segunda-feira, 31 de dezembro de 2012



Norbert Lieth

Um jornal perguntou aos leitores o que eles desejavam para o novo ano. 

As respostas mostram o que se passa no coração das pessoas e o que é importante para elas:

– Desejo principalmente que eu tenha saúde e que possa viver sem preocupações e surpresas desagradáveis no novo ano.

– Por ter muito trabalho, eu gostaria que houvesse mais tempo para fazer tudo aquilo que acaba sendo deixado de lado.

– Desejo que, apesar de estar completando 50 anos, eu ainda tenha forças para começar coisas novas.
- Eu gostaria de iniciar uma empresa própria, para não ser mais empregado.
- Também desejo muitos dias bonitos para ir à praia e ter bons momentos de lazer.

– As pessoas deveriam ser mais abertas e preocupadas com o próximo.
- Há muitas situações em que, pelo excesso de atividades, não tomamos tempo para uma conversa ou para ouvir alguém.
- Desejo mais compreensão e que possa continuar a gozar a vida.
– Para mim importa somente o bem-estar da minha família.
– Espero que não haja guerras e conflitos.
- Quero também tirar umas férias realmente gostosas.
- Desejo sucesso financeiro, sorte no amor e êxito nos estudos.
- Eu também gostaria que houvesse mais alegria neste mundo.
– Saúde, paz e harmonia na família são as coisas mais importantes para mim.
-  Estou preocupada com o meio ambiente e gostaria que ele fosse mais preservado.
- Colaboro na igreja e tento ser uma boa influência.
 - Meu sonho?
   Uma casinha de campo!

 – Desejo que o novo ano seja melhor que o velho, principalmente para os jovens que não encontram emprego, e que acabe a criminalidade.

- Nenhuma das pessoas fez referência ao sentido da vida ou a Deus, o Criador.
- Parece que ninguém se importa realmente com a salvação e com aquilo que a Bíblia ensina.
- Os desejos são todos terrenos e não levam em consideração a vida futura e a eternidade.
- As pessoas parecem não perceber como é importante estar reconciliado com Deus.
- Todos querem viver bem e esperam que o mundo melhore, mas não levam em consideração o maior mandamento: "Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (Mt 22.37-39).

Assim compreendemos as palavras do pregador Salomão: "Considerei todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também o trabalho que eu, com fadigas, havia feito; e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento, e nenhum proveito havia debaixo do sol" (Ec 2.11).
No final deste novo ano, muitos reconhecerão que nada melhorou, pelo contrário, que as coisas pioraram.
E então as pessoas estabelecem novos propósitos, que normalmente também não são cumpridos. Como estava certo o salmista ao dizer: "Os dias da nossa vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso, o melhor deles é canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente, e nós voamos" (Sl 90.10).
Isso só muda se buscarmos a Deus e ao Seu amor.
O Salmo 22 é o "salmo da crucificação", que nos fala da redenção do mundo através de Jesus Cristo.
Ele começa com as conhecidas palavras que nosso Senhor pronunciou na cruz: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (v. 1).
Adiante, em virtude da obra consumada por Jesus na cruz do Calvário, lemos no versículo 26: "Os sofredores hão de comer e fartar-se; louvarão o Senhor os que o buscam. Viva para sempre o vosso coração."
A busca do Senhor é o mais importante na vida.
Procure-O agora mesmo, e comece o novo ano com novas perspectivas!

sábado, 29 de dezembro de 2012

 

Codornas


Há tempos, um bando de mais de mil codornas habitava uma floresta da Índia.

Viviam felizes, mas temiam enormemente seu inimigo, o apanhador de codornas.

Ele imitava seu chamado e, quando se reuniam para atendê-lo, jogava sobre elas uma enorme rede e as levava numa cesta para vender.

Mas uma das codornas era muito sábia e disse : "Irmãs !

Elaborei um plano muito bom.

No futuro, assim que o caçador jogar a rede, cada uma de nós enfiará a cabeça por dentro de uma malha e todas alcançaremos vôo juntas, levando-a conosco.

Depois de tomarmos uma boa distância, deixaremos cair a rede num espinheiro e fugiremos".

Todas concordaram com o plano.

No dia seguinte, quando o caçador jogou a rede, todas juntas a içaram conforme a sábia codorna havia instruído, jogaram-na sobre um espinheiro e fugiram.

Enquanto o caçador tentava retirar a rede de cima do espinheiro, escureceu e ele teve de voltar para casa.

Isso aconteceu durante várias tentativas, até que afinal a mulher do caçador se aborreceu e indagou.

"Por que você nunca mais conseguiu pegar nenhuma codorna ?"

O caçador respondeu : "O problema é que todas as aves estão trabalhando juntas, ajudando-se entre si. Se ao menos elas começassem a discutir, eu teria tempo de pegá-las."

Dias depois, uma das codornas acidentalmente esbarrou na cabeça de uma das irmãs quando pousaram para ciscar o chão.

"Quem esbarrou na minha cabeça ?", perguntou raivosamente a codorna ferida.

"Não se aborreça. Não tive a intenção de esbarrar em você", disse a primeira.

Mas a irmã agredida continuou a discutir : "Eu sustentei todo o peso da rede !

Você não ajudou nem um pouquinho !", gritou.

A primeira então se aborreceu e em pouco tempo estavam todas envolvidas na disputa.

Foi quando o caçador percebeu a sua chance.

Imitou o chamado das codornas e jogou a rede sobre as que se aproximaram.

Elas ainda estavam contando vantagem e discutindo, e não se ajudaram a içar a rede.

Portanto, o caçador ergueu-a sozinho e enfiou as codornas dentro da cesta.

Enquanto isto, a sábia codorna reuniu as amigas e juntas voaram para bem longe, pois ela sabia que discussões dão origem a infortúnios.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Sai fora olho gordo ou seca pimenteira?!



O Pecado Sobre o Qual Ninguém Falará

“Inveja é como uma mosca que passa por todas as partes do corpo e permanece sobre as feridas.” – Arthur Chapman

Existe um pecado que ninguém no nosso mundo realmente quer discutir.

É um pecado elegante, que alimenta nossos grandes movimentos sociais e se tornou um motor da nossa política.

É o pecado da inveja.

Nós amamos falar sobre ganância.

Se você procurar no Google a palavra “ganância”, você encontrará milhares de sermões, artigos, discursos políticos, posts em blogs, etc.

Nós assumimos que quem quer que seja rico é ganancioso, simplesmente porque nós vinculamos a ganância ao sucesso, como se os pobres não pudessem ter atitudes más em relação ao dinheiro.

De fato, a ganância é um problema terrível.

E há alguns em posição de poder e riqueza que têm o dinheiro como deus.

Mas a prima da ganância, a inveja, é uma senhora tão poderosa quanta, apenas disfarçada com vestimentas mais nobres.

A inveja se mascara como populismo.

Simplesmente preste atenção na maneira como falamos hoje.

Se um certo CEO ganha muito dinheiro, achamos injusto porque NÓS não podemos ter tanto dinheiro quanto ele.

Se um político está em uma posição de poder, nós o odiamos porque ele está onde está e porque estou onde estou.

e um pastor popular fica cada vez mais popular, temos que procurar por pecados doutrinários para desacreditá-lo sim, trazê-lo ao nosso nível.

Não toleramos que alguém tenha o que não temos.

Inveja um pecado traiçoeiro.

Ainda assim, não pregamos sobre ele.

Nós não alertamos sobre seus perigos.

Pelo contrário, deixamos a inveja reinar em nossa cultura, porque ela movimenta nossa economia.

Veja os comerciais da TV no horário nobre.

O que está no cerne de cada um?

Não é a inveja?

Não é aquela mentira “você merece essa novidade.

Você trabalhou duro.

Porque você não deveria ter o que os outros têm?”.

Como seguidores de Jesus, deveríamos prontamente nos afastar da ganância.

E nós deveríamos promover a justiça, sujar nossas mãos e servir aos pobres.

Deveríamos trabalhar pesado para aliviar o sofrimento humano.

Mas devemos nos assegurar de que a inveja não alimente o nosso ativismo.

Nós devemos nos assegurar de que não pregamos um evangelho falso aos oprimidos dizendo: “Deus tem sido injusto com você.

Outros têm o que você não tem. Jesus vai equiparar as coisas.”

O verdadeiro evangelho oferece algo mais rico que a inveja.

Ele oferece nova e abundante vida em Cristo.

Ele oferece uma esperança que transcende à euforia plástica e barata que os bens terrenos prometem.

Ele oferece o próprio Deus, na Pessoa de Jesus.

O evangelho oferece um “eterno peso de glória” (2 Corintios 4.7).

Quando chegarmos ao céu, nenhum pecador resgatado, comprado pelo sangue, jamais dirá: “Não é uma vergonha eu não ter tido tanto dinheiro quanto Bill Gates?”.

Não, provavelmente nós diremos: “Você acredita que nós desejamos aqueles ídolos passageiros?”.

Não paremos de pregar contra a ganância.

Mas também não nos esqueçamos de pregar contra a inveja.

Sejamos felizes pelas riquezas que Deus garantiu a outros.

Sejamos gratos por aquilo que temos se grande ou pequeno.

Recebamos o rico em nossas igrejas sem assumir que eles são criminosos.

Vamos dar o nosso dinheiro aos pobres sem ligá-lo à bactéria destruidora de almas que é a inveja.

Achemos nosso prazer apenas em Jesus.

Apontemos esse prazer às pessoas e não os prazeres temporários nas posses do próximo.

Daniel Darlin....

sábado, 15 de dezembro de 2012

Gente, Gente, Gente!!!!!


Da gente que eu gosto

Mário Benedetti



Eu gosto de gente que vibra, que não tem de ser empurrada, que não tem de dizer que faça as coisas, mas que sabe o que tem que fazer e que faz. 

A gente que cultiva sues sonhos até que esses sonhos se apoderam de sua própria realidade.

Eu gosto de gente com capacidade para assumir as conseqüências de suas ações, de gente que arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, que se permite, abandona os conselhos sensatos deixando as soluções nas mãos de Deus.

Eu gosto de gente que é justa com sua gente e consigo mesma, da gente que agradece o novo dia, as coisas boas que existem em sua vida, que vive cada hora com bom animo dando o melhor de si, agradecido de estar vivo, de poder distribuir sorrisos, de oferecer suas mãos e ajudar generosamente sem esperar nada em troca.

Eu gosto da gente capaz de me criticar construtivamente e de frente, mas sem me lastimar ou me ferir. 

Da gente que tem tato. 

Gosto da gente que possui sentido de justiça. 

A estes chamo de meus amigos.

Eu gosto da gente que sabe a importância da alegria e a pratica. 

Da gente que por meio de ensinos práticos nos ensina a conceber a vida com humor. 

Da gente que nunca deixa de ser animada.

Eu gosto de gente sincera e franca, capaz de se opor com argumentos razoáveis a qualquer decisão.

Gosto de gente fiel e persistente, que não descansa quando se trata de alcançar objetivos e idéias.

Eu gosto da gente de critério, a que não se envergonha em reconhecer que se equivocou ou que não sabe algo. 

De gente que, ao aceitar seus erros, se esforça genuinamente por não voltar a cometê-los. 

De gente que luta contra adversidades. 

Gosto de gente que busca soluções.

Eu gosto da gente que pensa e medita internamente. 

De gente que valoriza seus semelhantes, não por um estereotipo social, nem como se apresentam. 

De gente que não julga, nem deixa que outros julguem. 

Gosta de gente que tem personalidade.

Eu gosto da gente que é capaz de entender que o maior erro do ser humano é tentar arrancar da cabeça aquilo que não sai do coração.

A sensibilidade, a coragem, a solidariedade, a bondade, o respeito, a tranqüilidade, os valores, a alegria, a humildade, a fé, a felicidade, o tato, a confiança, a esperança, o agradecimento, a sabedoria, os sonhos, o arrependimento, e o amor para com os demais e consigo próprio são coisas fundamentais para se chamar GENTE.

Com gente como essa, me comprometo, para o que seja, pelo resto de minha vida... já que, por tê-los junto de mim, me dou por bem retribuído.

Impossível ganhar sem saber perder. 

Impossível andar sem saber cair. 

Impossível acertar sem saber errar. 

Impossível viver sem saber reviver.

A glória não consiste em não cair nunca, mas em levantar-se todas as vezes que seja necessário.

E ISSO É ALGO QUE MUITO POUCA GENTE TEM O PRIVILEGIO DE PODER EXPERIMENTAR.
Bem aventurados aqueles que já conseguiram receber com a mesma naturalidade o ganhar e o perder, o acerto e o erro, o triunfo e a derrota...

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012


Questão de bom senso




worship
Acompanho o desenvolvimento dos cultos em algumas igrejas e percebo duas tendências muito fortes: A falta de sabedoria dos dirigentes de louvor que não distinguem entre louvor congregacional e cânticos solo e pregações rasas, inofensivas e bem-humoradas.
Na primeira questão, a condução do culto é uma particularidade de cada igreja, até porque não existem modelos de cultos, de cânticos, de melodias e de instrumentos musicais na igreja do NT. É até possível que as novas igrejas surgidas nos últimos vinte anos e que acostumaram seus membros com a música barulhenta, sem cânticos definidos, sem uma hinologia própria, que copiam suas canções de CDs e que não possuem uma linha mestra para os cânticos, nem recorram a hinários e cânticos antigos, repito, é até possível que seus membros se acostumem a tais práticas.
Mas não é assim com igrejas mais antigas cujos membros nasceram e foram criados com modelos de culto em que hinos e cânticos novos se misturam no culto a Deus. Os membros dessas igrejas não conseguem se adaptar ao modelo de culto em que o som é tão alto que as pessoas não conseguem ouvir sua própria voz; aos cultos em que o dirigente de louvor entoa cânticos solos e tenta empurrá-los goela abaixo na vida da igreja. Além de que esse tipo de dirigente de louvor faz muita firula na melodia do cântico confundido as pessoas.
Venho insistindo em artigos e nos meus livros a respeito do culto a Deus, da música, dos cânticos, das melodias e também do volume alto dos equipamentos de som que perturbam as pessoas e as deixam surdas. Já mostrei cientificamente os danos do som alto na saúde das pessoas. Mas, os músicos que leem meus artigos e livros ignoram as advertências dos médicos e continuam na prática do som altíssimo de seus instrumentos causando muitos males ao povo de Deus. Para me prevenir do som alto carrego comigo meus tampões de ouvido que amenizam o barulho.
Os dirigentes de louvor e os músicos das deveriam usar do bom senso, sem impor seus desejos e gostos  sobre os demais. Pensam em si mesmos, em seus trinados na guitarra, no show da bateria, no contrabaixo bate-estaca e em dar seu show pessoal no culto, quando deveriam usar de seu talento e de seus dons para edificação da igreja. Nesse tipo de culto só se consegue ouvir a voz do povo quando os instrumentos param de tocar. Particularmente já me cansei de reclamar em minha própria igreja, mas venho sugerindo que o retorno do som de cada instrumento musical e o retorno da voz do dirigente de louvor e de alguns pregadores – que gritam demais – caiam diretamente em seus ouvidos. Com isto, não haverá repiques e ter-se-á um som limpo para a congregação. E que o barulho caia no cérebro deles! É uma possibilidade cara, mas viável.
Se houvesse bom senso dos músicos, dos dirigentes de louvor e de alguns pregadores o culto seria mais leve sem perder sua dinâmica. O povo que vem aos cultos está fugindo do barulho alto da música de seus vizinhos, dos carros com som alto que passam pela rua ou que estacionam em suas calçadas e querem tranquilidade. Mas, quando entram num culto da igreja tudo o que têm é ruído e mais ruído, e isto os deixa nervosos e irrequietos.
A segunda questão que mencionei no início deste artigo são as pregações rasas, hilárias sem profundidade bíblico-teológica. Rasas, porque o texto bíblico usado nesses cultos esvazia o sentido bíblico de sua profundidade. Versões como a Bíblia Viva, o texto NTLH (Nova Tradução na Linguagem de Hoje) e outras versões modernas despem o sentido do texto e o deixam raso demais. Tais textos são bons para uma leitura bíblica, mas não para uma compreensão teológica. Esta é minha opinião.
Obviamente que textos como o da versão Corrigida são complicados demais, no entanto quando usados ao lado de outras versões como a revista e atualizada esclarecem e mantêm a profundidade do texto. O uso frequente de textos bíblicos modernos usados sem qualquer equilíbrio e bom sendo vem formando uma nova geração de crentes com pouca profundidade teológica. Os crentes rasos estão aumentando; os crentes com conhecimentos profundos diminuindo drasticamente.
Hilárias, porque as pregações em muitas igrejas apenas divertem o povo. Sempre ouço comentários do tipo, “o culto estava divertidíssimo”; ou “a pregação me deixou bem relaxada”, e tais expressões são sintomáticas porque mostram que em nossos cultos não existem mais pregações que levem ao arrependimento, ao choro, à tristeza, e que ao voltar para casa o crente esteja preocupado com seu estado espiritual. E este tipo de pregação rasa, aliado a um culto barulhento e sem sentido, desvestido da magnificência e sublimidade santa serve para formar uma nova geração de crentes que nunca chegará à maturidade; que nunca saberá o que é sentir na pele e na alma os sofrimentos de Cristo, sem também ter ideia da glória da ressurreição do Senhor.
Raramente se ouve uma pregação bíblica. Ouvem-se pregações tópicas sobre este ou aquele tema, mas não se veem pastores usando o texto bíblico para dele extrair lições para a vida de sua congregação. Estou disposto a visitar sua igreja somente para ouvir uma pregação bíblica e ser conduzido por seu dirigente de louvor à sublimidade de Cristo e à magnificência do Criador.
Louvor e pregação dois elementos tão importantes no cultos, tratados de maneira tão vulgar!

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Os fins justificam os meios?





Exemplos que ficaram e nos ensinam a não praticá-los!


Roboão – 1Reis 11.43 a 12.1

Estragando tudo

Roboão significa “libertador do povo”.

Não honrou o nome.

Foi o desastrado que dividiu Israel em Israel (Norte) e Judá (Sul).

O reino unido teve três reis: Saul, Davi e Salomão.

Este foi desastrado também, e o reino só não se dividiu com ele por causa de Davi (1Rs 11.9-13).

O maior vulto do reinado de Salomão foi seu falecido pai.

Salomão herdou os benefícios de Davi.

A bomba estourou nas mãos de Roboão, que ajudou com sua insensatez.

Um exemplo negativo.

Vejamos seus erros para não cometê-los.

Ele é o homem que estragou tudo.

PRIMEIRO ERRO: DESRESPEITAR AS PESSOAS

Roboão não respeitou as pessoas.

Viu-as como apêndice de seu projeto de poder.

Os líderes do Norte, comandados por Jeroboão, fizeram um pedido: 1Reis 12.3-4.
 
Três dias depois ele respondeu: 1Reis 12.12-24.

As pessoas não importavam.

Só ele importava.

Era da linhagem estabelecida por Deus.

Muita gente “vê a obra de Deus”, “o reino”, “a igreja”, e não respeita as pessoas.

Pessoas são importantes para Deus.

Há quem as use para receber benefício.

Lembre de 1Coríntios 10.24.

SEGUNDO ERRO: SEGUIR CONSELHOS ERRADOS

Recebeu o conselho dos anciãos: 1Reis 12.6-7.

Desprezou.

Velho é quadrado, não sabe nada.

Cheira a formol.

Os jovens “tão com tudo”.  

Seguiu o conselho de sua “tribo”, como se diz hoje: 1Reis 12.9-10 e 13-14.

A falta de respeito no trato trouxe o endurecimento: vv. 16-17.

Assim, o reino unido de Israel foi dividido em dois reinos que se enfraqueceram até a destruição.

Cuidado com conselhos errados.

Lembre de 1Coríntios 15.33.

Não despreze anciãos nem os mais sábios.

TERCEIRO ERRO: NÃO COLOCAR DEUS EM PRIMEIRO LUGAR

O primeiro dever do rei era honrar a Deus.

Roboão buscou seu interesse pessoal.

É triste dar a Deus outro lugar que não o primeiro.

Salomão fez isto, ao se tornar idólatra: 1Rs 11.5-8.

Roboão imitou o pai: o poder lhe subiu à cabeça.

Viu-se como o homem a ser honrado. 

Dar a Deus o segundo lugar é dar-lhe o último.

O poder pode trazer auto-suficiência.

Há crentes que são fiéis quando pobres.

Crescem e tiram Deus do foco.

Lembre de Salmo 62.10 e de Provérbios 11.28.

Com tudo isto, Roboão, o grande desastre político de Israel ainda figura na lista dos ancestrais de Jesus: Mateus 1.7.

Teve uma grande glória.

A grande esperança nossa é que o propósito de Deus se cumpre apesar de nossas falhas.

Ele nos usa mesmo assim.

Mas não errar é melhor, ainda.

Evitemos os erros de Roboão.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Competição eclesiástica!!!



No último dia 07/10 tivemos a grande festa da democracia, o exercicio do voto secreto, soberanamente o eleitor foi á urna e "cravou" o seu desejo através do voto e aqueles que alcançaram o número suficiente; estão na expectativa da posse e trabalhar procurando cumprir suas promessas de campanha, e diga-se de passagem - "Cada Promessa?!"
Nós em Apucarana - PR temos o prazer de informar que três irmãos membros de nossa Igreja lograram exito e isto para um colégio de onze vereadores, acho que está de bom tamanho!
Mas!
O que fazer?
Com aqueles que se dispõe a derribar, prejudicar, impedir o seu irmão de fé?
O antídoto para isso foi dado por Jesus na ocasião do lava-pés. 
João declara: Depois que lhes lavou os pés, retomou o seu manto, voltou à mesa e lhes disse: "Compreendeis o que vos fiz? Vós me chamais de Mestre e Senhor e dizeis bem, pois eu o sou. Se, portanto, eu, o Mestre e o Senhor, vos lavei os pés, também deveis lavar-vos os pés uns aos outros. Dei-vos o exemplo para que, como eu vos fiz, também vós o façais. Em verdade, em verdade, vos digo: o servo não é maior do que o seu senhor, nem o enviado maior do que quem o enviou. Se compreenderdes isso e o praticardes, felizes sereis. (João 13. 12 a 17 – Bíblia de Jerusalém)
Buscar para si ou empoderar a outrem não vejo como algo errado, as vezes errados e sujos são os motivos e os meios pelos quais muitos buscam o poder ou se aproximam de quem o tem. 
No tocante ao Episcopado a qual é uma posição de poder dentro da estrutura eclesiástica, Paulo escreveu: Fiel é esta palavra: se alguém aspira ao episcopado, boa obra deseja. 
É preciso, porém, que o epíscopo seja irrepreensível, esposo de uma única mulher, sóbrio, cheio de bom senso, simples no vestir, hospitaleiro, competente no ensino, nem dado ao vinho, nem briguento, mas indulgente, pacífico, desinteresseiro. 
Que ele saiba governar bem a sua própria casa, mantendo os seus filhos na submissão, com toda dignidade. 
Pois se alguém não sabe governar bem a própria casa, como cuidará da Igreja de Deus? 
Que ele não seja um recém-convertido, a fim de que não se ensoberbeça e incorra na condenação que cabe ao diabo. 
Além disso, é preciso que os de fora lhe dêem um bom testemunho, para não cair no descrédito e nos laços do diabo. - (I Tm 3. 1 a 7. Bíblia de Jerusalém) 
Interessante que Paulo não censura quem aspira ao Episcopado, antes ele diz da grandiosidade daquilo que é almejado e coloca requisitos para o aspirante.
Tanto a autoridade secular como a religiosa se tornam dignas quando entendem que foram instituídas para o serviço. 
Cada pessoa eleita tanto na esfera secular bem como na eclesiástica deve entender que ao ser elevado a posição de vereador, pastor, deputado, presbítero, presidente da república, bispo/a, ele/a recebe de Deus através do povo/Igreja uma função de serviço. 
Ou seja, ao subir a qualquer grau de governo, ele ou ela, na verdade tem que descer ao degrau mais baixo da hierarquia e tornar-se servo dos servos de Deus, servos e servas do povo. 
A meu ver embora não esteja entre as características listados por Paulo em I Tm 3. 1 a 7, episcopado é isso, posição de servo, o maior servindo ao menor. 
Tenho para mim que, essa é a lição do “Lava-pés”, o Senhor servindo aos servos. 
Infelizmente, nem sempre tal lição é entendida, aplicada ou cobrada e quem alcançou postos de lideranças usa o poder em beneficio próprio, para silenciar quem pensa diferente, ou para oprimir a quem eles deveriam servir.
 Esquecendo - se que, Aquele que eleva a qualquer posição seja no âmbito eclesiástico bem como no meio secular, assim declarou: "Àquele a quem muito se deu, muito será pedido, e a quem muito se houver confiado, mais será reclamado.”. (Bíblia de Jerusalém - Lc 12, 48)


sábado, 20 de outubro de 2012

Carta Aberta aos Assembleianos Paranaenses


Aos Pastores e Evangelistas Membros da Magna CIEADEP

(Convenção das Igrejas Evangélica Assembleias de Deus no Estado do Paraná)

...”Portanto, se há algum conforto em Cristo, se alguma consolação de amor, se alguma comunhão no Espírito, se alguns entranháveis afetos e compaixões,

Completai o meu gozo, para que sintais o mesmo, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, sentindo uma mesma coisa.

Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo.

Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros.

De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,

Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus,

Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;

E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.

Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome;

Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra,

E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.....”

Filipenses 2:1-11

Disse Martin Luther King: Eu tenho um sonho!

Dentro de dias estaremos em Foz do Iguaçu – PR, para reunidos em Assembleia Geral Ordinária elegermos a nova Diretoria que regerá os destinos da mesma de 2013 -2015.

E como sonhar não prejudica a ninguém eis  aí.......

A CONVENÇÃO QUE EU SONHO

Eu sonho com uma Convenção

Comprometida com a obra e com a verdade,

Que saiba louvar e glorificar ao único Deus,

Que seu único desejo seja evangelizar os povos,

Cumprindo sua missão, sem precisar envolver-se com o mundo.

Eu sonho com uma Convenção

Que seja livre da política suja, mal feita e arranjada,

Dos políticos metidos a espertos e oportunistas,

Que se aproximam com segundas intenções,

Achando que comprarão alguns com o preço da enganação.

Eu sonho com uma Convenção

Em que cada pastor  decida por si só em quem votar

Sem ser forçado, manipulado ou até mesmo obrigado,

Apenas para alimentar o ego de quem o lidera,

Pela vaidade ou orgulho de querer o poder custe o que custar

Eu sonho com uma Convenção

Onde os lideres se ocupem apenas com a Palavra,

Que visitem os membros cuidem do rebanho confiado por Deus,

Com o intuito apenas de conduzi-los ao céu

Onde o lucro de tudo seja de um saldo positivo,

De quantas almas ajudou a tirar das mãos do adversário.

Eu sonho com uma Convenção

Onde os líderes não usem o cargo para se beneficiar,

Candidatar ou levantar bandeira apoiando “A” ou “B”

Que deixem o povo livre, vez que são inteligentes,

Para fazerem suas escolhas e em quem votar,

Sem pressão, ameaças, ou promessas que não são de Deus.

Eu sonho com uma Convenção

Que Jesus possa voltar e encontrá-la inteira,

Sem que os homens esfacelem, dilacerem e esmaguem.

Com a idiotice de brigar pelo poder absoluto,

Que façam o bem, mas sem olhar a quem,

E entenda que o Mestre chamou e que a Missão não pode falhar.

Eu sonho com uma Convenção

Onde os políticos só tenham oportunidade de participar

Fazendo parte dela como membros ou adorando ao Senhor

E que os instrumentos sejam de fato consagrados,

Para aqueles que têm a sua vida no altar de Deus,

Afinal de contas, é isso que dizem quando estimulam o povo a cooperar.

Eu sonho com uma Convenção

Onde possa ser visto milhares de adoradores,

Que não se dobre diante de todas as aberrações,

Que levante sua voz como atalaias, e que sejam diferentes,

Que mude essa história, sem temer aos ditadores de plantão,

Mostrando que a sua força e o poder vem de Deus.

Eu sonho com uma Convenção

Que não se deixe ser levada por alguém,

Que há muito tempo já perdeu a visão,

Mas que ela saiba discernir entre o bem e o mal

Mesmo quando os que a lideram já perdeu esse discernimento.

Eu sonho com uma Convenção,

Corajosa, guerreira, que saiba lutar com as armas certas,

Onde sua força seja mostrada na oração de seus membros,

Que orem pelo país e pelos seus governantes,

Que saiba se impor sem precisar se misturar

E que acredite num Deus que é sobre todas as coisas.

Eu sonho com uma Convenção,

Seja o que o próprio nome diz: Convenção! 

Conforme o Dicionário Houaiss assim define a palavra CONVENÇÃO:

Acepções

substantivo feminino

1    Acordo sobre determinada atividade, assunto etc., que obedece a entendimentos prévios e normas baseadas na experiência recíproca

Ex.: c. de sinais

2    Prática, técnica ou recurso adotado ou estabelecido em determinadas atividades, esp. as artísticas

Ex.: as c. usadas na feitura de um soneto

3    Qualquer dos usos ou costumes sociais estabelecidos, ger. de tácita aceitação pelos indivíduos de uma comunidade, que incluem regras de boa educação, de boa conduta etc.

Ex.: as c. da etiqueta

4    Rubrica: termo jurídico.

Acordo entre duas ou mais pessoas, concernente a um fato preciso

4.1 Rubrica: termo jurídico.

Acordo previsto pelo direito internacional, referindo-se quase sempre à matéria técnica resultante de conferência entre as várias nações interessadas.

5    (1916)Rubrica: linguística.  Espécie de ajuste implícito, não formulado e até inconsciente, no qual se baseia a relação entre o significante (forma) e o significado (conteúdo) dos signos linguísticos [A noção, desenvolvida por Saussure, opõe-se à ideia da natureza motivada dessa relação.]

Obs.: cf. arbitrariedade

6    Assembleia ou encontro de pessoas reunidas para tratar de assunto de interesse comum; congresso, conferência

Ex.: c. de federações esportivas

7    Derivação: por metonímia.

Qualquer texto ou documento que expressa o que foi estabelecido em tal assembleia ou encontro

8    Rubrica: política.

Assembleia nacional que se destina a estabelecer ou alterar uma constituição

Obs.: inicial maiúsc.

9    Rubrica: política.

Assembléia de delegados de um partido político com o fim de formular uma plataforma, escolher candidatos etc.

Sejamos Unânimes!!!

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Antes que seja tarde demais!





O Pai e o Filho Ingrato

Talvez você seja como eu, que não gosta destas histórias que parecem nos querer dar lição de moral sobre como os filhos devem tratar os pais.

Mas devo admitir que, algumas histórias nos fazem pensar melhor, nos fazem ver a vida por outro ângulo. 

Esta que narro agora, é uma destas.

Era uma vez, em uma cidade distante, um senhor, que tinha um filho muito bonito.
Um rapaz forte, com muita saúde.

Este pai, vivia preocupado porque sua condição financeira era boa e ele tinha condições de dar tudo ao filho.

Bastava ele dar uma ordem e o filho teria os melhores colégios.

Bastava um pedido e o filho teria os melhores empregos.

Roupas caríssimas, relógios e sapatos de luxo, perfumes importados, nada era problema para este pai.

Tudo, tudo mesmo, que ele quisesse dar ao filho, ele tinha todas as condições.
Nas férias, ele podia escolher para onde enviaria o filho, para passear, se para os Estados Unidos, para a Europa, ou conhecer as pirâmides do Egito, ele podia deixar o filho conhecer o mundo inteiro, tinha ótimas condições financeiras para isto.

Mas este pai tinha uma preocupação.

Ele já estava com a idade bastante avançada, saúde bem debilitada e queria dar ao filho não só bens materiais, mas principalmente, formar o filho como um homem de caráter, respeito, lealdade, bondade e humildade.

Queria que o filho tivesse todo o conforto que  sua condição financeira podia oferecer, mas não queria que o filho fosse como muitos rapazes ricos, que só valorizavam o material e maltratavam e humilhavam as outras pessoas, principalmente as mais humildes.

Então, desde cedo este pai deixou que o filho tivesse a vida um pouco mais difícil.

O filho precisava correr atrás de seus empregos, precisava se esforçar em escolas públicas, tinha que pegar mais de 4 ônibus por dia.

E este filho cresceu, ao contrário do que o pai queria, bastante revoltado.

Sempre brigando porque o pai não o amava, o pai não dava a ele o que pedia, que seu pai era isto, seu pai era aquilo.

Este filho tinha vergonha até da roupa que vestia, mas seu pai lhe dizia: “Por que vergonha?

Foi você mesmo quem comprou esta roupa, com o dinheiro que ganhou com seu trabalho!

Então, orgulhe-se!” 

Mas o filho respondia: “Essa porcaria de roupa, eu comprei com a miséria do dinheiro que ganho naquele maldito trabalho, pois nem um emprego em uma grande indústria o senhor conseguiu para mim, mas tendo condições, o senhor não faz nada por mim!”

O pai chorava e sofria muito, ao ver que o filho não entendia as verdadeiras razões que o levavam a agir desta forma.

E ele queria ver o filho crescendo com caráter para aí sim, lhe passar tudo que tinha, suas casas, sítios, fazendas, carros, empresas, tudo enfim.

Um dia, este pai, bastante doente, acamado, estava para morrer.

Mandou chamar o filho que logo entrou pelo quarto gritando: “O que você quer, velho egoísta, nunca me deu nada e agora que vai morrer, manda me chamar?”

O pai então lhe estende a mão e lhe entrega uma Bíblia. 

O filho pega esta Bíblia e a arremessa contra a parede dizendo: “Maldito, nem na hora de sua morte pode me dar um presente decente?”

A Bíblia cai no chão e de dentro dela sai um envelope.

O filho apanha o envelope e vê que ali está uma carta lhe informando que, tudo que é de seu pai, a partir daquele momento, pertencia a ele.

O pai então, antes de morrer lhe diz a última frase: “Nesta vida, tentei lhe dar o que um homem pode ter de melhor!

Mas sem estas palavras escritas na Bíblia, ninguém nunca será bom o suficiente!
Espero que um dia me compreendas!”

Neste instante o filho abraçou o pai em prantos, dizendo: “Pai, me perdoa, porque só agora, eu consegui ver todo o bem que o senhor me fez nesta vida.

Não quero nada de material que é seu.

Só quero que fique comigo, não morra!

O pai morreu feliz, ao ver que todo o seu esforço não foi em vão.

VITÓRIA DE DAVI SOBRE A TRISTEZA

VITÓRIA DE DAVI SOBRE A TRISTEZA Texto: Salmos 34.19 INTRODUÇÃO:  Um homem que enfrentou muitas crises. I. UM JOVEM DE FÉ a. ...