sexta-feira, 25 de junho de 2010

UMA CAMPANHA PARA MUDAR A IGREJA

UMA CAMPANHA PARA MUDAR A IGREJA


Há alguns meses prometi lançar uma campanha nacional neste blog. Reconheço que demorei bastante. São as muitas ocupações. Mas aí está. É uma proposta simples para que as igrejas, independente de sua filiação denominacional ou autonomia, suspendam certas práticas durante pelo menos um ano e depois parem para avaliar em que elas melhoraram, onde progrediram, ou se, ao contrário, houve algum retrocesso. Acho a última hipótese improvável, mas é um direito que cada igreja tem de fazer a própria avaliação. Caso o progresso seja percebido, aconselho que a suspensão seja mantida, pois o Reino de Deus só terá a ganhar.


Se você concordar com os termos abaixo, fique à vontade para reproduzir em seu blog (citada a fonte), afixar no mural de sua igreja, caso seja o pastor, ou encaminhar aos seus líderes para que eles tomem conhecimento e avaliem se vale ou não a pena aderir à campanha.

Às propostas:

1. Deixe de promover eventos festivos um atrás do outro, que acarretam enormes despesas à igreja e pouco resultado trazem à vida espiritual dos crentes e à evangelização, mas não abra mão dos cultos "normais", onde todos podem ser edificados mutuamente. Aqui a comunhão pode ser experimentada em sua dimensão mais profunda.

2. Pare de criar nomenclaturas para definir um culto do outro, como, por exemplo, "culto da vitória", "culto de libertação", "culto de avivamento", "culto da virada" etc., pois culto se presta a Deus de acordo com os elementos descritos no Novo Testamento, e todos eles, quando prestados de fato ao Senhor, cumprem todas as finalidades bíblicas.

3. Reprograme as atividades extra-cultos em sua igreja, entre elas os ensaios dos diferentes departamentos musicais, para não correr o risco de um ativismo improdutivo e ter os horários de tal maneira ocupados com tantas programações que o tempo para o verdadeiro culto a Deus seja escasso, trazendo sérios prejuízos espirituais à vida dos crentes.

4. Tome a decisão radical de não convidar cantores famosos para "abrilhantar" os festejos da igreja (até porque estes em grande parte já não mais farão parte do calendário, pelo menos por um ano) e você descobrirá quantos talentos escondidos na própria igreja poderão ser aproveitados, sem custo algum, nos cultos regulares ou em outro evento extremamente indispensável. Além disso, se não houver demanda, os cantores (sem cair no terreno da generalização) deixarão de cobrar os elevados cachês e, quem sabe, aprendam a ver o que fazem como ministério e não como profissão.

5. Não deixe também de valorizar o cântico congregacional. Uma igreja que adora a Deus unida pode experimentar a vida comunitária com muito maior comunhão e proveito do que aquela em que os membros são meros assistentes de culto. Vêm e vão sem nenhum comprometimento com a vida comunitária.

6. De igual modo, pare de convidar pregadores renomados, os quais seguem a mesma linha dos cantores "profissionais" e chegam nas igrejas com os DVDs (ou CDs) da mensagem ainda a ser pregada já prontos para serem colocados à venda na porta da igreja por um preço bem módico. Quem sabe eles (sem cair também no terreno da generalização) da mesma forma aprendam e passem a servir e não buscar serem servidos.

7. Na ausência dos pregadores que não serão mais convidados, pare de "encher linguiça" durante os cultos, não mais ofereça "capim seco" às suas ovelhas, mas prepare-se para a cada culto ter sempre uma nova mensagem bíblica, cristocêntrica, sem apelar para os conhecidos e já surrados chavões, que alimente o povo e lhe aguce o desejo de voltar nos próximos cultos.

8. Pare de valorizar o formalismo da oração, que envaidece o coração farisaico, mas ensine a sua igreja o que significa orar e torne isso parte do metabolismo espiritual dos crentes de maneira que a oração, a conversa com Deus, profunda, livre e sincera, permeie tudo quanto a igreja faça.

9. Pare de promover eventos evangelísticos, mas faça com que a igreja encarne a paixão pelas almas e passe a empregar o velho (mas sempre novo) evangelismo pessoal como meio de alcançar os perdidos para Cristo. Uma boa maneira maneira é estimular a cada um para que se comprometa a orar, fazer amizade e convidar os seus parentes, amigos e vizinhos com regularidade para que assistam os cultos e ouçam a Palavra de Deus, Não é preciso ir longe. O campo está perto de cada crente. Saiba que 99% das pessoas que frequentam a igreja, hoje, foram trazidas por alguém e não por um "programa".

10. Valorize os cultos nos lares, de maneira sistemática, sem se preocupar com nomenclatura. A igreja primitiva se reunia no templo e nas casas e a maioria absoluta das igrejas existentes tiveram início em reuniões familiares.

11. Pare de fazer conchavos políticos e buscar os favores de candidatos para esta ou aquela atividade. O custo não vale a pena, compromete a voz profética e gera insatisfação entre os crentes. A melhor coisa que uma igreja faz é realizar as suas atividades com a própria receita. Quem quiser contribuir, que o faça em oculto, quando os diáconos passarem com as salvas ou quando os crentes forem chamados ao gazofilácio.

12. Resista a tentação de não cumprir as propostas acima. Sempre haverá os insatisfeitos que forçarão a barra. O risco é grande de você quebrar o compromisso, mas a perseverança é companheira dos que querem alcançar os seus objetivos. Portanto, siga em frente, olhando apenas para Jesus. Você não será decepcionado.

Conclusão

Posso afirmar com segurança, que, com essas decisões, entre tantas outras que podem ser tomadas, sua igreja, ao final de um ano, terá progredido muito mais em todos os sentidos do que se você insistir com esse sistema carcomido que muito aparenta, mas pouca eficácia tem para a igreja como corpo vivo de Cristo na terra.

Experimente e depois nos conte.

FONTE: http://geremiasdocouto.blogspot.com/

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Jesus Cristo, É o Rei!

Advento do Rei


(Mt 1.1-2.23)

O propósito principal do Espírito, neste livro, é mostrar que Jesus de Nazaré é o Messias predito por Moisés e pelos profetas.

Não temos que imaginar uma história.

Temos nomes e datas.

O Evangelho não se inicia com a expressão: “Era uma vez...”

Começa falando em “Belém da Judéia”.

A cidade está lá e podemos conhecer o próprio local onde Jesus nasceu.

A época é definida: “nos dias do rei Herodes”.

Muitos, começando a ler Mateus e Lucas, estranham as longas genealogias por eles registradas.

Devemos, porém, ter em mente que foram incluídas nas Escrituras com algum propósito.

Mateus traça a linha ancestral de Jesus até Abrão e Davi para mostrar que ele era judeu (descendente de Davi).

Lucas traça a linhagem até Adão para mostrar que ele pertencia à raça humana.

Só Mateus relata a visita dos magos .

Além de serem magos persas, eram também intelectuais e estudavam os astros.

Vieram adorar e honrar a um Rei.

Esses sábios não chegaram indagando:

“Onde está Aquele que é nascido Salvador do mundo?”, mas: “Onde está o recém-nascido Rei dos judeus?”

O nascimento de Cristo foi seguido por doze anos de silêncio até sua visita aos doutores da lei em Jerusalém.

Depois foi envolvido novamente por um silêncio que durou 18 anos.

Somente a palavra “carpinteiro” esclarece o que ele esteve fazendo.

Jesus se preparou durante trinta anos para três anos de ministério.

Que grande lição para nós!

Muitos de nós nos impacientamos com a necessidade de estudar.

Parecemos não compreender o valor que Deus dá ao preparo do homem.

A Bíblia nos mostra que os guias do povo tiveram de submeter-se a um período de preparo antes de realizarem a missão de que foram encarregados.

Vejam Abrão, José, Josué, Ester e outros.

Proclamação do Reino (Mt 3.1-16.20)

Em Mateus ouvimos a “Voz”: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus.

Porque este é o referido por intermédio do profeta Isaías: Voz do que clama no deserto:

Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas” (Mt 3.2,3).

O Rei deve ser anunciado.

Era dever o arauto preceder o Rei, como fazia um oficial ao seu comandante, e ordenar que fossem consertados os caminhos por onde viajaria seu senhor.

Foi o que fez João Batista.

Mostrou que os caminhos espirituais da vida dos homens e das nações precisavam ser reconstruídos e endireitados.

Vemos o Rei deixar sua vida particular para ingressar no ministério público (Mt 4).

Depois enfrenta uma crise.

Satanás ofereceu-lhe um atalho que o levaria rapidamente àquele reino universal que ele viera ganhar.

Jesus, porém, foi vitorioso.

Continuou para vencer todas as tentações, até sua vitória final e ascensão ao céu, como Senhor de todos (Veja 1Co 10.13).

Todo reino tem suas leis e padrões para controle de seus súditos .

O reino dos céus não faz exceção.

Jesus declarou ter vindo, não para revogar , mas para cumprir a lei.

Do alto púlpito de um monte, Jesus pregou o sermão que contém as leis do seu reino (Mt 5,6 e 7).

Se a sociedade humana adotasse os seus padrões, o mundo andaria em ordem.

Um dia de acordo com seus ensinos seria um pedacinho do céu.

Em vez de anarquia, reinaria o amor.

Cristo mostra que o pecado consiste não só em alguém cometer o ato, mas também no motivo que originou o ato (Veja Mt 5.21,22, 27,28).

O Sermão da Montanha estabelece a constituição do reino.

Jesus não somente pregou como também reuniu outros a seu redor.

Era necessário organizar seu reino e estabelecê-lo em bases mais amplas e permanentes. Jesus tem ainda uma grande mensagem para o mundo e precisa de nós para proclamá-la.

As idéias espirituais têm que se vestir de pessoas humanas e instituições para lhes servirem de coração e cérebro, mãos e pés, como meios de divulgação.

Onde Jesus foi encontrar seus colaboradores?

Não no templo entre os doutores da lei e os sacerdotes; tão pouco os buscou nas academias de Jerusalém.

Achou-os à beira-mar consertando suas redes. Jesus não chamou nobres e poderosos, escolhendo antes “as cousas loucas do mundo para envergonhar os sábios” (1Co 1.27).

Note algumas das advertências e instruções de Jesus aos discípulos, declaradas em Mateus 10.

Quais foram?

Se esses requisitos são ainda exigidos hoje, você pode dizer que é discípulo de Jesus?

A palavra “reino” aparece mais de 45 vezes em Mateus, pois este é o Evangelho do Rei.

A expressão “reino dos céus”, mais de 25 vezes, e não figura mais em nenhum dos outros Evangelhos.

Das quinze parábolas registradas por Mateus, um bom número delas diz: “O reino dos céus é semelhante...”

Jesus comparou o reino de Deus (Mt 13): ao semeador, ao joio, à semente de mostarda, ao fermento na massa, ao tesouro escondido, à pérola de grande valor e à rede de pescador.

Essas parábolas, chamadas de “mistérios do reino dos céus” (Mt 13.11) descrevem qual será o resultado da presença do Evangelho de Cristo no mundo, na época presente, até a Sua volta, quando então se realizará a ceifa (Mt 13.40-43).

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Reflexões de um gaúcho amigo!

Quando se perde o foco da missão


Por Pr. João A. de Souza Filho

Pois meus amigos, saí a caminhar e pus-me a refletir novamente sobre os rumos da igreja brasileira, tema sobre o qual venho escrevendo constantemente.

E como é fácil se desviar da missão. A igreja brasileira vem sistematicamente se desviando de sua missão. Serei bem franco neste artigo.

1. Anos atrás soube que uma grande organização mundial de assistência social gastava noventa por cento das entradas para manter a estrutura da organização. Havia perdido o foco. Aquela missão de assistência social se despertou a tempo e mudou os rumos da missão.
E isso acontece não apenas com associações evangélicas, mas com igrejas e denominações. É isso que chamo de perder o foco.

2. As reuniões realizadas anualmente pelos Gideões Internacionais em Camboriú, SC tinham um propósito: Levantar recursos para a obra de evangelização mundial. E as pessoas iam até lá para ter uma experiência com Deus. Mas, e hoje? Alguns me disseram que vão até lá para fazer turismo!

O sucesso daqueles encontros transformou a conferência num fim em si mesma. Quer dizer. Não existe mais experiência com Deus porque ao redor do encontro anual dos Gideões criou-se um mercado de produtos evangélicos, na maioria de produtos piratas, e a conferência perdeu seu rumo. Gente transformada por Deus é gente séria, mas ali a pirataria corre solta!

Pregadores sapatinhos de fogo, re-te-té, em busca de fama aproveitam também o encontro para faturar alguma grana; vender seus CDs e DVDs. Não se tem notícias de pregadores que pregam estritamente a palavra de Deus naqueles encontros. Um mestre não teria sucesso diante de um auditório que busca a frenesi.

Neste último encontro de Abril de 2010 a conferência teve uma face política com a presença de um candidato a presidente, e as fontes afirmam que o governo de Santa Catarina teria investido 600 mil reais para o encontro.

Os irmãos de Camboriú perderam o foco. Agora buscam o enriquecimento e a via política. Uma lástima. A menos que se arrependam colherão frutos amargos logo adiante. O dinheiro se tornou mais importante que a Presença.

Só para lembrar um feito histórico, os irmãos de Plimouth (The Plimouth Brethren) tiveram regularmente conferências durante cem anos, na mesma cidade, com o único fim de estudar e crescer no conhecimento da palavra de Deus. Dali saíram os grandes mestres que hoje assinaram livros e Bíblias comentadas. Hoje um encontro para se estudar a palavra de Deus é uma raridade, porque qualquer encontro ou conferência a que se vai, a busca pelo dinheiro é desenfreada pelos coordenadores e pelos pregadores.

3. Nos dias atuais tornou-se quase impossível para o cristão comum – que não tem muitos recursos – participar de conferências evangélicas, porque a maioria delas é realizada em hotéis caríssimos e os gastos são insuportáveis, a menos que uma igreja rica e abastada pague todas as despesas do pastor que quiser frequentar uma dessas conferências. Examine você mesmo os preços exorbitantes dessas conferências, porque, mesmo pagando todas as despesas do hotel, você é solicitado a dar ofertas generosas para cobrir os custos – que você já cobriu com sua inscrição. Perdeu-se o foco da missão. Particularmente não consigo atender sequer uma dessas conferências, porque o preço é inviável!

4. As grandes convenções de antigamente eram feitas em prédios da igreja, onde os irmãos eram alojados e faziam suas refeições. Com o crescimento da igreja não existem igrejas locais com estruturas funcionais para hospedar mais de mil pastores. E é preciso recorrer a centros de convenções. Mas, as denominações e os organizadores de conferências perderam o foco e hoje cobram preços também exorbitantes para seus pastores irem a uma conferência da denominação. Os que conseguem ir de carro aproveitam a oportunidade para desfilar seu carro importado último modelo, e deixam constrangidos os pastores de igrejas menos abastadas. Os irmãos perderam o foco!

A ADONEP faz suas conferências para homens de negócios e estes dispõem de dinheiro para participarem, mas na maioria das conferências de igrejas, os pastores não conseguem participar tal o custo elevado dos hotéis.

As viagens feitas para Israel se constituem hoje uma grande fonte de renda para seus organizadores – pelo menos aqui não se perdeu o foco que é mesmo de ganhar dinheiro em cima das pessoas que querem visitar Israel.

5. Conferências que visam arrecadar recursos. Hoje é a coisa mais comum fazer uma grande conferência – louvor, batalha espiritual, show gospel, família, etc. com a finalidade de se arrecadar dinheiro. E o povo paga as despesas com inscrições caríssimas.

6. A marcha para Jesus perdeu se foco. Em Porto Alegre liderei com João Almeida, líder da JOCUM naquele tempo, a primeira marcha para Jesus em 1993. Tínhamos um foco. Orar e interceder pela cidade. Não sei a respeito de Porto Alegre, mas na maioria das cidades perdeu-se o foco. Agora a marcha é um show. As prefeituras liberam verba e os cantores e grupos fazem a farra. O custo da marcha pra Jesus numa cidade pequena – fiquei sabendo – foi de quatrocentos mil reais – pago por verba pública. Perdeu-se o foco. Os cantores gospel sabem que podem aproveitar a oportunidade para ganhar um bom dinheiro – e é possível que outros ganhem também.

A igreja também perdeu seu foco. Sua missão é de levar as boas-novas de salvação, de curar os enfermos, de libertar os cativos e de cuidar dos pobres e dos necessitados. Hoje, o foco é ela mesma. Se alguém é pobre e necessitado, que se vire! A igreja quer mais e mais recursos para si mesma! Da mesma maneira está acontecendo com as organizações para-eclesiásticas que arrecadam rios de dinheiro, mas perderam o foco de sua missão!

Que Deus tenha misericórdia de nós! Porque, de maneira geral, a igreja brasileira perdeu o seu rumo!

Fonte: [ Pr. João A. de Souza Filho ]

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Apenas uma fábula, quem lê entenda!

A RATOEIRA


Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.

Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.

Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.

Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!

A galinha disse:

- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.

O rato foi até o porco e disse:

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!

- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar.

Fique tranqüilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.

O rato dirigiu-se à vaca.

E ela lhe disse:

- O quê?

Uma ratoeira?

Por acaso estou em perigo?

Acho que não!

Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.

Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.

A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.

No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.

E a cobra picou a mulher…

O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.

Ela voltou com febre.

Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.

O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.

Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.

A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral.

O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.


"Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco. O problema de um é problema de todos."

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Nota de Esclarecimento

07/06/2010 - 10:48


Mesa Diretora divulga nota oficial

Nota fala sobre renúncia do 1º vice-presidente e 1º tesoureiro e rebate acusações


NOTA DE ESCLARECIMENTO

AOS MEMBROS DA CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL – CGADB

A MESA DIRETORA da CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS NO BRASIL – CGADB – tendo tomado conhecimento de que circulam na internet as comunicações de renúncias dos 1º vice-presidente e 1º tesoureiro, pastor Silas Lima Malafaia e pastor Antonio Silva Santana, respectivamente, nas quais os ilustres e eminentes servos de Deus expõem a esta Mesa Diretora as razões motivadoras de suas renúncias, por amor à verdade e para espancar eventuais dúvidas quanto à integridade e lisura dos signatários na condução dos interesses sociais da nossa veneranda CGADB, esta cumprindo o seu dever espiritual, moral, estatutário e legal de defender a instituição e ao seu órgão diretivo na forma do estatuto social em vigor, vem ao público prestar os seguintes esclarecimentos, por amor à verdade e respeito às consciências daqueles que pugnam por uma conduta séria, honrada e espiritual, como convém a todos que servem na seara do Senhor Jesus:

1) Na notificação firmada pelo ilustre pastor Silas Lima Malafaia, foi comunicada a sua renúncia ao cargo de 1º vice-presidente da CGADB, eleito que foi na última Assembléia Geral Ordinária em Vitória-ES, em abril de 2009, como também o seu desligamento do quadro de membros. Evidentemente que poderia ter ocorrido a renúncia sem o desligamento, pois a primeira não era dependente da segunda. Os motivos apontados na precitada comunicação não são atuais, pois, como ele próprio diz, “Tais denúncias, por oportunidade da última Convenção da CGADB, restaram integralmente comprovadas em trabalho realizado por comissão formada para esse fim, cujo relatório só foi aprovado com as ressalvas e obrigações de apresentar balancetes”. Esta Mesa Diretora já se manifestou anteriormente por nota de esclarecimento similar à presente, publicada no jornal Mensageiro da Paz, nº 1.490, de julho/2009, por ocasião de manifestação televisiva de outro convencional.

2) Conforme disposição contida no artigo 44, III, do estatuto social em vigor, o atendimento das exigências da precitada comissão especial a que se referiu o renunciante não era, como não é, de todo o órgão diretivo, mas do 1º tesoureiro, como a seguir transcrito:

“Art. 44. Compete ao 1º Tesoureiro:

III – elaborar o relatório financeiro e apresentá-lo trimestralmente ao Conselho Fiscal e bienalmente à Assembléia Geral Ordinária;”

Portanto, trata-se de competência legal individual específica, cabendo àquele que foi eleito para o cargo ter consigo a consciência da atribuição que lhe é conferida pela norma estatutária;

3) Quanto à renúncia do 1º tesoureiro, o honrado servo de Deus pastor Antonio Silva Santana, foi alegado, dentre outros motivos para a sua renúncia, que: a) “só tomei posse em 29 de julho de 2009”; b) “só a partir desta data é que fui tomando conhecimento da real situação fiscal e financeira da CGADB”; c) “a cada dia fica impossível o levantamento de toda a documentação contábil, fiscal e bancária, uma vez que não foi atendida à solicitação do Conselho Fiscal da CGADB lavrado em 12 de março de 2010 solicitando uma auditoria nas contas do mandato anterior a 2009”;

4) Confrontando-as, a Mesa Diretora esclarece:

a) o ilustre renunciante não tomou posse na data por ele alegada, pois ela ocorreu juntamente com os demais eleitos no dia 25 de abril de 2009, conforme o termo por ele assinado, passando a ser de fato e de direito o 1º tesoureiro da CGADB a partir de então. Se o tesoureiro anterior não lhe repassou as informações inerentes ao exercício do mandato anterior, o fato fica restrito aos dois e não a todo o órgão diretivo;

b) na condição de eleito e empossado, passou a ser de sua exclusiva competência solucionar as pendências existentes, podendo, inclusive, ter solicitado a cooperação do Conselho Fiscal para proceder aos levantamentos necessários para o perfeito esclarecimento dos fatos, o que não aconteceu;

c) atendendo à solicitação do ilustre renunciante, a presidência autorizou-lhe contratar todos os funcionários necessários ao perfeito desempenho das tarefas da tesouraria, tendo ele contratado com vínculo empregatício apenas um assessor, que não residia na sede da CGADB, e substituído duas funcionárias para as tarefas subalternas;

d) na reunião da Mesa Diretora realizada em 12 de março de 2010, em cuja data o Conselho Fiscal apresentou o pedido de realização de auditoria referido pelo renunciante em sua notificação, foi decidido que uma comissão especial procederia todos os levantamentos necessários junto à Tesouraria, controladoria, prestadores de serviços, bancos, etc, para esclarecer os fatos e apontar as soluções adequadas, para que fossem atendidas as recomendações contidas no relatório da comissão especial da Assembléia Geral Ordinária realizada em Vitória-ES. Após os exaustivos trabalhos desenvolvidos pela precitada comissão especial, o qual contou com a participação pessoal do renunciante, foi elaborado um relatório apontando os fatos que impediram a apresentação dos balanços dos exercícios de 2007 e 2008, e as medidas corretivas necessárias ao atendimento das exigências legais;

e) no mesmo relatório, a comissão especial relata que muitos dos cheques emitidos pela CGADB e devolvidos pelas instituições bancárias sacadas foram em razão de convenções afiliadas e alguns convencionais terem pago as anuidades e inscrições de membros para participarem da Assembléia Geral em Vitória-ES em até dez parcelas, e os respectivos boletos bancários e cheques por elas emitidos não terem sido honrados pelos emitentes, o que contribuiu para que os cheques emitidos para pagamentos com as receitas oriundas das anuidades e inscrições não terem sido cobertos;

f) a comissão especial também conseguiu, através do profissional que presta serviços na área de informática, unificar e uniformizar os dados utilizados pela Secretaria Geral e Tesouraria, resgatar as informações financeiras e documentação que permitissem a elaboração dos balanços acima referidos pelo contador, resgatar os cheques devolvidos que estavam em poder de terceiros e proceder as baixas junto aos bancos sacados com baixa nos órgãos de créditos, o que está contribuindo para normalização do funcionamento da tesouraria e controladoria da CGADB.

Resta claro, portanto, que as motivações para as renúncias, embora pareçam similares, são distintas, pois enquanto o pastor Silas Lima Malafaia usou fatos já ultrapassados, abordados e decididos pela Assembléia Geral em Vitória-ES, o pastor Antonio Silva Santana não teve as iniciativas que lhe cabiam tomar para solucionar as dificuldades herdadas de gestões anteriores à sua, por ter assumido o cargo que traz consigo os encargos atribuídos pelo estatuto social, dentre outros, o de apresentar os relatórios financeiros e contábeis.

Considerações Finais

Para finalizar a presente NOTA, e ainda objetivando tratar a questão “dificuldades financeiras” enfrentadas pela Convenção Geral, os esclarecimentos adicionais se fazem necessários:

- A Convenção Geral, sendo uma associação de ministros do evangelho, não de igrejas, conta como únicas fontes de receitas as anuidades de seus membros, os repasses efetuados pela CPAD e, por ocasião da Assembléia Geral, as taxas de inscrições.

- É de amplo conhecimento que, na prática, grande maioria dos pastores cadastrados regulariza suas anuidades somente nos períodos que antecedem a Assembléia Geral.

- Se anexarmos um extrato/planilha referente ao pagamento de anuidades, facilmente será constatado que o último aporte substancial foi no período que antecedeu a AGO em Vitória/ES, mês de abril/2009.

- Trata-se de um hábito pagar as anuidades somente às vésperas das Assembléias Gerais.

- Todavia, a Convenção Geral, para dar o devido atendimento diário em sua sede nacional, no Rio de Janeiro-RJ, mantém um prédio de quatro (4) andares em funcionamento, com quadro de funcionários, Secretária Geral, Tesouraria, todos devidamente registrados e assalariados.

- Toda a infra-estrutura e custeio para a realização da Assembléia Geral são integralmente pagos pela CGADB. As três últimas (RIO/2005 – SÃO PAULO/2007 – VITÓRIA/2009) e também as duas últimas Extraordinárias (FLORIANÓPOLIS/SC/2006 e PORTO ALEGRE/RS/2008) acarretaram para a CGADB despesas elevadíssimas, haja vista a logística para receber os pastores de todo o Brasil. O número de participantes, cada vez maior, sendo cerca de 4.000 no Rio, 10.000 em São Paulo, 17.000 em Vitória, além de 2.500 em Florianópolis e 4.500 em Porto Alegre.

- Todos nós sabemos o quanto custa promover e reunir, por prazo de uma semana, contingente de tal magnitude. Façam seus cálculos.

- Analisem ainda, juntamente conosco, o seguinte: Para dar cumprimento aos seus objetivos sociais, a Convenção Geral, por intermédio da Mesa Diretora, realiza simpósios, seminários, reuniões, assembléia geral nas diversas regiões do País, ocasião em que os ocupantes de cargos em Conselhos/Comissões são convocados. Todos exercem suas atribuições estatutárias sem qualquer remuneração, contando apenas com o reembolso de despesas relativas à hospedagem, alimentação e passagens aéreas.

- É cada vez maior o número de reuniões dos órgãos diretivos da CGADB. Os membros residem nas mais longínquas cidades. Contabilizem.

- Não é estranho, no âmbito da CGADB, a existência de parceiras de viagens e hospedagens em reuniões maiores, sendo natural que tais empresas, na condição de prestadoras de serviços, façam jus aos acréscimos legais em situação de demora no pagamento por serviços efetivamente prestados.

- Enquanto outras associações de grande porte, sem identificarmos a sigla, exigem de seus associados pagamentos mensais de R$ 95,00 (mensalidade: R$ 50,00 + Publicações/Boletins: R$ 45,00), nós, pastores, esperamos a cada dois anos para desembolsarmos R$ 120,00. Lamentavelmente, inúmeros pagamentos de anuidades e inscrições para Assembléias Gerais, efetuados em cheques, não foram honrados.

- Ora, senhores pastores, uma entidade que aufere receitas mais significativas somente por ocasião da Assembléia Geral, não dispondo de outros meios para alavancar recursos; uma entidade que direciona os valores das inscrições em Assembléias para custeio do evento; uma entidade que pacientemente aguarda os períodos pré-convencionais para “cobrar” seus associados; uma entidade que vê a cada ano crescer o número de participantes em Assembléia Geral, acarretando custos elevadíssimos, não é de se admirar, de causar espanto, surpresa, que tal entidade esteja padecendo dificuldades financeiras.

- Com os argumentos fáticos ora expostos, o que pretendemos é afastar as qualificações de “DESMANDOS, DESCALABRO, CONIVÊNCIA”, referidas em uma das notificações supracitadas. Segundo o Dicionário Aurélio, da Língua Portuguesa, “DESMANDO: é ato ou efeito de desmandar. Desobediência. Excesso. Abuso. DESCALABRO: Grande dano ou perda. Ruína. DESMANDAR: Mandar o contrário de (o que se tinha mandado). Transgredir ordens”.

- Pedimos aos pastores do Brasil que analisem a vida pessoal e o ministério de cada um de nós, diretores da Convenção Geral; que reflitam sobre os vários anos de pastorado; que avaliem e pesem os vários anos a serviço da Convenção Geral, sem qualquer apego material ou financeiro, sem qualquer remuneração, pois entendemos que o trabalho feito junto à nossa instituição também faz parte da chamada e da vocação ministerial; e nos respondam se por nossos feitos merecemos ser “rotulados” com os adjetivos de desobedientes, transgressores de ordens, abusadores, causadores de dano, destruidores. Acreditamos que não.

Finalmente, a Mesa Diretora lamenta profundamente os afastamentos dos ilustres e honrados companheiros renunciantes, nada podendo fazer em respeito aos mesmos, senão acatar as decisões pessoais de ambos e adotar as providências estatutárias para as substituições, mediante a convocação de Assembléia Geral Extraordinária para deliberar quanto às mesmas, e encaminhar ao Conselho Fiscal os balanços já elaborados para apreciação e parecer do Conselho Fiscal, e encaminhamento ao conhecimento de todos os membros da nossa CGADB.

Na certeza de terem sido os esclarecimentos necessários, permanecemos orando a Deus para que as Suas bênçãos continuem sendo derramadas nas vidas e ministérios dos ilustres servos de Deus renunciantes, ao tempo que manifestamos sincera gratidão pelo empenho de ambos para o progresso de nossa instituição.

Natal, RN, 5 de junho de 2010


Pr. Jose Wellington Bezerra da Costa

Presidente

Fonte: cpadnews.com.br

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