sexta-feira, 31 de julho de 2009

É Necessário pensar sobre isso.....

Crise de Caráter ou é contumácia?


Vós sois o Sal da Terra ou Luz do Mundo!


Isto é válido para os nossos dias?


Por que então vemos ocorrer o contrario e muitos não estão nem aí, para seus compromissos e suas palavras não merecem crédito de nada!


São exímios “pregadores”, mas, mas, mas,....


Caloteiros de carteirinha!


Sei que o presente assunto não é para muitos apreciado, me questiono a cada dia que ouço de pessoas decepcionadas com este ou aquele, pois ao vender confiando na honestidade do “santo” ficou com o prejuízo e ainda por cima perdeu o amigo’!



Do ponto de vista dos credores, o melhor indicador de integridade de um empresário é a forma pela qual ele paga suas contas.


Você pode contar uma história convincente para persuadir os outros de que é uma excelente pessoa nos negócios, todas as suas boas palavras e esforço nada significam para eles, se não receberem o devido.




É verdade que ocorrem circunstâncias nos negócios que por vezes nos impedem de cumprir integralmente o que prometemos fazer, deixando-nos incapazes de saldar nossos compromissos, apesar de nossas melhores intenções.


Diante da adversidade e questões difíceis se tornam grandes demais para administrar, a maior parte das empresas opta pela falência, usando este recurso legal para eliminar o maior número possível de dívidas e jamais olhar para trás.


É como se obrigações financeiras não cumpridas, jamais tivessem existido.

Este não foi, contudo, o caminho seguido por certo homem que chamarei de Jaime.


Este assumiu a direção dos negócios de sua família quando a empresa se viu forçada a pedir falência.


Com dívidas, a família ofereceu aos credores opções de acerto conforme a possibilidade de pagamento e tempo para tal.


Mas suspeito que nenhum deles contava com o que Jaime tinha em mente.


Jaime acreditava na advertência encontrada em Provérbios 3.27: “Não detenhas dos seus donos o bem, estando na tua mão poder fazê-lo.”

Jaime acreditava que, embora os credores estivessem dispostos a concordar com apenas o total do valor que lhes era devido, ainda assim eles mereciam todo o seu dinheiro – até o último centavo.


Foram precisos anos, mas ele finalmente pôde agir.



Jaime contatou cada um dos credores e lhes pagou o que devia.


Ao longo dos anos, muitos desses credores provavelmente fizeram observações depreciativas sobre sua experiência com os negócios de Jaime.


Mas ao receber o pagamento das dívidas, certamente seus pensamentos e comentários mudaram.


As ações de Jaime falaram mais alto do que palavras jamais poderiam fazer.



Ao pagar totalmente os credores, Jaime estava não apenas pondo em prática a advertência bíblica em que acreditava, mas estava também vivendo sua fé como seguidor de Jesus Cristo, ao executar dois de Seus ensinamentos de forma prática e tangível:


“Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam” (Mateus 7.12).

“Ame o seu próximo como a si mesmo” (Mateus 22.39).

Tivessem os papéis se invertido e Jaime fosse um dos credores a quem se devia uma soma substancial, ele sabia que seu desejo seria receber o pagamento total, se possível.


Assim, ele determinou que buscaria uma forma de tratar seus próprios credores da maneira que desejaria ser tratado.


No processo, Jaime claramente demonstrou ser um homem – de caráter e convicções firmes.



Se desejar liderar com integridade e tiver dívidas que não puder pagar, lembre-se do exemplo incomum, mas louvável, de Jaime.


Seus credores merecem que você faça o que é certo.


Quando finalmente lhe for possível agir, experimente um caminho novo, ainda que contra-cultural: Pague o que deve integralmente.

terça-feira, 21 de julho de 2009

O Púlpito Conduz O Mundo

O púlpito conduz o mundo

Pr. João A. de Souza filho


Eu estava relendo Moby Dick, de Herman Melville em cujo romance ele traça a trajetória do capitão Ismael que sai à caça do maior cachalote do mundo.


Antes de sair ao mar o capitão assiste a um culto na pequena igreja da vila de pescadores.


Na descrição de Melville o púlpito fica numa parte alta da igreja, como se fosse na amurada de um navio.


O pastor subiu por uma escada de madeira colocada junto à parede, como a de um navio por onde sobe o prático.


A escada terminava no meio da parede, e dali o pregador alcançava o púlpito por uma escada feita de cordas vermelhas, que a esposa de um marujo tecera.


Lá no alto, recolhe a escada de cordas e fica só, intocável, acima da congregação, no púlpito.


Melville assim descreve o púlpito:

“Do púlpito saía uma saliência frontal, como projeção de obra ornamental, que imitava o exporão de uma nau, encimado por um anteparo de mesa.

Que podia existir de mais significativo?

– Pois o púlpito é sempre a parte mais adiantada da terra; tudo o mais vem depois dele: O púlpito conduz o mundo.

Dele se divisa em primeiro lugar a tempestade da viva cólera de Deus, e a proa deve aguentar o primeiro impacto.

Dele é que primeiro se clama por ventos favoráveis ao Deus das brisas propícias ou adversas.

Sim, em sua travessia, e não viagem completa, o mundo é um navio; e o púlpito é a proa dele”.


O autor percebia que o mundo é conduzido através da mensagem pregada no púlpito, por isso sua frase ficou célebre: O púlpito conduz o mundo.


O púlpito foi agente transformador nas mãos de pregadores comprometidos ao longo da história.


O que estamos fazendo com o púlpito?


Que material dispomos em nossas pregações que podem conduzir o mundo?


Na realidade, nos dias de hoje o que se vê são pregações vazias, repetitivas, algumas inspiracionais e motivadoras que apelam à alma humana, mas não transformam o espírito humano.


Sim, porque num país como o nosso que dizem haver milhões de pessoas membros de igrejas pentecostais e históricas, teríamos conduzido os rumos de nossa nação pela pregação transformadora.


Raramente se ouve alguém pregar sobre justiça social, distribuição de renda, escravidão no campo, distribuição de terra ou reforma agrária à luz das Escrituras.


Sim, raramente se ouve uma mensagem que provoque na congregação uma ação social, como as pregações transformadoras do passado que eliminaram a escravidão, a exploração trabalhista e que resgataram a dignidade do ser humano.


E as mensagens que abordem a salvação pelo sangue de Cristo, a necessidade de arrependimento e de volta à Deus, raramente são pregadas nas igrejas.


Nossos cantores famosos se apresentam em rodeios, festas municipais seculares e jogam as pérolas inspiradas que Deus lhes deu ao lixo.


Os pregadores transformadores estão desaparecendo.


A palavra de Deus em alguns círculos está presa, diferentemente de Paulo que estava preso, mas a palavra de Deus, não.


Por isso afirmou: “... pelo qual estou sofrendo até algemas, como malfeitor; contudo, a palavra de Deus não está algemada” (2 Tm 2.9).


Pastores não mais pregam a verdade do evangelho de Jesus Cristo, e aprisionam a palavra, porque comprometeram a si mesmos e a igreja ao sistema do mundo.


Hoje os pregadores estão soltos e a palavra de Deus presa; nos dias de Paulo os pregadores estavam presos e a palavra de Deus solta!


“Outra razão ainda temos nós para, incessantemente, dar graças a Deus: é que, tendo vós recebido a palavra que de nós ouvistes, que é de Deus, acolhestes não como palavra de homens, e sim como, em verdade é, a palavra de Deus, a qual, com efeito, está operando eficazmente em vós, os que credes” (1 Ts 2.13).


Se a palavra de Deus não estivesse presa teríamos transformado a sociedade brasileira.


Hoje nós os pregadores estamos soltos, mas a palavra está presa.


Presa às convenções entre homens, aos cargos políticos, à distribuição de verbas federais, etc.

Presa aos conluios denominacionais.


As milhares de igrejas espalhadas Brasil a fora poderiam num só domingo revolucionar o Brasil se os pregadores soubessem conduzir o mundo pela pregação do evangelho.


Foi isto que aconteceu, em certo sentido, com os pregadores da igreja que nascia pujante.


A mensagem de Filipe em Samaria provocou “grande alegria naquela cidade” (At 8.8).


Os cristãos dispersos pela perseguição que sobreveio depois da morte de Estevão iniciaram a igreja de Antioquia.


A cidade foi de tal modo afetada, que os discípulos passaram a ser chamados de “pequenos cristos” ou cristãos (At 11.26).


A fama dos pregadores correu pelo Império romano: “Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui” (At 17.6).


Para que nossa mensagem transtorne o mundo ela tem de ser transformadora.


Durante décadas o movimento pentecostal cresceu célere na nação através da pregação simples e direta do evangelho de Jesus Cristo.


Hoje os grandes pregadores mexem com a audiência, mas, ao que parece os frutos de convertidos e transformados é pequeno.


Falar contra as injustiças do governo e contra os projetos que tentam barrar o avanço da igreja?


Falar contra os projetos em que o Estado quer interferir na educação dos filhos?


Os pregadores não falam, porque estão “presos” aos compromissos com o Estado.


O verdadeiro evangelho de Jesus Cristo é transformador.


Que a palavra esteja livre, e nós também, porque, o púlpito conduz o mundo.

sábado, 18 de julho de 2009

Espetáculos e Shows.......Argh!!!

É Hora do Espetáculo!

Quando Charles Spurgeon nos advertiu a respeito daqueles que “gostaria de unir igreja e palco, baralho e oração, danças e ordenanças”, foi menosprezado como um alarmista.

Mas a profecia de Spurgeon se cumpriu diante de nossos olhos.

As igrejas modernas são construídas assemelhando-se a teatros (“casas de divertimento”, Spurgeon as chamou).

Em lugar do púlpito, o enfoque está no palco.

As igrejas estão contratando, em regime de tempo integral, especialistas em mídia, consultores de programação, diretores de cena, professores de teatro, peritos em efeitos especiais e coreógrafos.

Tudo isso não passa da extensão natural de uma filosofia norteada por marketing seguida pelas igrejas.

Se a igreja funciona apenas com o objetivo de promover um produto, é bom mesmo que seus líderes prestem atenção aos métodos da Avenida Madison.

Afinal, a maior competição para a igreja é um mundo repleto de diversões seculares e uma gama de bens e serviços mundanos.

Portanto, dizem os especialistas de marketing, jamais conquistaremos as pessoas até que desenvolvamos formas alternativas de entretenimento a fim de ganhar-lhes a atenção e a lealdade, desviando-as das ofertas do mundo.

Desta forma, esse alvo estipula a natureza da campanha de marketing.

E o que há de errado nisso?

Por um lado, a igreja não deveria mercadejar seu ministério, como sendo uma alternativa aos divertimentos seculares (1 Ts 3.2-6).

Isto acaba corrompendo e barateando a verdadeira missão da igreja.

Não somos apresentadores de carnaval, ou vendedores de carros usados, ou camelôs.

Somos embaixadores de Cristo (2 Co 5.20).

Conhecendo o temor do Senhor (v.11),

Motivados pelo amor a Cristo (v. 14),

Tendo sido completamente transformados por Ele (v. 17),

Imploramos aos pecadores que se reconciliem com Deus (v. 20).

Também, em lugar de confrontar o mundo com a verdade de Cristo, as mega-igrejas norteadas por marketing estão promovendo com entusiasmo as piores técnicas da cultura secular.

Alimentar o apetite das pessoas por entretenimento apenas agrava o problema das emoções insensatas, da apatia e do materialismo.

Com toda franqueza, é difícil conceber uma filosofia de ministério mais contrária ao padrão que o Senhor nos confiou.

Proclamar e expor a Palavra, visando o amadurecimento e a santidade dos crentes deveria ser âmago do ministério de toda igreja.

Se o mundo olha para a igreja e vê ali um centro de entretenimento, estamos transmitindo a mensagem errada.

Se os cristãos enxergam a igreja como um salão de diversões, a igreja morrerá.

Uma senhora, inconformada com sua igreja, que tinha abraçado todas essas excentricidades modernas, queixou-se recentemente: “Quando é que a igreja vai parar de tentar entreter os bodes e voltar a alimentar as ovelhas?”

Nas Escrituras, nada indica que a igreja deveria atrair as pessoas a virem a Cristo através do apresentar o Cristianismo como uma opção atrativa.

Quanto ao evangelho, nada é opcional: “E não há salvação em nenhum outro; porque debaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (At 4.12).

Tampouco o evangelho tem o objetivo de ser atraente, no sentido do marketing moderno.

Conforme já salientamos, freqüentemente a mensagem do evangelho é uma “pedra de tropeço e rocha de escândalo” (Rm 9.33; 1 Pe 2.8).

O evangelho é perturbador, chocante, transtornador, confrontador, produz convicção de pecado e é ofensivo ao orgulho humano.

Não há como “fazer marketing” do evangelho bíblico.

Aqueles que procuram remover a ofensa, ao torná-lo entretenedor, inevitavelmente corrompem e obscurecem os pontos cruciais da mensagem.

A igreja precisa reconhecer que sua missão nunca foi a de relações públicas ou de vendas; fomos chamados a um viver santo, a declarar a inadulterada verdade de Deus – de forma amorosa, mas sem comprometê-la – a um mundo que não crê.

sábado, 11 de julho de 2009

Igreja - Bem Aventurada!

Bem-aventurada a igreja

Introdução: O santo ministério deve sentir gratidão, temor e responsabilidade com a Noiva do Cordeiro.
Sua eleição por Jesus Cristo foi consumada.
Os homens investidos da missão sagrada de apascentar podem levar a igreja a ser feliz ou frustrada, dependendo de como sobre ela atuam e operam.

1) – Bem-aventurada a igreja cujo pastor é irrepreensível e não tem do que se envergonhar. I Tm 3. 1, II Tm 2. 15.

2) – Bem-aventurada a igreja cujo pastor vive com sua esposa de modo exemplar em amor. I Tm 3. 2, Lc 1. 5-6.

3) – Bem-aventurada a igreja cujo pastor e esposa são amigos dos filhos e os orientam no temor do Senhor. I Tm 3. 4-5.

4) – Bem-aventurada a igreja cujo pastor sabe tratar seus obreiros auxiliares com respeito, acatamento e amizade. Sl 133, I Tm 5. 17.

5) – Bem-aventurada a igreja cujo pastor é estudioso das Escrituras Sagradas e, ao ministrar, tem o que oferecer de edificante. II Tm 2. 2,Tt 2. 1.

6) – Bem-aventurada a igreja cujo pastor é homem de oração e temor constantes. Cl 4. 12-13.

7) – Bem-aventurada a igreja cujo pastor a ela se dedica, preparando-a como a noiva de Cristo Jesus. II co 11. 1-2.

8) – Bem-aventurada a igreja cujo pastor é trabalhador, digno e incansável, na busca dos perdidos. Jo 10. 16.

9) – Bem-aventurada a igreja cujo pastor não faz acepção de pessoas: é paciente com os fracos, afável com os pobres, simpático com os ricos. Tg 2. 1, I Ts 5. 14.

10) – Bem-aventurada a igreja cujo pastor tem a unção do Espírito Santo de tal modo que os lobos não conseguem iludi-lo. Jo 6. 15.

Conclusão: Bom e maravilhoso será para os tais ouvirem: “Bem está, servo bom e fiel”... “Entra no gozo do teu senhor!” Mt 25.21.

(Autor desconhecido)


sábado, 4 de julho de 2009

Ministérios & Referências

CRISTO, O MODELO!

"E enviaram-Ihe discípulos juntamente com os herodianos para dizer-lhe: Mestre, sabemos que és verdadeiro e que ensinas o caminho de Deus, de acordo com a verdade, sem te importares com, quem quer que seja, porque não olhas a aparência dos homens " (Mat. 22:16).

Disse alguém: “Não sei a fórmula do sucesso, mas, do fracasso sei; Querer agradar a todos ao mesmo tempo!”

Tão logo um pastor começa a agradar às pessoas, ele perde sua ligação com o ministério de Cristo.

Ele esquece que o Filho de Deus é o modelo para o seu ministério e falha em seguir o Seu exemplo.

Mateus diz que mesmo os inimigos de Cristo, embora falassem com sarcasmo, sabiam que Ele não procurava agradar a homens, mas ensinava as verdades de Deus, arcando com as conseqüências.

"E enviaram-Ihe discípulos juntamente com os herodianos para dizer-lhe: Mestre, sabemos que és verdadeiro e que ensinas o caminho de Deus, de acordo com a verdade, sem te importares com, quem quer que seja, porque não olhas a aparência dos homens " (Mat. 22:16).

PERDER A VISÃO

Quando um pastor desagrada a Deus por tentar agradar a homens, ele pode se esquecer de que não pertence a si mesmo, pois foi comprado com preço.

Pregando um Evangelho voltado para resultados e centrado no homem, pode ser levado para longe de Deus e Sua Verdade Eterna, e pode ainda diminuir sua percepção do valor de sua própria redenção.

Como o homem que falha em acrescentar elementos do caráter cristão à sua fé, ele irá perder tanto sua visão escatológica como histórica.

Tal homem, diz Pedro, "...é cego, vendo só o que está perto (isto é cegueira escatológica), esquecido da purificação dos seus pecados de outrora (isto é cegueira histórica) " (2 Pedro 1:9).

COMPARAÇÃO DE VALORES

Agradar aos homens constantemente pode alterar a habilidade de um ministro de fazer de um modo correto uma comparação de valores.

Paulo apresenta a redenção como uma grande razão para que nós a apresentemos diante dos homens. "Por preço fostes comprados; não vos torneis escravos dos homens " (1 Cor.7:23).

ALTERANDO A MENSAGEM

Satisfazendo o interesse dos homens e mulheres, muitos ministros têm mudado a mensagem que Cristo lhes ordenou que pregassem.

Receosos de receberem a desaprovação dos incrédulos e cristãos mundanos, eles dizem, com efeito, "Nós não nos atrevemos a dizer nada que lhes desagrade".

Que diferença dos apóstolos!

Diante do mais alto tribunal de Jerusalém, enfrentando a ameaça de punição e mesmo a morte, eles confrontaram seus opositores com coragem e disseram, "Pois não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido " (At.4:20).

RECOMPENSAS E LAMENTAÇÕES

RECOMPENSAS E LAMENTAÇÕES Texto: 1Corítios 3.1,23 Introdução: Um dos maiores problemas no mundo cristão é tratado na passagem que tem...