quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Mudanças ou Transferencias Pastorais




Prezados companheiros!

Há algum tempo prometi postar algo sobre o pastor e a sucessão pastoral e suas consequências!

Não é meu proposito atingir qualquer companheiro que coincidentemente estiver entre as minhas observações, são quarenta e seis anos como obreiro e por bondade de Deus estou presidindo a segunda igreja nestes últimos  trinta anos e não creio que Deus nos chama para ser um mala nas costas e mudando todo ano ou não se integrando á vontade Divina no lugar determinado pelo Senhor

Confesso que estou preocupado com os desdobramentos com o rumo que estes eventos estão tomando!

Compreendo que a mudança de um pastor de uma igreja ou ministério para outro não é nada fácil!

Adaptar se ao novo campo, povo, costumes, ministério, região, hábitos apreendidos ao longo dos anos enfim é uma tarefa hercúlea e posso afirmar não é fácil para aquele pastor e a referida igreja que o recebe!

Porém, o que fazemos para que isso se torne aceitável e á medida que passa os meses, anos seja próspero aquele ministério e pastor?

Os traumas e mazelas que ocorrem muitas vezes são provocados pelos pastores e isso tem trazido enormes problemas para ele, família, igrejas e ministérios!

Eis a questão?

O conceito ministerial é uma questão a ser discutida e procurarmos saber se todos os que desejam ser pastor, entendem o que é ser pastor na essência!

A responsabilidade pastoral é muito mais que possuir uma credencial com a indicação que o portador é ministro do evangelho!

Preocupado com o legado que devemos deixar aos que nos substituirão nas lides pastorais.

Pretendo trazer aos meus amigos e irmãos uma pequena reflexão sobre o que será da igreja diante do quadro que estamos presenciando, o ministério para alguns é apenas uma forma de sobrevivência ou meio de vida e com isto a qualidade que deveria ser comprometida com a Palavra de Deus e ao próprio Deus está em decadência horrível e a olhos vistos o prejuízo é enorme!

O que é ser pastor?

É aquele que é chamado, vocacionado e dedicado ao rebanho do Senhor Jesus Cristo, pois, Ele pagou um alto preço na cruz!

Mas?

Não será que vale a pena observar certos critérios ou detalhes para não causar impacto negativo naquele campo e com isto os prejuízos seriam evitados?

O que vemos hoje nos arraiais que chamamos de ministério?

Vaidade de vaidade, orgulho, soberba, status, traição e sofismas, astúcia, engano, interesse pessoal acima da vontade Divina para o chamado pastor.

Vejamos em particular a questão ética sobre a sucessão pastoral!

Como devemos proceder com o nosso antecessor?

Como agir com o ministério que assumimos nos primeiros dias e meses de presidência pastoral?

Como administrar os bens e patrimônio adquiridos por aqueles que naquele lugar estiveram?

Como conservar o rebanho ou igreja dentro da perspectiva pastorais sem provocar prejuízos no aspecto doutrinário e cultura local?

Quando um pastor é convidado para assumir um novo campo eclesiástico, como se portar, agir, proceder?

Muitos no afã de aparecer e mostrar-se superior ao pastor que substituiu, começa antes de conhecer o novo campo, tomando decisões sob a ideia que mudando o sacerdote, muda-se a lei!

E o prejuízo é logo sentido e os comentários ruins começam a circular e não há como evitar!

E o resultado?

Mudança de campo!

Questiono, e o prejuízo deixado?

O patrimônio perdido?

O templo vendido a preço de banana, para comprar o automóvel de luxo e a cidade é pequena, onde todos conhecem todos!

Comentários negativos surgem entre os membros da igreja por que questionados pela sociedade local vê que o Templo Sede ou congregação está necessitado de reforma, mas, o "pastor" não aceitou a usar o veículo adquirido ás duras penas pelo antecessor, e simplesmente vai lá e troca de automóvel!

Critica o antecessor descaradamente, quando devia fazer o seu trabalho, dando continuidade sem preocupações com o passado do companheiro de ministério!

Outros há que antes de ser empossado já telefona para o tesoureiro e quer saber da renda eclesiástica e já afirmam que não aceitam o mesmo pagamento e determinam o quanto e mais isso e aquilo, a casa pastoral não serve, tem que alugar outra em região à altura do seu cargo!

Companheiros de lides ministeriais devem se esforçar para que o seu substituto tenha a melhor recepção possível!

Nossos ministérios são distintos!

Não há um só pastor idêntico ao seu companheiro, daí fazer comparações é temeridade!

Deus ao nos chamar para o seu trabalho nos capacita de forma tal que nós completamos quando temos visão de Reino de Deus!

Imagine vocês, quando torço ou alimento sentimentos de derrota para o meu irmão no seu ministério ou rogo sobre ele palavras de maldição, o prejuízo é de quem?

Não é a Igreja?

O campo ministerial assumido ou que foi entregue em um culto de posse e boas-vindas?

A hipocrisia de muitos que intitulam "Ministros do Evangelho" é uma vergonha!

Pois!

O problema de um campo ou igreja perdendo membros, obreiros e outras coisas mais, porventura não é ação diabólica contra o reino de Deus?

E logo eu, que me apresento como ganhador de almas estou torcendo que o meu substituto seja desgraçadamente prejudicado, esquecendo-me que a Igreja pertence ao Homem das mãos furadas?

E aquele obreiro orgulhoso que ao assumir o novo campo diz: Cheguei aqui e não encontrei nada!

Espera aí!

Isso é no mínimo uma ofensa aos pioneiros daquele lugar!

Cada um faz o que está apto a fazer, eu não tenho o direito de criticar aqueles que me antecederam, até por que não há ninguém insubstituível e melhor prova disso é o cemitério, está cheio de homens e mulheres que um dia ocuparam lugares de destaque na sociedade, mas, veio a morte e os ceifaram!

E com isto vieram os substitutos!

Porque então o orgulho?

Não moro nessa casa!

Não ando nesse carro!

Não visito, dou atendimento no Gabinete Pastoral!

Não como isso ou aquilo!

(Salvo um problema de saúde)

Outros há que ao assumir seu novo campo de atividades, logo se dispõe a vender propriedades adquiridas com sacrifício, lágrimas, economias...etc..

Trocando terrenos por veículos de luxo para esnobarem naquela pequena cidade do interior!

Não é à toa que muitos crentes deixam de contribuir em razão destas atitudes impensadas e que eivadas de soberba dizem: Sou filho do Rei!

Alguém dirá: Então eu não posso ter um bom veículo?

Uma boa casa?

O que prego e procuro é o que chamo de equilíbrio!

Veja a média daquele campo ou igreja, viva de acordo com a média da membresia que pastoreia, não queiras esnobar com os recursos doados, ofertados com liberalidade dos crentes na Palavra de Deus!

Tenhamos temor de Deus e sua Palavra!

Quem é fiel no pouco sobre o muito é colocado, mas isto não nos dá o direito de esbanjar, gastar sem respeito, devemos entender que essa contribuição é de todas as camadas sociais de nossas igrejas!

Assim como o empresário, fazendeiro ou empregado, profissional liberal, há também a contribuição do aposentado, daqueles que ganham apenas o salário mínimo, mas, pela fé contribuem com alegria!

Pastores devem ter essa mentalidade que um dia havemos de prestar contas e diante desse Senhor que é Onisciente, Onipotente e Onipresente; Não haverá como escapar!

Creio que voltarei ao assunto!


Deus tenha piedade de nós seus servos!

quarta-feira, 16 de julho de 2014

TEM ALGUMA COISA ERRADA COM A IGREJA...

Aos meus amigos que me honra com sua leitura em nosso humilde blog, prometi que o proximo artigo nosso doeria bastante!
Estou com ele quase pronto, trata sobre Pastores e a sucessão pastoral nos mais diversos aspectos!
Mas me deparei com o presente assunto no Blog do Pastor Guedes, com a vênia reverbero aqui o assunto muito oportuno e para uma reflexão profunda sobre o que está errado com a Igreja!
Vale a pena ler todo o artigo!
Boa leitura


O TEXTO É UM POUCO LONGO, MAS QUERO LHE CONVIDAR A LÊ-LO TODO.

Tem alguma coisa errada com a igrejacujos membros não têm desejo de irem ao culto.
Algo está errado quando se prefere as novelas e os esportes à casa do Senhor.
Quado trocamos a Escola Dominical pela Fórmula 1.
Quando deixamos a Bíblia e abraçamos literaturas outras, que não edificam.
Quando não valorizamos o Reino e nos envolvemos com um comportamento mundano nocivo.

Tem alguma coisa errada com a igrejaquando os pastores disputam tamanho e importância de seus ministérios em detrimento de outros ministérios.
Quando disputam espaço na mídia, seja no rádio ou na televisão.
Quando se esforçam para comprar um terreno maior que o outro como se fossem adversários.
Quando criam seus próprios parques gráficos para obterem independência e autonomia.
Quando investem pesado na mídia para não perderem a visibilidade.

Tem algo de errado quando um líder tem sua igreja como a única capaz de evangelizar o mundo.
Quando se quer exclusividade e se declara como a igreja que veio para mudar a história.
Quando não se adere ao discurso inclusivo e união para fazer os outros crescerem.
Quando se compra espaço midiático que pertencia a outro somente para vê-lo fora do seu caminho.
Quando um líder entende que o crescimento de sua igreja tem que continuar a qualquer preço.
Quando para se manter no poder, faz-se aliança com o poder secular e poderes opressores.

Algo não está bem quando um pastor critica os outros e desdenha das igrejas menores.
Quando em sua igreja não se prega a Bíblia Sagrada e a Mensagem da Cruz fica esquecida.
Quando o louvor no culto de sua igreja visa agradar o povo e não a Deus.
Quando a liturgia é moderninha e satirizada para não perder a membresia.

As coisas não andam bem quando um pastor apoia candidato ou partido que defende a causa gay.
Quando não se tem uma filosofia em termos de política e sociedade.
Quando não se tem uma visão bem definida do que venha ser a causa homossexual.
Quando não se importa com alianças espúrias, desde que tragam “benefícios” para sua comunidade.
Quando se deixa o púlpito para fazer campanhas políticas nos palanques dos ímpios.

Alguma coisa está fora dos trilhos quando líderes de igreja inventam modas para atrair multidões.
Quando o funk ou “pancadão gospel” tem livre acesso à sua liturgia.
Quando a contextualização vai para além do significado e vira mundanização.
Quando o carnaval gospel e as paradas sugerem trazer algum tipo de louvor a Deus.
Quando pastores dão entrevistas a revistas pornográficas para continuarem destacados.
Quando outros vão a programas infames e liberam todo o seu sarcasmo em rede nacional.

Alguma coisa está fora do lugar quandoum líder traz para o seu púlpito um grupo que não concorda com a sã doutrina somente para ter a “casa cheia”.
Quando se prefere “Voz da Verdade”, heréticos e zombeteiros da Trindade, à música sacra cristã.
Quando se fazem movimentos trazendo grupos reconhecidamente envolvidos com o G12.
Quando se introduz na igreja a dança exótica e sensual em seus cultos somente para atrair os jovens.
Quando se fazem “trabalhos” com pessoas reconhecidamente caídas moralmente.
Quando se usa o púlpito para promover cd de artista, como se púlpito fosse palco e culto um show.

Algo está fora de ordem quando os apologetas, supostos defensores da sã doutrina, se curvam diante de igrejas que ofendem a sã doutrina somente para vender livros.
Quando se realiza grande congresso para dar evidência a um pregador supostamente carismático.
Quando se usa o púlpito como plataforma para o sucesso e promoção da agenda dos pregadores.
Quado se usa o altar como base para comercialização de livros, cds e coisas afins.
Quando se usa a igreja para arrecadar milhões de reais e não realiza os projetos que prometem.
Quando promete e não cumpre. Projeta e não faz. Arrecada e não produz.

Tem algo de condenável nos bastidores das igrejas que se dizem defensoras da verdade, mas praticam as mesmas obras das igrejas neopentecostais e aderentes à teologia da prosperidade.
Quando um líder copia o modelo das heresias neopentecostais, posto que o modelo deu certo lá.
Quando se muda a nomenclatura das reuniões dos gedozistas e das reuniões dos empresários.
Quando aderem às festas juninas com nomes de festas “jesuínas”.

Algo não vai bem quando uma igreja trata a salvação de almas como negócio.
Quando se entende que igreja repleta é sinal de grandes arrecadações e grandes negócios.
Quando se não tem um alicerce doutrinário, cujo líder não ensina com medo de perder o povo.
Quando não se disciplina o membro para não perder o seu dízimo, sua oferta ou sua influência.
Quando se faz acepção de pessoas e dão preferência aos ricos para não perder os empresários.
Quando se crê que o mais importante é casa cheia (ou seria salvas cheias e cofres cheios?).

Portanto, o evangelho do negócio está fadado ao fracasso. Pode-se aludir a grandes projetos movidos pela baboseira da “sementeira” que proclama: “semeie no meu ministério e você será abençoado”. Pode-se alegar que se realiza obras nos quatro cantos do mundo. Os Swargatts, entre outros, também alegavam tais coisas e hoje têm um patrimônio milionário. Embora Donnie Swargatt pregue contra a teologia da prosperidade, sua família foi a que mais se beneficiou com as ofertas advindas dos quatro cantos da terra.

Nada está bem quando um líder arrogante e presunçoso prospera. Há algo de torto na conduta de um pastor falastrão e desafiador, que toca na moral dos outros e se comporta como inatingível.

Presumo que nada está bem em uma igreja que não tem liderança forte. Liderança forte não é aquela que fala alto, que esbraveja, mas a que tem autoridade enquanto orienta, que tem moral enquanto dirige e tem respeito de seus liderados pelo fato de ser humilde e honesto em tudo o que faz. Ah, quanta escassez de virtudes, qualidades éticas e padrão moral de comportamento! E quanta máscara nos púlpitos, quanto culto ao dinheiro e ao poder! Quantas alianças espúrias com os governos corrompidos! Quanta lama na base do altar por conta de concertos com empresários ímpios! Quantos líderes que venderam seus ministérios ao diabo somente para terem sucesso! Por vezes, ouço a voz do nosso Amado Senhor para esses líderes: “Tenho, porém, contra ti que...”

O mundo está pior e a igreja evangélica brasileira não está melhor. Contudo, ainda existe uma liderança sadia. Todavia, essa liderança aos poucos está sendo engolida pela tentação de ser diferente, de ser moderna, de atender os interesses do povo e não de Deus, interesses religiosos e não da Bíblia e interesses ecumênicos e não da genuína fé cristã.

Deus trará à luz todas as obras dos cães, dos falsos obreiros e dos ministros da sinagoga de satanás. O Senhor desmascarará todo aquele que a si mesmo se autointitula apóstolo e não é, mas mente.

Toda falsa profetiza, todo falso mestre, todo falso irmão, toda falsa igreja. Todo agente da corrupção na igreja será removido da presença do Senhor e todo aquele que defende seus interesses e não o do Reino, será “lançado fora”. Todo aquele que não está ligado a Ele, será cortado e lançado fora para ser queimado.


Acordemos! Que Deus tenha misericórdia de nós e nos dê graça para permanecermos em pé.

Qual a saída? Despertamento! Mudança rigorosa! Conversão! Enquanto é tempo!!!

Deus abençoe a todos!!!

Fonte

BLOG PASTOR GUEDES

sábado, 24 de maio de 2014

A EVANGELICOFOBIA DA GRANDE MÍDIA E DO CRP

Acabei de receber esse texto do Pr. Ciro, que completa perfeitamente a ultima postagem desse Blog.

por Ciro Sanches Zibordi

Veja o que o “imparcial” e “bem informado” jornal “O Dia” publicou ontem, em seu site: “Psicóloga que propunha ‘cura gay’ tem registro cassado no Paraná. 

Autodenominada como ‘psicóloga cristã’, Marisa Lobo foi cassada pelo Conselho Regional de Psicologia do estado. 

Ela ainda pode recorrer da decisão em âmbito federal”. 

Tenho observado que esse jornal e a grande mídia, de modo geral, não têm apurado com diligência nenhuma notícia negativa a respeito dos evangélicos.

Ora, ora, ora... 

No Brasil, os espíritas podem dizer que são “psicólogos espíritas”— alguns até promovem eventos que tratam de práticas espíritas em consultório (digite “psicologia cristã” no Google). 

Aqui, também, no país do futebol (e da corrupção, da injustiça, da impunidade, da perseguição religiosa, etc.), heterossexuais, como Daniela Mercury, podem se tornar gays à vontade. 

Mas, por que evangélico graduado em psicologia, como Marisa Lobo, não pode usar o binômio “psicóloga cristã” e ajudar pessoas homossexuais que desejam retomar a heterossexualidade?

O editor de “O Dia” deveria saber que nenhum psicólogo evangélico que se preza propaga a falaciosa “cura gay”. 

Entretanto, todo profissional desse segmento tem o direito de ouvir um paciente, seja qual for a sua necessidade. 

Por que um heterossexual pode tornar-se gay, e um homossexual não pode tornar-se heterossexual?

Vai o tal Conselho Regional de Psicologia (CRP) punir os psicólogos que ajudam pessoas a deixarem a heterossexualidade, assim como pune os profissionais que ajudam pessoas a deixarem a homossexualidade? 

E quanto aos profissionais de outras religiões, como os espíritas, que usam o binômio “psicólogo espírita”, terão seus registros igualmente cassados?

Que país é este? Vivemos debaixo da ditadura de opinião do movimento LGBTUVXYZ? 

Quanto aos que acusam os evangélicos de ignorantes, fundamentalistas e homofóbicos, não são eles igualmente fundamentalistas e ignorantes, além de evangelicofóbicos? ‪#‎ProntoFalei‬, quer gostem, quer não gostem.

(Posto essa matéria antes do assunto que estou preparando sobre O Pastor e a Sucessão no Ministério, devido a sua importância)

sábado, 17 de maio de 2014

O Pastor e o apascentar!


Meus caros irmãos e amigos!

Venho trabalhando nas lides ministeriais desde idos anos de 1968, 

Tive o privilégios de auxiliar verdadeiros mestres na Palavra e exemplos de homens que abandonaram tudo por amor a causa!

Homens quem não tinham receio de corrigir seus liderados e ensiná-los a como procede no trato das coisas ministeriais, e dizendo sempre: Cuide bem da Ora de Deus que Ele cuidará de vocês...

Confesso que depois destes anos todos estou estarrecido com o que estou vendo entre nós e muitos não vão gostar do que vou escrever no próximo post, que vai tratar sore a sucessão pastoral: O Pastor que sai, o que o sucede e o procedimento da Comissão de Transferências e a falta de ética de "Pastores" que recém transferidos dá um jeito e por conveniência deste ou daquele, causa transtorno para a Direção Convencional, aqueles que antes de ser empossado ligam para membros do campo indicado e já pergunta sobre salário e afins!

Mas, aguardem para a próxima postagem tratarei disto!

Inicialmente pergunto e penso que ser pastor de Igreja é algo transcendental, é por chamada, por vocação Divina, debaixo da orientação do Divino Espirito Santo e se a Palavra diz: Deus não é Deus de confusão e por que vemos isto acontecendo entre nós?

Alguma coisa está errada e urge concertá-la para o bem da obra de Deus, pois quem sofre é o Reino de Deus e as ovelhas são perturbadas no aconchego do seu redil; cabe a nós a responsabilidade de manter o rebanho tranquilo junto ás águas!

O Salmo 23 é claríssimo sobre isto e você tem dúvida que somos nós que perturbamos o rebanho com os interesses mesquinhos, $$$$$$$, Casas, automóveis, proximidades de cidades e parentes?

Onde está aquilo que chamamos de desapego e amor pela Obra de Deus?

Mas!

Mas!

Aguardem....

O Pastor deve entender que:

Apascentar!

Pastorear!

São os verbos da vida do Pastor.

Dizem que ser mãe é “padecer no paraíso”.

Certo!

E ser pastor é padecer aqui mesmo.

O pastor deve ser a figura mais próxima de Cristo dentro da igreja.

É o peso maior.

A responsabilidade mais cobrada.

De todos os que imitam ao Senhor, a imitação melhor deve ser a do pastor.

Ao mesmo tempo manso e rígido.

Terno, mas com autoridade.

Amoroso, mas com disciplina.

Quem disser que é fácil, é um mentiroso.

Pastores devem ter as ovelhas como filhos espirituais.

Deve aprender a ouvir.

Primeiro a Deus.

Depois as ovelhas.

A atividade de apascentar se concentrava em algumas atitudes básicas.

Primeiro, alimentar o rebanho.

Ou seja, ministrar a Palavra de Deus, o pão vivo que desce do céu, sem deixar fermentar ou se contaminar com outros ‘ingredientes’ que a tornem mais atrativa.

Atrativa ou não, não cabe ao ministro fazer essa observação.

Rebanho mal alimentado se desvia mais, esfria mais e corre mais atrás de ‘retetés’ e ‘oba-obas’.

Nunca está satisfeito.

Lhe falta a Palavra.

Fica fraco.

Qualquer vento de doutrina da TV o impressiona.

Em seguida, temos o proteger, o cuidar.

O grande inimigo do pastor é o lobo, é o diabo.

Ele cerca as ovelhas, fica procurando brechas nas cercas de proteção da igreja para poder entrar.

Um pastor é um reparador de brechas.

Um reformador de cercas.

Deve observar, primeiro em si, e em seguida nos demais, se há espaço para a ação do inimigo.

Como fazer, como executar, como cumprir esse ministério nos moldes da igreja de hoje?

Como apascentar sem conhecer o rebanho?

Como aconselhar se não conheço a realidade de minhas ovelhas?

Onde trabalham?

Com quem mora?

Que problemas de saúde tem?

Nem seu nome sei ao certo…

As grandes denominações se transformaram em depósitos de crentes, quando deveriam ser apriscos.

Foi isso que Jesus idealizou para sua igreja ser: APRISCOS

“Haverá um rebanho e um pastor” – Ele disse.

A situação que encontramos hoje é trágica.

As câmeras de TV vagam pela igreja em busca do rosto mais contorcido pelas lágrimas.

Atrás do milagre que possa respaldar o nome da denominação.

Mas quem são essas pessoas?

Onde vivem?

Seu pastor a visita?

Compartilha com elas sonhos e sofrimentos?

Sabem onde moram e qual é o seu nome?

São pastores?

Ou seriam administradores eclesiásticos?

Ou ainda fariseus, que cumprem exatamente o que disse Jesus sobre eles:

“Fazem tudo à vista dos homens para serem vistos”.

Se sobem no monte, divulgam.

Se fazem vigília, divulgam.

Se fazem ação social, divulgam.

Por que não divulgam sua conta bancária também?

As contas da denominação, como fazem as igrejas tradicionais?

Os bens que adquiriram depois que entraram no ministério.

Até políticos fazem assim.

Ainda mais hoje, que não sabemos distinguir um do outro.

De tão parecidos que são.

Conhecendo Jesus como conheço me pergunto sempre:

Onde ele congregaria, se voltasse a terra como uma simples ovelha?

Onde ele se sentiria melhor?

Seria no ar-condicionado das salas acarpetadas e dos bancos suntuosos, brindados com um maravilhoso púlpito de acrílico?

Ou na igrejinha de bancos de madeira, talvez igual aos que ele fazia, de púlpitos improvisados como ele sempre fez?

Seria nos altares luxuosos abarrotados de políticos ímpios e descrentes hipócritas que odeiam crentes, mas que durante o período político saúdam a igreja com a ‘paz do Senhor’?

Ou na pequena congregação onde o pastor senta para comer junto com as ovelhas e todos repartem o pão com singeleza de coração?

Essa igreja de hoje não pode ser a herdeira daquela que se mostrou pro mundo no dia de Pentecostes.

Decididamente não.

Quem quiser pode me chamar de atrasado, romântico, desatualizado, pré-histórico.

Eu sei que os tempos mudaram.


Mas a Palavra de Deus permanece a mesma.

Até o próximo post!

segunda-feira, 5 de maio de 2014

QUEBRANDO OS PARADIGMAS E SOFRENDO AS CONSEQUÊNCIAS!

PRÁTICAS MUNDANAS NÃO DINAMIZAM A IGREJA

Replicando 
Tenho visto e ouvido falar da introdução de práticas mundanas nos cultos como forma de diferenciação e inovação. 

Práticas nunca antes imaginadas e acalentadas pelos cristãos entram pela porta da frente das igrejas e encontram abrigo na mentalidade infantil e distorcida de muitos líderes. 

Vi um vídeo onde um grupo de capoeira se apresenta no meio de um culto e ali foram praticadas seus rituais e danças como se fosse em uma praça pública. 

Tudo isso em nome do diferente e do inovador. 

Perguntei-me o porque daquilo tudo. 

Não consegui respostas minimamente razoáveis. 

A prática de esporte nada conflita com o culto a Deus, mas introduzir isto em um culto no mínimo é anular o culto. 

Esses acréscimos que em outros lugares de culto chegam a contar com lutas diversas antes do culto e etc. demonstram a falência da igreja gospel. 

A verdadeira igreja não se submete a isso.

Ao nos convencermos que algo precisa mudar dentro da igreja e este algo não está claro para nós, tentamos de todas as formas apresentar alguma alternativa ao status quo reinante. 

Essa mudança precisa vir de qualquer maneira, pois, existe a convicção ou sensação que algo está errado e precisa mudar. 

Muitas vezes a mudança que tanto almejamos para a igreja deveria começar dentro de nós mesmos

Normalmente o homem sempre vai transferir para outrem sua angústia existencial ou seu desassossego interior. 

Ao invés de tomar a auto responsabilidade como padrão de vida e dar novos rumos à sua existência, vai achando culpados para suas crises pessoais, como fez Adão no paraíso quando Deus o interpelou e ele não tendo respostas jogou para Eva a responsabilidade da crise instalada. 

Daí vivenciarmos coisas desagradáveis e inúteis em nome de Deus como se tudo fosse normal.
Um dos lemas posteriores da Reforma Protestante foi: “Ecclesia Reformata et Semper Reformanda Est” (Igreja Reformada Sempre se Reformando). 

Verdade que precisamos desesperadamente resgatar e viver em nossos dias. 

Para muitos reformar a igreja implica em afrouxar a teologia, desprezar a doutrina e introduzir novos elementos na liturgia. 

Entendem que uma igreja que se reforma deve ser criativa, no sentido de ser bastante aberta nas questões doutrinária, metodológica e cúltica. 

Tentam trazer vida para um sistema moribundo através de coreografias, misticismos exacerbados e comportamentos limítrofes com o paganismo, como se isso provocasse a reforma necessária. 

O grande equívoco nesta forma de pensamento e comportamento é que quando esta máxima “Ecclesia Reformata et Semper Reformanda Est”, de autoria do reformador holandês Gisbertus Voetius (1589-1676) e já vivida por Lutero nos primórdios da Reforma em 1517, não tinha a intensão de inovar a maneira de ser, haja vista, os excessos de inovações introduzidos pela igreja romana ao longo dos séculos, culminando nas vendas de indulgências e relíquias, coisas que Lutero lutou para extirpar da igreja. 

Na realidade Lutero percebeu que reformar não era inovar a sua teologia ou a sua liturgia, mas sim, restaurar e redescobrir aquilo que havia se perdido ao longo de mais de 1000 anos de história chamado erroneamente idade das trevas, quando a Bíblia já havia deixado de ser o fundamento doutrinário da igreja e prevaleciam as tradições resultantes das decisões dos concílios e interesses financeiros e políticos dos papas. 

Logo, o resultado da Reforma Protestante no século XVI não foi um movimento inovador, mas restaurador, purificador, esterilizante, um retorno às origens, um retorno à Palavra de Deus, uma busca incessante pela simplicidade bíblica, que hoje em dia desapareceu de nosso meio.

Por vezes, o lema supracitado tem sido usado de maneira equivocada e totalmente desvirtuada. 

Muitos o utilizam como pretexto para introduzir novidades, modismos e ideias politicamente corretas na igreja. 

Aqui, volto a repetir, estar sempre se reformando não é sempre inovando ou buscando incessantemente criatividade. 

Isso é próprio dos meios de comunicações que precisam diversificar constantemente para não perder seu publico. 

Ao nos conformarmos com a mentalidade do mundo teremos como corolário um afrouxamento litúrgico, teológico e abriremos as portas para o mundanismo. 

Estar sempre se reformando é buscar continuamente o retorno ao cristianismo bíblico e básico, reafirmando as doutrinas e práticas das Escrituras Sagradas.

Creio que esta busca alucinada pelo novo e inovador tem levado a igreja esquecer que seu poder dinamizador não está no desconstrutivismo litúrgico ou teológico, na introdução de praticas exóticas como meio de atrair ou descontrair uma plateia, mas na dinâmica do Espirito Santo. 

Este Espirito dinamizador é que quebra a monotonia da religiosidade, expulsa o mundanismo da igreja e a enche de vida. 

Esse Espirito que provoca ações e reações dignas de Deus e para louvor de Sua glória. 

É esse Espírito Santo que abre as comportas interiores para fluírem os rios de águas vivas.

Sim, o lema “Ecclesia Reformata et Semper Reformanda Est” está vivo e pede passagem. 

Ele clama por ser vivido pelo povo de Deus. 

Desafia-nos a redescobrir e vivermos a simplicidade e pureza das Escrituras Sagradas no poder do Espírito. 

Assim sendo, experimentaremos novidade vida. 

Nossos cultos não serão monótonos. 

Nossas orações serão arrebatadoras. 

A pregação da Palavra será o centro de nossos cultos. 

E no final de tudo Soli Deo Gloria.
Soli Deo Gloria

Pr. Luiz Fernando R. de Souza

terça-feira, 25 de março de 2014

Os Marcos antigos removidos!



Onde está os nossos "marcos"?

As Divinas Escrituras nos advertem através do livro de Provérbios 22: 28 "Não removas os marcos antigos que puseram teus pais."

O texto mencionado refere-se aos limites de fronteiras.

Estes limites, normalmente, eram pontos, tanto geográficos, quanto os chamados "piquetes" que eram colocados pelos confrontantes.

A finalidade de tais marcos era estabelecer (deixando claros) os limites, as fronteiras de cada território.

Conversando com meu pai (in memoriam) , que era um homem do campo, ele me dizia acerca da sua dificuldade em achar alguns pontos da divisa de seu terreno num determinado local onde o mato crescera muito.

Em outras palavras: ele estava se esforçando para encontrar os marcos de seu terreno.

E isto me levou a fazer este paralelo com a situação da Igreja contemporânea!

Onde estão os limites da Igreja?

Onde está os marcos que custaram a vida (literalmente) de Nossos Pais?

Porque, na verdade, eles deixaram delimitado o território da fé...

E o que, muitas vezes, vemos hoje, é um número razoável de cristãos que mal sabem discorrer sobre o que é o Evangelho.

Citam um amontoado de "frases feitas" acompanhadas de uns poucos versículos fora de seu contexto...

Mas cadê o resultado transformador que o Evangelho traz?

Gostaria de deixar transparente neste ponto desta reflexão, que minha intenção não é me levantar como o juiz desta questão; mas sim, despertar a atenção para o que vem acontecendo com nossas igrejas, apontando para possíveis soluções.

Em Números capítulo 25, temos uma narrativa que ilustra muito bem a importância de termos bem definidos quais são os nossos limites.

Neste capítulo vemos o povo de DEUS, aos poucos, ir se afastando de seu território, e aos poucos ir se misturando com os povos estranhos.

E, aos poucos, trazendo os costumes pagãos para o Arraial do Senhor (vs 6).

E observem que no mesmo versículo nos é dito que isto aconteceu perante os olhos de um homem que conversou face a face com o Senhor.

Aconteceu diante dos olhos de um dos maiores líderes da nação de DEUS.

E a esta altura julgo oportuno perguntar: Será que isto não vem acontecendo também com nossas igrejas?

E também diante dos olhos de alguns de nossos líderes?

Nos dias de Israel foi uma situação que foi acontecendo com naturalidade, e podemos tirar como lição, o fato daquele povo não observar os limites do Arraial.

Hoje, a Igreja é o Arraial do povo de DEUS!!

E, como tal, deve observar alguns limites.

É importante observar que o adversário de nossas almas ronda diuturnamente nossas fronteiras (I Pd 5: 8).

Recentemente, conversando com uma senhora temente a DEUS, ela me contava sobre a sua dificuldade em lidar com alguns assuntos acerca da vida eterna devido a sua crença anterior.

Dizia-me ela, ainda, que não tinha tido a oportunidade de ouvir um ensino sólido acerca das Coisas Vindouras que pudesse suprir sua curiosidade e, ao mesmo tempo, preencher o espaço deixado pela doutrina errônea que havia aprendido antes de conhecer o Evangelho.

E durante esta conversa, fiquei me perguntando se esta não seria a dura realidade de muitos cristãos que aceitaram o Evangelho nos últimos anos...

Esta possível "dura realidade" é o resultado de não termos respeitado os marcos que foram deixados pelos cristãos históricos.

Temos avançado as fronteiras...

E o prejuízo tem sido da igreja...

Temos permitido que, em nome da modernidade, nossos jovens se misturem, trazendo consigo, para dentro do templo, costumes que envergonham o Bom Nome de Cristo!

Cultos que mais parecem show de entretenimento e balancear o esqueleto!

“Cultos” de humor e o Stand-Up está em alta e os que daí participam mais parecem um bando de celerados a fazerem sátiras com personagens bíblicos!

Imitações do falar em línguas, sem a menor cerimônia e as gargalhadas são altissonantes!

As reuniões de comes e bebes é uma constante avassaladora, em detrimento das reuniões de orações e estudos bíblicos!

Verdadeiros clubes sociais a peso de dinheiro e sempre visando o lucro!

Evidencia-se a experiência e a Palavra de Deus vai para o plano “fim de fila”!

A liturgia em muitos lugares se tornou um mantra!

As determinações humanas prevalecem, quebrando toda uma teologia bíblica e a ela não se dá a mínima chance de examinar se de fato é o que Deus tem nos dado através da Palavra de Deus!

Um ativismo ufanista, utópico, enganador, vaidade de vaidades!

E os cachês absurdos? 

(Digno é o obreiro do seu salario!, um sujeito prega num final de semana e cobra o que um dirigente de igreja leva dois a três meses para receber, alguma coisa tá errada!)

Modelos e mais modelos de “evangelismo” quando o principio é simples: O Evangelho é o Poder de Deus para todo aquele que crê: Cada crente uma testemunha!

Reuniões convencionais é debate sobre cargos e tomada de poder e, diga-se de passagem: Não se conquista se toma!

Constroem-se enormes prédios com o suor dos abnegados irmãos que creem nos seus líderes e depois a titulo de manter a estrutura, aluga-se para outros objetivos que não aquele inicial!

Irmãos indo á barra da justiça comum e detonam o nome de sua própria Igreja e irmãos em Cristo!

Ordenações aos borbotões, sem critérios, sem temor de Deus e se dá um titulo de Pastor a alguém que nunca soube o que é um rebanho de ovelhas, e aí para esfolar, sacrificar, matar é apenas um passo!

O Negócio é sério: Ou voltamos à simplicidade do Evangelho ou passamos para a história como os homens que amantes de si mesmo não zelaram pelos ensinos bíblicos!


A Escolha é de cada um!

FACCIOSO E INSENSATO

FACCIOSO E INSENSATO        Textos: I Coríntios 1.1-31 INTRODUÇÃO:  A igreja em Corinto era, de todas as igrejas do Novo Testamento...