domingo, 31 de janeiro de 2010

Profissionais do Púlpito ou Chamados para uma Missão?

Pois é......

Os primeiros discípulos foram tirados de suas ocupações diárias, segundo está escrito em Jo 1.35-51 e Mt 4.19.

O jovem Davi, em 1Sm 16.12, foi ungido com óleo para que posteriormente se tornasse rei de Israel.

Mui especificamente, do mesmo modo, o apóstolo Paulo foi chamado e escolhido para anunciar o nome e a autoridade de Cristo perante os gentios, os reis e os filhos de Israel (At 9.15).


E assim, na própria Escritura, há precedentes de chamados divinos para ministérios de tempo integral.

Não há dúvidas que Deus opera dentro desse padrão até o dia de hoje.


Que aqueles que pensam em dedicar suas vidas inteiramente ao serviço cristão, tenham o cuidado de estarem certificados de que possuem indicação específica a respeito, da parte do Senhor da Seara.


A chamada falsa (que é o mesmo: correr sem ter sido enviado), é questão séria. “Assim diz o Senhor Deus: Ai dos profetas loucos, que seguem o seu próprio espírito sem nada ter visto!...”

Tiveram visões falsas e adivinhações mentirosas os que dizem: “O Senhor disse; quando o Senhor os não enviou; e esperam o cumprimento da Palavra” (Ez 13.3,6).


Aimaás ficou tomado pelo entusiasmo do momento e pelo exemplo de Cusi, o etíope, o mensageiro escolhido.

E rogou a Joabe que lhe fosse dada permissão para correr, Joabe retrucou: “Para que agora correrias, tu meu filho, pois não tens mensagem... conveniente” (2Sm 18.22).


Mas mediante a insistência, Joabe consentiu a Aimaás que fosse, e correu tanto que chegou à frente do verdadeiro mensageiro.


Ora, Aimaás era homem bom e cheio de zelo (2Sm 18.27), mas não tinha mensagem real, e o rei Davi, sem dar atenção, o pôs de lado.


Quão inútil e embaraçosa foi à corrida!


Porém, quando o Senhor se declara contra os profetas sem mensagem e sem visão, a atuação se torna muito mais séria.

Dt 18.20 declara: “Porém o profeta que presumir de falar alguma palavra em meu nome, que eu lhe não mandei falar... esse profeta será morto”.


Seria muito melhor passar a vida em uma tarefa secular, fazendo aquilo que é inofensivo, ainda que espiritualmente inútil, do que se intrometer no sagrado terreno espiritual.

Nadabe e Abiú entraram no antigo Tabernáculo levando fogo estranho; e da parte do Senhor saiu uma chama que os consumiu, e morreram perante o Senhor (Lv 10.1,2).


Nem aos menos se permitiu ao pai (Arão), e aos irmãos que os lamentassem, porquanto isso daria a impressão de terem ficado do lado deles e contra Deus, que os julgara.


A observação geral leva-nos a concluir que há pessoas que escolhem o ministério do evangelho como profissão, a fim de adquirirem prestígio social e terem oportunidade de exibir suas aptidões tribunícias e sociais.


A ocasião de dedicar-se à leitura e ao estudo, uma vida relativamente fácil, e a posição social na comunidade, constituem grande atração para certos homens.


Os tais monopolizam a chave do conhecimento; postam-se à porta do reino dos céus e ali não entram nem permitem que outros entrem (Lc 11.52).


São líderes cegos a guiar cegos, sem o conhecimento da vida eterna e das verdades do reino, e que ousam ocupar a posição de chefes e apascentadores das almas dos homens.


Mas, destituídos de vida ou do conhecimento espiritual, são incapazes de transmitir essas riquezas àqueles que os ouvem.


Quão grande será a condenação destes, tanto da parte daqueles aos quais iludiram, como da parte do Senhor, o juiz de todos.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Quem pertence a quem?

O crente não pertence ao mundo.



A degradação moral do homem sem Cristo não leva Deus a relaxar os seus padrões.


A santificação é o apelo em que Deus consinta o homem a subir um pouco mais, qualquer que seja a sua condição espiritual.

Diante de nós está um alvo posto por Deus: “Até que todos cheguem à unidade da fé, ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, a medida da estatura completa de Cristo” (Ef 4.13).


Deus exige que o crente seja santo.


“Portanto santificai-vos, e sede santos, pois eu Sou o Senhor vosso Deus. E guardai os meus estatutos, e cumpri-os: eu Sou o Senhor que vos santifica” (Lv 20.7.8).


O desejo de Deus é que a santificação seja uma realidade na experiência do crente, ao dizer “Santificai-vos e sede Santos”. Deus mostrou que essa exigência é motivada por ser Ele um Deus santo.


Temos que agir de modo que sejamos dignos do Deus com quem afirmamos ter comunhão.


Há uma fábula persa que diz ter um caminhante achado um pedaço de argila da qual se desprendia estranha fragrância.


Crendo que se tratava de nardo disfarçado de argila, o caminhante indagou: “Porque tanta fragrância”?


A resposta foi: “Porque tenho vivido perto de uma rosa”.


Nós também, como vasos de barro, quando nos aproximamos daquele que é Santo, sentimos em nosso ser penetrar a fragrância dos nardos celestiais, e o nosso rosto brilha em meio à escuridão em que vive o mundo.


A santificação é o fruto do trabalho do homem de Deus.

Só a alcançaremos se a desejarmos e a buscarmos.

Só por seu esforço, porém, o homem nunca poderá alcançá-la.

Por isso, Deus diz: “Eu sou o Senhor que vos santifico”.


Santidade é um atributo pessoal de Deus.


Procurando elevarem-se as alturas em que Deus está, o crente vai escalando, pouco a pouco, os degraus desta ascensão sublime.


Não se consegue a santificação num instante.


É obra para toda a vida. Diante de cada crente está à figura máxima, o motivo inspirador, o Varão Perfeito, que é Cristo, o Senhor.


Ele é a razão pela qual nossa vida deve transformar-se, dia a dia, na maior semelhança de Sua pessoa.


O Crente tem sua vida focalizada em Cristo.


“Portanto, se já ressuscitado com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus.

Pensai nas coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à direita de Deus.

Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra: Porque já estais mortos e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus.

Quando Cristo que é a vossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis com ele em glória” (Cl 3.1-4).


Paulo dá ênfase que o crente no seu batismo, demonstra que morreu para o mundo, morreu para uma velha vida, e ressuscitou para uma vida nova em Cristo.


Ora, se isto é verdade, o homem não pode continuar sendo a mesma pessoa que era antes.

Ele agora deverá ter outros objetivos, um novo padrão de vida.

O seu antigo interesse pelas coisas vãs e passageiras desta vida deve ter sido mudado por uma paixão pelas verdades eternas.


O crente deverá encarar os acontecimentos da terra do ponto de vista eterno, e não do passageiro.


A nova vida com Cristo traz em si o imperativo da pureza e da santidade.

Certamente o crente continuará trabalhando no mundo e usando as coisas do mundo.


Porém, a sua atitude agora será outra. Ao invés de receber, ele dividirá com outros; ao invés de ordenar, ele servirá, e ao invés de vingar-se ele perdoará.


Para o incrédulo, estas atitudes são praticamente impossíveis.


Porém o crente salvo está inteiramente envolto pela vontade soberana de Deus, sua vida será totalmente diferente.

O crente santificado está com sua vida escondida em Cristo, em Deus Pai. O que está escondido não se pode ver.


O mundo não pode entender a verdadeira excelência do crente, porém, este crente desconhecido será conhecido pela glória de Deus que se manifestará nele.


• Deus exige santidade (Lv 20.1-8);


• Somos Templos de Deus (1Co 6.12-20);


• Purificação pessoal (1Jo 3.1-10);


• Os Santos são diferenciados (Lv 20.22-27);


• Livres da lei do pecado (Rm 8.1-8);


• Apresentam o Fruto do Espírito (Gl 5.16-26);


• Devem despojar-se de tudo (Cl 3.1-17).



segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Sem a qual ninguem verá o Senhor....

O crente não pertence ao mundo.


A degradação moral do homem sem Cristo não leva Deus a relaxar os seus padrões.


A santificação é o apelo em que Deus consinta o homem a subir um pouco mais, qualquer que seja a sua condição espiritual.

Diante de nós está um alvo posto por Deus: “Até que todos cheguem à unidade da fé, ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, a medida da estatura completa de Cristo” (Ef 4.13).


Deus exige que o crente seja santo.


“Portanto santificai-vos, e sede santos, pois eu Sou o Senhor vosso Deus. E guardai os meus estatutos, e cumpri-os: eu Sou o Senhor que vos santifica” (Lv 20.7.8).


O desejo de Deus é que a santificação seja uma realidade na experiência do crente, ao dizer “Santificai-vos e sede Santos”.

Deus mostrou que essa exigência é motivada por ser Ele um Deus santo.


Temos que agir de modo que sejamos dignos do Deus com quem afirmamos ter comunhão.


Há uma fábula persa que diz ter um caminhante achado um pedaço de argila da qual se desprendia estranha fragrância.


Crendo que se tratava de nardo disfarçado de argila, o caminhante indagou: “Porque tanta fragrância”?


A resposta foi: “Porque tenho vivido perto de uma rosa”.


Nós também, como vasos de barro, quando nos aproximamos daquele que é Santo, sentimos em nosso ser penetrar a fragrância dos nardos celestiais, e o nosso rosto brilha em meio à escuridão em que vive o mundo.


A santificação é o fruto do trabalho do homem de Deus.

Só a alcançaremos se a desejarmos e a buscarmos.

Só por seu esforço, porém, o homem nunca poderá alcançá-la.

Por isso, Deus diz: “Eu sou o Senhor que vos santifico”.


Santidade é um atributo pessoal de Deus.


Procurando elevarem-se as alturas em que Deus está, o crente vai escalando, pouco a pouco, os degraus desta ascensão sublime.


Não se consegue a santificação num instante.


É obra para toda a vida.

Diante de cada crente está à figura máxima, o motivo inspirador, o Varão Perfeito, que é Cristo, o Senhor.


Ele é a razão pela qual nossa vida deve transformar-se, dia a dia, na maior semelhança de Sua pessoa.



sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Conduta! - Eis a questão.

Conduta Cristã e a Santidade Pessoal



“Antes santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração; estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em voz” (1Pe 3.15).


Santificação é o supremo ideal de Deus para o crente.

Fomos salvos quando aceitamos Jesus Cristo como salvador.


Nesse dia o Espírito Santo veio habitar em nós para começar a obra da santificação em nossas vidas.

A salvação é instantânea.


Recebemo-la de uma vez e para sempre, no momento em que cremos em Jesus.


A santificação é um processo contínuo.

É ação divina do Espírito Santo no coração do crente, mas exige que o crente a deseje e a busque, o que implica com a cooperação que o Espírito Santo quer realizar nele.


O crente em Jesus Cristo é uma pessoa diferente, dotada de novo poder, de novos propósitos, de novos motivos, de novos interesses e de novos desejos implantados em sua alma pelo Espírito Santo.


Isto, porém, não significa que ele esteja fora do alcance das forças que se opõe aos impulsos espirituais. O crente não é só espírito.


Enquanto estiver neste mundo lutará contra as tendências da carne, que se esforçam para sufocar nele os anseios de santidade.


O mundo não proporciona um ambiente propício ao desenvolvimento espiritual porque está em oposição a Deus (Tg 4.4).

Mas é no mundo cada vez mais corrompido, que o crente tem que viver e testemunhar, como sal da terra e luz do mundo, como um verdadeiro astro!

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

ANO 2010!

Durante uma era glacial muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.



Foi então que uma manada de porcos-espinhos numa tentativa de se proteger e sobreviver começou a se unir, a juntar-se mais e mais.


Assim agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se, enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso.


Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte.


Então se afastaram, feridos, magoados, sofridos.


Dispersaram-se por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes.


Doíam muito ...


Contudo, separados, logo começaram a morrer congelados.


Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com precauções, de tal forma que embora unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas suficiente para conviver sem ferir, para sobreviver sem magoar, sem causar danos recíprocos, preservando a individualidade necessária a cada um.


Assim aprenderam a conviver juntos, suportarem uns aos outros, apoiarem uns aos outros, superarem barreiras, resistindo assim à longa era glacial.


Sobreviveram.


É fácil trocar palavras, difícil é interpretar os silêncios !


É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar !


É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração !


É fácil apertar as mãos, difícil é reter o calor !


É fácil sentir amor, difícil é conter sua torrente !


“O QUE NOS UNE É MAIOR DO QUE O QUE NOS SEPARA”


Me questiono por muitas vezes......como complicamos os nossos relacionamentos.


Será que a morte de Cristo é tão banal assim?


Quando dizemos sobre o ALTO PREÇO pago no Calvario, o que queremos dizer com isso?

AS MARCAS DO DISCIPULADO

AS MARCAS DO DISCIPULADO        Textos: Mateus 16.24 INTRODUÇÃO:  Paulo trazia no corpo as marcas de Cristo Jesus (Gl. 6.17).    ...