segunda-feira, 24 de junho de 2013

Fariseus, fariseus, fariseus e seus seguidores!!

Cuidado com o mito da igreja perfeita

Há um mito recorrente no meio evangélico que precisa ser esclarecido sob pena de muitos viverem docemente sua ilusão, o qual lhe trará muitos prejuízos espirituais.
 
Falo do mito da igreja perfeita.
 
Ou seja, cristãos que acreditam piamente que a "sua" igreja é perfeita.
 
Que é a que mais segue perfeitamente o que a Bíblia diz.
 
E digladiam-se com outros conservos seus por causa disto, causando muitos malefícios e atrasos para o avanço do Reino de Deus.

O orgulho religioso é a pior espécie de orgulho que pode existir.
 
É um contrasenso falar-se de alguém que seja crente em Jesus Cristo, salvo, lavado e remido por Seu sangue e que seja possuidor de uma incrível arrogância porque pertence a igreja "A".
 
Ele é convicto de que a igreja "A", a sua querida igreja, igreja de sua infância, igreja onde casou, onde seus filhos nasceram e foram apresentados, igreja onde agora exerce seu diaconato, é a igreja que Deus idealizou para Seus filhos.
 
Possui a melhor liturgia, a melhor "doutrina", os melhores cânticos, os cantores melhores estão ali, o seu pastor é o grande homem de Deus na cidade, enfim, o lugar da benção de Deus é ali.

Mas este hipotético crente, em seu lugar de trabalho, mantém a amizade com outro igualmente irmão em Cristo que pertence à igreja "B".
 
Este seu amigo fala maravilhas de sua igreja.
 
Que culto abençoado.
 
Que cânticos maravilhosos.
 
Que testemunhos de vida.
 
Que mocidade laboriosa.
 
E que poder do Espírito Santo opera ali.
 
Ali, na igreja "B" realmente, é o lugar da benção divina. é o melhor lugar onde o crente pode estar.
 
A igreja melhor na história daquele município.
 
Não sabe este irmão como o seu conservo e companheiro de trabalho pode continuar naquela igreja, qual o nome mesmo?
 
Ah, a igreja "A" sendo que na igreja "B" o "pasto" é de superior qualidade para as "ovelhas".
 
Afinal, o pastor ali é mais ungido não é?

Acontece que o encarregado deste dois irmãos, é membro da igreja "C".
 
E, como chefe imediato deles, todas as manhãs distribui as tarefas da seção onde trabalham.
 
E aproveita os momentos iniciais antes de iniciarem o turno, ou nos intervalos de almoço e lanche, para falar maravilhas de sua igreja.
 
Para ele, não há igreja melhor na cidade que a igreja "C".
 
Ganha disparado das outras em todos os quesitos.
 
Com um detalhe a mais: recentemente inauguraram um templo.
 
Um templo não: Um templaço!
 
Afinal, como esta igreja, além de ser nota 10 em todos os quesitos, é também uma igreja altamente "marketeira".
 
E igualmente utiliza as últimas novidades em mídia eletrônica.
 
Estação de rádio própria, canal de TV, site na web.
 
Liturgia, pregação, música, liderança, enfim, em tudo que se possa imaginar, o crente membro daquela comunidade pode verdadeiramente se "orgulhar" de que pertence à verdadeira igreja do Senhor porque tudo lá "é do bom e do melhor", afinal, "eles são filhos do Rei".
 
Estão inteiramente convencidos que as duas horas de culto ali é um verdadeiro "show", um verdadeiro megaevento que não é comparável a qualquer culto dessas "igrejinhas" de periferia.

Afinal, o que faz alguém pensar que a sua igreja é a melhor do "pedaço"?
 
O que leva um cristão a alimentar tal vaidade em relação às outras igrejas e denominações?
 
Tais irmãos sofrem da "síndrome do tubo".
 
Acreditam que Deus só olha para eles lá do céu através de um tubo comprido, com Seu olhar concentrado sobre eles de tal forma que os outros grupos, outras igrejas, estariam fora deste Seu "especial cuidado".
 
Miseravelmente, muitos acreditam que a coisa se dá desta forma.
 
Deus não estaria se lixando com os outros, porque eles não procedem em conformidade com Sua vontade.
 
Claro, vontade que se expressa em tudo o que se relaciona com o seu próprio "abençoado" e "eleito" grupo.

Não é considerada por nenhuma das hipotéticas igrejas relatadas, a passagem de Efésios 4.1-6: "Rogo-vos, pois, eu, o preso do Senhor, que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados,com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz. Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; Um só Senhor, uma só fé, um só batismo; Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos vós."

Também não devem considerar o que Jesus disse para João que dissera: "Mestre, vimos um que em teu nome expulsava os demônios, e lho proibimos porque não te segue conosco. E Jesus lhes disse: Não o proibais, porque quem não é contra nós é por nós" (Lc 9.49,50).

E muito menos outra instrução de Paulo, desta feita em 1Coríntios 12.12-14: "Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também. Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito. Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos."
 
E na continuidade destes versículos, Paulo faz uma maravilhosa analogia entre os membros do corpo humano e os membros do Corpo de Cristo, a Igreja, ajudando ainda mais a compreendermos a mistificação que muitos fazem de se acharem a verdadeira igreja.

O Novo Testamento deixa de forma clara e irredutível a certeza a todos os crentes de que a igreja em que estão NÃO É A VERDADEIRA E A ÚNICA IGREJA!
 
Todo aquele que faz tal afirmação estapafúrdia, não compreende a natureza da verdadeira igreja de Deus.
 
Infelizmente, em seu aspecto puramente humano, a Igreja de Jesus sofre com divisões e contendas que conspiram contra sua verdadeira natureza.
 
Mas o que nos causa espécie é o fato indubitável de que, mesmo assim, o Senhor da Igreja age, mesmo em meio às dúbias posturas humanas.
 
O Senhor age mesmo em meio às vaidades e atitudes mesquinhas de seus servos.

Fica o apelo para que possamos discernir, em espírito de oração e com a Palavra de Deus em mãos, tendo o Espírito Santo como supremo intérprete, todas as questões que se possam levantar no que tange à missão da Igreja no mundo.
 
Se houver uma ampla abertura para o agir do Senhor no seio da Sua Igreja, se ela caminhar inteiramente sob Sua direção e não segundo diretrizes humanas e discutíveis, muito do que vemos hoje será assunto do passado.

É certo que há diferenças entre os cristãos.
 
Muitas diferenças. M
 
as há um núcleo central que os une.
 
Há um elo inquebrantável: Jesus Cristo.
 
Aprendamos com Ele, que ainda é o SENHOR DE SUA IGREJA. 
 
 Aquele que estabeleceu o colégio apostólico com homens bem diferentes entre si.
 
E que durante três anos lhes ensinou como deveriam andar, posto que seguidores Seus.

Cuidado com o mito da igreja perfeita.
 
Cuidado com esta mentira diabólica. A igreja perfeita?
 
É a que vemos, igreja triunfante e gloriosa, descrita em Hebreus 12.23: "À universal assembléia e igreja dos primogênitos, que estão inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados."

Meus irmãos, aí está a igreja perfeita.
 
Aqui na terra?
 
Pretensões espúrias e diabólicas.
 
Vaidades lamentáveis de cristãos que não conhecem a natureza da igreja de Cristo.

Pense nisso.


terça-feira, 18 de junho de 2013

Rico ou Próspero?

 
O bom trabalho beneficia tanto ao trabalhador quanto ao patrão 
 
Por isso, o cristão que trabalha para outro cristão não deve trabalhar menos, esperando levar vantagem ao ser favorecido entre os outros servos.
 
De fato, o amor exige que ele trabalhe ainda mais para que os dois possam compartilhar dos frutos do trabalho que Deus lhes concedeu (6:2).
 
Caráter dos falsos mestres (6:3-5).
 
Os falsos mestres em Éfeso eram facilmente reconhecidos pela maneira que trabalhavam.
 
Eles não procuravam um bom fruto do seu trabalho para todos, mas ensinavam o que não era da verdade, promoveram discussões em vez de entendimento, e visavam seu dinheiro como o único fim de seu trabalho.
 
Os perigos da riqueza (6:6-16).
 
Muitos hoje apelam a Deus em busca de bens materiais.
 
Porém, Paulo exorta que o cristão se contente ao ter as necessidades básicas supridas (6:8; veja Filipenses 4:10-13).
 
A procura da riqueza traz somente tristeza e tropeços na vida de quem quer servir a Deus, pois vem de um coração enraizado no mundo e não no Senhor (6:9-10; veja Colossenses 3:1-2). D
 
De fato, o servo de Deus não deve procurar a riqueza, porque tal procura é vã e gasta tempo que deve ser usado na busca da piedade e da vida eterna (6:11-16; veja também Mateus 6:24-34).

 
A verdadeira riqueza (6:17-19).
 
Mesmo sem buscar a riqueza, alguns cristãos terão muitos bens materiais.
 
Para estes é necessário lembrar que tudo é dado por Deus, e que se deve confiar nele e não na própria riqueza, que é passageira (6:17).
 
De fato, a riqueza verdadeira consiste na prática da vontade de Deus, usando as dádivas dele para fazer o bem a outros.
 
Tal serviço preparará o tesouro real para a vida verdadeira após esta (6:18-19).
 
Exortações finais (6:20-21).
 
Para ajudar os irmãos efésios, Timóteo precisava "guardar" a verdade do evangelho (6:20; veja 1:18-19; 3:14-15; 4:6, 11, 16).
 
As discussões e contradições na sabedoria da palavra dos outros somente iriam desviar pessoas da fé, porém a palavra de Deus que Timóteo falava traria a graça do Senhor para todos (6:21).

Por quê é importante a maneira em que trabalhamos? (6:1-5)
É a vontade de Deus que busquemos muitos bens materiais? (6:6-16)
 
Qual o perigo do desejo de ficar rico? (6:9-10)
É pecado ser rico?
 
Como deve o rico visar o que Deus o concedeu? (6:17-19).

 Carl Ballard

sábado, 15 de junho de 2013

Qual a moral da história?




A Escola dos Bichos
 
A importância de valorizar as diferenças foi registrada em uma fábula muito citada, chamada A Escola dos Bichos, do educador Dr.R.H. Reeves:

Era uma vez um grupo de animais que decidiu fazer algo de heróico para resolver os problemas de um "Novo Mundo", de modo que fundaram uma escola.

Adotaram um currículo de atividades que incluía corrida, alpinismo, natação e vôo.
Para tornar mais fácil a administração, todos os animais participaram de todos os cursos.

 O pato era excelente em natação, na verdade melhor do que o professor, e conseguiu boas notas em vôo, mas não se deu bem em corrida.
Como ele era muito lento na corrida, precisou ficar após as aulas para praticar mais, inclusive abandonando a natação.

E manteve este esquema até que seu pé de pato ficou muito machucado, e ele no máximo conseguia nadar um pouco, dentro da média.

Como ele estava dentro da média, de acordo com o objetivo da escola, ninguém se importou com o problema, fora o próprio pato.

 O coelho começou em primeiro lugar na aula de corrida, mas sofreu um colapso nervoso por causa das dificuldades com a natação.

 O esquilo mostrou-se excelente em alpinismo, mas ficou frustrado com a aula de vôo, porque seu professor o obrigava a começar do chão, sem permitir a decolagem do alto das árvores.
Também passou a sofrer de câimbras por excesso de esforço físico, e acabou tirando "C" em alpinismo e "D" em corrida.
A águia era um aluno problema, e teve de ser castigada severamente.
 
Na aula de alpinismo ela ganhou de todos, mas insistia em atingir o alto com suas próprias técnicas.

No final do ano, uma cobra que conseguia nadar muito bem, e também sabia correr, praticar alpinismo e até voar um pouquinho tirou a média mais alta e foi considerada a melhor aluna.
Os cachorros-do-mato fugiram da escola e não pagaram as mensalidades, porque a direção se recusava a incluir cavar e farejar no currículo.

 Eles mesmos ensinaram seus filhos a latir, e mais tarde uniram-se aos porcos e tatus para fundar uma escola particular.
 
Qual a moral da história?

 

Fonte: Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes, de Stephen Covey

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VITÓRIA DE DAVI SOBRE A TRISTEZA Texto: Salmos 34.19 INTRODUÇÃO:  Um homem que enfrentou muitas crises. I. UM JOVEM DE FÉ a. ...