sábado, 17 de maio de 2014

O Pastor e o apascentar!


Meus caros irmãos e amigos!

Venho trabalhando nas lides ministeriais desde idos anos de 1968, 

Tive o privilégios de auxiliar verdadeiros mestres na Palavra e exemplos de homens que abandonaram tudo por amor a causa!

Homens quem não tinham receio de corrigir seus liderados e ensiná-los a como procede no trato das coisas ministeriais, e dizendo sempre: Cuide bem da Ora de Deus que Ele cuidará de vocês...

Confesso que depois destes anos todos estou estarrecido com o que estou vendo entre nós e muitos não vão gostar do que vou escrever no próximo post, que vai tratar sore a sucessão pastoral: O Pastor que sai, o que o sucede e o procedimento da Comissão de Transferências e a falta de ética de "Pastores" que recém transferidos dá um jeito e por conveniência deste ou daquele, causa transtorno para a Direção Convencional, aqueles que antes de ser empossado ligam para membros do campo indicado e já pergunta sobre salário e afins!

Mas, aguardem para a próxima postagem tratarei disto!

Inicialmente pergunto e penso que ser pastor de Igreja é algo transcendental, é por chamada, por vocação Divina, debaixo da orientação do Divino Espirito Santo e se a Palavra diz: Deus não é Deus de confusão e por que vemos isto acontecendo entre nós?

Alguma coisa está errada e urge concertá-la para o bem da obra de Deus, pois quem sofre é o Reino de Deus e as ovelhas são perturbadas no aconchego do seu redil; cabe a nós a responsabilidade de manter o rebanho tranquilo junto ás águas!

O Salmo 23 é claríssimo sobre isto e você tem dúvida que somos nós que perturbamos o rebanho com os interesses mesquinhos, $$$$$$$, Casas, automóveis, proximidades de cidades e parentes?

Onde está aquilo que chamamos de desapego e amor pela Obra de Deus?

Mas!

Mas!

Aguardem....

O Pastor deve entender que:

Apascentar!

Pastorear!

São os verbos da vida do Pastor.

Dizem que ser mãe é “padecer no paraíso”.

Certo!

E ser pastor é padecer aqui mesmo.

O pastor deve ser a figura mais próxima de Cristo dentro da igreja.

É o peso maior.

A responsabilidade mais cobrada.

De todos os que imitam ao Senhor, a imitação melhor deve ser a do pastor.

Ao mesmo tempo manso e rígido.

Terno, mas com autoridade.

Amoroso, mas com disciplina.

Quem disser que é fácil, é um mentiroso.

Pastores devem ter as ovelhas como filhos espirituais.

Deve aprender a ouvir.

Primeiro a Deus.

Depois as ovelhas.

A atividade de apascentar se concentrava em algumas atitudes básicas.

Primeiro, alimentar o rebanho.

Ou seja, ministrar a Palavra de Deus, o pão vivo que desce do céu, sem deixar fermentar ou se contaminar com outros ‘ingredientes’ que a tornem mais atrativa.

Atrativa ou não, não cabe ao ministro fazer essa observação.

Rebanho mal alimentado se desvia mais, esfria mais e corre mais atrás de ‘retetés’ e ‘oba-obas’.

Nunca está satisfeito.

Lhe falta a Palavra.

Fica fraco.

Qualquer vento de doutrina da TV o impressiona.

Em seguida, temos o proteger, o cuidar.

O grande inimigo do pastor é o lobo, é o diabo.

Ele cerca as ovelhas, fica procurando brechas nas cercas de proteção da igreja para poder entrar.

Um pastor é um reparador de brechas.

Um reformador de cercas.

Deve observar, primeiro em si, e em seguida nos demais, se há espaço para a ação do inimigo.

Como fazer, como executar, como cumprir esse ministério nos moldes da igreja de hoje?

Como apascentar sem conhecer o rebanho?

Como aconselhar se não conheço a realidade de minhas ovelhas?

Onde trabalham?

Com quem mora?

Que problemas de saúde tem?

Nem seu nome sei ao certo…

As grandes denominações se transformaram em depósitos de crentes, quando deveriam ser apriscos.

Foi isso que Jesus idealizou para sua igreja ser: APRISCOS

“Haverá um rebanho e um pastor” – Ele disse.

A situação que encontramos hoje é trágica.

As câmeras de TV vagam pela igreja em busca do rosto mais contorcido pelas lágrimas.

Atrás do milagre que possa respaldar o nome da denominação.

Mas quem são essas pessoas?

Onde vivem?

Seu pastor a visita?

Compartilha com elas sonhos e sofrimentos?

Sabem onde moram e qual é o seu nome?

São pastores?

Ou seriam administradores eclesiásticos?

Ou ainda fariseus, que cumprem exatamente o que disse Jesus sobre eles:

“Fazem tudo à vista dos homens para serem vistos”.

Se sobem no monte, divulgam.

Se fazem vigília, divulgam.

Se fazem ação social, divulgam.

Por que não divulgam sua conta bancária também?

As contas da denominação, como fazem as igrejas tradicionais?

Os bens que adquiriram depois que entraram no ministério.

Até políticos fazem assim.

Ainda mais hoje, que não sabemos distinguir um do outro.

De tão parecidos que são.

Conhecendo Jesus como conheço me pergunto sempre:

Onde ele congregaria, se voltasse a terra como uma simples ovelha?

Onde ele se sentiria melhor?

Seria no ar-condicionado das salas acarpetadas e dos bancos suntuosos, brindados com um maravilhoso púlpito de acrílico?

Ou na igrejinha de bancos de madeira, talvez igual aos que ele fazia, de púlpitos improvisados como ele sempre fez?

Seria nos altares luxuosos abarrotados de políticos ímpios e descrentes hipócritas que odeiam crentes, mas que durante o período político saúdam a igreja com a ‘paz do Senhor’?

Ou na pequena congregação onde o pastor senta para comer junto com as ovelhas e todos repartem o pão com singeleza de coração?

Essa igreja de hoje não pode ser a herdeira daquela que se mostrou pro mundo no dia de Pentecostes.

Decididamente não.

Quem quiser pode me chamar de atrasado, romântico, desatualizado, pré-histórico.

Eu sei que os tempos mudaram.


Mas a Palavra de Deus permanece a mesma.

Até o próximo post!

2 comentários:

  1. Excelente, que todos os líderes possam ler.

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  2. sempre o senhor vai ter as recompensa do PAI verás as maravilhas de DEUS na sua vida.

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