domingo, 31 de julho de 2011

Jesus - Exemplo de Liderança!

Creio que Jesus foi o melhor líder que já existiu.

Sério, olha o que ele realizou com apenas três anos de ministério público...

Ele ainda está impactando pessoas de todo o mundo.

Eu queria falar sobre quatro coisas (e há muito mais do que quatro) que eu acredito que Jesus fez que fez dele um líder eficaz.

1 - Jesus passou tempo com seu círculo íntimo

A ideia de que o líder não pode estar perto com as pessoas com quem trabalha simplesmente não é como Cristo.

Jesus não se isolava de "sua equipe", mas Ele fez a vida e ministério com eles.

O líder que tem medo de ser conhecido pelo povo a quem foi chamado a servir; está em um lugar perigoso; ele pensa ser melhor do que eles ou possivelmente está tentando esconder alguma coisa deles.

Jesus não liderou através do medo...

Ele liderou através de relações e estas só se tornam mais fortes à medida que se gasta tempo com o outro.

Na verdade, Ele realmente os chamou de Seus amigos (João 15:15).

Se Jesus pode ser amigo de sua "equipe", então por que não podemos fazer o mesmo?

2 - Jesus estava mais preocupado com o que seus seguidores estavam se tornando do que o que estavam fazendo

Se um líder se preocupa mais com o trabalho que sua equipe produz, em vez de o fruto que o Senhor está produzindo neles, então muitas vezes ele vai colocar sua equipe em um lugar perigoso, porque ele tentará conduzi-los através de sua agenda ao invés de tentar conduzi-los através da agenda do Senhor.

Ele sabia que se eles desenvolvessem um coração totalmente dedicado a Ele que a qualidade do seu trabalho iria mostrá-lo!

3 - Jesus foi paciente com aqueles mais próximos a ele

Quando lemos os Evangelhos nunca vemos Jesus sendo ignorante com Seus discípulos.

Claro, há lugares onde Ele oferece correção e / ou censura...
Mas esta é a exceção, não a regra...

Ele aborda a questão e então segue adiante.

Ele se aproxima da sua "equipe" com uma atitude paciente e não presume que só porque alguém comete um erro; que eles são desleais a ele ou simplesmente um idiota que é incapaz de fazer algo significante.

Um líder que está sempre perdendo seu temperamento com os outros porque "não entendem", geralmente não percebe que a razão pela quais muitas pessoas não "fazem as coisas" não é porque lhes falta inteligência, mas sim porque não estão sendo bem liderados.

E...

Quando Pedro "estragou tudo", negando a Cristo...

Jesus não o ignora ou "demiti-o", ele desce de Jerusalém para a Galileia para encontrá-lo e restaurá-lo para o ministério!

Ver João 21!

Grandes líderes não dispensam as pessoas de qualquer forma...

Eles caminham com eles através do erro e restaurá-los!

4 -Jesus não era paranoico

Uma das coisas mais loucas que acontece nos círculos de liderança cristã é a ideia incrivelmente insana que um líder sempre tem que ser paranoico sobre as pessoas que estão e não estão com ele...

E que poderia em última análise, traí-lo.

Jesus sabia que ia ser traído por Judas...

E ainda assim não o distraia do que Deus o havia chamado para fazer.

(Na verdade, eu diria que a traição de Judas levou Jesus a se mover para um lugar maior!)

Se você está na liderança tempo suficiente alguém vai te trair...

Vai doer, no entanto, não nos dá uma desculpa para correr ao redor e constantemente criar uma atmosfera de medo e dúvida sobre nossa equipe e chamar tudo o que não gostamos ou percebemos como um ataque contra uma ideia que poderiam ter como "desleal".

“A melhor pergunta para um líder fazer não é, essas pessoas são para mim, mas sim, "eu sou para essas pessoas?"

Por que...

Se uma equipe sabe que o líder lhes ama, que ele quer o melhor para eles e está disposto a lutar para liderá-los, amá-los e ser paciente com eles, então a traição é muito menos uma ameaça; o líder não deve estar sempre em pânico sobre quem pode e não pode trai-lo.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Simposio de Educação e Cultura na AD-Apucarana PR

Aconteceu nos dias 11 a 17 de julho de 2011, na Assembleia de Deus de Apucarana, dois marcantes eventos na área de ensino.

Faz parte do calendário da AD Apucarana, a Escola Bíblica de Obreiros e a 6ª edição foi realizada com muito sucesso, pois contou com professores gabaritados e reconhecidos nacionalmente e concomitantemente aconteceu também o 3º Simpósio de Teologia que é promovido pelo Conselho de Educação e Cultura da CGADB.

Da esquerda para a direita: Pr. Orneles (Diretor da Escola Biblica AD-Apucarana) Sr. Paulo (Representante do MEC) Pr. João A de Souza (AD- Cachoerinha - RS) Pr. Jesiel Padilha ( Membro do CEC - Conselho de Educação e Cultura) Pr. Douglas Baptista (Presidente do Conselho de Educação e Cultura) Pr. Daniel Sales Acioli (Pastor Presidente Assembleia de Deus em Apucarana) Sr. João Carlos de Oliveira (Prefeito Municipal de apucarana) Sr. Mauro Bertholi (Vereador) Sr. Claudio A. da Silva (Secretario de Educação de Apucarana).

Estiveram ministrando ao longo desta semana os seguintes professores:
Pr. Douglas Roberto de Almeida Batista ( Brasília – DF ), (Presidente do Conselho de Educação da CGADB – Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil)

Pr. Jeziel Padilha ( Santos- SP ), ( Membro do Conselho de Educação e Cultura da CGADB – Convenção Geral das assembleias de Deus no Brasil)

Pr. João A. de Souza Filho ( Porto Alegre – RS ),

Pr. Jamiel de Oliveira Lopes ( Campinas – SP ), e houve também a participação especial do representante do Ministério da Educação, o Sr. Paulo Ronaldo dos Santos vindo da Capital Federal, Brasilia, que palestrou sobre a Mobilização pela Educação, estimulando aos pais de alunos a se envolverem na educação dos filhos, mantendo um estreito contato com a escola e professores, na ocasião se fez presente o Sr.Prefeito Municipal de Apucarana Joao Carlos de Oliveira bem como o Sr. Claudio A. da Silva Secretario de Educação do Município e o Vereador Mauro Bertholi.

Pastor Jamiel.


Pr. Jesiel, Pr. Douglas,Pr. João, Pr. Daniel e Pr. Hercules Denobi (Diretor do CETADEB - Centro Educacional Teológico das Assembleias de Deus no Brasil)

O evento foi coroado de êxito, pois participação da igreja local e a capacidade dos professores enriqueceram sobremaneira o evento.

Pr. Jose Marcos

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Globo - A Serviço da Hostilização, como sempre: Mentindo!

Você cristão já ouviu pastores incitando o ódio a qualquer gay em sua comunidade?

Pregamos contra o pecado, jamais contra o pecador!

Pois é uma incoerência fenomenal se assim proceder-mos.

Boicote já a Rede Globo de Televisão e sua programação mentirosa.



TV Globo incitando odio aos pastores? from Genizah on Vimeo.

domingo, 24 de julho de 2011

Liderar ou liderar: Eis a questão!

Compartilhando com nobres amigos e irmãos a preocupação latente sobre o papel do líder, seja politico, religioso ou de apenas um bairro não importa.

Em toda organização, seja na mais simples agremiação ou mesmo na presidência de um país, o líder sempre representa um modelo para a sua comunidade.

Muito mais do que se imagina, esses dirigentes têm exercido forte influência nos contornos da história e na modelagem do caráter das pessoas.

Hoje, o que mais conta não são as palavras que dizem, mas as atitudes que tomam, as quais representam a mais eloquente forma de comunicação.

O poder se transformou num jogo no qual prevalece astúcia e dissimulação.

Os atos são encobertos com cortinas de fumaça e a busca do momento certo para atacar é constante.

Não se fazem embates claros e objetivos de ideias, optando-se, muitas vezes, por exibir publicamente as mazelas dos oponentes para excluí-los.

Atualmente observa-se que uma parcela considerável da população está se afastando dos padrões mais austeros de retidão do caráter, passando a aceitar, como normais, desvios de conduta e, dessa forma, fazem parte do jogo de interesses que lhes é dado perceberem.

Manter-se na posição de Líder é o que importa, sejam quais forem os meios empregados.

Muitos líderes utilizam-se de atitudes de astúcia e fingimento, se fazendo de bonzinhos para conquistar a confiança das pessoas e alcançar o poder.

E ao chegarem ao topo, rapidamente desarticulam e desorganizam toda a estrutura para atingir seus objetivos de dominação, provocando estragos de monta nem sempre perceptíveis no curto prazo.

Apenas com o passar do tempo é que se constatará o nível de perdas provocadas pelo veneno da deterioração moral, e pelo desânimo e falta de esperança provocada.

Na luta pelo poder, os líderes não percebem que passam a demonstrar fraquezas e, com isso, perdem autoridade.

Suas ordens tumultuam o ambiente de forma a que os subordinados deixam de respeitá-los e tudo se encaminha para o caos.

Muitas decisões que deveriam ser tomadas rapidamente ficam se arrastando, até perderem a sua eficácia.

O general chinês Sun Tzu recomendava aos comandantes que não perdessem o controle emocional e não se deixassem levar pela cólera, pois assim seriam ludibriados pelo inimigo através de provocações e cairiam em emboscadas sem perceber.

Pois, exatamente esse elementar princípio não tem sido observado por muitos dirigentes da atualidade, os quais estão tomando decisões impulsivas, que nada solucionam, mas causam sofrimento e dores que poderiam ser evitados.

Como membros da sociedade humana, ansiamos em participar de algo maior que seja compartilhado e não fique restrito a uma minoria.

O senso de comunidade que já tivemos acabou se perdendo ao longo do tempo com a redução do comportamento ético e moral de muitos líderes que puseram de lado o bem comum e a solidariedade, visando e priorizando objetivos pessoais.

Não será de estranhar se esses líderes não conseguirem visualizar soluções duradouras para as questões humanas, permitindo a gestação de conflitos que poderão crescer e atingir proporções globais.

O lado positivo é que a turbulência dos acontecimentos fará com que tudo seja mostrado claramente sob a luz da verdade, derrubando as maquinações astutas.

No intrincado jogo do poder, os conflitos e as perdas tendem a se agravar, não sobrando energia para cuidar da melhora geral.

Com o agravamento das turbulências, toda pessoa, em cargo de liderança, deverá manter a serenidade, buscando o aprimoramento próprio, mas também contribuindo para o benefício dos que estão ao seu redor, e consequentemente, da agremiação que dirige, propondo soluções que conduzam para uma estabilidade duradoura, porque de imediatismos o inferno está cheio.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Por falar em NeoPentecostais....

ESCRITOS

Segue abaixo carta aberta do Rabino Judah Ben Haim em protesto contra o uso de mezuzot pela IURD (Igreja Universal do Reino de D-us).

Além de apoiar esse protesto, manifestamos nosso repúdio a toda e qualquer forma de uso indiscriminado e irresponsável de nossos símbolos e tradições por não-judeus. Os símbolos judaicos são para judeus, não para ajudar pastores evangélicos a aumentar a arrecadação de suas igrejas, agindo como se a pura e simples pregação do Evangelho não fosse suficiente para atrair as pessoas.

Em Yeshua,
chessed v’shalom,
Rabi Yehudah Ben Yaakov
SHEAR YAAKOV
... e toda a terra saberá que há D-us em Israel.

AOS FIÉIS E PASTORES – IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE D-US

Apresentamos aqui o nosso mais enérgico protesto pelo fato de que a Igreja Universal do Reino de Deus estar distribuindo “mezuzot” como se fossem amuletos, em contra da Palavra do Senhor.

A “mezuzá” sem o conteúdo – os versículos correspondentes, escritos num pergaminho apropriado e à mão, por um escriba – não passa de um envoltório vazio e sem nenhum valor espiritual. Ela foi destinada a representar, num lar judeu ou que segue as Leis de Moisés, o cumprimento da Torah, o Pentateuco. Distribuir essas “mezuzot” vazias como se fosse uma benção – é um sacrilégio contra a Palavra do Senhor e uma ofensa ao povo judeu. Todo distribuição de amuletos é contra a Palavra Bíblica.

Pastores da Universal também estão usando de forma indiscriminada o “talit” – o manto de orações judeu. Existem certas regras de quem pode e quando pode usar esse manto de orações. Elas são tradições valiosas para o povo judeu – que pagou muitas vezes com o seu sangue para defender essas tradições. Também o uso do “talit”, sem estar consagrado para isso e de forma inadequada – é uma ofensa contra o povo judeu, do qual o mesmo Jesus fazia parte.

Aqueles que ofendem ao Deus de Israel e ao Povo de Israel trazem sobre eles e os que os seguem o Castigo Divino, como está escrito na Torah!

Rabino Judá ben Haim
Sinagoga Sha`arei Tikvah – Ribeirão Preto

http://www.shearyaakov.org/iurd_p0804.html
Fonte:

terça-feira, 19 de julho de 2011

ERA UMA VEZ UMA CIGARRA GOSPEL…

Derval Dasilio

Uma fábula fabulosa, como diria Millôr Fernandes, pode ser contada aqui, roubando a ideia de La Fontaine: “Era uma vez uma cigarra que aderiu à cultura ‘gospel’, reuniu-se a um grupo de jovens cigarras crentes, muito interessadas em dar um pouco mais de cor, de ritmo, de sonoridade nos cultos que frequentavam.

Onde se exibiam, tiravam tudo do altar para que seus instrumentos ficassem em evidência, inclusive caixas de som de alta sonoridade.

E reunidas, descobriram que era muito mais fácil importar um estilo bastante apreciado pelas cigarras do hemisfério norte, mais precisamente no país das maiores fantasias consumistas que já houve sobre o planeta.

Lá se vende de tudo, e até as pessoas, digo: cigarras são vendidas bem baratinho, em troca de bênçãos dos pastores e pastores das igrejas daquele lugar.

Só aos domingos, claro, porque ninguém é de ferro.

Inclusive os crentes.

E, então, compraram projetores de luz, máquina de fumaça de gelo, microfones de todos os tipos, instrumentos de percussão, baterias, guitarras, teclados.

Recursos variados… e descobriram que, na igreja onde animavam o louvorsão, o povo andava pensativo, cabeça baixa, nem podia orar tanto era o barulho das cigarras gospel.

Não se lia a Bíblia, porque os louvoristas tinham versículos chaves para todos os momentos do culto.

E, além do mais, as cigarras louvoristas faziam tudo, oravam, mandavam o povo baixar a cabeça para acompanhar sua prece ensaiada, e até diziam amém pelas cigarras assistentes.

Enquanto isso, na mesma floresta, uma formiga, também crente, trabalhava, todos os dias da semana, inclusive no domingo.

Liderava outras formigas da igreja, enquanto as estimulava a pensar no futuro da congregação: se não estava bom, agora, muito pior poderia acontecer ao povo local.

Então, a congregação se empenhava em serviços diaconais, provisionando a comunidade para futuros atendimentos.

E trabalhavam… trabalhavam… trabalhavam.

As dependências da igreja que frequentavam foram transformadas em armazéns de alimentos, ambulatórios médicos, rouparias, dormitórios.

Enfim, planejavam como um líder bíblico fizera no passado, José do Egito, distante, e o que fez foi uma bênção, tanto para a comunidade a quem servia, quanto para os seus irmãos que vieram lhe pedir socorro.

As formigas ouviam as histórias da Bíblia e meditavam.

Oravam agradecendo pelas bênçãos da saúde, da capacidade de trabalhar e sustentarem-se, de terem uma vida de forte comunhão com as demais, preocupadas com a salvação dos outros insetos e bichos da floresta.

Ouviam as pregações, entoavam hinos de louvor, intercediam pelas outras formigas e outros bichos, e saiam do culto para trabalhar.

Não se cansavam, porque sabiam das escatologias realizadas em outros tempos…

Um dia o céu se cobriu de nuvens negras, e ventos fortes dobravam as árvores da floresta.

Veio uma tempestade avassaladora, um dilúvio do tipo que o povo de Noé enfrentou em tempos primordiais.

As formigas, previamente treinadas para enfrentar situações adversas, correram rapidamente, o mais que podiam, para abrigar-se, juntamente com sua comunidade, no lugar que construíram devidamente providos dos recursos necessários para acolher e prover todos os que necessitassem.

As formigas vieram todas para a igreja/abrigo.

Logo, outros bichos, que ouviram sobre a comunidade laboriosa, foram pedir abrigo e ajuda.

E todos foram atendidos.

As cigarras, porém, sem previsão alguma sobre as dificuldades futuras, foram pegos de surpresa, seus instrumentos submergiram juntamente com o palco, com o altar gospel.

A enchente tomou tudo, e o templo foi inundado, raios e trovões substituíam a cantoria alta, e a comunidade, coitada, não tinha mais a quem recorrer.

Nem lugar para se abrigar, nem comida, nem leitos para repousar…

Bem, vamos terminando essa história, como se faz em todas as fábulas.

A moral da história, porém, fica com o leitor.

Era uma vez …

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Simpósio, Escola Biblica na AD-Apucarana - Pr


http://familiaeducadora.blogspot.com/2011/07/interacao-familia-escola-integra.html

Interação família-escola é discutida em Seminário da CGADB


O Papel das Instituições Religiosas no Incentivo à Interação família-escola-comunidade é tema de destaque entre as exposições do 3º Simpósio de Teologia do Conselho de Educação e Cultura (CEC) da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB).

O Simpósio teve início nesta segunda-feira (11) e segue até o próximo domingo, 17 de julho, na cidade de Apucarana, no Paraná.

A abordagem sobre a importância da Interação família-escola-comunidade está programada para o sábado (16) e será feita pelo representante da Mobilização Social pela Educação do Ministério da Educação (MEC), Paulo Ronaldo dos Santos, que deverá explicar os fundamentos da Mobilização, além de ressaltar a importância da atuação das lideranças religiosas no estímulo à participação das famílias na vida escolar dos filhos.

Paulo Ronaldo também vai explicar como o acompanhamento, por parte de pais e mães, na trajetória de estudos dos filhos pode colaborar com a melhoria do aproveitamento do ensino, além de contribuir na elevação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

As palestras do Simpósio referentes aos temas da CGADB serão conduzidas pelos pastores Douglas Roberto de Almeida Baptista (Brasília-DF) e Jeziel Padilha (Santos-SP), respectivamente presidente e membro da CEC; e pelos pastores João Antônio Filho (Porto Alegre-RS) e Jamiel de Oliveira Lopes (Campinas-SP), que são teólogos e escritores.

A agenda do Simpósio envolve, ainda, as atividades da 6ª Escola Bíblica de Obreiros de Apucarana (EBOA).

Serviço:
3º Simpósio de Teologia do Conselho de Educação e Cultura (CEC) da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB)
Data: 11 a 17 de julho de 2011
Local: Igreja Evangélica Assembléia de Deus
Endereço: Rua Clóvis da Fonseca, 445, Centro, Apucarana-PR

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Pastores e Inversão de valores!!

Meus caros irmãos em Cristo!

Confesso publicamente que estou pasmo com os rumos que muitos que se dizem pastores, lideres; presidentes de ministérios, convenções e afins, estão tomando!!

Principalmente no que respeita a ordenação de novos ministros para a seara do Senhor!

Fui ordenado ao Pastorado há exatos 30 anos em 12 de Julho de 1981!

Jovem ainda... 30 anos!

Como o tempo passa e parece-me que foi ontem!

Naquela época ser pastor era algo difícil de alcançar, os tempos eram outros!

Não se ordenava ninguém para aumento de cacife eleitoral, demonstração de grandeza ministerial!

Ordenava-se pelo chamado, vocação e desprendimento em relação ao ministério.

Ser pastor não era olhar a Igreja como cabide de emprego!

Ser pastor era sinônimo de servo!

Hoje quando se fala em ordenação ministerial logo se pensa: Será que a Igreja está crescendo na mesma proporção do “ministério” são centenas de consagrandos e não importa se está com processos nas costas, se estão devendo para a lei Maria da Penha, se há divórcios vergonhosos e descabidos; há os que apenas mudam de cidade e não de vida e logo, logo estão no centro das atenções, não importa que famílias ficassem magoadas, desviadas, amarguradas, no prejuízo financeiro, moral, espiritual.

Acho interessante quando um destes “pastores” arrumam confusões e periféricos, mudam de campo e com a conivência de “amigos” que sempre acham um meio de “ajudar” e seguem mudando daqui para acolá, erram e não se humilham, acham que Igreja é propriedade particular.

Dão autonomia a congregações e colocam ali em detrimento dos que suaram a camisa no campo, dez, quinze, vinte ou mais anos ficam chupando o dedo, e o filhinho do papai, genro, cunhado, assumem e não estão nem aí para o que possa acontecer!

Diga-se de passagem, que não sou contra que um filho de pastor assuma igrejas ou campos, ministérios, desde que reconhecidamente tenha vocação para tal mister!

Mas?

Empurrado de garganta abaixo?

Em surdina?

Lembramos: A Igreja não é nossa propriedade particular, senhores pastores!

Meus caros!

Oremos ao Senhor, e que se levantem profetas do naipe dos antigos profetas, cujo compromisso era com a Palavra de Deus!

A Inversão de valores de hoje fazem corar os mais simples conhecedor da Bíblia Sagrada!

O Testemunho pessoal foi para o fundo do poço e jogado aos que têm prazer em zombar dos pequeninos do Senhor!

Ai daquele que por ele vir o escândalo, aliais Jesus tratou disso e aconselhou a por uma corda nos pescoço e amarrar a uma pedra e se lançar...

Mau testemunho é pior que suicídio!

Mas como resolver isso?

Dependerá dos líderes, oradores, conselheiros, escritores e agentes de posições similares, propagar os bons conceitos e incutir o repúdio à má conduta, bem como reconhecer com apreço os bons costumes.

A inversão de valores compromete o convívio social e deve ser combatida com rigor através de pessoas comprometidas com o desenvolvimento humano e o progresso social

A inversão de valores é uma consequência do relativismo existente em nossos dias.

Podemos entender o relativismo como sendo a ideia de que todos os pontos de vista são tão validos e certos quantos outros, e que o individuo é a medida do que verdade para si.

Não existe uma verdade absoluta, cada um pode ter uma verdade para si.

De acordo com a sua conveniência, e fazer o que lhe apraz, de acordo com essa designação de verdade.

Neste tipo de posicionamento, todas as coisas são relativas, inclusive Deus (cada um tem o seu e acredita no que quiser), a Bíblia (é valida apenas para os cristãos, não para todas as pessoas), o Senhor Jesus Cristo (que deixa de ser filho de Deus para ser uma figura histórica importante) a fé e a salvação (cada um tem o direito de buscar para si uma forma de aproximar-se de Deus, sem que Jesus seja considerado a única forma dessa aproximação).

Se tudo é verdadeiramente relativo, Deus pode existir ou não, e o que ele diz sobre a verdade pode ser limitado àqueles que consideram a bíblia como sendo a palavra de Deus.

Com base nessa premissa, um Hitler pode matar milhões de pessoas por considerar que são pessoas fracas, incapazes ou indispensáveis, pois a verdade para ele está centrada na superioridade de sua raça em relação às outras, que devem ser dominadas e dizimadas.

A verdade, no relativismo, varia de acordo com o lugar, com a época e com as pessoas.

Curiosamente falando, não se questiona a relatividade de leis naturais consagradas.

Sobre aqueles que invertem os valores estabelecidos por Deus disse Isaias:
- Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem, chamam mal!

Que fazem da escuridão luz, e da luz escuridão, e fazem do amargo doce, e do doce, amargo!

Ai dos que são sábios aos seus próprios olhos e prudentes diante de si mesmos...

Dos que justificam o ímpio por presentes e negam a justiça!”, Is. 5.20-23,
Deus não se encarregara de trazer a juízo essas inversões de valores e seus proclamadores.

Estamos falando de uma diferença crucial existente entre os padrões espirituais de conduta e a prática do mundo moderno.

Definitivamente não há comunhão entre a luz e as trevas, e a Igreja precisa se precaver contra as astutas ciladas do diabo.

Vale aqui a recomendação de Paulo:

Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos; pois que sociedade tem a justiça com a injustiça?

Ou que comunhão tem a luz com as trevas?

Que harmonia há entre Cristo e Belial?

Ou que parte tem o crente com o incrédulo?

E que consenso tem o santuário de Deus com os ídolos?

Pois nós somos santuário do Deus vivo, como Deus disse: Neles habitarei e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus, eles serão o meu povo.

Pelo que, saí vós do meio deles, e separai-vos diz o Senhor; e não toqueis coisa imunda, e eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor todo poderoso II Cor. 6:14-18.

Desde os primeiros momentos da humanidade, percebemos esta artimanha satânica para enganar o homem.

A primeira família caiu, porque desobedeceu a Deus, enganada pela serpente, iludida por suas promessas e fantasias. Gen. 3:1-7.

A função de satanás é mentir, enganar, perverter, falsificar, ludibriar, mudar a aparência, tornar o bom em ruim e o ruim em bom.

Muitas Igrejas e famílias têm se deixado levar pelas falsas aparências de santidade; espiritualidade de certas práticas religiosas; boas intenções de certos apelos; qualidade de algum produto; honestidade de alguns programas; etc.

A vista engana, por isso devemos olhar com os olhos de Deus “Pois o Senhor não vê como vê o homem. O homem olha para o que está diante de seus olhos, mas o Senhor olha para o coração” I Sam. 16:7.

Veja bem o que estou dizendo: festas, programas, colégios e cursos, amizades, envolvimentos, conversações, brincadeiras e vários outros tipos de comprometimentos que parecem em principio, ser tão ingênuos e sem complicações são, muitas vezes, agentes de satanás para perverter, desencaminhar, obscurecer, afastar, minar a fé e fazer com que gente criada na Igreja, hoje, esteja de paquera com o mundo, se não completamente comprometidos com o mundo, com o pecado e as coisas desta vida.

Muitos pais são completamente ingênuos em conduzir seus filhos.

Estão sendo por eles ludibriados, estão sendo passados para trás.

Vale aqui a recomendação de Tiago “Se alguém de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus” 1:5

Há grupos ditos evangélicos envolvidos com bebida alcoólica, e agora também com drogas e tráfico de drogas dentro das Igrejas.

Pastores envolvidos com álcool; motel, fraudes contábeis, relatórios fantasiosos, nepotismo descarado, vivem de forma nababesca, negociatas e acertos esdrúxulos, falta de transparência administrativa, não prestam contas de seus atos, ditadores: (Quem manda aqui sou eu), infiéis nos tratos, tratam e não cumprem o que foi combinado com a diretoria, presbitério, ministério e igreja, verdadeiros perdulários! e etc...

Precisamos ter cuidado com as armadilhas de satanás!

A inversão de valores na igreja.

Deve se observar que a inversão de padrões anteriormente estabelecidos precisa ser respeitada.

Os costumes até podem variar com o tempo, mas os princípios não.

Deus estabeleceu princípios imutáveis e absolutos em Sua palavra, pois Ele mesmo é imutável e absoluto, e devemos andar de acordo com Seus princípios.

A igreja, como representante de Deus, deve apontar as distorções no mundo, mostrar a verdade e principalmente, estar atenta para que essas mudanças não atinjam nossos arraiais.

Um exemplo disso é o divorcio e novo casamento, que tem sido aceito em determinados grupos cristãos e continua sendo condenado pela bíblia.

Para que a igreja tenha essa imparcialidade, é preciso que a palavra de Deus seja continuamente ensinada e praticada, e que os crentes sejam motivados a viver dentro dos padrões absolutos de Deus.

Preocupo-me com essa inversão de valores, mas continuo acreditando que o crente em Jesus pode a cada dia se conscientizar e procurar seguir os padrões estabelecidos por Deus em Sua santa Palavra.

Isto posto, peço humildemente a Deus ajudar-me a refletir sobre este assunto e não compactuar com certas atitudes nada cristãs!

Deus tenha piedade de nós!

Ação e reação, Eis a questão! Divulguem....

Pr. Silas Malafaia responde.....

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Pastor Silas Malafaia, oremos........

Meus caros amigos a que ponto está chegando?
A Mordaça proposta por estes cidadãos sem dúvida é apenas a ponta do iceberg do que virá mais tarde!
Sodoma e Gomorra não chegaram perto de tanta licenciosidade!

“Lideranças gays entram com pedido de cassação de registro do Pastor Silas Malafaia”

Líderes do movimento gay apresentaram ao CRP (Conselho Regional de Psicologia) do Rio de Janeiro pedido de cassação do registro profissional do pastor Silas Malafaia (foto), 52, sob a acusação de práticas homofóbicas.

O pastor se formou em psicologia clínica e não exerce a profissão, mas faz com frequência menção a sua formação nas pregações aos fiéis.

O CFP (Conselho Federal de Psicologia), ao qual o CRP está atrelado, baixou em janeiro de 1999 resolução proibindo os psicólogos de se referirem à homossexualidade como distúrbio e também de fazer declarações em público discriminatórias contra os gays.

Malafaia é pastor da Assembleia de Deus, da subdenominação Vitória em Cristo.

Ele tem se destacado por sua pregação contra o movimento reivindicatório por igualdade dos gays.

No começo do ano, ele distribuiu no Rio outdoors com a mensagem “Deus fez o macho e a fêmea”.

Depois, em maio, em uma audiência pública na Câmara dos Deputados sobre a reforma do Estatuto das Famílias, disse que a legalização do relacionamento homo afetivo — que acabou ocorrendo — seria o primeiro passo para se aprovar “tudo o que se imaginar”, inclusive relação sexual com cachorro e cadáver.

O MP (Ministério Público) abriu inquérito para apurar se a intenção do pastor, com essas declarações, foi pregar a homofobia.

O CRP-Rio já tinha recebido no ano passado uma reclamação contra Malafaia, mas não deu em nada.”

Fonte: Paulopes

domingo, 3 de julho de 2011

Pastores e a solidão!

A Solidão do Pastor

Pastores costumam ser pessoas solitárias, por vocação.

Conheço muitos pastores que têm amigos de verdade, e, no entanto, têm forte tendência à solidão!

A maior parte deles vive se remoendo, enquanto lutam com seus problemas interiores, sem poder encontrar um amigo de confiança com o qual desabafar.

Não podem conversar sobre seus problemas e conflitos com os membros da igreja; e sequer com os demais obreiros.

Desabafam com Deus, enquanto derramam o coração em lágrimas em seus momentos de solidão.

Pastores sofrem com a solidão.

Ainda que acompanhados de tanta gente e cercados de colegas ministeriais vivem sós.

Geralmente os obreiros que os cercam não o fazem como amigos ou companheiros de jugo, vivem de encômios – aplaudem e elogiam em busca de cargos ou privilégios.

Raramente encontra-se um amigo que viva o compromisso de ajudar o líder, a ponto de admoestá-lo com amor.

Por outro lado, o líder em evidência se põe perante os demais colegas ministeriais como gente de esfera superior, que não precisa da ajuda de ninguém, como super-homem, intocável, impecável – isto mesmo, no sentido de que nunca peca – inviolável e que sabe superar seus problemas.

Perante seus amigos e colegas tem uma imagem colorida de sucesso e poder – mas tais pastores são pessoas ímbeles, débeis, fracas, e esquecem que o poder de viver integralmente a vida cristã reside na dependência de Deus e na força de seus amigos.

Pastores são como águias que voam sós e vivem nos céus distantes – acima dos problemas – mas cheios destes.

Deveriam agir como águias quando a sós com Deus, e quais ovelhas de um rebanho a viver ao lado dos demais.

Eis a razão porque os pastores aprendem a sofrer calados.

Choram aos pés do Senhor confessando suas faltas.

E gostariam de ter um amigo por perto.

Mas, desabafar a quem?

Arredios e acostumados a serem traídos, inteligentemente se calam.

E sofrem.

Gostariam de ter um amigo para conversar sobre sexo, dificuldades com a esposa, tentações, finanças, problemas pessoais, mas sofrem, ignotos, temendo o colega infido - infiel.

Imaginam que podem ser traídos e prejudicados.

Que diferença a confissão de pecados que os noviços e monges faziam ao seu superior nos mosteiros!

Nada do que era confessado podia ser usado contra eles em juízo.

Depois que se confessava, seu superior se calava sem jamais poder usar da confissão de seu subalterno como prova de condenação em juízo.

Um superior quando sabia que o noviço pecara contra a igreja não aceitava confissão, do contrário a pessoa não poderia ser questionada por ele no tribunal.

Na falta de confessores, os pastores digladiam-se internamente com seus traumas e pecados.

Esquecem que a confissão traz alivio à tensão, desabafa sentimentos, cura e traz paz interior.

A confissão e as lágrimas ajudam o pastor a sentir que é humano, ao mesmo tempo em que é espiritual.

A confissão afasta a caligem e impede que o obreiro se torne biltre e mendaz.

O verdadeiro líder encontra noutro líder, apoio, pois ambos reconhecem a fragilidade e a tendência ao pecado do ser humano.

O verdadeiro líder entende que as pessoas vivem na fraqueza, e ele também sabe que vive as mesmas fraquezas.

As Escrituras não escondem as fraquezas e as tentações dos homens de Deus, até dos mais íntimos de Jeová.

Noé, Abraão, Moisés, Davi, Elias e demais homens de Deus tiveram seus momentos de fraqueza, e alguns deles são vistos em momentos de depressão, e quando o escritor aos hebreus deles se utiliza para falar da fé, não menciona, em momento algum suas fraquezas, mas a fé e a perseverança que lhes levou a obter o galardão.

Todos tiveram temores. Sara, a esposa de Abraão não creu – e, no entanto aparece em Hebreus como mulher de fé!

Algumas daquelas fraquezas são imperdoáveis e inadmissíveis hoje pela liderança de certas denominações.

Que pastor não tem um exemplo de traição, de um obreiro que agiu de solércia – de ardileza a relatar?

Quem transmitiu ao rebanho a idéia de que nós, pastores vivemos do gáudio e do júbilo apenas?

Por que o rebanho imagina que o pastor e seu báculo com seu aspecto dominante são intocáveis?

Todos temos fraquezas.

Podemos recender ao perfume de Deus, ao brilho de sua glória, mas Deus sempre deixa um quê de imperfeição para manter-nos humildes diante dele.

Na vida familiar uma esposa que não acompanha o obreiro ministerialmente, um filho que se desvia; um negócio que emperra; uma calúnia que nos atordoa; um pecado do qual não conseguimos nos desvencilhar; qualquer coisa, para que nos envergonhemos de nossa imperfeição.

O pastor - quando olha para o espelho e vê refletido nele a glória de Deus tem a tendência de se exaltar, mas ao olhar para si mesmo, percebe que a glória de Deus que sobre ele está acentua sua imperfeição, e se põe a chorar!

Paulo tinha uma fraqueza; todos temos fraquezas. Os santos caminham com fraquezas.

Sempre que pensava em contar vantagens - gloriar-se - um mensageiro de Satanás esbofeteava a Paulo.

Creio que esse espinho na carne não era uma doença física, mas alguma coisa no mundo espiritual.

Já que visões, sonhos e revelações estão bem acima do natural, esse espinho, bem como o demônio que o atormentava situavam-se numa esfera espiritual.

Deixe-me dizer isto: certas marcas de pecado jazem em nossa mente a fim de lembrar-nos de que somos salvos e vivemos por causa da graça de Deus.

Paulo orou três vezes - mas Deus não afastou a imagem que o oprimia. Deus conhece a fraqueza de Paulo e indica-lhe que terá de conviver com ela toda a vida.

A resposta de Deus?

"A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo..." (2 Co 12.9).

"Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós" (2 Co 4.7).

Meu colega pastor deixe-me dizer uma coisa: A glória de Deus somente opera em vasos imperfeitos.

E nossa imperfeição está ali, apontando para nós, dizendo-nos que precisamos de Deus, sempre!

Deus deixa certas falhas nos seus filhos para que aprendam a depender exclusivamente dele.

A glória e a graça de Deus vêm sobre nós escondendo nossas fraquezas.

Assim como os pés dos querubins eram pés de bezerro, na descrição de Ezequiel - feios – mas brilham com a glória de Deus, nosso caminhar é santificado por sua glória.

Somos como o Mefibosete da Bíblia.

Este neto de Saul, aleijado de ambos os pés; este filho de Jônatas é agora trazido para a casa de Davi e com ele come à mesa.

Mas era aleijado!

No entanto, suas pernas não eram vistas, ficavam encobertas sob as toalhas da mesma do rei! (2 Sm 9).

Somos imperfeitos no nosso caminhar - temos pés que não condizem com a natureza de glória, estes, no entanto, têm suas imperfeições cobertas com o brilho da glória de Deus!

No meio das tribulações - sejam elas devido a erros cometidos, a falhas humanas ou vindas diretamente de Satanás, o peso de glória é eterno, acima de toda comparação (2 Co 4.18).

Porque a glória que sobre nós brilha vem de Deus.

Apenas refletimos a glória de Deus!

Por isso, ao descrever este relato, faço-o na certeza de que não estou traindo alguém que me confiou seus temores.

A pessoa em questão pode ser você mesmo que me lê.

A que me refiro está velha demais para se importar com o fato.

Viajo e ministro com pastores de todas as igrejas e de todas as denominações.

Alguns homens de Deus abrem sua vida comigo à busca de soluções para seus problemas pessoais.

E não posso trair a confiança em mim depositada.

O velho pastor abriu seu coração comigo.

Ele tinha perguntas e inquietações não respondidas.

Homem de ministério ilibado, reconhecido pela igreja, contou-me que lutou a vida toda contra as tendências homossexuais que o perturbavam periodicamente.

Aceitava-se como heterossexual, constituíra família, mas não conseguia entender o por quê das tentações.

Tivera uma experiência ou outra quando moço, mas depois que se convertera – afirmou – jamais voltara a práticas homossexuais por considerá-las pecado. As tentações o assombravam continuamente.

Jamais se livrou delas ao longo da vida.

Sofrer tentações sem pecar é o segredo da vitória.

Um hino da Harpa Cristã de linda melodia, diz:

Tentado não cedas; ceder é pecar;

Melhor e mais nobre, será triunfar;

Coragem ó crente! Domina teu mal

Deus pode livrar-te, de queda fatal!

É uma alusão ao texto de hebreus 4.15: "Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado (...) e é capaz de condoer-se dos ignorantes e dos que erram, pois também ele mesmo está rodeado de fraquezas".

É nesta confiança, amado pastor, que confessamos ao Senhor nossas faltas, porque ele nos entende.

À semelhança do sumo sacerdote que vivia cercado de fraquezas e que precisava, ele mesmo fazer a purificação de seus pecados antes de expiar os pecados do povo, também nós precisamos entender que os colegas que nos cercam vivem rodeados de fraquezas, que erram, e, como nós, são perdoados.

O nosso Senhor Jesus assumiu a forma humana, "para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote, nas coisas referentes a Deus e para fazer propiciação pelos pecados do povo. Pois, naquilo que ele mesmo sofreu, tendo sido tentado, é poderoso para socorrer os que são tentados" (Hb 2.17-18).

Tenha um amigo.

Abra seu coração
Autor - João A. de Souza filho

Soli Deo Gloria

sábado, 2 de julho de 2011

Carta aberta ao Dr. Drauzio Varella

Carta aberta ao Dr. Drauzio Varella

Prezado doutor Drauzio Varella, respeito muitíssimo o senhor como médico. Suas instruções, em programas de TV e na Internet, são excelentes e ajudam as pessoas a terem uma vida mais sadia.

Acabei de ler o seu artigo “Violência contra homossexuais”, em seu site. Gostei de boa parte das suas argumentações e considerei que, de forma geral, a sua abordagem como médico sobre esse assunto cercado de tanta polêmica foi bastante equilibrada.

O senhor está correto ao considerar abusiva a conduta de pastores que querem forçar os homossexuais a serem heterossexuais. E devo lhe dizer, inclusive, que os pastores que se prezam jamais interferem desse modo na vida das pessoas. Eles tão-somente pregam em tese, e não de modo direcionado, ofensivo e ridicularizante, a respeito do que é certo ou errado à luz da Bíblia.

Entretanto, com todo o respeito, gostaria de contestar uma parte do seu artigo. Ei-la: “A sexualidade não admite opções, simplesmente é. Podemos controlar nosso comportamento; o desejo, jamais. O desejo brota da alma humana, indomável como a água que despenca da cachoeira”.

De fato, a sexualidade não admite opções. O ser humano não escolhe se será homem ou mulher. Ele nasce menino ou menina. Quanto à homossexualidade, penso que não deve ser equiparada à masculinidade ou à feminilidade. Digo isso, não por preconceito, e sim por causa da própria fisiologia. Afinal, a mulher grávida, quando vai fazer a ultrassonografia, ela quer saber se o seu filho é macho ou fêmea, não é mesmo?

Pelo que tenho pesquisado, há vários fatores que podem contribuir para a manifestação do comportamento homossexual, ao longo da vida. Mas nenhum cientista conseguiu comprovar que a homossexualidade está ligada à genética. Não existe gene gay.

Reconheço, por outro lado, que existe a possibilidade de alteração de gene, decorrente de maus tratos na infância, por exemplo, conforme tem noticiado a revista Nature Neurosciense. E entendo que isso pode fazer com que o infante ou o adolescente venham a adotar um comportamento que não corresponda à sua fisiologia. Mas isso não significa que alguém já nasça homossexual.

O senhor também disse, de modo poético, que podemos controlar o nosso comportamento, mas não o nosso desejo: “O desejo brota da alma humana, indomável como a água que despenca da cachoeira”. Com toda a sinceridade, considero muito perigoso esse raciocínio e explico por quê.

Muitos psicopatas têm o desejo de matar, não é mesmo? E o estuprador? Também tem o desejo de violentar mulheres. Da mesma forma, os pedófilos e efebófilos têm desejo de abusar de crianças e adolescentes. E assim por diante.

Por conseguinte, se considerarmos — com base na tese de que o desejo é indomável como a água que despenca da cachoeira — que o ser humano, por causa disso, tem liberdade para agir conforme o seu desejo, por que temos ojeriza dos psicopatas, estupradores, pedófilos e efebófilos, e queremos que eles sejam condenados por seus atos?! Afinal, o desejo é indomável como a água que despenca da cachoeira. Como controlá-lo?

Vou exagerar um pouco agora. Digamos que pedófilos e efebófilos, aproveitando-se do precedente aberto pelo STF, ao liberar a passeata pela legalização das drogas, se reúnam em uma grande passeata na Avenida Paulista, em São Paulo, com cartazes, serviço de som, e comecem a gritar: “Estamos cansados de ser discriminados neste país! Pedimos cadeia aos fundamentalistas religiosos que pregam o preconceito pedofilófobo e efebofilófogo. Nós não escolhemos ser pedófilos e efebófilos, pois o nosso desejo é indomável como a água que despenca da cachoeira”. Estarão eles certos em sua reivindicação?

Caro doutor, parece um grande exagero o que estou falando, mas não estou comparando “isto” com “aquilo”. Apenas quero lhe dizer que, para mim, é evidente que a sua tese é frágil e facilmente refutável. Reconheço que o senhor recebeu do Criador uma inteligência acima da média e não quero, de modo algum, ofendê-lo. Por isso, com todo o respeito — reitero —, peço-lhe que reveja a sua posição, a fim de que não incorra em simplismo e preconceito contra os evangélicos e católicos.

Cordialmente,

Ciro Sanches Zibordi

http://cirozibordi.blogspot.com/2011/06/carta-aberta-ao-doutor-drauzio-varella.html

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