão está sujeita a uma avaliação para lá de subjetiva.

“As igrejas aparecem, se multiplicam e ficam cheias porque oferecem uma mensagem simbólica que atende às demandas das pessoas”, opina o pastor e teólogo Lourenço Stélio Rega, diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo.

Referência evangélica na área da ética cristã – é autor de Dando um jeito no jeitinho: Como ser ético sem deixar de ser brasileiro, lançado em 2000 pela Editora Mundo Cristão –, ele frisa que o crescimento de movimentos evangélicos não o incomoda.

“A Bíblia diz que a porta do Reino dos Céus é estreita.

A mensagem pura do Evangelho encontra-se na Palavra de Deus.”

Para Rega, a maneira certa de diminuir o apelo de igrejas de fachada é o Corpo de Cristo cumprir sua missão com mais seriedade e dar mais ênfase no testemunho pessoal do crente.

“Temos que pregar a mensagem pura e simples do Evangelho e ter, como Igreja do Senhor, influência positiva no ambiente em que estivermos implantados”, conclui o teólogo.

Na mesma linha vai o doutor em sociologia Ricardo Mariano.

Autor de Neopentecostais – Sociologia do neopentecostalismo, ele é um dos maiores especialistas brasileiros no fenômeno evangélico e acredita que as igrejas-clone são muito pequenas para prejudicar seriamente denominações de grande porte.

“Isso não vai atrapalhar um movimento religioso ascendente, que já envolve mais de 40 milhões de brasileiros”, acredita.

Pr. José Wellington aposta na semeadura do Evangelho: “Ainda que muitas vezes pregada por pessoas despreparadas, os brasileiros estão sendo apresentados à Palavra de Deus. O agente pode ter mão torta, mas se a semente cair, ela vai brotar. Na hora de passar a peneira, Deus passa.”


(Vai Continuar...)


terça-feira, 17 de abril de 2012

O Verdadeiro e o genérico....Cuidado!! (2)

Fragilização

Para José Carlos da Silva, presidente da Convenção Batista Nacional (CBN) e pastor da Primeira Igreja Batista de Brasília, o que está em jogo é a soberania das denominações.

“O uso indevido do nome ‘batista’ por igrejas desvinculadas das entidades que nos representam causa muitos problemas”, aponta.

Os crentes batistas brasileiros estão ligados a dois grandes grupos: a CBN, reunindo as igrejas de orientação pentecostal, que surgiu na década de 1960, e a centenária Convenção Batista Brasileira (CBB), de linha tradicional, cada uma delas com mais de um milhão de fiéis.

Há ainda entidades menores, como a Igreja Batista Regular e a Igreja Batista Independente. Em comum, explica Silva, todas essas organizações seguem estatutos denominacionais e administrativos, com representatividade através das assembleias gerais, que normatizam o processo de eleição dos líderes. “Ou seja, há prestação de contas.”

No entender do pastor, o processo de abertura indiscriminada de congregações reflete o processo de fragilização da Igreja Evangélica brasileira, “multifacetada e carente de orientação”.

Basta uma passeada pelas maiores cidades brasileiras, e até mesmo no interior, para constatar que o mercado da expansão evangélica está a todo vapor.

A cada dia, novas comunidades abrem suas portas – e os nomes, por vezes, são curiosos e até esdrúxulos, como Igreja Bailarinas da Valsa Divina ou Assembleia de Deus da Fonte Santa (ver abaixo).





Para José Carlos da Silva, tanta originalidade, digamos assim, é uma característica cultural do povo brasileiro.

“Normalmente, essas nomenclaturas são escolhidas a partir de experiências místicas, atribuídas a revelações ou sonhos.

Expressam tanto ignorância como mau gosto, mas o amor tudo suporta”, resigna-se o presidente da CBN.

Roberto Brasileiro, pastor-presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, também expressa preocupação com essa pulverização e pelo uso indevido do nome de sua denominação por grupos desconhecidos.

“Esse fenômeno causa prejuízos para o Evangelho em geral, e traz descrédito e críticas para as igrejas.

Mas nós não temos responsabilidade sobre isso”, comenta.

O problema é que nomes como os usados pelas grandes denominações já são de domínio público – ou seja, quem os utiliza não comete nenhuma irregularidade do ponto de vista legal.

É o que explica o advogado e mestre em direito Gilberto Garcia, especialista na legislação ligada ao funcionamento das instituições religiosas.

Ele lançou o livro O Novo Código Civil e as Igrejas em 2003, época em que a mudança na lei causou alvoroço entre os pastores.

Ele diz que um título como “metodista” pode ser utilizados por qualquer igreja, já que no Brasil é muito fácil abrir uma instituição religiosa.

“Nomes como Assembleia de Deus, Igreja Batista ou Igreja Presbiteriana são exemplos de ‘nomes genéricos’, chamados assim por não terem sido registrados em órgãos oficiais na época oportuna.”



Segundo Garcia, depois de devidamente regulamentadas, as igrejas têm direito de personalidade sobre o seu nome, uma novidade implantada pelo novo Código Civil.

“Tal direito antes só era reservado aos cidadãos”, acrescenta.

“Daí ser praticamente inviável a adoção de providência legal para impedir que alguém adote essas nomenclaturas”.

A proteção é assegurada, ressalva o advogado, apenas ao nome específico de uma igreja local, como Primeira Igreja Batista em São Paulo ou Igreja Presbiteriana Central de Brasília, por exemplo.

“Cada igreja legalizada tem propriedade sobre seu nome específico, que é protegido contra plágios.”

(VAI CONTINUAR)


O Verdadeiro e o genérico....cuidado!

O Verdadeiro e o Genérico!







Parece, mas não é Igrejas e congregações independentes adotam indevidamente nomes de grandes denominações com as quais não mantêm qualquer vínculo.




Um fenômeno decorrente do crescimento do segmento evangélico está chamando a atenção de algumas das mais tradicionais denominações do país.


É a clonagem de nomes de igrejas, utilização indevida de marcas tradicionais no meio protestante por instituições sem qualquer ligação com as grandes convenções, cujos nomes utilizam numa tentativa de atrair fiéis e de tirar uma casquinha na credibilidade alheia.


Em meio a um crescimento com ares desordenados – só em São Paulo, a cada ano são criadas cerca de 220 novas igrejas evangélicas, algumas das quais não passam de salinhas alugadas nas periferias –, parece cada vez mais difícil normatizar o setor.


E o pior é que, além de gente bem intencionada que quer apenas anunciar o Evangelho da salvação, aventureiros pegam carona na tradição de grandes organizações religiosas, prejudicando sua imagem perante o público.


No meio das mais de 300 mil igrejas evangélicas que funcionam no Brasil, muitas parecem uma coisa e são outra.


Denominações como a Batista, a Assembleia de Deus e a Presbiteriana são as maiores vítimas da clonagem eclesiástica.


Organizadas em convenções nacionais, essas três gigantes, que juntas reúnem milhões de fiéis, estão capilarizadas por todo o território nacional, com uma trajetória cuja origem remonta à segunda metade do século 19 e início dos anos 1900.


Mas a placa na entrada não é garantia de legitimidade.


Muitas comunidades autônomas, sem qualquer ligação administrativa ou doutrinária com as denominações cujos nomes utilizam, funcionam livremente.


Na zona norte do Rio de Janeiro, por exemplo, é possível encontrar a Assembleia de Deus Ministério Renovo e a Igreja Batista Templo de Milagres, que apesar dos nomes não são subordinadas às entidades cujas nomenclaturas adotam.


A clonagem eclesiástica preocupa líderes evangélicos.


“Nós estamos acompanhando isso com muita perplexidade, porque essas igrejas estão nos causando grande prejuízo”, diz o pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil (CGADB).


Reeleito no mês de abril(2009) para mais um mandato à frente da maior denominação evangélica nacional, Wellington diz que a Assembleia de Deus é uma das mais afetadas pelo problema, pois acaba tendo seu nome respingado por qualquer atitude errada de religiosos free-lancers.


“Muitas vezes, os pastores dessas igrejas não têm boa formação eclesiástica, espiritual, moral e até cultural para o exercício do ministério.


Por isso, causam desordem doutrinária em seus púlpitos”, observa.


Um dos principais prejuízos acontece na área financeira.


Segundo Wellington, eventuais desmandos ou calotes perpetrados por dirigentes de congregações clonadas sujam o nome da denominação.


“Quando precisamos fazer alguma transação ou giro bancário, temos de provar por A mais B que não somos esse tipo de gente”, reclama.


O presidente diz que está nos planos da denominação fortalecer seu Corpo Jurídico para acionar a Justiça em alguns casos.


“Claro que primeiro tentaremos a via diplomática, solicitando a troca do nome”, adianta.






(VAI CONTINUAR) .......

terça-feira, 3 de abril de 2012

Forçando a ordenação (4)


NEPOTISMO

Nepotismo (do latim nepos, neto ou descendente) é o termo utilizado para designar o favorecimento de parentes em detrimento de pessoas mais qualificadas, especialmente no que diz respeito à nomeação ou elevação de cargos.

Originalmente a palavra aplicava-se exclusivamente ao âmbito das relações do papa com seus parentes (particularmente com o cardeal-sobrinho - (em latim: cardinalis nepos; em italiano: cardinale nipote), mas atualmente é utilizado como sinônimo da concessão de privilégios ou cargos a parentes no funcionalismo público.)

Distingue-se do favoritismo simples, que não implica relações familiares com o favorecido.

Nepotismo ocorre quando, por exemplo, um funcionário é promovido por ter relações de parentesco com aquele que o promove, havendo pessoas mais qualificadas e mais merecedoras da promoção.

Alguns biólogos sustentam que o nepotismo pode ser instintivo, uma maneira de seleção familiar.

Parentes próximos possuem genes compartilhados e protegê-los seria uma forma de garantir que os genes do próprio indivíduo tenham uma oportunidade a mais de sobreviver.

Um grande nepotista foi Napoleão Bonaparte.

Em 1809, 3 de seus irmãos eram reis de países ocupados por seu exército.

Seria justificável o nepotismo no ministério pastoral?

O pai que tem certa autoridade ministerial, fazer do posto um trampolim para seu filho?

Ou o filho, ainda que tenha o chamado, fazer disso um atalho?

Mas quantos pastores existem hoje, que nunca tomaram conta de um rebanho, são sustentados pelo ministério como “pastor de ovelhas”, mas não desempenham nada em seu ministério pastoral.

Não sabem o que é ser incomodado pela madrugada para socorrer uma pessoa doente.

Andar quilômetros a pé para cuidar de uma família, que por motivo justo não pode participar dos trabalhos da igreja.

Não sabem o que é chorar com seu rebanho, não são respeitados pelo título que carregam.

Vivem na retaguarda de alguém que mantém seu ministério.

Não experimentaram as doces e amargas peregrinações de pastorear um povo.

Sabemos que não existe regra em relação ao nepotismo.

Certo que muitos filhos, irmãos, e outros com grau de parentesco de ministros de sucesso, também se tornaram homens honrados.

Os filhos de Eli (1Sm 2:22-23) tiveram tudo para serem grandes líderes espirituais de seu povo.

Mas talvez a falta de preparo, inexperiência, o atalho do nepotismo, fez com que esses jovens se tornassem o fracasso espiritual de um povo.

Creio que Deus levanta homens de geração em geração.

Não creio que Deus precise que o homem tome a decisão no seu tempo, não sabendo avaliar, e nem esperar o momento certo de Deus.

Como disse Pedro; “Mas, amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos, como um dia.

“O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para convosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se”. (2Pe 3:8-9).

Não devemos jamais esquecer, que o ministério de cada um de nós deve ser Teocrático, e nunca Monárquico.

Que o Senhor nos guarde dos atalhos e engodos da vida.

Em Cristo,

Luciano Vieira

Fonte: Escritura em foc

domingo, 1 de abril de 2012

Forçando a ordenação (3)




OPORTUNISMO

Quantos hoje desfrutam de uma posição profissional, política, ministerial e social, onde alguém teve que sofrer para ele estar nessa posição.

Davi guardava em seu coração, a promessa feita por Deus quando ele ainda era jovem (1Sm 16:1-13), no qual seria o rei em Israel.

Vejo Davi trabalhando para Saul como um “terapeuta”, e imaginando como seria uma vida de rei, como seria tomar conta de um povo, e se administrar o mesmo seria mais complicado que ovelhas.

Enfim.

Davi como um jovem cheio planos, certamente imaginava como seria ele na posição que se encontrava Saul.

Como bem sabemos.

A história entre Davi e Saul não é das mais felizes na bíblia sagrada.

Foram longos anos de sofrimento para Davi, vivendo no deserto, caverna, fingindo-se de louco, vivendo em território inimigo, e ter que carregar no coração a dor de ser perseguido, por apenas ter feito o certo.

Mas Davi sabia que as promessas de Deus têm o seu tempo determinado, e que não precisamos usar “atalhos” para alcançarmos.

Davi está na caverna escondido do enciumado Saul que o perseguia insistentemente.

Chegando ali, Saul entrou numa dessas cavernas para aliviar-se, sem saber que Davi se encontrava assentado no fundo com seus homens.

Estes logo perceberam a oportunidade que se oferecia e concluíram que o SENHOR havia entregado o rei Saul a Davi.

Davi foi furtivamente até onde Saul estava, mas apenas cortou a orla do manto de Saul (que ele provavelmente havia tirado e colocado à parte), e voltou para onde estavam os seus homens.

A consciência de Davi ficou perturbada, pois tocar as vestes de Saul equivalia a tocar a pessoa do rei, e Davi sabia ser errado erguer a mão contra o rei ungido pelo SENHOR.

Ele declarou isso aos seus homens, e com isso conteve aos seus homens, não permitindo que fizessem mal a Saul.

Embora Saul estive sendo rebelde a Deus, Davi ainda respeitava a posição que ele ocupava como o rei ungido por Deus.

Sabia que um dia iria tomar o seu lugar, mas também que não lhe competia eliminá-lo.

Deixando Saul se retirar da caverna e prosseguir no seu caminho, Davi também saiu e gritou para Saul: "ó rei, meu senhor".

É Deus quem dá poder e autoridade aos reis e governadores deste mundo (Rm 13:1-7).

Em atitude de completa submissão, Davi declarou ao rei como teve a sua vida em suas mãos dentro da caverna, mas que o havia poupado porque era o ungido de Deus.

Mostrou-lhe a orla que havia cortado da sua capa, como prova de que não o queria mal nem era rebelde.

Declarou que deixava a justiça nas mãos do SENHOR, mas que nunca levantaria a mão contra Saul.

Manifestou surpresa por ser perseguido por Saul, sendo que era absolutamente inofensivo ao rei.

Quantos já mataram os Sauls de suas vidas.

Quantos usaram pessoas rebeldes como Saul, mas também inofensivos para chegarem onde estão.

Davi tinha aproximadamente 600 homens o incitando a aproveitar a oportunidade para matar Saul, e tornar-se rei.

Uma calúnia, um motim, uma difamação; muitos meios para destruir a posição de alguém para substituí-la.

Quantos vices maquinando algo para ser o titular.

Quantos falsos obreiros agindo como traidores, buscando uma oportunidade para assumirem posições, que ainda não lhes competem.

Davi ainda por duas vezes teve a oportunidade de usurpar o trono, mas não o fez.

Pois não era sua hora (1Sm 26:8-11 / 2Sm 1).

sábado, 31 de março de 2012

Forçando a Ordenação (2)


Forçando a ordenação através da "barganha"!

Jesus já tinha dado duas respostas sábias a Satanás.

Mas o tentador acreditando que ainda poderia persuadir Jesus, ele faz uma proposta bem tentadora: “Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles. E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares” (MT 4:8-9).

Satanás acreditava que ele poderia fazer de Jesus o que na verdade já estava estabelecido (AP 15:11), acreditando que em troca de idolatria, poderia fazer de Jesus rei.

Esse engodo tem feito de muitos jovens ministros, vítimas e dependentes de obreiros fraudulentos, corruptos, gananciosos, avarentos, mesquinhos e autoritários.

Tanto que enfrentam hoje a vergonha e desprezo de alguns, por serem considerados derrotados em seus ministérios.

Tive a infelicidade de presenciar algo há nove anos.

Certo pastor que exercia uma função de destaque no ministério, que persuadiu alguns obreiros a apoiá-lo, com o intuito de derrubar um obreiro que possuía uma posição ministerial menor, porém financeiramente melhor.

Ele prometeu aos ministros que haviam sido persuadidos, algumas vantagens ministeriais.

Principalmente cargos dentro do ministério.

Infelizmente o plano deu certo.

O obreiro que era um dos principais na época, saiu do ministério indo para outra igreja, e o pastor cumpriu sua palavra, tornando seus cúmplices em pouco tempo, obreiros de destaque e de cargos privilegiados.

O que eu lamento hoje é ver esses obreiros distantes da posição que um dia alcançaram, através da conivência com o erro, optando pelo atalho da reciprocidade, estando hoje sem nenhuma função ministerial em sua igreja.

Não precisamos trocar um chamado, uma vocação, algo que Deus determinou para nossa vida, por um atalho ilusório e enganoso.

Os atalhos para chegarmos ao lugar que Deus planejou, sempre vão existir.
Convém a nós a escolha.

Chegar onde Deus quer quando ele quer, ou chegar onde Deus ainda não quer, mas nós queremos.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Forçando a Ordenação....



Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja.” (1Tm 3:1).

Que palavra de inspiração ministerial, escreveu Paulo a Timóteo!

Imagino como soou isso aos ouvidos daqueles que tinham convicção em seu chamado ministerial, ao receberem as palavras de Paulo (creio ser o grande pregador, e motivador dos jovens pregadores da época).

Afirmando que o desejo de ser ministro não era uma coisa qualquer, mais uma escolha de grande valor.

Certo dia conversava com um pastor sobre o desejo que ardia em meu coração, de anunciar o evangelho por onde passasse, sem me preocupar em que posição ministerial estaria, mas apenas anunciar a Jesus.

Fui advertido. Ele citou (1Tm 3:1), e falava que mesmo eu não desejando um ministério, isso era algo de muita importância e grandeza.

Infelizmente o que ocorre são os extremos.

Existem aqueles que têm uma chamada para desempenhar algo para Cristo, mas vivem no comodismo e não buscam fazer sua parte nos projetos de Deus.

Enquanto isso existe aqueles que querem chegar onde Deus projetou, mas não permitem que as coisas aconteçam no tempo de certo, e buscam ou escolhem alguns atalhos para isso acontecer.

Durante estes dez anos na caminhada ministerial, tive a infelicidade de aprender errando, e com os erros de alguns.

Principalmente no que diz respeito às oportunidades.

Muitos obreiros que pude acompanhar seus ministérios, hoje se encontram desviados, outros se tornaram políticos, alguns depois de um tempo integrado ao ministério, voltaram as suas antigas profissões.

Qual seria o motivo de muitos não terem sucesso em seu ministério?

Vou abordar um, dos muitos fatores, que pude presenciar na vida de alguns, e fez com que muitos se tornassem fracassados, em um ministério que mal começou.


(CONTINUA _ AGUARDE)

quarta-feira, 28 de março de 2012

Do Púlpito a Palavra de Deus!

ÉTICA DO PÚLPITO

Duas palavras assaz importantes: ÉTICA e PÚLPITO.

O termo ÉTICA deriva do grego ethos (caráter, modo de ser de uma pessoa).
São princípios e valores morais que norteiam uma sociedade ou alguma disciplina específica.

Já o termo PÚLPITO vem de "pulpeto".

Do lat. "pulpitum". Também: Tribuna, estrado.

Local elevado de onde fala um orador, geralmente dentro de um templo religioso.

O que seria ÉTICA DO PÚLPITO?

Seria um conjunto de regras que norteariam a administração e o funcionamento da pregação numa igreja cristã.

Infelizmente, nos dias atuais, vivemos um empobrecimento da prédica; os sermões têm deixado muito a desejar.

Os pregadores não têm se portado à altura do ofício divino da pregação bíblica.

Logo, por força dessa falta de valores as congregações têm perdido sua identidade cristã, tornando-se auditório comum e secular.

Gostaria de destacar 8 valores que certamente deveriam estar presentes nos púlpitos cristãos, princípios que fariam com que a pregação fosse muito mais relevante, eficaz e qualificada.

Há muitas outras razões, mas o espaço não nos permite desenvolvê-las.
Fiquemos apenas com estes, abaixo citados:

1) Pregadores devem usar a Bíblia - não é o jornal do domingo, nem a revista semanal.

Não é o multimídia com vídeos interessantes nem o livro mais vendido da semana.

Púlpitos cristãos devem ter BÍBLIAS como base, como texto, como fonte, como fundamento. "Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho." (Sl 119:105)

2) Sermões devem ser cristocêntricos - O tema de uma pregação não deve ser "matar um leão por dia", "vencendo o monstro da depressão", mas sim a pessoa de Deus e Sua imensa graça.

Para ouvir mensagens de autoajuda nós buscamos palestras ou compramos livros; púlpitos de igrejas devem falar de Deus, de Cristo, do Espírito Santo, da graça, da alma, da vida eterna, e não de efemeridades meramente psicológicas.

"Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus. "(1Co 1:24)

3) Pregadores devem ter postura - Está em voga o abandono da gravata e tudo o que lembre formalismo.

Então vemos nos púlpitos pregadores que busca não se parecer com pregadores.

Uns vão com camisas de times de futebol, outros com roupas de piquenique, outros ainda nem sequer se preparam.

Quem sofre é o púlpito, que vira algo irrelevante e desprezível.

Assim como se espera um governo digno e elegante, ou um médico e bombeiro bem fardados, também se espera que o pregador poste-se digna e solenemente no exercício da pregação da Palavra de Deus.

Elegância, simplicidade, humildade: quesitos que valorizam o púlpito.

4) As mensagens devem ter linguagem sadia - Que tristeza ver um pregador que não sabe falar português!

Que incômodo ouvirmos mensagens cheias de gírias e palavras deselegantes!
Um bom sermão deve ser simples, de linguagem clara e compreensível, sem ser inadequada, inconveniente, deselegante.

O pregador deve ser correto no uso da linguagem.

"Linguagem sã e irrepreensível, para que o adversário se envergonhe, não tendo nenhum mal que dizer de nós." (Tt 2:8)

5) Pregadores não devem obrigar o auditório a interagir
- Que deselegância e inconveniência a atitude de pregadores que, por falta do que dizer, interrompem o sermão e determinam: "vire pro seu irmão ao lado e diga...".

Isso é mediocridade e falta de argumento.

Cristo nunca usou desse artifício barato.

A resposta ao sermão deve vir da alma que se propõe a praticar o que aprende, não de um auditório adolescente que entra num jogo de falar e escutar.

Quem prega a Bíblia com conteúdo não precisa dessa banalidade.

"Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina." (2Tm 4:2)

6) Púlpito não é lugar para política - Há sermões que descem do Céu para tomarem as bandeiras das lutas sociais.

Transformam o auditório bíblico em palanque de lutas partidárias ou ideológicas.

Quando não, em época de eleições, cedem seus púlpitos para que políticos deem seus recados.

Isso é adultério espiritual.

Para os políticos existem as tribunas.

Para os pregadores os púlpitos.

Política cuida do Reino do Mundo; Igreja cuida do Reino de Deus.

"E Jesus, respondendo, disse-lhes: Dai, pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. E maravilharam-se dele." (Mc 12:17)

7) O púlpito deve ser o terminal de um processo, não o início - Pregadores que não se preparam, que não oram, que não organizam suas ideias antes da pregação geralmente oferecerão muito pouco e suas mensagens não seguirão por dez minutos depois de seu término.

Sermões eficazes começam de joelhos.

Boas pregações são pensadas por longo tempo.

São fruto de pesquisa, de estudo, de erudição, de preparo, mas, principalmente, da graça do Senhor sobre a vida de quem prega sob Sua direção.

"Persiste em ler, exortar e ensinar, " (1Tm 4:13)

8) O púlpito não deve ser tribuna de auto-promoção - Há mensagens que não passam de bajulação disfarçada ou de egolatria exacerbada.

Prega-se o homem, não a Cristo.

Prega-se o servo, não o Senhor.

Prega-se a obra de Deus, não o Deus da obra.

Sermões desse tipo poderiam ter como hino o que diz: "Sim, há de ser GLÓRIA PRA MIM, GLÓRIA PRA MIM, GLÓRIA PRA MIM".

Um sermão bíblico aponta para outro caminho: o caminho da glória divina e da incapacidade humana; aponta para a honra a Cristo e a submissão do pecador.

Qualquer coisa diferente disso é jactância mundana, não pregação bíblica: "É necessário que Cristo cresça e que eu diminua." (Jo 3:30)

Espero sinceramente que os nossos púlpitos melhorem em qualidade.

Um bom púlpito pode transformar uma igreja.

Um sermão qualificado em um pregador capaz pode ser a fagulha que acende um reavivamento na Obra do Senhor.

Que sejamos pregadores fiéis em nome de Jesus.

Amém.

Wagner Antônio de Araújo

FACCIOSO E INSENSATO

FACCIOSO E INSENSATO        Textos: I Coríntios 1.1-31 INTRODUÇÃO:  A igreja em Corinto era, de todas as igrejas do Novo Testamento...