terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Até quando Senhor!!!

OS "TRÊS POLÍTICOS" À LUZ DE ROMANOS



Não é preciso dizer muito a respeito dos três políticos (evangélicos?) que ao receberem propina no Distrito Federal, unem-se em oração, pedindo perdão por suas falhas e agradecendo as bênçãos celestiais.


Ao olhar nos noticiários e ver os deputados Leonardo Prudente (Igreja Sara Nossa Terra), Rubens César Brunelli (PSC e da Igreja Casa da Bênção) e Rogério Ulysses - representantes do povo na câmara distrital de Brasília, senti vergonha de ser evangélico.


Esses políticos não estão só no que fazem; apenas unem-se a tantos outros que ocupam cadeiras nas câmaras de vereadores, assembléias legislativas, câmara federal e senado que hoje estão sendo expostos a público e julgados por Deus.


Porque o que eles fazem em oculto está vindo à luz, e toda a população brasileira que vê os vídeos, repudia a atitude deles, inda mais quando se dizem evangélicos!


Sentado no sofá corei de vergonha ao ouvir os comentaristas da Globo e da Band, especialmente o Datena imitando a oração que os três fizeram!


Eles fizeram a oração do mensalão:


“Sabemos que somos falhos, somos imperfeitos”, diz o deputado, para em seguida pedir proteção à vida de Barbosa.


“Somos gratos pela vida do Durval ter sido instrumento de bênção para nossas vidas, para nossa cidade”, diz Brunelli.


“Somos gratos pela vida do Durval ter sido instrumento de bênção para nossas vidas, para essa cidade, porque o Senhor contempla a questão no seu coração.


Tantas são as investidas, Senhor, de homens malignos contra a vida dele.


Nós precisamos da Tua cobertura e dessa Tua graça, da Tua sabedoria, de pessoas que tenham armas para nos ajudar nesta guerra.


Todas as armas podem ser falhas, todos os planejamentos podem falhar, todas nossas atividades, mas o Senhor nunca falha.


O Senhor tem pessoas para condicionar e levar o coração para onde o Senhor quer.


A sentença é o Senhor quem determina, o parecer e o despacho é o Senhor que faz acontecer.


Nós precisamos de livramento na vida do Durval, dos seus filhos, familiares.”


Tais homens mancham a reputação dos cristãos; mancham a imagem da igreja de Cristo.


Mancham o nome de Jesus Cristo.


Esses políticos e pregadores representam a nova safra de cristãos, que, influenciados pelo espírito de Satã pregam a prosperidade e o enriquecimento, sem se importar os meios que usam para ficarem ricos.


E quantos de nós, pastores, que ao longo dos anos buscamos servir a Deus com fidelidade somos enganados por tais pessoas – e incluo entre essas pessoas cantores e pregadores que não estão “nem aí” pro Evangelho de Cristo, porque estão em busca de seus próprios interesses.


Eu, particularmente, estou corado de vergonha!


Porque a mensagem pura e simples do evangelho não será facilmente aceita.


O Evangelho continua puro, mas alguns pregadores, políticos e cantores estão contaminados e sujos.


Tais pessoas mais parecem valas sujas e fedorentas de alguns subúrbios.


- Deus!


Em quarenta e cinco anos de ministério paguei os impostos da receita federal em dia, não amealhei riqueza e ainda pago aluguel para morar!


Quem está certo, Senhor?


Eles ou eu?


- Ouço uma voz – que não é a de Deus – soprando em meus ouvidos: “Trouxa! Você continua pobre porque quis”.


Daniel orou: “A ti, ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós, o corar de vergonha, como hoje se vê. Ó Senhor, a nós pertence o corar de vergonha, aos nossos reis, aos nossos príncipes e aos nossos pais, porque temos pecado contra ti” (Dn 9.7-8).



Políticos enriquecem fraudulentamente.


Cantores amealham riqueza em poucos anos, e tenho provas cabais sobre o que um deles conseguiu em dois anos!


Pregadores ostentam fartura e riquezas.


Enquanto isso, os pobres e os aposentados desta nação sofrem com as migalhas mensais dos governos que se sucedem no poder, e com o desprezo dessa gente que se diz evangélica!


Sabem onde encaixo tais pessoas que voluntariamente pecam e ainda oram a Deus, confessando seus pecados e agradecendo o suborno?


Elas se encaixam perfeitamente no texto acusatório de Romanos 1:


“E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes, cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores, caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais, insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia.


Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem” (Rm 1.28-32).


Resumindo: Quando uma pessoa sabe o que Deus quer e despreza o conhecimento de Deus, o próprio Deus a deixa à solta e a entrega para uma disposição mental reprovável, “para praticarem coisas inconvenientes”.


Isso mesmo!


Deus induz essas pessoas ao erro, porque desprezaram o conhecimento divino.


Assim, todos os que pregam prosperidade, ensinando que quem não é próspero não é abençoado por Deus estará sujeito a cair nessa condenação divina!


Deus está começando o juízo pela sua casa!


A casa de Deus tem de ser purificada! Inda que permaneçam pessoas dizendo-se evangélicas, mas roubando, certamente Deus tem, como nos dias de Elias aqueles que não se dobraram a Mamom!


Aleluia!


Pr. João de Souza





sábado, 19 de dezembro de 2009

Quando se quer a transparência......Seguimos os:

Principios básicos e transparentes.

Na multidão de conselheiros há segurança!

Temos um código que jamais deverá ser esquecido por nenhum lider ou pastor.

Se isto ocorrer, pode por a barba de molho, a lei da sementeira não falha, este mesmo código diz: Olhai, Orai e Vigiai!

Hum!

Isso tá dificil de ver por aí.

Siga estes passos......


PRIMEIRO PASSO: CONVOCAÇÃO


As pessoas de uma determinada região; sejam elas de uma comunidade, de um sindicato, de um bairro, de uma escola, ou clube, que tenham como objetivo um trabalho de interesse público, estarão aptas a criar uma entidade.

Podem estar preocupadas com a defesa de um rio, de uma cidade, de uma praça, de uma praia ou outra riqueza natural ou cultural, ou com os direitos de comunidades (índios, caiçaras, pescadores, quilombolas, etc.).

 
Ou a fim de investir no desenvolvimento humano, como criar, por exemplo, centros educacionais e esportivos, creches, e associações de assistência às pessoas carentes.

O primeiro passo é se juntar e se mobilizar, convocando uma reunião através de telefonemas, cartas, anúncio na rádio local, panfletos e jornais, ou outros meios, para convocar as pessoas em relação à importância da criação da entidade que estão pretendendo.

 
O que deverá ser explicitado na reunião são os objetivos da entidade, sua importância, assim como sua necessidade, além da definição de uma comissão de preparação das próximas reuniões, com a divisão de tarefas e responsabilidades.

 
Deve ser formada também, uma Comissão de Redação do Estatuto Social, que deverá ser pequena e ágil, no sentido de formular e apresentar uma proposta de estatuto que será discutido, analisado, modificado (se necessário) e finalmente aprovado pela Assembléia Geral, sendo que neste dia, terão que ser providenciadas cópias para todos,



Preferencialmente ter a cópia de proposta de estatuto com antecedência de 30 dias, para que os membros desta entidade tenham conhecimento das propostas e sendo necessário apresentar emendas ou correções que visam a transparência na direção da nova entidade


SEGUNDO PASSO: ASSEMBLÉIA GERAL


A Assembléia Geral de fundação da entidade, na qual será oficializada a mesma, com a convocação de todos os interessados, deverá ocorrer após definida a missão da entidade e redigida a primeira proposta de Estatuto.

 
Esta Assembléia deve ser precedida de uma carta convite, contendo o dia, hora, local, além dos objetivos desta e da pauta da reunião.


No dia da Assembléia, deverá haver um livro de presença que registrará todos os interessados em participar da assembléia e um Livro de Atas, no qual serão anotadas as assembléias, assinadas pelos presentes.

 
Uma mesa dirigente dos trabalhos com um presidente e dois secretários deverá ser eleita pela Assembléia.



Após a leitura da pauta pelo presidente, este deverá encaminhar os debates, principalmente o do Estatuto.





TERCEIRO PASSO: ESTATUTO

 
A comissão deve ler o Estatuto e distribuir uma cópia para cada presente.

 
Cada artigo que a Assembléia ache polêmico, ou seja, destacado, deve ser discutido, modificado (se necessário) e aprovado.


Abaixo estão alguns itens essenciais que devem estar contidos nos Estatutos:


a) nome e sigla da entidade;


b) sede e foro;


c) finalidades e objetivos;


d) se os sócios respondem pelas obrigações da sociedade;


e) quem responde pela entidade;


f) os sócios e seus tipos, entrada e saída, direitos e deveres;


g) poderes, tais como assembléia, diretoria, conselho fiscal;


h) tempo de duração;


i) como os estatutos são modificados;


j) como a entidade é dissolvida;


k) qual o destino do patrimônio, em caso de dissolução.



QUARTO PASSO: A POSSE DA DIRETORIA


A eleição da diretoria deve seguir o que foi aprovado no Estatuto; e após eleita, deve ser conferida a posse dos cargos aos eleitos.

Finalmente, foi fundada a Entidade, entretanto, ela ainda não possui "status" legal, o que só ocorre após alguns procedimentos burocráticos.


QUINTO PASSO: COMO PROCEDER PARA O REGISTRO LEGAL


Devido à grande burocracia e às exigências específicas de cada cartório, é necessária muita paciência, pois sempre faltará algum item.


A documentação terá que ser reunida e encaminhada ao Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas, além de pagar as taxas, registrar o Livro de Atas, os Estatutos e publicar um extrato dos mesmos, aprovados no Diário Oficial.


A documentação, que poderá variar de acordo ao cartório, é a seguinte:


Cópias dos estatutos em papel timbrado;


Cópias da Ata de Fundação impressa, assinadas pelo presidente e demais diretores com firma reconhecida;

Livro de atas original;

 
Pagamento de taxas do cartório (se houver);

 
Cópias da Relação Qualificada da Diretoria (nome, cargo, estado civil, nascimento, endereço, profissão, identidade e CPF);



Cópias da relação de sócios fundadores;


Um resumo contendo os principais pontos dos Estatutos, que às vezes, é solicitado pelo cartório para que seja apresentado no Diário Oficial.

 
Todos estes documentos fazem com que a entidade passe a ter personalidade jurídica, mas no caso de realizar operações financeiras, abrir conta bancária ou celebrar contratos, é necessário também, que a entidade tenha o CGC.

 
Para isto, basta procurar uma delegacia regional da Secretaria da Receita Federal, com todos os documentos registrados no cartório, autenticados e carimbados e os documentos do responsável pela entidade.

Além disso, deve-se preencher um formulário padrão e dar entrada para obtenção do CNPJ.

Portanto, meus caros leitores, devemos ter muito cuidado com "letrinhas miúdas"!

Quando se quer transparência e agir sob a égide do temor a Deus e ter autoridade moral, seguimos os procedimentos como manda o Estatuto Maior: A Biblia Sagrada.!



















Bem-Aventurada é a Igreja que....!!

Bem-aventurada a igreja



Introdução: O santo ministério deve sentir gratidão, temor e responsabilidade com a Noiva do Cordeiro.

Sua eleição por Jesus Cristo foi consumada.

Os homens investidos da missão sagrada de apascentar podem levar a igreja a ser feliz ou frustrada, dependendo de como sobre ela atuam e operam.


1) – Bem-aventurada a igreja cujo pastor é irrepreensível e não tem do que se envergonhar. I Tm 3. 1, II Tm 2. 15.


2) – Bem-aventurada a igreja cujo pastor vive com sua esposa de modo exemplar em amor. I Tm 3. 2, Lc 1. 5-6.


3) – Bem-aventurada a igreja cujo pastor e esposa são amigos dos filhos e os orientam no temor do Senhor. I Tm 3. 4-5.


4) – Bem-aventurada a igreja cujo pastor sabe tratar seus obreiros auxiliares com respeito, acatamento e amizade. Sl 133, I Tm 5. 17.


5) – Bem-aventurada a igreja cujo pastor é estudioso das Escrituras Sagradas e, ao ministrar, tem o que oferecer de edificante. II Tm 2. 2,Tt 2. 1.


6) – Bem-aventurada a igreja cujo pastor é homem de oração e temor constantes. Cl 4. 12-13.


7) – Bem-aventurada a igreja cujo pastor a ela se dedica, preparando-a como a noiva de Cristo Jesus. II co 11. 1-2.


8) – Bem-aventurada a igreja cujo pastor é trabalhador, digno e incansável, na busca dos perdidos. Jo 10. 16.


9) – Bem-aventurada a igreja cujo pastor não faz acepção de pessoas: é paciente com os fracos, afável com os pobres, simpático com os ricos. Tg 2. 1, I Ts 5. 14.


10) – Bem-aventurada a igreja cujo pastor tem a unção do Espírito Santo de tal modo que os lobos não conseguem iludi-lo. Jo 6. 15.


Conclusão: Bom e maravilhoso será para os tais ouvirem: “Bem está, servo bom e fiel”... “Entra no gozo do teu senhor!” Mt 25.21.



(Autor Desconhecido)

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Sinto Vergonha de Mim..

Lindo poema, mais atual do que nunca !




SINTO VERGONHA DE MIM


Sinto vergonha de mim…


por ter sido educador de parte desse povo,
por ter batalhado sempre pela justiça,
por compactuar com a honestidade,
por primar pela verdade
e por ver este povo já chamado varonil
enveredar pelo caminho da desonra.


Sinto vergonha de mim
por ter feito parte de uma era que lutou pela democracia, pela liberdade de ser e ter que entregar aos meus filhos, simples e abominavelmente, a derrota das virtudes pelos vícios,


a ausência da sensatez


no julgamento da verdade,


a negligência com a família,


célula-mater da sociedade,


a demasiada preocupação


com o “eu” feliz a qualquer custo, buscando a tal “felicidade” em caminhos eivados de desrespeito


para com o seu próximo.



Tenho vergonha de mim
pela passividade em ouvir,
sem despejar meu verbo,
a tantas desculpas ditadas
pelo orgulho e vaidade,
a tanta falta de humildade
para reconhecer um erro cometido, a tantos “floreios” para justificar


atos criminosos, a tanta relutância em esquecer a antiga posição de sempre “contestar”, voltar atrás


e mudar o futuro.

 
Tenho vergonha de mim


pois faço parte de um povo que não reconheço,enveredando por caminhos que não quero percorrer…


Tenho vergonha da minha impotência,
da minha falta de garra,
das minhas desilusões
e do meu cansaço.
Não tenho para onde ir
pois amo este meu chão,
vibro ao ouvir meu Hino
e jamais usei a minha Bandeira para enxugar o meu suor ou enrolar meu corpo na pecaminosa manifestação de nacionalidade.
Ao lado da vergonha de mim, tenho tanta pena de ti,


povo brasileiro.


www.paginapoeticadecleidecanton.com/sintovergonha.htm


***


"De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto".






(Rui Barbosa)

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

ENQUETE........

ENQUETE NO SITE DO SENADO SOBRE O PLC 122


A pergunta da enquete é:" Você é favorável à aprovação do projeto de lei (PLC 122/2006) que torna crime o preconceito contra homossexuais?"

Perceba a sutileza da pergunta!

É claro que como cristãos, somos contra qualquer tipo de preconceito.

Acontece é que somos contra o projeto de lei PLC 122, da forma como foi apresentado, já bastante discutido nos meios de comunicação.

A grande questão é: o que o PLC 122 chama de "crime contra os homossexuais"?

Diante deste esclarecimento, da forma como o projeto se encontra, meu voto na enquete é NÃO!

http://www.senado.gov.br/sf/senado/centralderelacionamento/sepop/



Fonte: http://www.altairgermano.com/

NÃO HÁ ATALHOS!!

NÃO HÁ ATALHOS

- Lc.10/2 – “E dizia-lhes: Grande é, em verdade, a seara, mas os obreiros são poucos; rogai, pois, ao Senhor da seara que envie obreiros para a sua seara.”·

Definitivamente, a questão não é a falta de pastores, mas sim a qualidade e a velocidade com que eles são formados, produzidos ou ordenados.

Que a igreja tem experimentado um crescimento, isto é obvio, pois a mesma é viva e como tal cresce, mas o que me intriga é: estão estes, prontos para responderem a necessidade desta igreja que já esta aqui e a que esta sendo formada?

· Vemos uma corrida aos púlpitos, estamos fabricando um sem numero de pregadores, mas não estamos preparando apascentadores, estamos produzindo pregadores profissionais, que não precisam mais do que uma meia dúzia de “bons esboços”, que produzem algum movimento emocional, que por conseqüência garantirá agenda e algum resultado financeiro, mas que nada acrescenta a igreja que os recebe, senão expectativas que ficarão frustradas com o passar do tempo.

· O caminho natural em nossas igrejas era a Cooperação, o Diaconato, o Presbiterato e por fim o ministério como Evangelista ou Pastor.

E este processo não era feito de atalhos, antes era longo e cheio de dificuldades, que moldavam o ministério e o caráter ministerial do postulante.

· Mas, a pressa hoje é grande, por parte dos que almejam o episcopado e por parte daqueles que fora de tempo elegem alguém a uma posição para a qual não esta preparado, ou pior, não foi chamado.

· Jesus deixou uma lição clara a respeito dos trabalhadores.

Ele disse que eles são poucos, ou pelo menos era para ser, mas hoje eles não são poucos, hoje eles não são é trabalhadores que se dispõe ao Reino, mas sim são profissionais que escolheram a profissão de “Ministro do Evangelho” para ganharem a vida com cachês ( “ofertas ?” ), e quem sabe com o passar do tempo conseguirão uma igreja que lhes garanta estabilidade profissional.

· Vejamos a seguinte ilustração: estando você a beira da morte e precisando urgentemente de uma intervenção cirúrgica, é levado ao centro cirúrgico e apresentado a dois médicos,um deles formado precocemente por ter conseguido atalhos na sua formação e o outro formado com tempo determinado e percorrendo o caminho mais longo em sua capacitação médica, sendo não tão jovem, estão ali para serem escolhido por você.

Pergunto: em qual dos dois você confiaria para entregar a sua vida em suas mãos?·

Não é este também o dilema de nossas almas?

Entregaremos nossas almas para serem apascentadas por homens com preparação precoce e que não percorreram o longo caminho da formação ministerial, inexperientes e despreparados para as questões capitais de uma vida?

· Não estou falando da idade biológica apenas, estou falando de homens preparados, como disse Paulo: homens aprovados, que manejam bem a palavra, ou seja que saibam cortar exatamente onde a palavra de Deus riscou!

· Vivemos hoje o mesmo dilema de Abraão e Sara, que estavam debaixo da promessa, mas que por não entenderem o tempo de Deus, pegaram um atalho chamado Hagar.

O objetivo foi alcançado, um herdeiro havia nascido e estava sendo preparado, mas fruto da vontade humana - “Vendo Sara que o filho de Agar, a egípcia, o qual ela dera à luz a Abraão, caçoava de Isaque” Gn.21/9

· Ismael representa os obreiros formados pelos atalhos ministeriais, fora de tempo e fora da vontade de Deus, mas Isaque representa aqueles que nascem de um milagre divino, afinal Deus escolher, chamar, capacitar um homem para o santo ministério não configura ai um milagre?

Mas o conflito estava vivo, Ismael zombando de Isaque, porventura não vivemos hoje algo semelhante, não estão os “Ismaéis” zombando dos Isaques de Deus, os Ismaéis são formados pela rapidez dos atalhos, mas pela mesma rapidez são despedidos, e ou substituídos por fracassarem no propósito divino, pois o compromisso de Deus é com a sua perfeita escolha, e a escolha de Deus, sempre é fora do tempo do homem.

· Rogai ao Senhor da Seara... estamos ouvindo o clamor?

Estamos ouvindo o gemido para que Deus envie os obreiros, ou estamos vendo uma plêiade de homens que tem o cargo, mas não tem a vocação e nem tão pouco o ministério Pastoral.

Dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com conhecimento e com inteligência. Jr. 3/15

· A responsabilidade de abastecer o rebanho com pastores é do próprio Deus, é o dono da obra que assume esta tarefa, a nós cabe rogar, pedir, clamar e ter a direção de Deus para identificar os por ele chamados para o santo ministério.

· E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo. Ef.4/11-13

· Reconheçamos a soberania divina na escolha de seus obreiros, e cabe a igreja discernir esta vocação naqueles que são chamados e escolhidos, e treinar estes, fazendo-os trilhar o longo caminho da preparação, que produzirá experiência, maturidade, confirmação do chamado e amor pela causa do Reino.

Pr. JOSÉ MARCOS ANTUNES
Membro do Ministério Assembleia de Deus em Apucarana - Pr.
Responsavel pelo Setor do parque Bela Vista.

http://kerigmas.blogspot.com/

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

GRANDE BATISMO - 31/10/2009

Com a Graça de Deus, realizamos neste dia 31 de Outubro, sábado, mais um grande batismo de irmãos de todo o campo da IEAD Apucarana. Muitos jovens novos convertidos, alguns outros que já congragavam a mais tempo e só agora se decidiram em batizar e até alguns já da terceira idade. Mas o que realmente importa é que são nossos irmãos e juntos iremos morar no Céu.

A igreja estava repleta de membros, amigos e familiares dos batizandos que foram batizados pelo Pr. Daniel Acioli (que também trouxe uma poderosa mensagem), Pr. Orneles e Pr. Augusto Maia.

Ao todo foram 69 pessoas que desceram às águas batismais, dando testemunho pública de sua fé e convicção na salvação por meio de nosso Senhor Jesus.

Agradecemos a todos que se fizeram presente, e também à Banda Musical da Cong. do Jd. Ponta Grossa.




quarta-feira, 4 de novembro de 2009

AD Belém celebra aniversário do Pastor Wellington Junior

A AD no Belenzinho, São Paulo, ofereceu ao Senhor na noite da ultima segunda feira, 02 de novembro, com o templo sede repleto um belo culto em ação de graças pela passagem do aniversário do pastor José Wellington Costa Junior, vice-presidente do Ministério do Belém, 2º vice-presidente da CONFRADESP, pastor da AD em Guarulhos, SP e Presidente do Conselho administrativo da Casa Publicadora das Assembleias de Deus, CPAD.

Na parte do louvor o culto contou com a participação dos conjuntos de senhoras dos setores de Guarulhos, 19; Carapicuiba, 26 e Taboão da Serra, setor 45, além do coral e Banda do Belém e da igreja em Jardim Tranquilidade, louvou ao Senhor a mocidade da igreja na cidade de Cotia, setor 12.

Todos os órgãos e departamentos da igreja, através de seus líderes estiveram presentes para homenagear o pastor Wellington Junior. Em nome da família Costa falou o pai, pastor José Wellington Bezerra da Costa, pastor Presidente; pelos filhos, nora e genro falou o filho mais velho, Evangelista José Wellington Bezerra da Costa Neto e o filho mais novo, Leonardo. O pastor José Prado Veiga, líder da AD na Lapa e 2º Secretário da Igreja falou em nome de todo ministério do Belém, pastor João Carlos Padilha de Siqueira, 3º Secretário da CONFRADESP, falou em nome dos mais de 5 mil ministros filiados a Convenção estadual, pastor Demerval Lopes de Cerqueira em nome do Conselho administrativo da CPAD, o Diretor executivo da casa falou em nome dos quase 500 funcionários e o pastor Isaias Lemos Coimbra, RJ; falou em nome da Mesa Diretora da CGADB.
Pastores de todo Estado, como de todo pais estiveram presentes para prestigiar o companheiro, da mesa Diretora da CGADB além do Presidente, Pr. José Wellington, compareceu o pastor Isaias Lemos Coimbra, 1º Secretário e Presidente da AD em Ouro Fino, RJ e o pastor Cyro Mello, secretário adjunto. Representando o Conselho administrativo da CPAD, esteve presente o pastor Demerval Lopes de Cerqueira, 2º vice-presidente do conselho e 1º vice-presidente da CEADEB; Pr. Orcival Pereira Xavier, 1º Secretário e presidente da COMADEBG, Pr. Lucifrancis Barboza Tavares, 2º secretário e presidente da CEMEADAP, Pr. Lourival Machado, Membro e Presidente da AD no Rio de Janeiro; Pr. Juvenil dos Santos Pereira, membro do Conselho, 2º Secretário da CIADESCP e Presidente da AD em Florianópolis, Pr. Daniel Sales Accioli, membro do conselho e Presidente da AD em Apucarana, PR; Pr. Elienai Cabral, membro do Conselho e Presidente da AD em Sobradinho, DF; Pr. Carlos Alberto, membro do conselho e Presidente da AD em Cruzeiro do Sul, AC; o irmão Ronaldo Rodrigues de Souza, diretor executivo e vários gerentes da casa.


A CONFRADESP se fez representar pelos seguintes diretores, Pr. José Wellington, Presidente; Pr. Carlos Padilha de Siqueira, 1º vice-presidente; Pr. José Prado Veiga, 1º secretário; Pr. Paulo Freire, 2º secretário; Pr. João Carlos, 3º secretário; Pr. Emanuel Barboza Martins, 1º Tesoureiro e Pr. José Fernandes Filho, secretário adjunto. A diretoria da igreja também marcou presença com os pastores, José Wellington, Presidente; Pr. José Pereira da Silva, 1º secretário; Pr. José Prado Veiga, 2º secretário; Pr. Alcindo Ramos, 3º Secretário, Pr. José Amaro da Silva, 1º Tesoureiro, Pr. Paulo dos Santos, 2º Tesoureiro e o secretário adjunto, Pr. Alexandre Florêncio da Silva Junior.

Além da presença das irmãs do círculo de oração, banda e coral de Guarulhos, igreja líderada pelo pastor Wellington Junior, os Dirigentes de Congregações e muitos obreiros estiveram honrando seu pastor.

Ao final do culto, o pastor Antonio Gilberto, consulto teológico e doutrinário da CPAD, que esteve acompanhado de sua esposa, irmã Iolanda, parabenizou o aniversariante e orou pela família.





domingo, 1 de novembro de 2009

Sim, Sim....Não, não?

Spartacus!!

O Que é ser leal?

Tive oportunidade de ver um filme dos antigos: Spartacus, dirigido por Stanley Kubrick.

Ocasião para confirmar que antigamente – tal como hoje – a corrupção se cola preferencialmente aos sagazes, articuladores e astutos que engodam com vãs promessas.

E que os pequenos são capazes de coisas maravilhosas ainda que lutando contra tudo e contra todos.

É apenas um filme, sem dúvida.

Mas aquela revolta dos escravos – que existiu historicamente e colocou efetivamente em causa o poderio romano – não teria sido o que foi se as coisas não se tivessem passado desse modo, mais coisa menos coisa, pelo menos nos aspectos essenciais.

Uma delas sucede depois de os escravos terem perdido a batalha final.

Os sobreviventes estão sentados em grupo no chão, rasgados e feridos.

O comandante da Legião romana anuncia-lhes que escaparão à
morte se o informarem de qual deles é Spartacus, no caso de ainda estar vivo.

E Spartacus está realmente vivo, sentado entre os amigos.

O momento é de grande tensão.

O realizador foca os olhos do chefe dos revoltosos e os olhos de vários dos companheiros.

Muita coisa está em jogo: a vida de todos eles.

Eram amigos.

Aqueles meses de contrariedades, lutas e perigos vividos em comum tinha-os unido de tal forma que era como se formassem uma só coisa.

Agora os romanos queriam apenas o chefe…

Acontece por vezes que as grandes decisões se têm de tomar em muito pouco tempo.

Spartacus ergue-se para revelar a sua identidade.

A sua morte libertará os amigos.

Mas quando vai dizer as palavras fatais, há um companheiro que se levanta mesmo ali ao lado e diz: «Eu sou Spartacus».

Não é, mas ele diz!

A Lealdade o força a usar deste expediente para não ver seu lider ser crucificado!

E logo outro homem se levanta, dizendo as mesmas palavras.

E outro.

E outro…

Depressa estão todos de pé diante do oficial.

A Coragem do homem é exemplo para todos e como um bom exemplo sempre será seguido, lembrado!

Todos eles são Spartacus… e acabarão por morrer crucificados, um após outro, numa fila de cruzes que encheu quilometros de estrada até entrar em Roma.

Existe algo de grandioso na atitude de Spartacus, que se entrega para salvar a vida dos amigos.

Mas não é menos bela a reação dos companheiros.

E há qualquer coisa em tudo isto que nos atrai irresistivelmente, porque o bem é atraente.

A lealdade consiste em não abandonarmos os nossos deveres e compromissos;

Em cumprir-mos o que tratamos no âmbito e sociedade que vivemos, sob pena de mais ou menos dias sermos expostos ao ridículo de passarmos á história como aquele que não tem personalidade ou atitude firme de renunciar ao interesse pessoal e apenas cumprir o que é certo, mesmo que seja para fazer justiça áquele que não compartilha com o nosso ponto de vista em alguns momentos!

Em não abandonarmos os nossos amigos e as pessoas que confiaram em nós.

Em não trair-mos os principios que pregamos nos púlpitos e altares de nossas Igrejas!

Em não sermos dissimulados, interesseiros corrompidos pela ganância e egoísticamente falseamos a verdade!

Em não perdermos o brio da honestidade e mesmo com dano próprio ajamos como o cidadão do Salmos 15!

É uma manifestação da grandeza da
liberdade humana: leva-nos até ao fim do caminho que escolhemos, apesar de todas as dificuldades e obstáculos.

Na cor aparentemente cinza de estarmos todos os dias fielmente no nosso lugar, existe, escondido, o ouro daquilo que é sólido, firme e verdadeiro.

Um homem leal é como uma rocha.

Um homem sincero passará á história e deixará um legado aos que o conheceram!

Um homem que não brinca ao liderar humildes e crédulos!

Transmite segurança e espalha luz à sua volta.

Ao longo da História dos homens, como na cena do filme, a lealdade conduziu muitas pessoas a grandes sofrimentos e, até, a uma morte cruel.

Mas, nos nossos dias, é uma virtude esquecida.

Virtude esta, que escassa; desânima em tese os que persistem em crer que poderá continuar a ser ético, respeitoso, fiel a principios do saber biblico e a estes se mantém fiel!

Abominando a mentira, falsidade, o famoso jeitinho e combatendo firmemente o uso da filosofia que o andar da carroça as melâncias se ajeitam.

Sim, Sim ou Não, Não.....

Realidade ou apenas balela?

Precisamo ser e ter temor de Deus para agir de acordo com as Escrituras Sagradas!

Qualquer par de moedas,

Qualquer novidade aparentemente vantajosa nos faz esquecer os deveres?

Nos levando a quebrar os nossos laços, enchendo a nossa vida de traições a que nos vamos habituando.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Convenção de Pastores: Eleição, meu ponto de vista!!

Saudações Cristãs!

“Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que com simplicidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo, e de modo particular convosco.” - II Cor. 1.12”

Mais uma oportunidade Deus nos dá a realização da Assembléia Geral Ordinária de nossa magna Convenção de Pastores das Assembléias de Deus no Paraná e eleições para a Mesa Diretora que regerá o próximo mandato: 2010-2012, sob a Graça de Deus e orientação do Espírito Santo!

Diante disto, Pastores submetem seus nomes para a apreciação do plenário, e eleitos, se dispõem a servir tão nobre causa!

Disse Martin Luther King: Eu Tenho um sonho!

O voto é a maneira clara de conhecer o desejo da maioria e direção Divina, talvez, a mais decisiva da parte do povo e das pessoas.

A eleição é, por assim dizer, a espinha dorsal da democracia, através da qual o povo escolhe representantes, para exercer e lutar pelos interesses que são de todos.

Portanto, ninguém deve se omitir, nem anular o voto, nem votar em branco.

Votar é um gesto de responsabilidade e de maturidade.


Voto não é mercadoria, é opção,

É ferramenta com a qual se avança na construção dos destinos da comunidade ou afins!

O voto é sagrado, é livre, é secreto.

Ninguém está obrigado a votar para pagar um favor.

É Hora de decisão, pois o voto tem resultados positivos ou não.

A Eleição de nossa Mesa Diretora não é e nem deve ser arena de ambições, nem corrida para ganhos próprios, mas uma declaração de responsabilidade e visão de Reino de Deus!

Decorre daí que para alguém votar bem, deve conhecer o perfil dos candidatos e sua trajetória convencional, suas propostas em beneficio da Convenção de Ministros.

Assim, superaremos a política do favor, da retórica, das promessas, da demagogia.

Pastores eleitos devem saber que estão exercendo um cargo para servir aos pares e não a si próprios!


É uma missão, Uma diaconia (serviço) em favor do povo, é uma decorrência da fé que se comprova nas boas obras, portanto um trabalho pastoral.

Esta missão requer competência, eficiência, transparência e espírito de serviço.

Voto ético é voto consciente, livre, secreto, responsável.


Temos candidatos competentes, conscientes e dignos da credibilidade.

Neste sentido a Convenção tem a missão precípua de olhar por seus membros, instituições, projetos sociais, espirituais com o único alvo de glorificar a Deus!

A responsabilidade dos membros da Mesa Diretora é atender e servir sem distinção aos Pastores e Evangelistas, Igrejas e Campos Ministeriais, a distribuição de responsabilidades (Cargos) deve ser de forma equitativa conforme o Estatuto da mesma.

Pastores e Evangelistas não podem ficar Alheio ás decisões, indiferentes, estranhos indolentes diante de questões que se apresentam ao longo do mandato convencional, porque todos são responsáveis por todos.

Ainda mais, “a caridade não pode estar dissociada da justiça” e os Pastores não podem abdicar da participação enquanto promoção do bem comum.


Pelos laços do Calvário,

Pr. Daniel Sales Acioli

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Sindrome dos titulos transitórios?

Vivemos buscando o louvor dos homens, mas a glória que a importa é a aprovação por parte de Deus.

Mesmo que os homens não nos nobelizem, o prêmio que vem de Deus é coroa de louros permanente sobre as nossas cabeças.

Ser aprovado por Deus nos dá confiança e esperança para continuar o que estamos fazendo.

Perdemos muito tempo fazendo coisas que levem as pessoas a nos elogiar e amar.

O elogio deve ser conseqüência de uma vida aprovada por Deus.

Precisamos saber que o louvor humano de hoje é a reprovação de amanhã.

Matar um leão todo dia para mostrar nosso louvor tem como resultado certo a drenagem de nossas forças.

Devemos sempre fazer o melhor e esperar que Deus se agrade.

Quando Ele se agrada, Ele se agrada e é para sempre.

Ele não elogia hoje e retirar amanhã o louvor que nos dá.

Que louvor você anda buscando?

ISRAEL BELO DE AZEVEDO

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Encontrei a Igreja Perfeita!!

Em busca da igreja perfeita

João A. de Souza Filho
Outubro de 2009

A carta de um amigo que conheci faz poucos meses serve de base para o que vou escrever.


Ele também lerá este artigo e me entenderá.

Sua frustração é a de que deixou anos atrás sua denominação porque sonhava com uma igreja perfeita, com a igreja restaurada, com o verdadeiro corpo de Cristo.

Lamento informar que este tem sido o sonho frustrado de muita gente.

Eu também me frustrei, até que...

Também em 1975 deixei minha denominação e comecei uma nova congregação – fui o primeiro neste país a começar uma comunidade cristã em Porto Alegre – porque sonhava com uma igreja diferente, em restauração, uma igreja sem rugas e manchas.

Pronta para o Filho.

E trabalhei e lutei por isso, cruzando o país de Sul a Norte, de Leste a Oeste.

Onde havia dois ou três frustrados com a igreja que freqüentavam aí estava eu no meio deles iniciando uma nova comunidade.

Como um apóstolo dos novos tempos – sempre me recusei a usar este título – trabalhei por uma nova reforma, uma nova igreja, perfeita.

E meu sonho se concretizou.

Sim, porque percorri a trilha certa, persegui o sonho correto e os anos de meu vigor foram empregados a favor da igreja que tanto anelava.

Tudo começou em 1973 quando escrevi o livreto Para Onde Vai a Renovação?

Escrevi o livreto para combater os rumos que a renovação estava tomando.

Numa época em que os irmãos das denominações tradicionais estavam sendo renovados e batizados no Espírito Santo e que tiravam as placas de seus templos, jogavam os hinários fora (força de expressão, é claro) e partiam em busca do vinho novo, eu era um jovem, dinâmico, com novas idéias.

A denominação não me entendeu nem eu a entendi.

E nos separamos.

Hoje percebo que essa busca pela igreja perfeita faz parte de um ciclo histórico que se repete a cada quarenta anos, mais ou menos.

Esse foi sempre o sonho de todos os pré-reformadores, passando pela Reforma, pelos Wesley, Whitefield, pelos moravianos (e por todos os Irmãos que se preservaram e se recusavam a fazer parte da igreja institucionalizada, nem que fosse a reformada.

Você entenderá melhor quem foram os Irmãos lendo algo sobre a história da igreja em meu site).

E descubro pelos exemplos da história e pelos exemplos recentes que a igreja perfeita, santa, pura e restaurada existe – mas não conseguimos vê-la com olhos humanos, apenas com os de Cristo.

O que quero dizer com isto?

Explico.

Nós os homens somos imperfeitos, e em algum momento nossa imperfeição contagia a pureza da igreja.

Hoje, décadas depois de haver saído à busca da igreja restaurada, de ter perdido todos os meus direitos – se é que temos algum, porque nossos direitos são os de Cristo, e me refiro a viver sem aposentadoria de igreja, sem projetos pessoais, sem sonhos pessoais, sem plano de saúde, mas lutando pelos direitos de Cristo – e passando célere pelos anos sessentas de minha vida, eis aí a igreja perfeita!

Encontrei-a.

Perfeita entre os imperfeitos.

Gente sincera que não se contamina com o sistema, nem com o que seus líderes fazem e pensam!

Não me refiro a igreja que se vê, mas a que se não vê.

E pregando e ministrando em todas as denominações, mesmo naquelas que servem de chacota para os blogueiros de plantão, pregando entre os mais variados grupos, denominações, igrejas locais, igrejas históricas, como os luteranos e os episcopais; entre os neopentecostais, encontro o mesmo anelo: Todos querem ser igreja perfeita, e sonham com uma igreja restaurada.

Conheço grupos que saíram de suas denominações com o sonho de começar algo novo, e anos depois se veem no mesmo estado espiritual de onde saíram.

Porque somos imperfeitos e não cuidaram de suas imperfeições.

E meu consolo está na visão que João teve no Apocalipse.

Jesus é visto no meio da igreja.

Estava no meio da igreja de Éfeso, por onde circulavam falsos apóstolos e que havia perdido seu primeiro amor.

Estava na igreja de Esmirna, e no meio da igreja de Pérgamo onde alguns amavam o suborno, o dinheiro, o prêmio de Balaão.

Estava em Tiatira e suportava uma tal de Jezabel e as prostituições do povo.

Estava em Sardes onde poucos se mantiveram puros e limpos; estava em Filadélfia e em Laodicéia.

Jesus é visto entre os perfeitos e os pecadores.


Os sete candeeiros de ouro são as igrejas, e João vê a Jesus “no meio dos candeeiros”.

E assim, por onde ando procuro enxergar a igreja perfeita e restaurada.

Se olho para as estruturas, para os sistemas eclesiásticos, para os modelos de crescimento, para o enriquecimento ilícito, para as injustiças sociais, fico frustrado, mas quando desvio meus olhos dessas coisas imperfeitas, no meio de Éfeso e de Pérgamo, vejo a Jesus!

O mais simples e bíblico sistema de governo de igreja costuma refletir a imperfeição de seus líderes.

Isso não é uma desculpa para se contentar e se desculpar, dizendo: - de nada adianta trabalhar por uma igreja restaurada!

Na realidade todos nós que anelamos uma igreja santa e que por ela lutamos a vida toda, contribuímos, de alguma forma para que essa igreja surja e brilhe no mundo.

Não estou arrependido das igrejas/comunidades que comecei; elas estão cumprindo seu papel no ciclo da história; mas também não estou arrependido de voltar a ser um pastor denominacional, porque o ciclo da história me permite viver entre todos, anelando a igreja perfeita.

Nos dias de Elias havia sete mil que não se dobraram a Baal, e ele achava que era o último remanescente fiel.

Não quero ser um Elias: Quero enxergar os milhares que vivem no meio de um Israel corrupto, mas que nunca se dobraram a Baal.

Por isso, não estou frustrado, se é que você me imaginou assim.

Ao contrário.

Olhando para trás vejo que os anos de labuta em prol da verdadeira igreja fizeram o trabalho inverso: Ajudaram-me a amadurecer, purificaram-me dos meus conceitos e preconceitos – e como bati nas denominações! – libertaram-me de minhas idiossincrasias e me deram uma visão cósmica da igreja, que jamais eu teria se não tivesse lutado a favor dessa igreja, e se não tivesse perseguido o sonho da igreja perfeita.

O que estou afirmando é que o sonho de se perseguir uma igreja perfeita leva-nos à perfeição, a uma maior comunhão com o Filho, Jesus, e a um maior entendimento da verdadeira igreja.

Assim, não me vejo impedido de pregar em lugar algum; porque se levar em conta o que é exterior, não pregarei nem na mais “santa” das igrejas sejam estas denominacionais ou meramente locais.

Portanto, sem me importar com a impureza dos líderes e dos homens, sei que onde eu estiver estarei entre os que se dedicam a ser igreja e que também nutrem o mesmo sonho.

Na realidade é bom curtir e perseguir o sonho da igreja perfeita, porque ao fim de tudo nós é que somos aperfeiçoados em Cristo.

sábado, 17 de outubro de 2009

Da Cruz! ........A Palavra!!!!!!!!!!

I Co 1.11-18

INTRODUÇÃO:
O coração do Cristianismo é a Bíblia;
O coração da Bíblia é a cruz;
O coração da cruz é o próprio coração de Deus.
Coração cheio de compaixão pelos perdidos;
Coração cheio de misericórdia pelos fracos;
Coração cheio de amor pelos errados e maus.
Na cruz vemos a crueldade dos pecadores.
Jesus foi açoitado, ferido, escarnecido, cuspido e morto.

1.
A REALIDADE DA CRUZ
1.1. A cruz é terrível para satanás, visto que nela ele foi vencido
1.2. A cruz é cruel para Jesus, que não a merecia
1.3. A cruz é loucura para os perdidos e incrédulos
1.4. A cruz é poder de Deus para os que crêem e são salvos
1.5. Na cruz Jesus sofreu dos homens
1.6. Na cruz Jesus sofreu com os homens
1.7. Na cruz Jesus sofreu pelos homens.
Obra perfeita, completa, a palavra da cruz

2.
A PALAVRA DA CRUZ É A PALAVRA DA SANTIDADE E DA JUSTIÇA DO ALTISSIMO
2.1. Na cruz Deus está exprimindo sua aversão ao pecado.
2.2. Na cruz Deus está punindo severamente o pecado.
2.3. Na cruz aprendemos que o pecado não merece compaixão, nem tolerância.

3.
A PALAVRA DA CRUZ É A PALAVRA DA VERGONHA
3.1. Na cruz Jesus foi exposto a tristíssimos vexames
3.2. A vergonha da maldição
3.3. A vergonha da dor
3.4. A vergonha dos cravos
3.5. A vergonha de ser cuspido
3.6. A vergonha de ser submetido a dúvidas ( se...)
3.7. A vergonha de ser esbofeteado...

4.
A PALAVRA DA CRUZ É A PALAVRA DO AMOR E DO SACRIFÍCIO
4.1. Jesus foi voluntariamente á cruz
4.2. Ele pagou o preço consciente e amorosamente
4.3. Ele poderia ter fugido, mas preferiu morrer por nós.

5.
A PALAVRA DA CRUZ É A PALAVRA DA LIBERDADE
5.1. O pecado escraviza, mas Jesus libertou
5.2. Na cruz Jesus nos liberta de cada pensamento, palavra e ação pecadora.
5.3. Cada gota de sangue vertido na cruz garante nossa libertação.
5.4. A cruz é a maior tribuna do universo, a tribuna da perfeita e eterna liberdade.

6.
A PALAVRA DA CRUZ É A PALAVRA DO PODER
6.1. Aquilo que o dinheiro não pode fazer, Jesus faz na cruz!
6.2. Aquilo que as religiões não podem realizar, Jesus realiza na cruz
6.3. Aquilo que o diabo declarou ser impossível, Jesus tornou possível na cruz.


7.
A PALAVRA DA CRUZ É A PALAVRA DA VITÓRIA
7.1. Aceite hoje a Cristo para alcançar vitória
7.2. Diga não ao diabo, e sim à cruz de Cristo
7.3. Pare de ser um pecador, torne-se um filho de Deus!
7.4. Encontre hoje algo completamente novo pela palavra da cruz!

Conclusão:

A Palavra da Cruz oferece solução para o mais torturante problema, o efeito do pecado na vida da criatura humana.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Buscando o Padrão Ético do Reino de Deus!!

A Busca do Padrão Ético do Reino de Deus

É parte da responsabilidade cristã.

A busca deste padrão ético deve, portanto, constituir-se no alvo de cada crente, sendo parte de sua responsabilidade cristã.

Como Paulo ensinou aos gálatas, não se trata de obrigação imposta por um sistema legal, mas de algo que resulta de já estarmos crucificados com Cristo e de Ele ter assumido a nossa própria vida para tornar-nos capazes de ardentemente prosseguir em busca desse objetivo (ver Gl 2.20; Fp 3.12).

Isto implica afirmar, com absoluta segurança, que se o crente não manifesta esse desejo de aperfeiçoar a sua vida cristã a cada dia, nos moldes ensinados por Cristo no Sermão do Monte, é certo que não tenha experimentado a verdadeira transformação interior ou a tenha perdido no meio do caminho.

Ainda que a força da lei não produza nenhuma piedade, só aparência, o coração transformado será compelido a expressar em sua vida esse padrão ético desejado por Deus (cf. Sl 42.2; 63.1).

É resultado exclusivo da graça. Por outro lado, cabe ressaltar, com a mesma segurança, que, se nenhum esforço humano pode produzir não só o ardente desejo, mas também a possibilidade de se experimentar, aqui e agora, essa dimensão ética do Reino de Deus, só há uma resposta a ser dada: ela é resultado exclusivo da graça (ver Rm 6.1-15).

O propósito de Cristo é que as exigências espirituais da Lei de Deus se cumpram na vida de seus seguidores (Rm 3.31; 8.4).

O relacionamento entre o crente e a Lei de Deus envolve os seguintes aspectos:

1. A lei que o crente é obrigado a cumprir consiste nos princípios éticos e morais do Antigo Testamento (Mt 7.12; 22.36-40) bem como nos ensinamentos de Cristo e dos apóstolos (28.20; 1Co 7.19; Gl 6.2).

Essas leis revelam a natureza e a vontade de Deus para todos e continuam hoje em vigor.

As leis do Antigo Testamento destinadas diretamente à nação de Israel, tais como as leis sacrificiais, cerimoniais, sociais ou cívicas, já não são obrigatórias (Hb 10.1-4; Lv 1.2,3; 24.10).

2. O crente não deve considerar a Lei como sistema de mandamentos legais através do qual se pode obter mérito para o perdão e a salvação (Gl 2.16,19).

Pelo contrário, a Lei deve ser vista como um código moral para aqueles que já estão num relacionamento salvífico com Deus e que, por meio da sua obediência à Lei, expressam a vida de Cristo dentro de si mesmo (Rm 6.15-22).

3. A fé em Cristo é o ponto de partida para o cumprimento da Lei.

Mediante a fé nEle, Deus torna-se nosso Pai (cf. Jo 1.12).

Por isso, a obediência que prestamos como crentes não provém somente do nosso relacionamento com Deus como legislador soberano, mas também do relacionamento de filhos para com o Pai (Gl 4.6).

Mediante a fé em Cristo, o crente, pela graça de Deus (Rm 5.21) e pelo Espírito Santo que nele habita (Gl 3.5,14), recebe o impulso interior e o poder para cumprir a Lei de Deus (Rm 16.25,26).

Os crentes têm sido libertos do poder do pecado, e sendo agora servos de Deus (Rm 18.22), seguem o princípio da fé, pois estão "debaixo da lei de Cristo" (1Co 9.21).

Jesus ensinava enfaticamente que cumprir a vontade do seu pai celeste é uma condição permanente para a entrada no reino dos céus.

VITÓRIA DE DAVI SOBRE A TRISTEZA

VITÓRIA DE DAVI SOBRE A TRISTEZA Texto: Salmos 34.19 INTRODUÇÃO:  Um homem que enfrentou muitas crises. I. UM JOVEM DE FÉ a. ...