terça-feira, 1 de janeiro de 2013

É complicado!

E a tendência é ficar mais complicado ainda.

Talvez eu faça parte de um grupo infinitesimal de pessoas que pelas ausências da vida tiveram suas necessidades supridas de forma sobrenatural pelo Senhor.

Ausências.

Em um país emergente como o Brasil, porém cheio de desigualdades sociais, subdesenvolvido, inchado, corrupto, AUSÊNCIA é uma palavra que está presente em todas as camadas sociais.
 
Ausência de uma educação de qualidade, de uma presença forte do Estado na saúde, na segurança, ausência de pais presentes que acreditam no filho mesmo diante das impossibilidades, ausência de recurso financeiro para viagens, almoços em bons restaurantes, ausência de tempo para estudar para um concurso concorrido, ausência de pessoas que nos indique pra uma posição de destaque,etc.

Nasci em Maceió, mas até os 5 anos morei no interior das Alagoas.
 
Meus avós eram da roça. Minha avó, uma mulher visionária, decidiu que suas filhas não cresceriam na roça e abriu assim um leque de oportunidades para sua futura decendencia.
 
 Minha mãe era uma cantora mirim muito cogitada para cultos de rua e chegou a sonhar em gravar um disco vinil - o que não aconteceu.

Desde que me dei por gente, sonhei com cidade grande, fazia perguntas que minha mãe não sabia responder.
 
Uma garota cheia de idéias grandes demais para uma família que sofria as ausências que já falei acima.
 
Desde meus avós, as ausências delimitavam nossa jornada.

Mas eu comecei a ter experiência com Deus muito, mas muito cedo.
 
Se ninguém podia me ajudar, eu precisava então de um Deus para interferir aqui na Terra em meu favor.
 
E esse Deus passou a colocar pessoas na minha vida e na vida de minha família que passaram a preencher uma a uma, as ausências.
 
Já fui curada na infância de uma doença incurável pela unção do óleo ministrada pelo meu pastor na época;Deus supriu necessidades abrindo portas de emprego, oportunidade de negócios, aprovando a aposentadoria precoce de meu pai; Fiz propagandas de rádio, TV e até hoje faço.
 
Vez ou outra vem uma autoridade do Executivo nos pedir uma orientação a respeito de algo, e aí eu penso: - Como eu pude alcançar tanto a não ser pelo Senhor?

Eu pergunto: Quantos dos que eu conheço tiveram tantas experiências com Deus?
 
Para uma garota do interior, de uma família anônima, cheia de impossibilidades ver portas se abrindo tanto dentro das Igrejas como em empresas e até meios de comunicação dominados por ímpios e pessoas indicadas por "alguém".
 
A mais recente propaganda de TV que fiz foi agora, em dezembro, da Nova Imagem em Alagoas.

Essas experiências que um dia colocarei em um livro ( porque são muitas) me dão respaldo pra ignorar essa geração de cristãos que não aguentaram passar por uma Faculdade sem perder a fé; que não aguentaram ver e ouvir escândalos envolvendo lideres e ainda permanecer comungando; que não aguentaram estar no meio de um país que cresce economicamente e "empurra" seus filhos para a corrida milionária sacrificando valores eternos como família, por exemplo.

Um povo cheio de teoria, teoria pra isso, teoria pra aquilo e sem consistência de personalidade.

Um povo "bichado" pela promiscuidade intelectual, emocional e espiritual. Prostitutos.
 
Fazem comércio de seus valores, cospem no prato que comeram quando eram puros, limpos.

Odeiam a palavra religião.

Qual é o problema da religião?
 
Alguma vez você foi ensinado a bater nas pessoas dentro de uma Igreja?
 
Alguma vez te ensinaram a fazer sexo ilícíto e se expor a doenças sexualmente transmitíveis dentro duma Igreja?
 
Alguma vez o sacerdote sugeriu que você se drogasse?
 
Bebesse?
 
Fumasse?

Quando você era puro, a oração funcionava, por quê?
 
Porque sua fé era genuína.

Agora, na Faculdade, na internert, na TV você é induzido a usar droga, a beber, a fumar, a se prostituir, a bater nas pessoas, etc.

Seu problema é você mesmo.
 
Sua falta de fé.
 
Sua fraqueza de caráter.
 
Sua necessidade de agradar aos outros.
 
Seu intelecto de otário, que é levado por qualquer teoria de outro otário.
 
(Perdão, pelo politicamente incorreto)

Enquanto essa geração se complica cada dia mais buscando teorias e mais teorias, geração que cultua o prazer....eu fico aqui com minhas experiências antigas e atuais.
 
Continuo crendo na Igreja, no Deus da Igreja e crendo que a Religião não é o problema e sim a solução.
 
Intolerância sim é um problema que tá longe de ser o "x" da questão no Brasil.
 
Intolerância é coisa de Oriente Médio.

É complicado.

Mas como tenho personalidade, pra mim é descomplicado.
 
Os complicados que se compliquem mais ainda.
 
Eu quero é andar em Novidade de vida - sempre!

Sarah.

Um comentário:

  1. Nobre Pr Daniel, desejo ao sr e toda família, as mais copiosas bençãos do ETERNO. Possa Ele resplandecer o rosto Dele sobre ti e lhe conduzir em triunfo. Sempre e sempre! (2 Co 2.14).

    Abraços, Pr Marcello de Oliveira

    P.s>> Espero que o sr tenha apreciado o livro que lhe presenteei sobre: Mulheres Desconhecidas da Bíblia.

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